INFANTIL


Consumo de fast food aumenta o risco de asma em crianças

Alimentação inadequada pode aumentar em até 39% as chances da doença

Um estudo feito pela Universidade de Auckland, Nova Zelândia, mostra que o consumo de fast food - como hambúrguer e batata frita - pode aumentar o risco de crianças sofrerem com asma,rinite e eczema. O trabalho faz parte do Estudo Internacional de Asma e Alergias na infância, que envolve dezenas de países e quase 2 milhões de crianças. Os resultados foram publicados na edição de Janeiro da revista Thorax.
Foram coletados dados de 319.196 adolescentes de 51 países e de 181.631 crianças de 31 países, incluindo o Brasil. Totalizando 500.827 participantes, o trabalho foi baseado em questionários sobre os sintomas das três doenças preenchidos por adolescentes de 13 e 14 anos e pelos pais ou responsáveis por crianças de seis e sete anos.
Tanto adolescentes como crianças tiveram menos ataques severos de asma caso tivessem o hábito de comer três ou mais porções de frutas durante a semana. Em compensação, o consumo de fast food três vezes por semana ou mais aumentava o risco de asma, rinite ou eczema em 39% nos adolescentes e em 27% nas crianças. Os autores sugerem que os efeitos da alimentação no sistema de imunológico podem causar essas complicações. Como se sabe, alimentos do tipo fast food têm maior quantidade de ácidos graxos, enquanto as frutas são ricas em antioxidantes.
Apesar da grande diferença entre os países do estudo em termos de hábitos de alimentação e renda familiar, os resultados não mostraram grandes difenrenças, especialmente entre adolescentes. Parte da resposta pode estar no fato de adolescentes terem maior controle sobre o que comem, enquanto que a dieta de crianças depende mais de escolhas dos pais.

Previna crises de alergia nas crianças

É fácil saber se o seu filho tem predisposição genética a alergias: basta olhar o histórico familiar. Se o casal tiver o problema, o risco para a criança passa a ser sete vezes maior. Mas isso não quer dizer que ele terá alguma crise logo nos primeiros meses de vida. "Normalmente, os primeiros acessos de alergia ocorrem antes dos dez anos de idade, mas podem aparecer até na fase adulta", afirma o pediatra Antonio Carlos Turner, coordenador do serviço de Pediatria do Hospital Balbino (RJ) e membro da Sociedade Brasileira de Imunizações. Existe uma lista de hábitos capazes de retardar ou até evitar o desenvolvimento de quadros alérgicos:

Amamentação exclusiva até os seis meses de vida

Essa recomendação é unânime entre os especialistas: a amamentação fornece anticorpos e nutrientes que aumentam a proteção do bebê contra alergias. Leite de vaca ou qualquer outro alimento não tem tantos benefícios assim.

Animais de estimação

Há alguns estudos indicando que a criança que tem contato com bicho de estimação desde pequena pode ficar mais resistente a alergias. A alergista Ana Paula Castro, diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), recomenda evitar que os animais com pelos e penas fiquem dentro do quarto da criança, principalmente na hora de dormir. "Fique atento também se a criança costuma espirrar, coçar os olhos ou ter outros sintomas de alergia quando brinca com o bicho."

Acompanhamento pediátrico

O pediatra também ajuda a mãe a perceber sintomas de alergias na criança. Por isso, o bebê deve ser levado ao médico uma vez por mês até chegar aos seis meses de vida. Depois dessa fase, a consulta pode ser mais espaçada, de acordo com a orientação do especialista.

Alimentação adequada

Vitaminas, minerais e outros nutrientes devem fazer parte do prato da criança para deixá-la sempre com as defesas do organismo prontas para combater agentes do ambiente que causem alergias. Inclua no cardápio frutas, legumes, verduras, peixe e castanhas.

Crie um "quarto hipoalérgico"

Para evitar rinite alérgica, elimine os focos de mofo e os objetos que acumulam ácaro, poeira e outros alérgenos, como cortinas de tecido, almofadas, tapetes peludos e bichos de pelúcia. As janelas precisam ser abertas todos os dias a fim de deixar o ambiente ventilado. Para evitar irritações na mucosa nasal por causa do cheiro forte de produtos de limpeza, mantenha a criança fora do quarto até uma hora após a limpeza.

Incentive o seu filho a fazer natação

A natação é uma ótima atividade para fortalecer os músculos e aumentar a resistência do sistema respiratório e cardiovascular, ajudando a prevenir asma e outras alergias respiratórias. Se nadar não for o hábito predileto do seu filho, incentive outra atividade física que ele goste - todo exercício traz benefícios ao aparelho cardiorrespiratório da criança.

FONTE:http:// www.minhavida.com.br

Mochilas podem causar lesões nos ombros

Pesquisa comprova que crianças registram problemas por usar a mochila de maneira errada


Reprodução
As mochilas devem ter duas tiras para distribuir o peso da melhor forma
Com a volta às aulas, volta também a atenção dos pais ao peso da mochila das crianças. O que levar à escola, e como levar é um dilema que há tempos os pais enfrentam. Porém, é um cuidado que deve ser redobrado a cada ano, para que possam ser evitadas lesões e também para não torná-las uma doença crônica.

Pesquisadores do Cincinnati Children’s Hospital, nos Estados Unidos, analisaram que 23% das crianças que dão entrada no pronto socorro do hospital tinham queixas causadas pelo uso inadequado da mochila. Esse número não se restringe apenas a lesões na coluna e sim a 19 tipos de lesões no ombro. Uma pesquisa similar, feita na cidade de São Paulo, chegou a conclusão que esses problemas podem atingir até 9% das crianças em idade escolar, e em época de volta às aulas esse número aumenta em 15%.

A maneira de carregar, erguer ou retirar a mochila das costas também deve ser supervisionada. Se comparada a bolsas de uso lateral, a mochila tem uma melhor aceitação, pois distribui o peso dos objetos pelos músculos e abdômen. Porém, se estiverem com peso acima do recomendado, podem causar um grande mal à saúde dos ombros das crianças.

Segundo Sérgio Xavier, médico ortopedista, o mau uso da mochila pode ocasionar dor muscular, ferimentos abrasivos e problemas para a coluna .”Crianças podem sofrer danos na coluna vertebral ao carregar uma mochila muito pesada. O peso pode afetar as articulações, influindo no desenvolvimento dos pequenos. O ideal é que a bolsa não pese mais de 10% do peso corporal da criança e que tenha duas alças para não haver sobrecarga de apenas um ombro”, explica.

Muitos pais optam então para o uso de mochila com rodinhas porém, se puxadas de maneira inadequada, os riscos são os mesmo. “A alça do carrinho tem que ter a altura adequada para a criança, e o peso também não pode ultrapassar a porcentagem desejada, senão o esforço que é feito causa lesões tão sérias quanto ao carregar nas costas”, orienta Xavier.

Os pais devem ficar atentos para qualquer reclamação do filho. Ao primeiro sinal de dor devem levá-lo ao médico especialista para uma melhor avaliação. Vale também observar se o que ele leva na mochila é realmente essencial para as tarefas daquele dia.

Lesões mais comuns

É comum encontrar jovens com problemas de postura e dores crônicas nas articulações. Os problemas mais comuns são:
• Dor muscular
• Ferimentos abrasivos
• Alterações posturais
• Fadiga
• Irritabilidade
“Quando o problema se instala iniciamos um tratamento de reabilitação para o paciente. Mudamos a rotina da pessoa e começamos com sessões de fisioterapia e exercícios de compensação”, explica o ortopedista.

Prevenção de lesões

Para eliminar a possibilidade do seu filho adquirir uma lesão pelo mau uso do material escolar, Xavier dá algumas sugestões para a escolha da mochila.
• As mochilas devem ter duas tiras para distribuir o peso da melhor forma;
• As tiras devem ser preferencialmente acolchoadas e ajustadas de forma que a mochila fique rente ao corpo;
• A largura da mochila não pode ser maior que o dorso da criança;
• Não deve ultrapassar a cintura da criança.
• Dê preferência para mochilas com poucos bolsos. A diversidade de compartimentos pode ser um atrativo para carregar objetos inúteis.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), falta uma regulamentação no país sobre o assunto. As editoras não se preocupam com o peso final dos livros que produzem, as mochilas continuam super pesadas e as crianças cada vez mais cedo adquirem problemas seríssimos de coluna.

Segundo o Ministério da Saúde, o peso dessas mochilas não deve ultrapassar os 10% do peso da criança. Ou seja, um aluno de 40 kg deve levar uma mala de, no máximo, 4 kg.

Além do peso excessivo das mochilas, o modo em que a criança as carrega também pode contribuir com a manifestação de alguns problemas de saúde. Assim, é de extrema importância que os pais corrijam os filhos que carregam a mochila em apenas um ombro. Essa atitude pode contribuir com o aparecimento de escoliose, ou seja, “coluna torta”. O peso excessivo das mochilas escolares se tornou polêmico. Assim, é de extrema importância que os pais fiquem atentos, de modo a evitar futuras consequências à saúde dos pequenos.

