MELHOR IDADE




COMPUTADOR AJUDA A PRESERVAR  MEMÓRIA E RACIOCÍNIO DE IDOSOS

Uso frequente do aparelho diminui risco de demências em até 40%


Utilizar o computador pode ajudar os idosos a reduzir a perda de memória e a preservar a capacidade de raciocínio e aprendizado, prevenindo-se de doenças como o Mal de Alzheimer. É o que afirma um estudo publicado este mês no periódico PLOS ONE desenvolvido no Centro de Saúde e Envelhecimento da Universidade de Western, na Austrália. 

Os pesquisadores recolheram dados de pesquisas que vêm sendo feitas na universidade desde 1996, com dados de 19.000 homens. Para o estudo, os cientistas selecionaram mais de 5.500 participantes com idades entre 65 e 86 anos, que foram acompanhados ao longo de oito anos. Após esse período, as análises mostraram que os homens que utilizavam frequentemente o computador apresentaram um risco até 40% menor de serem diagnosticados com qualquer tipo de demência, se comparados com aqueles que nunca o faziam.
Segundo os autores, trabalhos anteriores já haviam indicado que atividades que estimulam a mente, como leitura e palavras cruzadas, por exemplo, diminuem o risco de demência, mas que essas são as primeiras evidências significativas sobre os reais efeitos do uso prolongado de computadores. No entanto, eles afirmam que esses resultados devem incentivar os homens mais velhos a adotarem o uso do computador no dia a dia, mas mantendo outros hábitos saudáveis, como uma dieta adequada e a prática de exercícios físicos.

Acerte nos hábitos e cultive a boa memória

O neurologista Maurício Hoshino, do Hospital Santa Catarina, em São Paulo, explica que nossa memória tende a diminuir conforme os neurônios vão envelhecendo, por isso o ideal é tomar os devidos cuidados para que esse prejuízo seja o mínimo possível. ?Desde alimentação até exercícios, passando por controle de estresse, seus hábitos têm relação direta com a manutenção da memória e a prevenção de demências", diz. Tire suas dúvidas e fique por dentro do que especialistas recomendam:

Manter a rotina pode prejudicar a memória?

Segundo o neurologista Maurício, manter uma rotina significa fazer as atividades de sempre no automático. "Você não exercita o cérebro mais do que já exercitou antes, porque ele não precisa captar e processar coisas novas", explica. Passar por experiências diferentes não deixa que a função de memorizar fique enferrujada.

Praticar exercícios ajuda a preservar a memória?

O sedentarismo é um dos maiores inimigos da memória. "Quando movimentamos o nosso corpo, o coração pulsa mais rápido e o cérebro é oxigenado - isso é sinônimo de saúde para o corpo todo", explica o psicólogo Walter Tamandaré, do Hospital Adventista de São Paulo. Além disso, exercícios intelectuais como ler, conversar e fazer palavras cruzadas são muito importantes para estimular o cérebro.
O uso de medicamentos pode afetar o cérebro?

Componentes presentes em alguns remédios, principalmente calmantes, podem gradativamente causar lesões permanentes no cérebro. "Pessoas que fazem uso indiscriminado dessas medicações são grandes candidatas à demência mais cedo na velhice e têm maior risco de Alzheimer", alerta Walter Tamandaré.

Quais alimentos ajudam a preservar a memória?

Segundo a nutricionista Daniela Cyrulin, especialista do Minha Vida, há uma infinidade de nutrientes que garantem a saúde do cérebro e, consequentemente, da memória. Anote alguns deles: fisetina (morango, pêssego, uva, kiwi e tomate), ômega 3 (peixe e linhaça), fitoesterois (sementes, grãos e óleos vegetais), vitaminas E, C e do complexo B (frutas em geral, grãos e sementes), triptofano (leite, queijo branco, carnes magras e nozes) e bioflavonoides (uva e folhas verde-escuras).

FONTE:http:// www.minhavida.com.br



Dieta pobre em cálcio aumenta risco de hiperparatireoidismo em mulheres

Distúrbio hormonal retira cálcio dos ossos e pode causar osteoporose e pedras no rim

Um estudo desenvolvido pela Mayo Clinic, em Rochester (EUA), aponta que mulheres com dietas pobres em cálcio são mais propensas a ter hiperparatireoidismo - doença que faz as glândulas paratireoides liberarem hormônios em excesso, que "roubam" o cálcio dos ossos e o depositam na corrente sanguínea. O cálcio nas artérias pode causar problemas no sistema elétrico do corpo, deixando as pessoas mais cansadas e deprimidas, além de aumentar o risco de doenças, como osteoporose e cálculo renal, pois o cálcio em excesso irá se concentrar nos rins. A pesquisa foi divulgada no dia 18 de outubro, no British Medical Journal (BJM).

Os pesquisadores acompanharam mais de 58 mil mulheres que participaram do estudo Harvard Nurses' Health. A cada quatro anos, elas foram questionadas sobre a dieta e a saúde em geral. Ao longo dos 22 anos de estudo, 277 mulheres foram diagnosticadas com hiperparatireoidismo primário. Analisando os dados, os cientistas descobriram que dietas carentes em cálcio podem estimular as glândulas paratireoides mais do que o esperado. De acordo com os estudiosos, essas glândulas são responsáveis por manter os níveis de cálcio no sangue estáveis. Quando esses níveis estão em baixas quantidades, os hormônios "puxam" o cálcio dos ossos. 
O hiperparatireoidismo afeta cerca de uma em cada 800 pessoas, mas é mais comum em pessoas com mais idade e, especialmente, mulheres na pós-menopausa. Segundo os especialistas do estudo, uma em cada 250 mulheres com mais de 55 anos vai ter um tumor cervical em sua vida por conta da doença. Eles afirmam que uma dieta rica em cálcio, bem como a prática de exercícios físicos, é fundamental para a prevenção do hiperparatireoidismo.

Saiba o que fazer para ter mais cálcio no organismo

Você sabia que apenas 10% da população brasileira ingere a quantidade diária de cálcio recomendada? O ideal são 1300mg do mineral por dia para mulheres na menopausa e 1000mg para mulheres fora desse período, além de homens e crianças no geral. Essa quantidade é o equivalente a três copos de leite integral mais uma porção de queijo amarelo. Ter um consumo abaixo desse valor pode desencadear doenças como osteoporose, hiperparatireoidismo e hipertensão, além de facilitar fraturas ósseas por quedas. No entanto, não basta apenas ingerir esses alimentos - existem diversos outros fatores que influenciam a absorção do cálcio pelo organismo. Confira:

Pratique exercícios

A médica Syllene Nunes, responsável pela área de Medicina Preventiva da Central Nacional Unimed, conta que, quanto mais movimentamos o esqueleto, maior é a ativação dos osteoblastos, que são as células produtoras dos ossos. Os exercícios mais eficazes são aqueles que movimentam os ossos para muitos lados diferentes, como dança, corrida e esportes coletivos. Para aqueles que mexem o corpo, vale a recomendação: o organismo perde em média 100mg de cálcio por hora suada. Ou seja: se suar, reponha o cálcio!