FONTE:http:// www.jornalsemanario.com.br


Criança gosta de comida de criança!
No Brasil, 6,6% das crianças, de 0 a 5 anos, sofrem de obesidade. Calcula-se que aproximadamente de 20% a 25% das crianças brasileiras apresentem excesso de peso na faixa etária entre 7 e 14 anos. Segundo o Ministério da Saúde, já são 6 milhões de adolescentes obesos.
As guloseimas são as grandes responsáveis por estes números, juntamente com o sedentarismo. Fontes de calorias vazias, na maioria das vezes, provenientes de açúcares refinados e gorduras trans, seu consumo deve ser uma exceção à regra na alimentação das pessoas.
E você, sabe o que fazer para que a dieta deles seja mais saudável, sem restringir de vez algumas delicias infantis? O Mundo Verde está aqui para te ajudar com isso e deixar o feriado da sua família mais gostoso e divertido! Confira as dicas da nutricionista da Rede, Bruna Murta:
- Prepare o lanche junto com seu filho! Permita que a criança participe desde as compras (ensinando a ela os benefícios dos alimentos) até o preparo dos lanches. Uma seleção cuidadosa dos alimentos é muito importante na manutenção da saúde das crianças;
- Prepare mini sanduíches feitos com pão integral, pasta de soja e inclua legumes e verduras, que além de darem um colorido especial, fornecem vitaminas, minerais e fibras. Ótima forma de mostrar à criançada que as hortaliças são saborosas;
- Para refrescar, prefira os sucos naturais e bebidas à base de soja ou arroz. Não se esqueça de oferecer água durante as atividades;
- Uma salada de frutas é uma boa pedida. Leve seu filho (a) ao mercado para ajudar na escolha das frutas e prepare a salada com ele. Incremente a salada de frutas com mel, granola ou aveia, quinua, amaranto;
- Os cookies integrais devem substituir os biscoitos recheados. Existem opções com cobertura de chocolate, com gotas de chocolate, entre vários outros sabores, incluindo salgados.
- E os bolinhos integrais e muffins orgânicos? Contém maior teor de nutrientes do que os convencionais;
Opções saudáveis para incluir no lanche:
Snacks Integrais - feitos à base de milho ou soja são assados, crocantes e ricos em fibras.
Barra de quinua com frutas orgânica - barra sem aditivo artificial, feita com quinua
e frutas. Contém proteínas, vitaminas, minerais e fibras.
Frutas secas (desidratadas e liofilizadas) – sem conservantes e sem adição de açúcar.
Mel em sachê – porções individuais de mel, práticas e saudáveis.
Sucos de fruta orgânicos – sucos de goiaba, amora, manga, laranja, maracujá, morango, uva feitos com fruta orgânica.
Cookies integrais – diversos sabores: cebola, gergelim e linhaça, maçã e canela, gotas de chocolate, cacau, abacaxi com cobertura de chocolate branco, uva passa com cobertura de chocolate ao leite, morango.
Chocolate – com cacau orgânico (lembrando que quanto maior a quantidade de cacau, maiores são os benefícios à saúde).
Brownie de chocolate de soja – sem lactose e sem glúten
ChocoSoy Pops – flocos de arroz com cobertura de chocolate sem lactose.
Paçoca de soja - zero açúcar.
Bala de banana – balas feitas com fruta e sem adição de açúcar.
Balas de algas marinhas - balas mastigáveis à base de gelatina de algas marinhas e suco de frutas, sem corantes artificiais.
Muffins de laranja, chocolate e banana – muffins orgânicos e ricos em fibras.
Pipoca de milho de canjica – com sal marinho ou açúcar orgânico.
Barras de arroz carameladas – feitas com arroz integral e açúcar orgânico.
Contudo, como alimentação também está relacionada ao prazer, as guloseimas não precisam ser completamente abolidas. A criança pode, por exemplo, comer um chocolate como sobremesa, mas, no dia seguinte, deve sempre comer uma fruta, de preferência da estação”, complementa Flávia Morais, também nutricionista da rede Mundo Verde.
FONTE:http:// www.mundoverde.com.brCompartilhar problemas ajuda a diminuir seu impactoQuando uma criança sofre algum tipo de bullying na escola, muitos pais se sentem impotentes, achando que, por serem adultos, estariam “muito distantes” para ajudar. Estudo recente, porém, mostrou que o apoio de adultos pode ser tão benéfico quanto o de colegas na hora de lidar com esse tipo de problema.
Pesquisadores da Universidade da Columbia Britânica (Canadá) entrevistaram 3.026 estudantes de 10 anos de Vancouver. A equipe analisou questões relacionadas a satisfação com a vida, autoestima, ansiedade, vitimização, bullying e níveis de depressão, e investigaram como esses fatores eram afetados pelo relacionamento das crianças com adultos e colegas.
Casos de agressão social e verbal constantes foram relatados por um em cada seis meninos e por uma em cada sete meninas. Além disso, esses problemas apresentaram um forte vínculo com baixa autoestima e baixa satisfação com a vida. Entre as crianças que tinham apoio de adultos e/ou colegas, contudo, o impacto era consideravelmente menor.
“Nossos resultados podem ajudar a promover o bem-estar de crianças em escolas e contextos comunitários, dando suporte a intervenções que, simultaneamente, estimulem habilidades sociais e reduzam a vitimização”, disseram os autores da pesquisa. “Em outras palavras, crianças precisam de mais do que ausência de fatores de risco para ter bem-estar e boa saúde mental”.
FONTE:http:// www.hypescience.comMODA INFANTIL PRIMAVERA VERÃO 2012 - 2013Durante o evento, a temporada primavera verão 2012 2013 foi definida por quatro tendências principais: Subaquatic Tribes, Urban Nomads, Technicolour Sorbet and Romanticism Workshop.Subaquatic Tribes: A moda que veio do mar


Tendência Subaquatic Tribes: para moda infantil primavera verão 2012 2013. Foto:DivulgaçãoTendência Subaquatic Tribes: para moda infantil primavera verão 2012 2013. Foto:Divulgação
As profundezas do oceano inspiram a moda em tons de azul e verde, assim como uma vibrante cartela com tonalidades de coral, rosa, tangerina e clorofila. Nessa temática, as roupas reproduzem as texturas das criaturas do mar e trazem detalhes gráficos e tribais da África.
Jeans, lantejoulas, vestidos com saias volumosas e com camadas ou peças ajustadas na cintura e com mangas morcego são alguns dos pontos chave, enquanto uma mistura de tecidos, texturas e estampas é a característica principal dessa tendência.
Marcas como Bóboli, Tuc Tuc, Oca Loca, Lea Lelo e Pan con Chocolate foram as que lançaram mão dessas apostas.
Urban Nomads: Safari na cidade


Tendência Urban Nomads para moda infantil primavera verão 2012 2013. Foto:DivulgaçãoTendência Urban Nomads para moda infantil primavera verão 2012 2013. Foto:Divulgação
O look safári é um clássico do mundo adulto e chegou com formato mini para conquistar até mesmo os mais jovens trend-setters com tons de marrom terra e cinza, os mais recentes hits dessa temporada. As listras, padrões étnicos, bermudas, túnicas curtas e calças de jogging trazem conforto, enquanto vestidos de inspiração Saara em tecidos leves e frescos foram pontilhados com detalhes fluorescentes e acessórios brilhantes.
Lourdes, Bóboli, Losan, Cóndor e Oca Loca reinterpretaram a África através de uma nova e divertida perspectiva.



Technicolour Sorbet: O estilo surfista está de volta

Tendência Technicolour Sorbet para a moda infantil primavera verão 2012 2013. Foto:Divulgação

Tendência Technicolour Sorbet para a moda infantil primavera verão 2012 2013. Foto:Divulgação


As praias da Califórnia e o estilo surfista são a base do look onde estampas florais remanescentes das camisas havaianas são destaque nas grifes Losan, Tuc Tuc,Bóboli, Lourdes e Lea Lelo.
Saias de cintura alta, macacões, calças estilo capri e versões mais curtas vêm em uma ampla gama de cores como fúcsia, alaranjado, verde limão, água-marinha e turquesa.
Hispanitas, Cuquito and Giosseppo ofereceram sandálias multi-coloridas para completar um look ideal para curtir o sol e a praia.

Romanticism Workshop: O artesanato de outrora

Tendência romântica também é aposta das grifes infantis para a primavera verão 2012 2013. Foto:DivulgaçãoTendência romântica também é aposta das grifes infantis para a primavera verão 2012 2013. Foto:Divulgação
Peças das grifes espanhoas na FIMI edição primavera verão 2012 (verão 2013). Foto:DivulgaçãoPeças das grifes espanhoas na FIMI edição primavera verão 2012 (verão 2013). Foto:Divulgação
Peças artesanais inspiram essa tendência que parece ir de volta ao passado onde materiais finos são artisticamente adaptados. Cortes clássicos tornam em vestidos de cambraia com detalhes de renda, babados e crochê, fornecendo um guarda-roupa romântico para as pequenas.
A moda para ocasiões especiais inclui vestidos de malha e boleros com grandes laços, flores e detalhes feitos à mão como as peças trazidas pelas grifes Barcarola, Menuts Elisa, Larrana, Foque e Mayoral. Sapatos bonitos da marca Hispanitas adicionaram charme aos looks.


FONTE:http:// www.portaisdamoda.com.br






Deficiência de vitamina D está ligada a doenças graves em crianças

Pesquisa diz que baixas taxas do nutriente têm ligação com longas estadias na UTI

Tomar 15 minutos de banho de sol, no período da manhã, é recomendação que pediatra nenhum dispensa ? o cuidado é essencial para que haja a sintetização de vitamina D, relacionada à absorção de cálcio e, portanto, ao fortalecimento dos ossos do bebê. A partir dos 30 dias de nascido, ele já está pronto para sair de casa e dar uma voltinha na quadra ou mesmo no jardim. Mas, se você anda com preguiça de passear com seu filho, melhor ficar de olho nas descobertas recentes dos pesquisadores.