Fortaleça os ossos com magnésio

O magnésio faz parte da matriz óssea. Por isso, ingerir alimentos ricos nesse nutriente é essencial para a absorção de cálcio e fortalecimento dos ossos. São boas fontes de magnésio as folhas verdes escuras e as castanhas.


A nutricionista Camila Freitas, da Vittali Consultoria, em São Paulo, explica que a exposição ao sol ativa a vitamina D que está em nosso organismo, estimulando a absorção intestinal de cálcio. "Dez a quinze minutos diários de exposição ao sol nos braços e pernas, antes das 10 horas ou após as 16 horas, é uma boa forma de se obter vitamina D", diz.Tome sol para ter vitamina D

Invista dos alimentos probióticos

Eles são um tipo de fibra encontrada em frutas, como maçã e laranja; legumes e verduras, como almeirão, chicória, cenoura, cebola e alho; cereais, como aveia, e industrializados enriquecidos com o componente. De acordo com a nutricionista Camila, a ingestão desses alimentos faz com que o intestino funcione melhor, tornando a absorção e o aproveitamento do cálcio mais eficientes.

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VIVA até 20 anos mais com seis hábitos, entre eles sorrir mais

Comer mais fibras, dormir melhor e fazer sexo também favorecem a longevidade

Dois americanos parecem ter encontrado a fórmula para viver até 20 anos mais sem recorrer a tratamentos absurdos. No livro Diminua Sua Idade (editora Best Seller), o médico Frederic J. Vagnini e o jornalista Dave Bunnell apresentam hábitos que aumentam em décadas a longevidade- com justificativas cientificamente comprovadas. As principais recomendações dos americanos são: comer mais fibras, fugir do açúcar, cortar gorduras saturadas, dormir bem, fazer mais sexo e sorrir mais. No Brasil, a expectativa de vida é de 72 anos. No entanto, poucos são os que sonham viver somente até esta idade. Fomos conversar com um time de especialistas para entender como essas simples mudanças são capazes de garantir que você chegue à velhice com uma vida e saúde mais plenas. 

Coma mais fibras

As fibras fazem bem para o bom funcionamento do intestino. É verdade, mas elas não servem apenas para isso. "Fibras desempenham uma série de funções importantes, como auxiliar a assimilação de outros nutrientes, reduzir o mau colesterol (LDL), prevenir doenças e até evitar o mau hálito", explica a nutricionista Daniela Jobst. 


E para atingir bons níveis de fibras não são necessários grandes esforços, pois elas são encontradas em alimentos que ingerimos comumente. A quantidade ideal de ingestão gira em torno de 25 a 30 gramas por dia e é importante não exagerar, como explica a nutricionista Daniela Jobst. "O estômago se adapta ao 'efeito esponja' das fibras e acaba se dilatando. Se a pessoa ultrapassa essa quantidade, precisará comer mais do que antes para se sentir saciada". Além disso, é importante ingeris as fibras com um pouco de líquido, pois a seco sua ingestão é mais difícil.



Vários alimentos do dia a dia possuem fibras: cereais (farelos), hortaliças, frutas (com cascas), leguminosas, verduras, trigo, cereais integrais (arroz, pão, torrada), aveia, cevada, bagaço de frutas cítricas, maçã, goiaba, castanha, nozes, ervilha e leguminosas em geral. 



Uma das frutas com mais fibras na composição é a goiaba com casca, que tem 5 gramas por cada unidade média. Uma porção de 40g de cereal matinal integral tem 12g de fibras, enquanto meia unidade de abacate tem pouco mais de 7g de fibras - mas tome cuidado com a escolha do cereal, pois muitos contêm açúcar e com a grande quantidade de açúcares e gorduras do abacate. 



Uma colher de sopa de aveia possui 1,5g de fibra, assim como uma banana média - ótima combinação, não? E quem gosta do feijão, vale saber que ele possui 2g de fibra para cada 40g, enquanto a mesma quantidade de lentilha (que pode ser uma boa substituta) possui um pouco mais de 5g, assim como o mamão papaia, velho e bom companheiro de quem sofre de prisão de ventre.  

Açúcar

Fuja do açúcar

De acordo com a dermatologista Marcella Delcourt, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, depois da preocupação com radicais livres e raios UV, o alvo para combater o envelhecimento é diminuir o açúcar. Isso porque ele libera um processo que liga moléculas de glicose maléficas às moléculas de proteína saudáveis. 


"A glicação ocorre quando uma molécula de açúcar em excesso, por aumento da ingestão ou por lentidão do metabolismo da glicose, se adere a uma molécula de proteína (colágeno, elastina) formando os AGEs, que alteram a estrutura dessas proteínas, impedindo a eficácia no desempenho de seus papéis mais importantes e, na pele, leva ao aparecimento das rugas", explica a especialista. 



Além de alterarem a estrutura da proteína, os AGEs são fábricas de radicais livres que se acumulam ao longo do tempo, piorando seus efeitos no organismo e também deixando a pele com um aspecto opaco e envelhecido. Mesmo com a corrida para tentar combater os AGEs, é possível diminuir seus efeitos com hábitos alimentares saudáveis:



- Amêndoas e quinua são uma boa pedida para as refeições, da mesma forma que o consumo de maçã também é recomendado (rica em antioxidantes e flavonoides) 
- As fibras também são importantíssimas: feijão, lentilha, ervilha. Agem como estabilizadores do açúcar e ajudam a queimar a gordura; 

- Beba seis a oito copos de água por dia e prefira alimentos orgânicos; 

- Evite comidas industrializadas, como flocos de milho, salgadinhos, bolachas, ketchup, refrigerantes e alimentos que contêm corante caramelo na sua composição, dentre outros. 

- Tome chá verde ou suplementos à base dessa bebida com probióticos, antioxidantes e substâncias anti-AGEs de ultima geração na composição (prescritos pelo médico). 