Dois estudos que acabam de sair, realizados pela Harvard Medical School (EUA) e pelo Hospital Infantil de Ontário (EUA), mostram que crianças com deficiência em vitamina D são mais propensas a ficarem doentes e a passarem mais tempo internadas do que aquelas que apresentavam níveis normais do nutriente. Ambos os resultados serão publicados na edição de setembro da revista Pediatrics.
Os pesquisadores de Havard avaliaram a quantidade de vitamina D em cerca de 500 crianças, entre 5 e 9 anos de idade, internadas na unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) do Hospital Infantil de Boston, durante um período de 12 meses. Eles descobriram que duas em cada cinco crianças (40%) eram deficientes em vitamina D e que as taxas mais baixas eram relacionadas à baixa imunidade e a doenças mais graves.
No segundo estudo, os autores analisaram cerca de 300 crianças e adolescentes, entre 11 e 15 anos de idade, que deram entrada no Hospital de Ontário, gravemente doentes. Nesse grupo, quase 70% dos participantes eram deficientes em vitamina D e as taxas foram associadas com longas estadias na UTI e doenças mais graves. Em ambos os estudos, a deficiência de vitamina D se mostrou mais comum do que tem sido relatada em crianças e adolescentes saudáveis.
Os padrões de consumo de vitamina D usados no estudo são recomendações da Academia Americana de Pediatria (AAP), que propõe a ingestão diária de 400 unidades internacionais (UI) de vitamina D por dia. Os estudiosos afirmam que ainda não está clara a ligação entre deficiência de vitamina D e crianças mais doentes, não sendo possível estabelecer uma relação de causa e efeito.







Tire suas dúvidas sobre o consumo de vitamina D

A deficiência da vitamina D causa raquitismo em crianças e osteopenia e osteoporose em adultos. Além disso, a cada dia surgem estudos apontando o papel dessa substância na prevenção de doenças, como insuficiência coronariana e diabetes, por exemplo. Aprenda os cuidados necessários para manter os níveis adequados de vitamina D e proteja-se dessas doenças:

Quanto de vitamina D devemos consumir por dia?

Segundo a U.S. Dietary Reference Intake (DRI), ingestão de vitamina D deve obedecer a seguinte regra: crianças de 1 a 13 anos devem ingerir 10mcg por dia; homens de 13 a 50 anos devem consumir de 5 a 10 mcg/dia; homens de 51 a 70 devem consumir 15 mcg/dia; mulheres de 13 a 50 anos devem consumir 5 mcg/dia e mulheres de 51 a 70 anos, 10 mcg/dia.

Em que tipo de alimentos a vitamina D é abundante?

Peixes como o atum, o arenque e a sardinha, gema de ovo, óleo de fígado de bacalhau, leite integral, manteiga e iogurte são boas fontes. "Essa vitamina está presente em alimentos gordurosos, por isso é bom tomar cuidado com as quantidades de consumo", afirma o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia, de São Paulo.

Quanto tempo de exposição ao sol é necessário para a síntese da vitamina?

A exposição ao sol é fundamental para que o organismo consiga aproveitar a vitamina D que você consome. Recomenda-se a exposição solar três vezes por semana por um período de 15 a 30 minutos, no caso dos adultos. O melhor período para isso é até as 10h e após as 16h. Crianças devem passar, no máximo, dez minutos embaixo do sol e,a te os seis meses de idade, não podem usar filtro solar ? a pele do bebê é sensível demais para receber esse tipo de produto.

Em quais casos deve ser feita a suplementação?

O exame de sangue indica quando há necessidade de suplementação. Caso os níveis de vitamina D estejam abaixo de 30 nanogramas por decilitro, pode ser feito o uso de suplementação.

A vitamina D ajuda na absorção de até que quantidade de cálcio?

De 1.000 a 1.500 mg por dia para adultos e de 1200 a 1500mg por dia para crianças, que são as quantidades diárias recomendas do nutriente. "Os leites e produtos lácteos são as melhores fontes do mineral, porém folhas verde-escuras, semente de gergelim, soja, sardinha, salmão e quinua também são boas fontes de cálcio", afirma a nutricionista Thais Souza, da rede Mundo Verde.


FONTE:http:// www.minhavida.com.brRoncar na infância pode levar a problemas comportamentais mais tardeUm novo estudo do hospital Cincinnati Children’s Hospital Medical Center (EUA) descobriu que crianças que roncam muito durante a primeira infância podem ser mais propensas a ter problemas comportamentais como agressividade e hiperatividade.249 pares de mãe e filho participaram do estudo. Os pesquisadores acompanharam as crianças desde a gravidez até os 3 anos de idade, com entrevistas regulares com as mães por telefone e reunião presencial com as crianças todos os anos.Os resultados mostraram que as crianças que roncavam com 2 e 3 anos de idade eram quase 3,5 vezes mais propensas a ter sinais de problemas de comportamento (35%) do que as que não roncavam (10%) ou que só roncaram durante um desses anos (12%).Essa não é a primeira vez que a ligação entre ronco na infância e problemas comportamentais é apontada. Em março desse ano, um estudo britânico com 11 mil participantes concluiu que crianças que roncam durante os primeiros anos de vida tendem a ter uma infância mais indisciplinada e “problemática”. Qual a relação entre as duas coisas?








Ao contrário de um desenho animado, em que roncar é sinal de dormir, a pessoa que ronca na vida real não está tendo uma boa noite de sono.
Isso porque roncar significa dificuldade para respirar durante o sono. Essa dificuldade pode ser o resultado de várias coisas, como um resfriado, uma alergia, ou uma glândula aumentada. Em todos os casos, o ronco causa problemas ao perturbar o sono, restringindo o oxigênio e exigindo mais esforço para respirar.
Se o ronco for passageiro (resultado de um resfriado, por exemplo), não causa problemas. Mas se for persistente, vai afetar o humor e o cérebro de uma criança.
As crianças que não dormem bem o suficiente ficam mal humoradas, e não tão calmas como as outras crianças. Isso pode deixá-las mais propensas a ter problemas de comportamento.
Já do ponto de vista neurológico, a falta de sono apropriado pode inibir o desenvolvimento de vias entre os neurônios no cérebro. O cérebro infantil está constantemente reforçando ou enfraquecendo ligações, então uma noite bem dormida é essencial.
Os cientistas disseram que os pais normalmente não veem o ronco como um problema na criança, e sim como sinal de que ela está dormindo. Então, o alerta é para prestar atenção nos filhos à noite, e, se eles roncarem, procurar identificar de onde vem o ronco. Se for de um problema de saúde subjacente, é só tratá-lo que o comportamento deve desaparecer.

Mais descobertas

Uma outra descoberta da pesquisa foi que as crianças eram mais propensas a roncar se não foram amamentadas quando bebês, ou se eram de uma classe socioeconômica baixa.
Crianças de nível socioeconômico mais baixo encaram fatores de risco como pior qualidade do ar e má nutrição, o que pode tornar mais difícil para elas dormir profundamente.
Já a amamentação (mais difícil para a criança do que beber de uma garrafa) pode remodelar a via aérea do bebê, reduzindo as chances de ronco. Além disso, o leite materno aumenta a imunidade da criança, e menos doença também pode significar menos ronco. A ligação que ocorre entre mãe e filho durante a amamentação também pode servir para diminuir chances de problemas de comportamento.


FONTE:http:// www.hypescience.com
 


Nove conselhos de pediatras para o seu filho crescer com saúde











Ministério da Saúde lança campanha de atualização da caderneta de vacinação infantil

O Ministério da Saúde acaba de lançar uma campanha de atualização da caderneta de vacinação infantil. Com 34 mil postos de saúde espalhados pelos país, o objetivo da iniciativa é aumentar a cobertura da vacinação em crianças de até cinco anos, reduzindo o risco de transmissão de doenças que podem ser evitadas. A campanha tem início neste sábado (18) e termina no dia 24 de agosto. Este, entretanto, é apenas um dos cuidados para deixar a imunidade nas alturas.

Afinal, quando pensamos na saúde dos nossos filhos, vale tudo: não deixá-lo exposto a agentes infecciosos, preparar um prato colorido rico em nutrientes e até matriculá-lo em diferentes atividades físicas são cuidados comuns de mães e pais. E ninguém melhor do que o pediatra para nos aconselhar sobre os melhores hábitos para fortalecer a imunidade, do bebê e da criança. Por isso, conversamos com especialistas que nos deram as melhores dicas para o seu filho ter uma saúde de ferro. Confira:


criança sendo vacinada - Foto Getty Images
Mantenha a cartela de vacinação em dia











Vacinar o bebê ou a criança ajuda na prevenção das doenças para as quais existem vacinas. "A vacina é uma imunização passiva, ou seja, o organismo cria anticorpos contra a bactéria ou vírus que causam a doença sem ficar doente", diz a pediatra Ana Gabriela Pavanelli Roperto, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, em São Paulo. Além disso, a vacinação aumenta a produção de células defensoras protegendo o nosso corpo inclusive contra outras doenças. Um total de 12 vacinas deve ser tomado até os seis anos, conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Associação Brasileira de Imunizações. São elas: BCG, Hepatite B, Tríplice bacteriana (difteria, coqueluche e tétano), Poliomielite, Haemophilus influenzae tipo B (meningite, epiglotite, septicemia, pneumonia), Pneumocócica conjugada (meningite, pneumonia, sepse, bacteremia e otite média aguda), Rotavírus, Meningocócica C conjugada (meningite), Influenza, Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola), Varicela e Hepatite A. "Fora essas, a vacina contra a Febre Amarela é fundamental em áreas de alto contágio e também deve ser feita também nessa fase da vida", completa a especialista.
mãe amamentando o filho - Foto Getty Images

Amamente o seu filho pelo menos até os seis meses de idade

Segundo a pediatra Ana Gabriela, o leite materno possui um importante papel na imunidade dos bebês, pois contém células de defesa e fatores anti-infecciosos que têm a função de proteger o organismo dos pequenos. "O leite ainda tem ação bactericida, protegendo os recém-nascidos de doenças infecciosas, alergias, obesidade e diabetes, além de conter nutrientes que trazem efeito positivo no aprendizado e no desenvolvimento da cavidade bucal", completa a especialista. A Organização Mundial de Saúde (OMS), o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam amamentação como único alimento para o bebê por aproximadamente seis meses. Após esse período, a amamentação deve ser e complementada com outros alimentos até os dois anos ou mais.