Dormir bem

Um estudo realizado pela American Academy of Sleep Medicine mostrou que dormir bem é um dos segredos para a longevidade. Alguns problemas de saúde foram associados com pior qualidade de sono. Entre os avaliados, 46% dos participantes que tiveram a autoavaliação de saúde insatisfatória também relataram não dormir bem. As chances de um bom sono foram também menores em pessoas que muitas vezes se sentiam ansiosas, que tinham pelo menos uma doença crônica e dificuldades com as tarefas diárias. 


De acordo com o neurologista Renato Lima Ferraz, a quantidade ideal de horas de sono varia de pessoa para pessoa. "Mas o mínimo recomendado é de seis horas ao dia, sendo importante não ultrapassar nove para adultos, porque quem dorme mais que isso acaba ficando, na verdade, menos descansado", explica o especialista. 



A importância do sono, também se estende ao aprendizado. "A fase REM, quando acontecem os sonhos, tudo que aprendemos durante o dia é processado e armazenado. Quando dormimos menos que o necessário, a memória de curto prazo não é processada e não conseguimos transformar em conhecimento aquilo que foi aprendido", explica o neurologista. 

Não se sature de gordura

Viver com gordura pode ser ruim, mas viver sem ela é péssimo para seu paladar e inviável para seu organismo. As gorduras servem de base para a formação de diversos hormônios, inclusive os hormônios sexuais. Entretanto, as gorduras saturadas são as mais nocivas para a saúde do organismo. Para identificá-las, basta lembrar da banha de porco que sua avó tinha guardada na cozinha ou a capa da picanha que causa arrepios no seu cardiologista. As gorduras saturadas contêm o número máximo possível de átomos de hidrogênio (daí o termo saturadas), e ingeri-las em excesso é um passaporte garantido para um infarto no miocárdio. 


Derrames e alguns tipos de câncer, como o de próstata e o de mama, também têm a origem associada aos excessos dessas gorduras no organismo - sem contar que a gordura saturada é inimiga número um do emagrecimento. Para prevenir tudo isso, restrinja o consumo diário desse nutriente a, no máximo, 7% das calorias totais da sua dieta.  

Sexo

Fazer mais sexo

Aqui cabe uma ressalva: priorize a qualidade, em vez da quantidade. O sexo, quando em uma frequência que atrapalha a rotina da pessoa, pode ser um sintoma da compulsão por sexo. Mas, nos dias atuais, o que vem acontecendo com muita gente é deixar o sexo de lado, por conta da falta de tempo e do estresse do dia a dia, que detonam a libido. Segundo o ginecologista Neucenir Gallani, o sexo é importante para a saúde física e emocional, pois o orgasmo libera substâncias como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma. 


Estabelecer uma quantidade normal de desejo sexual não é algo satisfatório, pois cada um lida com a própria libido de forma diferente - e ao longo da vida ela costuma oscilar e até se modificar por completo. "No entanto, quando há insatisfação pessoal, há algo de errado provavelmente", de acordo com o sexólogo Paulo Bonança. 

Manter uma fisionomia pacífica é essencial para a boa convivência, afinal a expressão "cara de poucos amigos" não surgiu à toa: quem vive de cara feia, afasta todos ao redor. Sorrir mais


E sorrir vale até para ajudar a manter aquela linda história de amor. Um estudo realizado pela Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, identificou que pessoas que sorriem de forma sincera e verdadeira têm mais chances de manter o casamento. Isso porque a sinceridade do sorriso revela a atitude da pessoa diante da vida. "Sabemos também que a falta de senso de humor, ou uma vida acompanhada de impaciência, raiva e atitudes hostis, estão associados a um maior risco de desenvolver pressão alta, piorar o controle dos níveis de glicose e ainda aumentar o risco de doença isquêmica do coração e de morte", de acordo com o neurologista de Unifesp Ricardo Teixeira. 

FONTE:http:// www.minhavida.com.br


Semana do Idoso começa com atividades dos Doutores da Alegria


O trabalho da ONG Doutores da Alegria marca o primeiro dia de atividades da 30ª Semana do Idoso de Rio Claro, que começa na segunda-feira (22). Palhaços da ONG, juntamente com a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Rosana Pinhatti Altimari, estarão no período da manhã, por volta das 10 horas, na Santa Casa de Misericórdia de Rio Claro levando alegria aos pacientes.
“É muito bom poder contribuir para levar um pouco de felicidade a essas pessoas que passam por um momento difícil”, afirma a presidente do Fundo Social, lembrando que normalmente os Doutores da Alegria visitam crianças e adolescentes, mas na Santa Casa, especialmente os idosos receberão o carinho dos palhaços.
As atividades continuam na segunda-feira no período da tarde no Centro Cultural. Após a cerimônia de abertura, que acontece às 14 horas, será apresentada a palestra “Uma experiência de alegria em meio à adversidade”, Ministrada por Wellington Nogueira, presidente da ONG Doutores da Alegria. Segundo informações do site dos Doutores da Alegria, “a palestra mostra o poder humanizador das relações a partir da presença inusitada do palhaço em meio à adversidade. Também traz à tona a importância da alegria como estado gerador da criatividade e da transformação de obstáculos em recursos”.

Doutores da Alegria
Levar o trabalho de artistas profissionais e especializados na arte do palhaço a hospitais foi uma ação pioneira no Brasil. Doutores da Alegria nasceu em 1991, quando o ator Wellington Nogueira, inspirado por sua passagem pelo programa Clown Care Unit, de Nova Iorque, trouxe a iniciativa para o Hospital Nossa Senhora de Lourdes, em São Paulo.
Desde a fundação até 2011, foram visitados quase 900 mil crianças e adolescentes hospitalizados e hoje o programa de visitas está presente em São Paulo, no Recife e em Belo Horizonte. A prática teve ampla aceitação da sociedade brasileira e deu origem a cerca de 630 grupos que realizam um trabalho similar em todo país, motivando uma série de parcerias que incluem o Ministério da Saúde e a iniciativa privada. Para orientar, monitorar e promover um intercâmbio com estes artistas, foi criado em 2007 o projeto Palhaços em Rede.

Fonte: http://www.doutoresdaalegria.org.br/

Programação 30ª Semana do Idoso de Rio Claro

Dia 22/10 (segunda-feira)
14 horas – Cerimônia de abertura
Local: Centro Cultural
Palestra: Uma experiência de alegria em meio à adversidade
Apresentação: Wellington Nogueira – presidente da ONG – Doutores da Alegria.

Dia 23/10 (terça-feira)
8 horas – III Fórum de Rio Claro para o envelhecimento ativo
Local: Câmara Municipal (Rua 3, 945, Centro)
Tema 1: Participação, saúde e segurança: os três pilares da estrutura política para o envelhecimento ativo.
Tema 2: Apresentação do Programa São Paulo Amigo do Idoso.
Palestrante: Sandra Regina Gomes – fonoaudióloga e gerontóloga do Núcleo Técnico de Envelhecimento e Saúde do Idoso da Secretaria Estadual de Saúde-SP.

Dia 24/10 (quarta-feira)
8 horas - Sessão de cinema
Local: Unesp (avenida 24-A, 1515, Bela Vista)

14 horas - Baile da Primavera – Concurso de Miss e Mister da Melhor Idade.
Local: Grupo Ginástico Rioclarense (rua 2, 941, Centro).
Banda: Star Light de São Paulo.

Dia 25/10 (quinta-feira)
14 horas – Tarde de Gratidão
Celebrantes: Padre Ricardo Alexandre Paganini e Pastor Eldo Kruger.
Local: Abrigo da Velhice São Vicente de Paula (rua 1, 270, Centro).

Dia 26/10 (sexta-feira)
14 horas – Atividade recreativa
Local: Sociedade Dramática Dançante Cidade Nova (rua 1, 1542, Centro).

Dia 27/10 (sábado)
19h30 – Apresentação do Coral da Terceira Idade “Cidade Azul” acompanhado pela Banda Sinfônica União dos Artistas Ferroviários.
Regência do maestro Jorge Geraldo
Local: Colégio Puríssimo Coração de Maria (rua 7, 881, Centro).

FONTE: http:// www.canalrioclaro.com.br



Os sete médicos essenciais ao homem com mais de 50 anos

Agendar uma consulta e fazer exames antes de adoecer é um desafio para eles

Envelhecer é inevitável, mas esse processo pode acontecer de maneira mais natural e sem limitações que afetem a sua qualidade de vida. Para isso, acompanhamento médico é fundamental desde cedo - recuperar a saúde pode dar muito mais trabalho do que se prevenir de problemas. Enquanto as mulheres estão habituadas a ir ao médico com frequência e ficam alertas ao surgimento de qualquer sinal estranho, o assunto é tabu entre os homens. "Homens acima dos 50 anos não agendam uma consulta mesmo quando já apresentam sintomas de uma doença", afirma o urologista Daher Chade, do Instituto de Câncer.
Oftalmologista - Foto Getty Images

Oftalmologia

Após os 50 anos, doenças como a catarata e o glaucoma têm maior incidência, daí a necessidade de uma visita anual ao oftalmologista. "Grande parte das doenças dos olhos são irreversíveis, então identificar o problema precocemente pode eliminar a necessidade de cirurgias", afirma o oftalmologista Marco Antonio Alves, diretor da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. O especialista lembra ainda que é possível identificar outras doenças silenciosas, como o diabetes e a hipertensão, apenas por meio de exames oculares. "E mesmo quem já sabe que é portador dessas doenças pode melhorar o controle clínico delas em uma consulta oftalmológica", complementa.

Dentista - Foto Getty Images

Odontologia

Ir ao dentista apenas uma vez ao ano é arriscado demais nessa idade. O cirurgião dentista Rodrigo Bueno de Moraes, da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), recomenda uma visita semestral ao consultório. "Os problemas mais comuns são a gengivite, inflamação das gengivas, e distúrbios de oclusão, como o bruxismo". Segundo ele, o intervalo entre um check-up e outro diminui caso o paciente tenha diabetes, seja fumante ou apresente outra condição que possa afetar a saúde bucal.

Cardiologista - Foto Getty Images

Cardiologia

"Após os 40 anos, o risco de infarto ou insuficiência cardíaca aumenta muito", afirma o cardiologista João Manoel Rossi Neto, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). Por isso, recomenda-se uma visita anual ao médico, que fará uma análise clínica do paciente, avaliando se ele apresenta fatores de risco como obesidade e gordura abdominal. Na visita ainda será solicitado o histórico familiar de doenças cardiovasculares e exames laboratoriais de rotina para avaliar o colesterol e os triglicérides. Após essa primeira bateria, os resultados indicarão a necessidade ou não de se fazer exames mais elaborados, envolvendo até mesmo ultrassom.

Médico e idoso - Foto Getty Images

Pneumologia

"O câncer de pulmão não é o mais prevalente em homens, mas, certamente é o que mais mata, por ser um tipo mais agressivo", afirma a pneumologista Sandra Aparecida Ribeiro, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisilogia (SBPT). Por isso, se o indivíduo é ou foi fumante, deve visitar um pneumologista anualmente para detecção desse problema. De acordo com a especialista, o risco da doença permanece mesmo após largar o cigarro. A visita ao pneumologista também deve acontecer sempre que o homem de mais idade for vítima de gripes ou resfriados. "O risco de o problema evoluir para uma pneumonia é maior e pode levar o paciente à morte". Outro cuidado fundamental é tomar as vacinas contra infecções respiratórias (gripe e pneumonia, por exemplo) disponíveis para pessoas de mais idade em postos públicos.

Médico e paciente - Foto Getty Images

Urologia

A partir dos 45 anos, todo homem deve marcar uma consulta com um urologista anualmente, de acordo com o urologista Daher Chade, do Instituto do Câncer. Na consulta é feito o exame de toque retal que, na verdade, não leva mais do alguns segundos. "Por meio deste e de outros exames é possível diagnosticar diversos cânceres, como o de próstata, bexiga e rim, além de doenças que podem causar infertilidade". A periodicidade pode mudar caso o paciente tenha histórico de familiares com doenças do trato urinário.

Médico e idoso - Foto Getty Images

Coloproctologia

"O câncer de intestino é o que mais mata o homem depois do câncer de pulmão e do câncer de próstata", afirma o especialista Daher. Isso porque esse tumor tem, entre os principais fatores de risco, a idade. O consumo de álcool, o tabagismo e uma dieta pobre em fibras e rica em gordura são outros fatores de risco para esse tipo de câncer - a cada cinco anos, portanto, é indicado fazer uma colonoscopia para detectar o problema precocemente. O exame consegue identificar alterações da mucosa do intestino que podem evoluir para um câncer e o tratamento dessas alterações já reduz o risco da doença.