criança comendo laranja - Foto Getty Images

Monte um prato colorido

A partir dos seis meses de vida, é necessário começar a introduzir os outros grupos alimentares na dieta da criança. "Os alimentos sólidos contém componentes como fibras, vitaminas, oligoelementos e proteínas, mas no inicio da alimentação complementar eles precisam ser amassados e oferecidos em forma de papinha, pois os lactentes podem se engasgar", diz a pediatra Ana Gabriela.
A dieta de qualquer criança deve ser extremamente equilibrada, incluindo
leite, verduras, legumes, frutas, cereais e carnes brancas e vermelhas. O resultado é um prato rico em nutrientes essenciais para proteger o organismo. 'Uma alimentação balanceada é o primeiro passo para um sistema imunológico forte e a prevenção do excesso de peso, que pode gerar outros problemas no futuro", diz o pediatra e neonatologista Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo.
Quando a criança já está maior e consegue mastigar, é importante continuar incentivando a dieta equilibrada. Marcelo afirma que é comum, logo nos primeiros anos de vida, os pais passarem a oferecer refrigerantes, doces e alimentos industrializados para as crianças, como salgadinhos e bolachas. "Experimente trocar esses lanches por frutas, para a criança acostumar com o consumo desses alimentos mais saudáveis desde cedo, e restrinja as guloseimas", afirma.

criança dormindo - Foto Getty Images

Respeite a soneca da tarde

Além das oito horas de sono diárias, é importante que crianças de até cinco anos de idade tenham a chamada soneca da tarde ou soneca do dia. De acordo com o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, do Instituto Saúde Plena e do Hospital Albert Einstein, o sono da tarde melhora a produtividade da criança, diminui a irritação, ajuda no desenvolvimento cognitivo e melhora a coordenação motora. "A ansiedade gerada por dormir pouco pode inclusive fazer com que a criança coma mais do que o necessário, predispondo a obesidade", aponta. Segundo os especialistas, o sono no período da tarde é obrigatório até um ano e meio, e após essa idade fica a critério da criança escolher se quer tirar um cochilo ou não. "Algumas crianças já ficam descansadas com as oito horas de sono da noite, não sendo necessária a soneca", diz Ana Gabriela. ?Por isso é importante conversar com a criança, para entender a necessidade desse descanso ou não?, completa.

crianças brincando de roda no parque - Foto Getty Images

Deixe a criança brincar ao ar livre

Muitas mães e muitos pais acreditam que se a criança brincar ao ar livre, estará altamente exposta a vírus e bactérias, correndo mais risco de pegar doenças. Segundo o pediatra Jorge, o cuidado pode ter efeito contrário. "Crianças que brincam apenas em lugares fechados são mais propícias a ficarem doentes, pois esses ambientes concentram um número maior de vírus, bactérias e ácaros", diz. 'Ao brincar ao ar livre, a criança entra em contato com outras pessoas e cria mais anticorpos, aumentando sua imunidade, além de o contato com a natureza e com outras crianças proporcionar mais diversão e uma qualidade de vida melhor."
Outro benefício de brincar ao ar livre é o fato de criança tomar mais sol, que é um bactericida natural. "A exposição ao sol de maneira saudável, sempre com proteção e nos horários adequados, deixará os ossos da criança mais fortalecidos, assim como sua imunidade", afirma Marcelo Reibscheid.

adolescente e criança escovando os dentes - Foto Getty Images

Ensine a criança a manter hábitos de higiene

É importante que desde cedo a criança tenha consciência da importância da higiene diária, desde lavar as mãos antes de comer ou após sair do banheiro até tomar banho e escovar os dentes após as refeições. 'Manter os hábitos de higiene retira impurezas e diminui a quantidade de bactérias, vírus, vermes e outros micro-organismos que ficam alojados nas mãos e no corpo", diz a pediatra Ana Gabriela. "Com isso, prevenimos a transmissão de doenças infecciosas como verminoses, gripes, resfriados e diarreias e evitamos problemas com cáries e gengivites."

bebê na piscina - Foto Getty Images

Estimule a prática de exercícios

Se não for exagerada, a atividade física só trará benefícios para a criança. "A prática de exercícios estimula o desenvolvimento físico e da musculatura, da coordenação motora, previne a obesidade e incentiva o convívio social", diz o pediatra Marcelo. Segundo o especialista, o incentivo a movimentos como sentar e levantar podem ser feitos a partir dos seis meses de idade, e o estímulo a prática de atividades esportivas estão liberados a partir do primeiro ano de vida. "Existem também aulas de natação e ioga para bebês para serem feitas junto com os pais, e exercícios fortalecem o vínculo afetivo entre pais e filhos", diz Marcelo.

mãe escrevendo rotina na geladeira - Foto Getty Images

Estabeleça uma rotina

"As crianças não gostam de nada que seja desconhecido ou mal planejado, e acabam ficando estressadas", alerta o pediatra Marcelo. Por isso, é interessante criar uma rotina com horário pré-estabelecidos para o banho, refeições, descanso e demais atividades do dia. "Dessa forma, após cada atividade a criança saberá o que virá na sequência e terá conhecimento do seu dia a dia, fator que melhora o desenvolvimento cognitivo e previne a ansiedade."

homem fumando perto do filho - Foto Getty Images

Deixe a criança longe do fumo passivo

O fumante passivo inala as mesmas substancias tóxicas que o fumante ativo. São tóxicos que, entre outros problemas, podem causar alergias respiratórias (como asma, rinite e sinusite), dificultar a aprendizagem da criança e até prejudicar sua audição. "Bebês que são constantemente expostos ao fumo passivo ainda podem ser vítimas da Síndrome da Morte Súbita Infantil, causada pelas substâncias tóxicas do cigarro", alerta a pediatra Ana Gabriela. E não adianta fumar longe da criança: as substâncias ficam impregnadas na sua roupa, nas paredes e nos móveis da casa, onde a criança pode passar a mão e levar os dedos contaminados à boca, sofrendo os mesmos efeitos.

FONTE:http:// www.minhavida.com.br


Fase de amamentação exige mudanças no cardápio












O gasto de calorias da mãe sobe até 30% e o consumo de proteínas tem de crescer

Apesar de o recém-nascido exigir muita atenção, não só ele precisa de cuidados nos meses que sucedem o pós-parto. Como uma boa mãe, você já sabe que o leite materno supre todas as necessidades nutricionais do bebê. Mas e no seu prato? O que é preciso pôr? Durante a gestação, a mulher passa por muitas mudanças fisiológicas. O corpo precisa de um tempo para se estabilizar novamente, ainda depois do nascimento da criança , afirma o nutrólogo do Hospital e Maternidade São Luiz, Celso Cukier sobre a fase da amamentação. Neste período de normalização, o cardápio da mamãe recente tem fundamental importância em sua saúde, garantindo também a qualidade do leite do bebê. Porém, Celso lembra que o organismo da mulher sempre protege o recém-nascido. Por isso, todas as mães têm o leite adequado para seu filho.
Claro, no entanto, que é sempre aconselhável estar em dia com os nutrientes necessários para o equilíbrio da saúde , ressalta o especialista. De acordo com ele, durante a fase de amamentação, as mães têm um gasto calórico 30% acima do comum. Isso faz com que a quantidade de alimentos presentes no cardápio seja maior. Para suprir a necessidade da lactante, o nutrólogo aconselha a respeitar as proporções de nutrientes indicadas em um cardápio balanceado, apenas aumentando as porções dos alimentos.

Cardápio da mãe


Embora o cardápio continue basicamente o mesmo, Celso destaca a importância das proteínas no menu das mães que estão amamentando. As mulheres que estão passando por essa fase precisam se alimentar a cada três horas e procurar por alimentos que forneçam boas doses de proteínas, como leite e carnes , aconselha. Ele explica que o nutriente atua na manutenção da estrutura celular, na construção de novos tecidos e ainda faz parte da composição do leite. Não é que as proteínas fortalecem o leite materno, mas ela garante a boa saúde da mãe durante a produção do leite , completa.
Já os carboidratos entram em cena como fonte de energia. Celso recomenda que os carboidratos complexos façam parte das refeições de quem está amamentando. Eles são extremamente importantes nessa época em que a mãe doa uma variedade de vitaminas e outros nutrientes , explica. Cereais, arroz, macarrão, frutas e verduras precisam representar pelo menos cinco porções diárias do menu. Esses alimentos fornecem fibras, ótimas para regularizar o trânsito intestinal das lactantes , fala sobre mais uma vantagem.
O ferro é outro nutriente listado pelo nutrólogo como indispensável ao menu das lactantes. Fundamental para a composição do sangue, o resultado da falta do mineral pode ser a anemia, deixando as mamães cansadas, entre outros prejuízos.
Hoje em dia, a amamentação é prescrita por mais tempo, sendo sugerida até os dois anos da criança. Para suprir toda essa necessidade, a mãe precisa estar com o organismo equilibrado , diz o médico.

Fique de olho neles
Quando o foco é voltado para os alimentos que devem ser evitados, o especialista do São Luiz cita aqueles ricos em carboidratos simples. Vale maneirar no consumo de bolos, tortas, biscoitos e chocolates. Esses alimentos fornecem uma energia que não é muito bem aproveitada. Além disso, não oferecem fibras. Frituras e demais preparações que levam muita gordura, fase de amamentação. Sem auxiliar em nenhum aspecto, tais alimentos somam muitas calorias. O nutrólogo aconselha ainda a ficar de olho nos alimentos que levam muito sal, como os enlatados. O excesso de sal colabora para a retenção de líquido e pode modificar a pressão arterial , afirma ele, lembrando que as doses de sal não devem ultrapassar 2,3 gramas por dia.
Existem alimentos que empedram o leite?

A resposta do especialista é não. Segundo Celso, o que pode levar ao empedramento do leite é a falta de estímulo à amamentação. "Os hormônios que estimulam a produção de leite são liberados a partir dos movimentos de sucção do bebê. Quanto mais ele mamar, portanto, mais leite a mãe terá", explica.
Quando o questionamento é sobre a ingestão de determinados alimentos e a interferência no sabor do leite, Celso conta que isso pode realmente acontecer, caso a mamãe exagere no consumo. Porém, não é motivo para preocupação. De acordo com o nutrólogo, o paladar do recém-nascido é diferente do paladar de uma pessoa adulta e não existem razões para a criança rejeitar o leite da mãe. "Nem sempre o sabor do leite vai estar igual, mas o bebê se adapta. Além disso, o ato de sucção é prazeroso para ele, o que acaba servindo como estímulo", garante.
FONTE:http:// www.minhavida.com.brAlivie a cólica do bebê sem precisar de funchicória

Fitoterápico teve venda proibida, mas existem substitutos saudáveis

O primeiro trimestre de vida dos bebês costuma ser um período de grande aprendizado para a mãe de primeira viagem. Calor, frio, coceira, fome, tudo é motivo para choro - haja paciência! - e para desespero dos pais. Quando a criança está trocada e já mamou, é comum culpar a cólica pelo inconveniente. "A cólica é muito comum nesta fase porque o sistema digestivo ainda não está pronto, os movimentos peristálticos (que empurram o alimento através do tubo) ainda são desordenados", afirma o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, da Sociedade Brasileira de Pediatria. Além disso, o especialista lembra que há muita formação de gases - eles surgem porque, quando o bebê mama, acaba engolindo ar ou por causa da fermentação, mais acentuada ainda na digestão do leite de vaca.
Restringir à dieta ao leite materno nos primeiros seis meses de vida (fase de amadurecimento do sistema digestivo e de cólicas mais fortes) é o primeiro passo para acalmar seu bebê. Mas nem sempre isso é suficiente e são necessários outros recursos para aliviar a dor - a funchicória, remédio que prometia dar fim ao problema, era um dos mais comuns. Composta por folhas de chicória, raiz de ruibarbo e flores de funcho, a fórmula está proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) desde abril de 2012.

"Além dos extratos de plantas, a funchicória possui sacarina, um adoçante muito usado por adultos com diabetes e que pode ter efeitos graves nos bebês", afirma o pediatra. De acordo com ele, nenhum estudo conseguiu comprovar o benefício da funchicória no combate à cólica, mas existem várias pesquisas identificando os efeitos nocivos da sacarina, principalmente no desenvolvimento de câncer. "A ação calmante da funchicória tem relação com a sacarina, que estimula a liberação do neurotransmissor serotonina (gatilho natural de bem-estar)". Para substituir a fórmula de efeito duvidoso, especialistas indicam nove artimanhas saudáveis para livrar seu bebê da cólica.
Amamentação - foto: Getty Images

Dê de mamar no seio

O pediatra Sylvio conta que essa é uma das maneiras mais eficazes de evitar as cólicas nos bebês. "O encaixe da boca da criança ao seio da mãe é muito melhor que ao bico da mamadeira", explica. Essa vedação faz com que o bebê engula menos ar durante a amamentação, reduzindo a formação de gases. Além disso, o leite materno também fermenta menos no sistema digestivo do recém-nascido em comparação com o leite de vaca.
Mãe e bebê - foto: Getty Images

Dieta da mãe

Mães de bebês com cólicas frequentes devem evitar alimentos com temperos muito fortes. Algumas substâncias presentes nos alimentos podem passar para o leite materno e chegar ao sistema digestivo do bebê, gerando cólicas. O pediatra Jorge Huberman, do Instituto Saúde Plena, de São Paulo, explica que alimentos como brócolis, couve-flor, repolho e cebola, apesar de serem ricos nutricionalmente, podem alterar o sabor do leite e causar desconforto e irritação ao bebê. Leite e derivados (queijos, iogurtes e até a manteiga) podem causar reações alérgicas no bebê, manifestadas de minutos a horas após a mamada, com sintomas como diarreia, irritações de pele, desconforto e gases. O chocolate, por conter cafeína e estimular a liberação de serotonina, também pode causar irritabilidade e aumentar os movimentos intestinais do bebê. Carnes vermelhas, por serem digeridas mais lentamente, podem ocasionar gases. E as leguminosas - feijões, grãos, favas e lentilhas, apesar de serem bastante nutritivas, podem ocasionar formação de gases. "O ideal é fazer uma lista com os alimentos que você costuma consumir e mostrá-la ao médico, perguntando se algum deles pode causar cólica no bebê".

Banho do bebê - foto: Getty Images

Banho morno

Um banho morno, mais para quente, acalma o bebê. A temperatura amena relaxa o corpo todo, até o sistema digestivo, que passa a sofrer menos com os movimentos peristálticos irregulares. "Esses movimentos no bebê estão presentes em dois sentidos, tanto da boca em direção ao ânus quanto do ânus em direção à boca", explica Sylvio Renan. "Evite essas contrações dolorosas com a água morna, mesmo se a cólica vier de madrugada", afirma o pediatra. Para isso, vale deixar um kit-banho preparado se surgir uma emergência e ter um aquecedor no quarto para o bebê não se assustar com o choque térmico.

Bebê de bruços - foto: Getty Images

Segure de bruços

Faça o famoso aviãozinho com o seu filho: segure o bebê de bruços, apoiando seu braço embaixo da barriguinha dele. Os bebês adoram essa posição diferente do tradicional e o aquecimento na barriga ameniza a dor. Também vale deitar o bebê de bruços na cama ou no berço, sempre com o cuidado de deixar o rosto livre para respiração.

Bebê no colo - foto: Getty Images

Coloque o bebê para arrotar

Essa prática faz com que os gases, causadores das cólicas, saiam do estômago da criança e sejam eliminados. Isso ajuda a amenizar as dores, mas não deve ser tratado como regra. "Se a criança não arrotar em cinco minutos, a mãe pode deitá-la sem problemas", afirma Sylvio Renan.

Pernas do bebê - foto: Getty Images

Movimente o bebê

Quanto um adulto tem o intestino preso, o médico recomenda uma caminhada para estimular o funcionamento do intestino. Como o bebê não anda, flexione as perninhas dele em direção ao peito e movimente, como se ele estivesse pedalando uma bicicleta imaginária. O exercício manda embora os gases que provocam o desconforto.

Massagem no bebê - foto: Getty Images

Massagem

Uma boa massagem no abdômen do bebê, além de aquecer a região e aliviar a dor, favorece a movimentação intestinal, além da eliminação de gases e fezes. Faça movimentos circulares ao redor do umbigo no sentido do relógio.

Bebê aquecido - foto: Getty Images

Mantenha o bebê aquecido

Bolsas de água quente e até o aquecimento com cobertores ajudam a aliviar a cólica, principalmente porque o bebê relaxa o corpo todo e acaba com a tensão também do tubo digestivo.

Remédio - foto: Getty Images

Use outros remédios

Ainda existem outros medicamentos que podem ser usados para reverter as cólicas nos bebês. O pediatra Jorge Huberman recomenda o uso de antigases, como a dimeticona. Mas administre esses medicamentos apenas com recomendação médica, evitando efeitos colaterais que podem prejudicar a saúde e o desenvolvimento do seu bebê.

FONTE:http:// www.minhavida.com.br


Nove conselhos de pediatras para o seu filho crescer com saúde

Amamentar e respeitar hora da soneca são recomendações de especialistas

Quando pensamos na saúde dos nossos filhos, vale tudo: não deixá-lo exposto a agentes infecciosos, preparar um prato colorido rico em nutrientes e até desconfiar do vírus da vacina são cuidados comuns de mães e pais. E ninguém melhor do que o pediatra para nos aconselhar sobre os melhores hábitos para fortalecer a imunidade, do bebê e da criança.

mãe amamentando o filho - Foto Getty Images

Amamente o seu filho pelo menos até os seis meses de idade

Segundo a pediatra Ana Gabriela Pavanelli Roperto, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, o leite materno possui um importante papel na imunidade dos bebês, pois contém células de defesa e fatores anti-infecciosos que têm a função de proteger o organismo dos pequenos. "O leite ainda tem ação bactericida, protegendo os recém-nascidos de doenças infecciosas, alergias, obesidade e diabetes, além de conter nutrientes que trazem efeito positivo no aprendizado e no desenvolvimento da cavidade bucal", completa a especialista. A Organização Mundial de Saúde (OMS), o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam amamentação como único alimento para o bebê por aproximadamente seis meses. Após esse período, a amamentação deve ser e complementada com outros alimentos até os dois anos ou mais.
criança comendo laranja - Foto Getty Images

Monte um prato colorido

A partir dos seis meses de vida, é necessário começar a introduzir os outros grupos alimentares na dieta da criança. "Os alimentos sólidos contém componentes como fibras, vitaminas, oligoelementos e proteínas, mas no inicio da alimentação complementar eles precisam ser amassados e oferecidos em forma de papinha, pois os lactentes podem se engasgar", diz a pediatra Ana Gabriela.

A dieta de qualquer criança deve ser extremamente equilibrada, incluindo
leite, verduras, legumes, frutas, cereais e carnes brancas e vermelhas. O resultado é um prato rico em nutrientes essenciais para proteger o organismo. 'Uma alimentação balanceada é o primeiro passo para um sistema imunológico forte e a prevenção do excesso de peso, que pode gerar outros problemas no futuro", diz o pediatra e neonatologista Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo.