Exame de sangue - Foto Getty Images

Endocrinologia

"A incidência do diabetes aumenta conforme a idade", diz a endocrinologista Claudia Chang, doutoranda em Endocrinologia e Metabologia pela USP. Por isso, é fundamental analisar a glicemia do paciente idoso regularmente. Outro ponto importante é a avaliação do perfil lipídico, que mostrará se houve aumento do colesterol LDL (prejudicial) ou diminuição do colesterol HDL (benéfico), fator de risco para doenças cardiovasculares.
A especialista recomenda ainda um exame de TSH para verificar possíveis problemas da tireoide. "Embora eles sejam mais comuns em mulheres, também podem acometer o público masculino", afirma. Por fim, uma análise clínica poderá identificar efeitos colaterais da andropausa, fase similar à menopausa feminina. "Se necessário, é indicada a reposição hormonal para aumentar a libido e a disposição do homem".

 

FONTE:http:// www.minhavida.com.br

Mal de Alzheimer pode ser um tipo de diabetes, dizem cientistas

Por trabalhar incessantemente mesmo durante o sono, quando está “descansando”, nosso cérebro demanda uma boa quantidade de energia para funcionar. Ao longo de centenas de milhares de anos, dietas ricas em açúcar e gordura foram necessárias para a evolução – hoje, porém, cada vez mais pessoas “passam do ponto”.

Não é segredo que dietas mal balanceadas podem causar obesidade e diabetes, e há evidências de que podem desencadear mal de Alzheimer também – doença que alguns estudos sugerem que seja um tipo de diabetes. Recentemente, a neuropatologista Suzanne de la Monte, da Universidade de Brown (EUA), investigou como a falta de insulina pode prejudicar o cérebro.

O hormônio é conhecido por controlar os níveis de açúcar na corrente sanguínea, e baixa sensibilidade a ele por parte de determinadas células (do fígado, de gordura e dos músculos) está ligada a diabetes tipo 2. Em seu estudo, de la Monte interrompeu o fluxo de insulina para o cérebro das cobaias (ratos, no caso). Resultado: as áreas de memória foram seriamente prejudicadas, cobertas por placas, e muitos neurônios se desgastaram e perderam suas conexões – sintomas típicos da doença de Alzheimer.

Dieta insana

Talvez ainda seja cedo para dizer se existe uma “diabetes tipo 3″ (como alguns pesquisadores têm sugerido), mas não há dúvida de que a lista de problemas causados por uma alimentação ruim não para de crescer – e, ainda assim, o comércio de alimentos altamente gordurosos ou ricos em açúcar continua firme e forte.

Em artigo não assinado, a equipe editorial da revista New Scientist questiona possíveis ações para reverter essa onda de má alimentação: processar empresas que vendem alimentos perigosos, aumentar os impostos sobre esses produtos (como é feito na Dinamarca, por exemplo), fazer campanhas de conscientização, ou usar substâncias químicas para bloquear esse desejo exagerado que tantos nutrem por fast food.

Cada proposta levanta questionamentos (impedir que consumidores comprem um produto que, em excesso, pode fazer mal a eles, não seria contra a liberdade individual?). Assim, a situação não é simples como pode parecer à primeira vista. “Mas o cérebro humano também evoluiu para encontrar soluções engenhosas para problemas intratáveis”, escreve a equipe. “Ele ainda pode vir para seu próprio resgate”.

FONTE:http:// www.hypescience.com

Nutrição no retardo do envelhecimento

 Com o passar dos anos, nosso corpo sofre muitas alterações clínicas e fisiológicas, tanto por efeitos externos como internos. Quando passamos a entendê-los e conhecemos as propriedades dos alimentos conseguimos favorecer a melhora das desordens estéticas e retardar o envelhecimento da pele.

É bastante comum encontrar pessoas com deficiência de vitaminas e ácidos graxos essenciais. A suplementação oral de minerais, vitaminas e ácidos graxos essenciais pode modular a função cutânea, melhorando o aspecto da pele. Mas tudo deve ser feito com muita cautela, para se evitar excessos que podem levar a outros problemas. Para iniciar esse tipo de tratamento é necessário avaliar as possíveis deficiências dietéticas e corrigir os erros alimentares.

Sempre que pensarmos em melhorar as desordens cutâneas, devemos nos lembrar de que existe um processo inflamatório responsável pelos sintomas indesejados, que pode ser combatido pela adequada nutrição.

Os conhecidos radicais livres são substâncias produzidas em nosso organismo e estão relacionadas a processos degenerativos. Portanto, em excesso são tóxicos e favorecem o envelhecimento, além de existirem evidências de que os radicais livres estejam envolvidos em mais de 50 doenças, como algumas já consagradas (catarata, acidente vascular cerebral, esclerose múltipla, doença de Alzheimer, Mal de Parkinson).

Veja alguns dos exemplos de desequilíbrio promovidos pela má alimentação associada à constante exposição a substâncias tóxicas:

- alto consumo de açúcar e gorduras saturadas: aumentam a formação de radicais livres e, consequentemente, promovem um aumento das substâncias com ação inflamatória;

- deficiência de micronutrientes (vitaminas e minerais): alteram os níveis de hormônios da tireóide, como por exemplo a carência de selênio e zinco;

- dietas inadequadas: relacionam-se ao aumento de estrógeno, hormônio com efeito na obesidade, podendo ser associado à formação de celulite.

- microbiota intestinal desequilibrada: pode estimular o sistema imunológico (defesa do organismo) e assim desenvolver reações alérgicas ou hipersensibilidades a diversas substâncias, inclusive àquelas que você já está acostumado(a) a ter contato ou a alimentos que já consumia antes sem apresentar nenhum problema. Isso é corrigido pela adequação da dieta.

Veja alguns nutrientes com ação sobre a saúde da pele:
- selênio: pessoas com acne apresentam menores níveis de selênio, com déficit na formação de T3 (hormônio da tireóide);
- cálcio: o aumento de cálcio no interior das células estimula o acúmulo de gordura nas células do tecido adiposo;
- zinco: possui ação cicatrizante e mantém a integridade da membrana das células. É considerado antioxidante (combate os radicais livres), podendo atuar na prevenção do envelhecimento celular. É também responsável pela elasticidade e hidratação da pele;
- vitamina A: atua no combate à acne, estimula a síntese de colágeno e participa da resposta preventiva contra os efeitos nocivos da exposição aos raios ultravioleta;
- vitamina D: age na renovação das células;
-vitamina E: importante antioxidante, contribui para a produção de colagenase e colágeno, auxiliando a saúde estética;
- Vitamina C: potente antioxidante, reduzindo os prejuízos causados pelos radicais livres sobre a saúde estética;
- vitaminas do complexo B: previnem o risco de desenvolvimento de celulite por regular a formação adequada de substâncias nocivas à saúde venosa.
Alguns exemplos de alimentos que você pode consumir diariamente são: açaí, aveia, chá verde, gergelim, soja, tomate, goiaba e melancia.
Pelo que podemos notar, a nutrição está intimamente relacionada à aparência física e estética. Portanto, se você deseja melhorar sua saúde estética, melhore seus hábitos de vida e corrija sua alimentação. Peça ajuda ao(a) seu(a) nutricionista para montar um plano alimentar que melhor se adéqüe às suas necessidades.
Fonte: ANutricionista.Com - Karen Falzeta Falco Innocentini - CRN3 27588 - Nutricionista em São José do Rio Preto.