Quando a criança já está maior e consegue mastigar, é importante continuar incentivando a dieta equilibrada. Marcelo afirma que é comum, logo nos primeiros anos de vida, os pais passarem a oferecer refrigerantes, doces e alimentos industrializados para as crianças, como salgadinhos e bolachas. "Experimente trocar esses lanches por
frutas, para a criança acostumar com o consumo desses alimentos mais saudáveis desde cedo, e restrinja as guloseimas", afirma.
criança dormindo - Foto Getty Images

Respeite a soneca da tarde

Além das oito horas de sono diárias, é importante que crianças de até cinco anos de idade tenham a chamada soneca da tarde ou soneca do dia. De acordo com o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, do Instituto Saúde Plena e do Hospital Albert Einstein, o sono da tarde melhora a produtividade da criança, diminui a irritação, ajuda no desenvolvimento cognitivo e melhora a coordenação motora. "A ansiedade gerada por dormir pouco pode inclusive fazer com que a criança coma mais do que o necessário, predispondo a obesidade", aponta. Segundo os especialistas, o sono no período da tarde é obrigatório até um ano e meio, e após essa idade fica a critério da criança escolher se quer tirar um cochilo ou não. "Algumas crianças já ficam descansadas com as oito horas de sono da noite, não sendo necessária a soneca", diz Ana Gabriela. ?Por isso é importante conversar com a criança, para entender a necessidade desse descanso ou não?, completa.
criança sendo vacinada - Foto Getty Images

Mantenha a cartela de vacinação em dia

Vacinar o bebê ou a criança ajuda na prevenção das doenças para as quais existem vacinas. "A vacina é uma imunização passiva, ou seja, o organismo cria anticorpos contra a bactéria ou vírus que causam a doença sem ficar doente", diz a pediatra Ana Gabriela. Além disso, a vacinação aumenta a produção de células defensoras protegendo o nosso corpo inclusive contra outras doenças. Um total de 12 vacinas deve ser tomado até os seis anos, conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Associação Brasileira de Imunizações. São elas: BCG, Hepatite B, Tríplice bacteriana (difteria, coqueluche e tétano), Poliomielite, Haemophilus influenzae tipo B (meningite, epiglotite, septicemia, pneumonia), Pneumocócica conjugada (meningite, pneumonia, sepse, bacteremia e otite média aguda), Rotavírus, Meningocócica C conjugada (meningite), Influenza, Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola), Varicela e Hepatite A. "Fora essas, a vacina contra a Febre Amarela é fundamental em áreas de alto contágio e também deve ser feita também nessa fase da vida", completa a especialista.
crianças brincando de roda no parque - Foto Getty Images

Deixe a criança brincar ao ar livre

Muitas mães e muitos pais acreditam que se a criança brincar ao ar livre, estará altamente exposta a vírus e bactérias, correndo mais risco de pegar doenças. Segundo o pediatra Jorge, o cuidado pode ter efeito contrário. "Crianças que brincam apenas em lugares fechados são mais propícias a ficarem doentes, pois esses ambientes concentram um número maior de vírus, bactérias e ácaros", diz. 'Ao brincar ao ar livre, a criança entra em contato com outras pessoas e cria mais anticorpos, aumentando sua imunidade, além de o contato com a natureza e com outras crianças proporcionar mais diversão e uma qualidade de vida melhor."

Outro benefício de brincar ao ar livre é o fato de criança tomar mais sol, que é um bactericida natural. "A exposição ao sol de maneira saudável, sempre com proteção e nos horários adequados, deixará os ossos da criança mais fortalecidos, assim como sua imunidade", afirma Marcelo Reibscheid.
adolescente e criança escovando os dentes - Foto Getty Images

Ensine a criança a manter hábitos de higiene

É importante que desde cedo a criança tenha consciência da importância da higiene diária, desde lavar as mãos antes de comer ou após sair do banheiro até tomar banho e escovar os dentes após as refeições. 'Manter os hábitos de higiene retira impurezas e diminui a quantidade de bactérias, vírus, vermes e outros micro-organismos que ficam alojados nas mãos e no corpo", diz a pediatra Ana Gabriela. "Com isso, prevenimos a transmissão de doenças infecciosas como verminoses, gripes, resfriados e diarreias e evitamos problemas com cáries e gengivites."
bebê na piscina - Foto Getty Images

Estimule a prática de exercícios

Se não for exagerada, a atividade física só trará benefícios para a criança. "A prática de exercícios estimula o desenvolvimento físico e da musculatura, da coordenação motora, previne a obesidade e incentiva o convívio social", diz o pediatra Marcelo. Segundo o especialista, o incentivo a movimentos como sentar e levantar podem ser feitos a partir dos seis meses de idade, e o estímulo a prática de atividades esportivas estão liberados a partir do primeiro ano de vida. "Existem também aulas de natação e ioga para bebês para serem feitas junto com os pais, e exercícios fortalecem o vínculo afetivo entre pais e filhos", diz Marcelo.
mãe escrevendo rotina na geladeira - Foto Getty Images

Estabeleça uma rotina

"As crianças não gostam de nada que seja desconhecido ou mal planejado, e acabam ficando estressadas", alerta o pediatra Marcelo. Por isso, é interessante criar uma rotina com horário pré-estabelecidos para o banho, refeições, descanso e demais atividades do dia. "Dessa forma, após cada atividade a criança saberá o que virá na sequência e terá conhecimento do seu dia a dia, fator que melhora o desenvolvimento cognitivo e previne a ansiedade."
homem fumando perto do filho - Foto Getty Images

Deixe a criança longe do fumo passivo

O fumante passivo inala as mesmas substancias tóxicas que o fumante ativo. São tóxicos que, entre outros problemas, podem causar alergias respiratórias (como asma, rinite e sinusite), dificultar a aprendizagem da criança e até prejudicar sua audição. "Bebês que são constantemente expostos ao fumo passivo ainda podem ser vítimas da Síndrome da Morte Súbita Infantil, causada pelas substâncias tóxicas do cigarro", alerta a pediatra Ana Gabriela. E não adianta fumar longe da criança: as substâncias ficam impregnadas na sua roupa, nas paredes e nos móveis da casa, onde a criança pode passar a mão e levar os dedos contaminados à boca, sofrendo os mesmos efeitos.



FONTE:http:// www.minhavida.com.br

 

Estimule o bebê a falar em nove passos

Fonoaudiólogos ensinam como fazer a criança imitar as palavras dos pais logo cedo


Ele mal abre a boca e os pais já começam a imaginar coisas, de tão esperada que é a primeira palavra do bebê. Qualquer balbucio ou gemido é entendido como o primeiro sinal de que a criança vai começar a falar - e haja expectativa em torno desse desenvolvimento. "Normalmente, a partir dos seis meses, o bebê já expressa as primeiras sílabas, como bababa ou papapa", afirma a fonoaudióloga Debora Befi-Lopes, coordenadora do Departamento de Linguagem da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. Com 12 meses, já há chances de ouvir "mamãe" ou "papai".

Algumas crianças demoram um pouco mais, o que não deve ser encarado como um problema pelos pais. "Só é preocupante quando a criança passa dos 24 meses sem produzir palavras e a ajuda de um fonoaudiólogo passa a ser necessária", diz a especialista. Para que esse desenvolvimento da linguagem ocorra dentro do esperado, aproveite os cuidados com o bebê indicados por especialistas.



Mãe conversando com bebê - Foto: Getty Images

Diga sempre a pronúncia correta

Desde os primeiros meses, o bebê tenta imitar o que vê: movimentos de boca, piscadas de olhos, sorrisos, entre outras ações. Com os sons, não é diferente. "A criança aprende observando, daí a importância de falar corretamente com ela", diz a fonoaudióloga Debora. Se ela aprender errado, pode ter um trabalho danado mais tarde para conseguir corrigir.
Mulher falando com bebê normalmente - Foto: Getty Images

Falar da forma natural

Não fique infantilizando a voz quando for falar com o bebê, como falar no diminutivo e em tom mais fino. É preciso que ele se sinta inserido nas conversas entre os pais com o máximo de naturalidade. "Fale de forma simples, com boa entonação, destacando os nomes de objetos e pessoas", afirma Debora Befi-Lopes.
Mãe mostrando a boca para o bebê - Foto Getty Images

Olhe para ele e mostre a sua boca

O contato visual é muito importante para estimular a afetividade e serve de incentivo para o bebê se espelhar em você. A fonoaudióloga Debora também explica que, quando ele consegue ver o movimento da boca, entende o modo como o som é produzido e pode imitar melhor.
Pais ao lado do bebê - Foto: Getty Images

Cuidado com a euforia

Quando o bebê começa a balbuciar as primeiras palavras, vale incentivá-lo mostrando que você está contente, mas isso tem limite. "Muita euforia por causa da nossa ansiedade como pais pode assustar a criança e atrapalhar o seu desenvolvimento", afirma a fonoaudióloga Ana Paula Bautzer, da Clínica de Especialidades Integrada. Procure deixá-lo confortável, evitando gritar ou chamar a família toda ao menor sinal de balbucio.
Irmã conversando com bebê - Foto Getty Images

Peça ajuda do irmão mais velho

"O bebê consegue diferenciar uma criança de um adulto e pode aprender e imitar mais rápido com ela", afirma Ana Paula Bautzer. Pedir para o irmão que brinque com o bebê também faz com que o mais velho se sinta importante em vez de excluído. Se o bebê for o primeiro filho, vale a pena procurar o contato com outras crianças.
Criança fazendo birra - Foto: Getty Images

Não deixe a criança acomodada

Mimar demais prejudica tanto o comportamento quanto o desenvolvimento do bebê. Se tudo o que ele quer está na frente dele toda hora, sem precisar chorar, apontar, tentar balbuciar ou fazer qualquer sinal, não há estímulo para que ele melhore a comunicação. "O mimo em excesso pode impedir que a criança explore o seu mundo e fazer com que ela perca a curiosidade para aprender", diz a fonoaudióloga Ana Paula.
Pai brincando de telefone com o filho - Foto: Getty Images

Brinque bastante

O ato de brincar também é ensinar. Segundo Ana Paula Bautzer, pais que se divertem com a criança não só estimulam o aprendizado dela como eles mesmos passam a olhar e entender como é o próprio filho, quais são os seus comportamentos. O bebê que vive em um ambiente estressante e cheio de tensões pode ter mais dificuldades para se desenvolver de forma saudável.
Bebê brincando no computador - Foto Getty Images

Desligue rádio, televisão e computador

A competição da fala dos pais com o som de outros aparelhos pode atrapalhar o entendimento e a concentração do bebê. "Não que esses meios de comunicação sejam prejudiciais, mas não podem ser o principal elemento de estimulação, porque não são meios naturais de desenvolvimento da fala e linguagem", afirma a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.
Pai dando papinha ao bebê - Foto: Getty Images

Aproveite situações da rotina

"Quanto mais a criança for exposta à linguagem, melhor será para seu desenvolvimento", afirma a fonoaudióloga Marcella. Por isso, aproveite para contar histórias, cantar músicas e dizer o que você está fazendo com ele na hora do banho, de dormir ou em outros momentos do dia. Pode parecer que o bebê não está entendendo nada, mas não se engane: o cérebro dele já está memorizando as palavras. "Por volta de um ano de idade, uma criança pode produzir ao redor de 10 palavras e compreender mais de 20", afirma Debora Befi-Lopes.