FONTE:http:// www.anutricionista.com

 

Cortes de Cabelo Para Mulheres Maduras

Cabelo longo após os 40 ou até mesmo após os 50 ou 60 está totalmente por fora! É verdade que ao envelhecermos, o cabelo tende a mudar sua textura, ficando mais grossos e difíceis de domar. Mas hoje em dia com os produtos certos, cortes regulares e escovas redutoras de volume, mulheres na terceira idade podem sim ter cabelos médios e longos.

É claro que ter cabelos curtos na terceira e quarta idade continuam sendo uma opção prática, tem certos cortes de cabelo curtos que são lindos e super femininos. Em certos casos, cabelos curtos acabam sendo a única opção para mulheres após os 50 que tendem a perder o cabelo.

Mas não se esqueçam, meninas, a vaidade não precisa diminuir quando os cabelos diminuem, se você faz questão de ainda ter cabelos longos considere extensões ou perucas, não há nada de errado com isso.

Mulheres de terceira e quarta idade devem massagear o couro cabeludo com um creme de tratamento (tutano e óleo de argan são ótimas opções) pelo menos 2 vezes por semana. Esse tratamento também é bom para combater stress. Cabelo saudável é bonito em qualquer idade.

Cabelos médios e longos podem te dar um ar mais jovem, sem falar que um bom corte pode ajudar a esconder rugas e manchas em rosto mais envelhecidos.

Use tintura permanente para cobrir cabelos brancos e cuidado para não escolher uma cor que seja clara ou escura demais. Bases douradas, como castanho médio ou chocolate ou até mesmo loiro escuro dourado, tendem a dar uma aparência mais jovem. Outra dica é apostar nas mechas para adicionar dimensão e textura aos cabelos.

Se você optar por deixar seus cabelos grisalhos, não se preocupe, eles também podem ser bonitos e saudáveis. Não se esqueça de hidratá-los bem e sempre cortar as pontas.

Dicas de Cabelos para Mulheres Maduras:

Não deixe seus cabelos muito alisados, ondas têm um aspecto mais natural e mais saudável, ideal para mulheres acima dos 50.

Não parta seus cabelos ao meio, parta de lado, para evitar aquele look de hippie velha.

Não pinte seus cabelos de preto, especialmente se usá-los médios ou longos, o aspecto fica gótico demais em mulheres maduras.

Não use franjas muito grossas, prefira franjas mais leves e penteadas de lado.

Se preferir cabelos médios e longos, opine por repicá-lo em camadas longas.

O corte Chanel ainda é uma ótima opção para mulheres maduras, clássico, feminino e sempre na moda.

Cortes de Cabelo para Mulheres Maduras
Cortes mais tradicionais para mulheres na terceira e quarta idade, o loiro é mais fácil de manter devido aos cabelos brancos, cabelos mais finos ficam bem com cortes mais curtos. Use um bom texturizador.
Cortes mais modernos ficam bons em mulheres maduras, um corte curto repicado ou o corte chanel com franja leve rejuvenescem a aparência. Cachos que moldam o rosto ajudam a esconder ruguinhas e manchas.
Loiro dourado com ondas dá um aspecto jovial á mulheres acima de 50, aposte em texturas e ondas.
Cabelos curtos são fáceis de manter e podem sim ser lindos e femininos em mulheres de qualquer idade.
Cortes médios repicados e tons dourados ficam muito bem em mulheres maduras, o cabelo partido de lado também.
Cabelos longos depois dos 50? Claro! Não há mais regras, mulheres maduras podem ter um cabelão sexy e saudável, mesmo se forem grisalhos. Ondas e cachos leves são ideais para mulheres mais maduras. Hidratação 2 vezes por semana e cortes regulares de pontas duplas são uma necessidade.

FONTE:http:// www.mulher360.com.br



 

Centenárias dão dicas sobre como chegar bem aos 100 anos

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No Brasil, os centenários eram 13,8 mil em 1991
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Segundo estimativas, um quarto de todas as crianças nascidas hoje na Grã-Bretanha deverá ultrapassar os cem anos de idade. A projeção é um reflexo de estatísticas recentes que revelam uma 'explosão demográfica' no grupo dos centenários em todo o mundo.
Segundo essas projeções, o número de pessoas com 100 anos de idade ou mais aumentará 15 vezes até 2050, passando de 145 mil em 1999 para 2,2 milhões em 2050. No Brasil, os centenários eram 13,8 mil em 1991. Segundo dados do último censo, realizado em 2010, são cerca de 30 mil pessoas.
Se chegar aos 100 anos será cada vez mais comum, o obstáculo é alcançar um século de vida com saúde. A BBC ouviu as 'receitas' de vida de alguns centenários e comparou suas experiências a teorias científicas sobre a longevidade.

Espírito filantrópico
Aos 102 anos de idade, Nora Hardwick posou nua como Miss Novembro para um calendário de uma entidade beneficente. "Eles não conseguiram mulheres suficientes para os 12 meses", ela conta. "Tudo foi feito com muito bom gosto. Eu usei um lenço de tule rosa para esconder as partes estratégicas".
Nascida em novembro de 1905, Nora Hardwick dedicou sua vida à comunidade onde vive, trabalhando para o correio do vilarejo de Ancaster, no condado de Lincolnshire, no norte da Inglaterra. Como membro da prefeitura local, ajudou a angariar fundos para comprar áreas de lazer para as crianças da região. Na opinião dela, seu estilo de vida filantrópico ajudou a preservar sua vida.
Estudos indicam que índices de mortalidade diminuem entre os que colocam os interesses dos outros antes dos seus. A teoria é que dar alguma coisa a alguém pode gerar um sentimento de propósito e de valor próprio, resultando no chamado "êxtase de quem ajuda" - uma sensação física resultante da liberação de endorfinas após um ato de bondade ou generosidade. Alguns especialistas dizem que esses sentimentos podem reduzir o estresse, promover o bem-estar e fortalecer o sistema imunológico.