FONTE:http:// www.minhavida.com.br






Modelos de Cortes de Cabelo Infantil



Corte de Cabelo Infantil
Muitas mães ficam em dúvida na hora de cortar os cabelos dos filhos, pois não sabem direito qual o melhor corte. A maior parte das crianças não ligam, mas tem algumas que gostam de escolher um corte parecido com algum adulto ou um que esteja na moda, principalmente as meninas.
Para não errar no corte do seu filho ou filha o ideal é saber o tipo de rosto, um corte que seja prático na hora da manutenção e que fique mais confortável para a criança. Primeiro veja que tipo e estilo de corte deseja fazer.
Corte de Cabelo Moicano
Moderno – Se o seu filho gosta de um estilo mais moderno como no estilo moicano ou cabelo arrepiado, é feito um corte desfiado. Para manter o cabelo perfeito e em pé, use pomada para modelar os fios. Para a sua filha, faça um corte desfiado e com uma franja, vai ficar um charme.
Corte de Cabelo Franja
Franja – Mesmo sendo muito mais usado por meninas, os meninos também podem usar franja, só devem tomar cuidado quem tiver o rosto pequeno, pois vai parecer menor ainda. Para o conforto e praticidade para a criança, corte a franja de um jeito que dê para prendê-la.
Corte de Cabelo Cachos
Cachos – É muito charmoso o menino que tem os cachinhos, parecendo anjo, mas nem todas as mães acham práticos, pois deve mantê-los sempre perfeitos. A dica é cortá-los curtinhos, assim ficam mais fácil de arrumar, e dá mais conforto a criança. Já para as meninas com cachinhos, a dica é outra, mantenha-os mais compridos, pois se deixá-los curtos vai ficar bem armado. Por isso prefira cabelos mais longos, para ficar com o cabelo mais pesado e assim com menos volume.
Corte de Cabelo Menos Volume
Diminuir volume – As crianças com bastante cabelo, devem desfiar os fios, ficando assim com menos volume e mais leve. Esse corte é fácil de cuidar, pois não embaraça.
Corte de Cabelo 2012
Corte de Cabelo Fotos
Corte de Cabelo Meninas




FONTE:http:// www.pesquisenaweb.com



Terceirização da educação dos filhos
















Terceirização da educação dos filhos
Por Jéssica A. Fogaça

Hoje em dia a educação dos filhos é um assunto que desperta muito interesse, o que é muito positivo. Os pais estão tentando melhorar suas relações com as crianças e estão seguindo mais as dicas de profissionais que estudam e lidam com o universo infantil. Ótimo! Devem continuar assim!
Mas por outro lado também, discute-se muito a tercerização da educação dos filhos. Mas o que é isso afinal? A tercerização da educação é quando os pais não assumem a responsabilidade de educar os seus filhos e delegam essa função, normalmente, para a escola ou para avós e babás.
É preciso ficar claro que pais que trabalham fora, mesmo com o pouco tempo que tem para ficar em casa e com as crianças, devem dar as orientações aos filhos e a quem os ajudar na criação dos mesmos. Cabe aos pais, que são os responsáveis, darem as diretrizes da educação que acreditam ser o melhor caminho para o desenvolvimento de seus filhos. Essa função não pode ser repassada porque, inclusive, traz prejuízos para o crescimento saudável da criança. Assim, os filhos crescem em um ambiente confuso, onde não sabem quem é que direciona e dá os limites adequados. Criança sem limites é criança que não sabe o que pode e o que não pode fazer, o que é certo e o que é errado.
Os pais são o principal modelo em que a criança se espelha, então, devem ser adequados e ensinar aos filhos os valores que acham mais corretos e que guiarão a conduta da família.
É claro que quem ajuda também influenciará na educação da criança, mas não cabe a ela ser a pessoa que dita as diretrizes a serem seguidas. Quem ajuda tem a função de colaborar e não de assumir o papel. Cada pai e mãe devem decidir juntos o que será melhor para seus filhos.
Dessa forma, é importante que os pais dialoguem entre si e estabeleçam acordos de conduta junto aos filhos, que escolham quais caminhos irão tomar. Em seguida, devem dizer de maneira clara para os filhos o que pode e o que não pode fazer, explicar as escolhas e quais serão as consequências, ensinando aos filhos que tudo que fazemos tem efeitos no meio em que vivemos. Os pais devem esclarecer aos filhos o que esperam deles e dar exemplos, para que as crianças entendam e consigam realizar o que é esperado.
Dedicar pouco tempo à educação dos filhos é melhor do que não destinar tempo nenhum. Mesmo que o trabalho demore um pouco mais de tempo para ser realizado, os pais terão certeza de será bem feito, pois terá sido feito por eles.
Educar crianças não é uma tarefa fácil, e precisa ser feita com paciência e amor. Isso leva tempo, eu sei. Mas começamos com dez minutinhos aqui, meia hora ali, um intensivão no final de semana e caminharemos para um futuro de crianças mais felizes e saudáveis.

Jéssica A. Fogaça é Psicóloga Infantil Comportamental e Arte Educadora
FONTE:http:// www.melhoramiga.com.br




Elogio é bom e faz bem!


















Elogio é bom e faz bem!
Se você costuma elogiar as atitudes positivas de seus filhos, parabéns! Você está no caminho certo. É isso mesmo! As crianças aprendem muito mais através de elogios.

Um grupo de pesquisadores, por exemplo, colocou dois grupos de crianças para executar uma tarefa de complexidade média, onde todos conseguiriam fazer. Durante a atividade, um grupo foi elogiado pela sua inteligência e outro pelo esforço, ou seja, pela capacidade de tentar e pela persistência. Novamente foi proposta outra atividade, de complexidade semelhante à primeira, e as crianças do grupo que foi elogiado pela Inteligência não quiseram fazer a nova atividade, ou seja, não quiseram correr o risco de falhar e não serem mais elogiadas pelos adultos. Já o grupo das crianças que foram reforçadas por sua tentativa e persistência; todas quiseram fazer a nova atividade, afinal, ganhariam o elogio dos adultos se conseguissem ou não realizar a tarefa. Seriam elogiadas pela tentativa.
Então, os elogios devem ser em relação às atitudes e comportamentos da criança, como: “Parabéns, meu filho! Você tentou, tentou e conseguiu!”, “Nossa, como você é organizado! Seus brinquedos estão todos guardados!”, “Como você é gentil ajudando o seu irmãozinho!”. Esse tipo de elogio, além de reforçar o comportamento adequado da criança, mostra o que os pais esperam dela. Quando a criança entende o que é esperado dela, a chance de executar determinados comportamentos aumenta. Muitos pais, infelizmente, focam a sua educação em dizer o que a criança não deve fazer, mas esquecem de falar o que é para ser feito e de elogiar quando eles acertam.
Se os pais focarem a sua atenção aos comportamentos inadequados dos filhos, apenas falando sobre o que eles estavam fazendo de errado, a tendência é que os filhos continuem com os comportamentos inadequados, a fim de ter atenção dos genitores. Lembre-se que atenção negativa ou positiva, continua sendo atenção da mesma maneira.
Dessa forma, é melhor os pais concentrarem sua atenção naquilo que querem de melhor para os filhos. Quanto mais a educação for baseada no aspecto positivo, mais resultados surgirão. A criança é muito suscetível ao elogio, pois através dele, sente-se adequada e mais amada pelos pais. Tudo que as crianças querem (e nós adultos também) é sentir que são amadas e aceitas.
Portanto, quando forem educar os filhos, corrijam as atitudes e não a criança. Não diga que seu filho é errado, porque na verdade, a atitude é que é inadequada. Opte por explicar o que deve ser feito e o porquê deve ser feito daquela maneira e elogie a criança, inclusive, pela tentativa de mudança. Elogie mais ainda quando ela alcançar o resultado esperado.

Jéssica Fogaça – CRP 6/95913: Psicóloga Comportamental, Especializada em Clínica Analítico-Comportamental Infantil pelo Núcleo Paradigma de Análise do Comportamento. Possui Aprimoramento em Intervenção em Dificuldades de Aprendizagem Acadêmica e Curso de Formação em Terapia Analítico Comportamental Infantil.
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Orelha de abano pode ser corrigida a partir dos 6 anos de idade
Orelha de abano pode ser corrigida a partir dos 6 anos de idade
Dr. Mauro Speranzini
Beleza é algo difícil de definir, mas fácil de reconhecer. No caso da orelha sua maior virtude é a discrição. Embora a percepção seja subjetiva, orelhas discretas são simétricas, tem curvas suaves, e o tamanho é proporcional ao rosto. Se uma pessoa está incomodada com a aparência de suas orelhas deve procurar um especialista.
O procedimento cirúrgico pode ser executado, inclusive, em crianças a partir dos seis anos de idade, quando a orelha já atingiu o tamanho próximo ao de uma pessoa adulta. Quando a correção é realizada logo em que surge o incômodo com o formato da orelha, pode evitar uma série de brincadeiras e piadas, tão comuns nestes casos, sofridas tanto por crianças quanto por adultos.
Acompanhe a entrevista que realizamos com o Dr. Mauro Speranzini, um dos maiores especialistas em Otoplastia (cirurgia corretora de “orelha de abano”), no Brasil e no mundo.
Entrevista

Como se caracteriza a orelha de abano e quais são as causas?
Dr. Mauro Speranzini: Orelha de abano é aquela que se projeta exageradamente do rosto ou não tem as curvas internas. É importante notar que enquanto os olhos, nariz, boca e cabelos são alvos de elogios e críticas, às orelhas cabe apenas o direito à discrição. Quando a orelha destaca-se excessivamente na estética da face, pode-se dizer que há um abano. Não existe uma causa exterior para o abano, é uma característica física como outra qualquer, de caráter genético, familiar. É perceptível nas primeiras semanas de vida.

Quando deve ser operada?
Mauro Speranzini: O desejo pela correção é pessoal. Deve ser operada quando causa desconforto à pessoa a ponto de ser camuflada ou causar incômodo com possíveis comentários de terceiros. Nas primeiras semanas e primeiros meses de vida, a modelagem da orelha por um médico especialista com curativos especiais pode corrigir parcialmente ou até totalmente o abano. Após os primeiros meses de vida, a cartilagem da orelha endurece e o tratamento deixa de ser eficaz, restando somente a intervenção cirúrgica como alternativa para a sua correção. Situações especiais podem deflagrar o desejo imediato de correção, tais como, as noivas quando se veem diante do padrão de cabelos presos para o dia do casamento, o mesmo ocorrendo com as aeromoças quando iniciam a carreira, etc.

A partir de que idade a cirurgia pode ser realizada?
Mauro Speranzini: A partir dos 6 anos de idade a orelha praticamente atinge o tamanho adulto e pode ser operada sem risco para o seu desenvolvimento futuro. Não há limite de idade para a sua realização, desde que o paciente deseje e reúna as condições físicas necessárias para a cirurgia. A otoplastia (nome técnico da cirurgia de orelha) é mais frequente em pacientes entre 20 e 35 anos. Embora seja um problema estético da infância, a cirurgia é muitas vezes adiada para a fase adulta por algumas razões: os pais sempre acham seus filhos lindos e simplesmente não enxergam defeito; reconhecem o abano, mas não dialogam com os filhos a respeito, com receio de causar mal-estar a elas. Além disso, existe o medo natural de submeter o filho a uma cirurgia. Ao se tornar adulta, a pessoa adquire o livre arbítrio e quem realmente deseja, acaba procurando informação e, consequentemente, um médico para avaliar o seu caso.

Como os pais devem abordar o assunto com seus filhos?
Mauro Speranzini: Não há uma orientação padrão que seja eficaz para todas as pessoas. Se os pais não identificam qualquer incômodo ou dificuldade de relacionamento ou auto-estima da criança, pode ser melhor esperar que a criança manifeste desejo para a correção. Se, por outro lado, notam-se artifícios para esconder as orelhas, os pais devem iniciar um diálogo com os filhos, por exemplo, perguntando como elas se sentem em relação à sua imagem corporal. Havendo alguma referência em relação às orelhas de abano, os pais devem explicar que existe correção e que talvez a criança devesse ouvir a opinião de um especialista. Lembrando, ainda, que as brincadeiras infames de colegas podem gerar um grande sofrimento à criança intervindo, inclusive, na formação de sua personalidade.

A cirurgia é simples?
Mauro Speranzini: Do ponto de vista do paciente, sim, pois é de curta duração, sem internação e com pós-operatório bastante tranquilo. Do ponto de vista médico e estético, não, pois o objetivo da cirurgia não é apenas “fechar as orelhas”, mas sim remodelá-las mantendo-se as proporções corretas de suas estruturas de modo que fiquem naturais e sem qualquer sinal de que tenha havido intervenção cirúrgica para isso. Naturalidade é fundamental para um bom resultado. A operação consiste no remodelamento de estruturas das orelhas de modo a reduzir seu distanciamento do crânio, de maneira natural. A duração do procedimento cirúrgico varia de 1 a 4 horas, de acordo com a complexidade de cada caso. É realizada com anestesia local, com ou sem sedação, sem riscos de comprometer órgãos vitais. Pode ser realizada em hospital ou clínicas especializadas, sem internação.

Quais as restrições e cuidados que devem ser tomados no pós-operatório?
Mauro Speranzini: Ao término do procedimento o paciente sai com curativo nas orelhas que é retirado no dia seguinte pelo médico. Dependendo do tipo de abano, pode ser necessário manter, durante o dia, uma faixa compressiva sobre as orelhas por duas a quatro semanas. Para dormir, na maioria dos casos, é necessária a proteção das orelhas por um período, também, de duas a quatro semanas. Não é necessária a retirada de pontos, pois, na maioria das vezes, são utilizados fios absorvíveis. O retorno às atividades escolares ou profissionais sob o aspecto médico é possível após dois ou três dias, porém, nas primeiras duas ou três semanas devido ao inchaço e possível arroxeamento do local, fica evidente a intervenção cirúrgica para os pacientes que não podem escondê-las com os cabelos. O sol direto nas orelhas deve ser evitado por duas a quatro semanas e atividades físicas que impliquem em riscos de trauma nas orelhas devem ser evitadas por 30 dias. Os demais esportes são liberados antes, progressivamente, conforme orientação médica.

Qual época do ano é mais recomendada para a realização da cirurgia?
Mauro Speranzini: A cirurgia para correção de orelhas de abano pode ser realizada em qualquer época do ano. Os pacientes que não podem esconder as orelhas com os cabelos, frequentemente optam por realizá-la no período de férias escolares ou profissionais.

Como escolher o médico adequado para a realização dessa cirurgia com sucesso?
Mauro Speranzini: A escolha do cirurgião deve ser criteriosa, levando-se em consideração, primeiramente, se o profissional é especialista em cirurgia plástica. Além disso, deve-se averiguar sua experiência na cirurgia de correção de orelhas de abano. É comum pensar que essa cirurgia é bastante simples, bastando “um pontinho” para que as orelhas fiquem mais próximas ao crânio. Porém, para atingir-se a naturalidade, simetria e resultados definitivos, é preciso muito mais que isso. As técnicas são complexas sendo necessário observar com cautela os resultados de casos semelhantes apresentados pelo cirurgião no momento da consulta, bem como sua casuística nesse tipo de cirurgia aumentando assim as chances de se obter resultados naturais, trazendo a discrição a que se reservam às orelhas.


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Cuidados para evitar acidentes com crianças nas férias

Cuidados para evitar acidentes com crianças nas férias
Em época das férias escolares, a tendência é que as crianças fiquem mais tempo em casa e, com isso, aumente o risco de acidentes domésticos. Por este motivo, a Secretaria de Estado da Saúde informou como evitar acidentes graves como queimaduras, envenenamento e choque elétrico, com a criançada.
A cozinha merece alerta especial. As principais vítimas de queimadura, na maioria das vezes provocada por líquidos quentes, têm até 15 anos de idade. “Atitudes simples, como direcionar o cabo da panela para dentro do fogão, evitam os esbarrões e acidentes”, diz Sergio Sarrubo, diretor do Hospital Infantil Darcy Vargas.
As crianças também estão mais expostas ao envenenamento nas férias. “Os casos de intoxicação são mais freqüentes na população infantil”, alerta o diretor. O principal motivo é o contato com medicamentos, produtos de limpeza, inseticidas e raticidas. A dica é manter estes produtos em locais fora do alcance das crianças e de preferência em armários com tranca.
Outra orientação importante é evitar dizer aos filhos que o remédio é doce ou gostoso. Segundo especialistas, isto pode estimulá-los a consumir os medicamentos sem supervisão dos adultos.
Para impedir os choques elétricos medidas simples são a solução. Coloque dispositivos que fechem as tomadas e oriente as crianças sobre os riscos de brincar perto dos fios da rede elétrica.
Por fim, vale ressaltar que em caso de contaminação ou queimadura é importante nunca realizar a chamada auto-medicação. Sempre procure o pronto-socorro mais próximo e, na ocorrência de envenenamento, é recomendável levar o produto para análise da equipe médica.
Prevenir quedas:
1- Recolher brinquedos e outros objetos do piso.
2- Os tapetes devem ser fixados com fita adesiva dupla-face ou forro de borracha antiderrapante.
3- Se qualquer substância líquida for derramada no chão, deve-se secá-la imediatamente.
4- Não deixar objetos na escada.
5- Colocar portão de segurança no topo e em baixo da escada se houver criança pequena em casa.
6- Deve-se evitar brincadeiras de risco na cama.
7-Crianças menores de 6 anos não devem dormir na parte de cima do beliche.
8- Colocar dispositivos de segurança nas janelas.
9- Próximo à janela, não se deve colocar berço ou outro móvel.
10-Brincadeiras de criança em escadas salva-vidas, telhados varandas não devem ser permitidas.

Prevenir queimaduras:
1-As crianças não devem ter acesso a eletrodomésticos, fósforos e isqueiros; somente adultos devem usá-los.
2-As crianças pequenas não devem entrar na cozinha; se houver necessidade, precisam ser continuamente supervisionadas.
3- Não é seguro lidar com líquidos
4- Mantenha as crianças longe da cozinha se o forno ou fogão estiverem sendo utilizados;
Evite acidentes:
1- Guarde produtos de limpeza e medicamentos nas embalagens originais;
2- Nunca use medicamentos sem orientação médica;
3- Nunca faça remédios ou chás caseiros com plantas. Elas podem ser tóxicas;
4- Oriente as crianças a não aceitar presentes de “estranhos”;
5- Coloque dispositivos para vedar tomadas de energia elétrica;
6- Instrua os filhos sobre o risco de empinar pipa perto das redes elétricas.