Álcool e vida longa
Muitos centenários dizem ser partidários de um trago ocasional. E, de fato, já houve estudos científicos associando saúde e longevidade ao consumo moderado de álcool. Um famoso centenário britânico que gostava de um Martini era o comediante - e fumante de cigarrilhas- George Burns, que morreu aos cem anos. "Basta um drinque para eu ficar bêbado", ele brincava. "O problema é que nunca me lembro se estou no décimo-terceiro ou décimo-quarto".
Mas no que diz respeito ao consumo do álcool e a longevidade, não parece haver consenso entre especialistas. E, de acordo com dados divulgados em março pelo Sistema Nacional de Saúde britânico (NHS na sigla em inglês), mortes por doenças do fígado na Inglaterra atingiram índices recordes.
Teorias científicas tendem a se concentrar nas mudanças físicas que podemos fazer no nosso estilo de vida para evitar doenças associadas à idade e aumentar nossa expectativa de vida. Entre elas, fazer exercícios regularmente e manter uma dieta saudável, rica em vitaminas e minerais.
Alguns estudos, por exemplo, afirmam que uma dieta com poucas calorias pode aumentar a expectativa de vida de uma pessoa em até 25 anos. Não existe, no entanto, uma teoria que agregue os estudos sobre o assunto e ofereça aos especialistas a fórmula definitiva da longevidade. "A ciência está intrigada, ainda não entendemos o que produz um centenário porque todos eles são únicos", diz Tim Spector, especialista em envelhecimento da Kings College University, em Londres.

Otimismo
Para alguns dos que conseguiram ultrapassar a barreira dos cem, o segredo de envelhecer com sucesso não é algo tangível como comer cinco porções de legumes e frutas por dia, recomendação comum na Grã-Bretanha. "Minha irmã gêmea era um tipo pessimista, ela morreu antes de fazer 70 anos porque nunca ria, nunca. Mas rir é uma coisa linda", diz Alice Herz-Sommer, que tem 108 anos.
"Sou uma otimista, para mim, apenas as coisas boas, nunca os pensamentos ruins", ela diz. Nascida em 1903, Herz-Sommer conseguiu manter uma atitude positiva apesar de um começo de vida terrível. Ela é a mais idosa sobrevivente do Holocausto, ficou presa no campo de concentração de Terezin (também conhecido como Theresienstadt), perto de Praga, com o filho pequeno, Raphael.
Ela sobreviveu tocando piano em concertos dentro dos campos de concentração. O marido morreu na Alemanha, no campo de concentração de Belsen. "Na minha opinião, músicos são pessoas privilegiadas. (A música) leva você, na primeira nota, a um outro mundo, não um mundo com supermercados, e não com dinheiro, um mundo com paz e beleza", ela diz.
O especialista em envelhecimento Spector vê uma certa dose de verdade no argumento de Herz-Sommer em favor da calma interior e do otimismo. No seu novo livro, Identically Different, Spector concentra sua atenção na epigenética: ciência que estuda como o meio-ambiente e as decisões que você toma podem ter impacto sobre seu código genético.
Mesmo em gêmeos univitelinos (ou idênticos), que compartilham o mesmo DNA, pequenas alterações na criação ou em sua atitude têm o potencial de alterar seu caminho genético. "O que estamos descobrindo em nossos experimentos com gêmeos é que uma pequena diferença pode ter grande impacto sobre eles, e há evidências de que pessoas levemente otimistas vivem mais do que pessimistas".
Spector diz que a diferença na forma como uma pessoa vê uma mesma situação pode ter um impacto nos genes que agem no seu cérebro, o que, por sua vez, pode alterar certas substâncias químicas e influenciar os índices de estresse. Tudo isso pode, potencialmente, ter um efeito sobre a saúde e longevidade - diz o especialista.
Um estudo publicado em 2011 na revista científica Applied Psychology: Health and Wellbeing parece confirmar essa teoria, dizendo que pessoas que pensam positivo são mais felizes e que pessoas felizes vivem mais tempo.

Vida ativa
Peggy Hovell, com cem anos, é positiva a ponto de não sentir qualquer medo. Seu plano de saltar de paraquedas, já nonagenária, como parte de um evento beneficente, foi abandonado em virtude de conselhos médicos. "Eles disseram que se eu saltasse minha retina iria provavelmente se romper e eu ficaria cega".
Em vez de diminuir o ritmo à medida que envelhece, Hovell está aumentando a velocidade. "Adoro dirigir e gosto de dirigir rápido", diz a centenária que durante a Segunda Guerra Mundial dirigia uma caminhonete para fazer entregas de mantimentos.
Esse não é o comportamento que você esperaria de uma mulher de idade avançada, mas um teste de motorista feito quando ela completou 96 anos provou que os reflexos de Peggy Hovell estavam tão aguçados quanto os de um motorista 40 anos mais jovem. Sua força de vontade e motivação podem ajudar a explicar sua longevidade, diz Spector. "Se você tem a força de vontade para fazer coisas, você tem uma visão otimista, de que não vai se machucar", ele diz.
O pessimista, no entanto, vai pensar que, se fizer aquilo, corre o risco de quebrar a perna e, portanto, vai ficar em casa o dia inteiro, explica. E a ciência já demontrou que um estilo de vida ativo é vital quando se trata de viver uma vida longa e saudável, ele lembra.
Uma característica que muitos centenários parecem compartilhar é o desejo de continuar vivendo. Nina Jackson, de 103 anos, desafia a velhice. "Não me sinto nem um pouco diferente, algumas vezes sinto como se tivesse 50, às vezes até mais jovem", diz. Seu conselho a todos os pretendentes a centenários é: Adapte-se às mudanças e não fique preso no passado.

FONTE:http:// www.saude.terra.com.br


Sete exercícios para quem passou dos 60 anos

Depois de uma certa idade, o foco da atividade física deve ser outro





Com o passar do tempo, quem já chegou à casa dos 60 muitas vezes deixa de fazer exercícios por falta de motivação ou por medo de que o corpo não dê mais conta do recado. Depois dos 65 anos, tanto os homens quanto as mulheres sofrem alterações no corpo que os deixam mais propensos a sentirem dores, rigidez muscular e mais cansaço do que os mais jovens. Por isso, escolher o exercício certo para as características do seu corpo é uma ótima alternativa para continuar (ou começar) a fazer atividades físicas, favorecendo a saúde e a qualidade de vida.

De acordo com a educadora física Francini Vilela Novais, coordenadora do Centro de Estudos do Envelhecimento, da Unifesp, os exercícios para idosos devem buscar melhorar quatro "pilares" que, além de aumentar a saúde e evitar doenças comuns na velhice, ainda diminuem as chances de quedas, falta de equilíbrio e fraqueza nas pernas. "Quem chega à terceira idade, independentemente de sua condição física, deve buscar exercícios que melhorem a parte aeróbica, a flexibilidade, o fortalecimento dos grandes complexos musculares e o equilíbrio do corpo", diz Francini Vilela.


casal de meia idade alongando - Foto Getty Images

Intensidade do exercício
Os idosos que já estão acostumados a praticar exercícios, e que não têm doenças cardiovasculares crônicas, dispensam qualquer tipo de recomendação especial. "A frequência cardíaca durante o treino deve ser 70% da capacidade do coração no máximo (164 batidas por minuto), como em todas as idades. Mas, como é comum que idosos tomem medicações para pressão alta, é bom que o número de batidas não passe de 135 ou 140", diz o fisiologista do esporte Paulo Correia, da Unifesp.
Para aqueles que tiveram uma rotina sedentária durante a vida e querem começar a fazer exercícios quando chegam à terceira idade, o aconselhado é não acelerar muito. Os batimentos cardíacos devem ficar um pouco abaixo do normal nos primeiros treinos, por volta de 114 batimentos por minuto.
idoso parado na beira na piscina - Foto Getty Images
Natação
Nadar faz bem para esse grupo de pessoas porque queima calorias, trabalha intensamente a parte aeróbica e fortalece os músculos, além de proteger as articulações, ajudando a tratar doenças como artrite e osteoartrite. "A natação, e também a hidroginástica, são exercícios muito bons para trabalhar a circulação sanguínea e a respiração", diz o fisiologista do esporte Paulo Correia, da Unifesp. Outro ponto positivo da natação é que o contato com a água causa uma vasodilatação nas vias respiratórias, o que melhora instantaneamente a respiração dos idosos, diminuindo o problema da falta de ar.
mulher idosa correndo no parque - Foto Getty Images
Corrida
Correr traz muitos benefícios para o equilíbrio e para a respiração. Os idosos que procuram ser beneficiados por essa atividade devem gastar no mínimo 30 minutos por dia com ela, cinco vezes por semana. "A partir dessa frequência de exercícios, os níveis de batimentos cardíacos aumentam, seguidos pela intensificação da respiração", explica Francini. Mas, principalmente na terceira idade, é importante tomar alguns cuidados para não prejudicar a saúde.De acordo com Paulo Correia, é importante fazer trabalhos para aumentar a flexibilidade antes da corrida. Se as articulações, principalmente as da cintura, dos ombros, joelhos e a do dedão do pé não estiverem preparadas para uma atividade física que envolve impacto podem acontecer lesões ou torções no local.
"Para quem não tem problema nas articulações e faz um bom trabalho de alongamento e aquecimento, o impacto é benéfico ao corpo. É a partir do estimulo elétrico que acontecem após cada impacto ou tensão, que o cálcio é absorvido pelos ossos. Sem o mineral, aumentam as chances de osteoporose, por exemplo", explica Paulo Correia.
casal de idosos andando de bicicleta - Foto Getty Images
Bicicleta
A bicicleta continua sendo um bom método de exercício para quem já tem mais idade. Ela trabalha a parte aeróbica, o equilíbrio e o fortalecimento dos músculos das coxas e da panturrilha. "Pedalar é um exercício bem específico, que fortalece os músculos da perna e dos quadris. Esses músculos são importantes para a manutenção de uma rotina saudável do idoso", diz o fisiologista.
No entanto, o idoso precisa tomar alguns cuidados, principalmente quando estiver andando de bicicleta, já que um desmaio nessa situação pode causar lesões sérias. Pedalar sempre equipados com capacete e luvas é essencial para garantir a segurança.
idoso levantando um haltere - Foto Getty Images
Musculação na academia
Busque exercícios que fortaleçam as pernas e os músculos da cintura. Porém, o mais importante é dar mais enfoque à repetição do que ao peso, já que uma carga maior pode causar dores nos músculos e prejudicar as articulações. De acordo com Francini, além do fortalecimento dos principais grupos musculares, exercícios feitos na academia favorecem a respiração e a circulação sanguínea.
idosa fazendo ioga em casa - Foto Getty Images
Ioga e pilates
Os benefícios dessas duas modalidades na terceira idade vão desde o alívio das dores provenientes da idade até o aumento da autoestima. Os exercícios são graduados de acordo com a capacidade física de cada aluno, sempre levando em consideração suas restrições a determinados tipos de movimentos.
Essa dupla de exercícios é campeã no quesito melhoria da flexibilidade e equilíbrio. O objetivo maior dessas duas modalidades é proporcionar um aprofundamento na compreensão do corpo e de como a parte física pode entrar em harmonia com a mental.
Elas têm efeitos bastante benéficos especificamente para os idosos, aliviando dores comuns com a chegada da idade, melhorando a percepção dos movimentos, fortalecendo a musculatura, dando maior equilíbrio, aumentando a flexibilidade e diminuindo o estresse.
casal de idosos caminhando no parque - Foto Getty Images
Caminhada
Ela é considerada o exercício mais prático de inserir na rotina e o mais eficiente para as pessoas que chegaram à terceira idade sedentárias e que não estão acostumadas com exercícios. "Caminhar durante uma hora todos os dias da semana diminui as chances de morte por doenças cardiovasculares em 30%. Além disso, quando caminhamos, temos que processar e adequar os movimentos do corpo à estímulos visuais, sonoros e tácteis, o que acaba melhorando nossa coordenação", diz Francini. "É claro que cada caso deve ser analisado por um profissional, para que o potencial de cada indivíduo seja melhor aproveitado, mas andar um pouco faz bem para todas as pessoas, principalmente para os idosos", diz Paulo Correia.

FONTE:http:// www.minhavida.com.br





 Sexualidade na Terceira Idade

1)A Sexualidade na Terceira Idade ou na Melhor Idade.

A Melhor Idade é aquela em que não contamos o tempo, e sim proporcionando felicidade a nós mesmos e a todos ao nosso redor. (Maria A S Jorge)
Vovô e vovó também amam: Eles têm esse direito!
Quando se está na flor da idade, ou em plena juventude, época em que os hormônios determinam a variação do nosso humor e de nossos desejos afetivos e sexuais, torna-se impensável imaginar que um dia envelheceremos.
Muitas pessoas não conseguem imaginar, que existe uma continuidade da sexualidade após a menopausa, Tendem a imaginar que o coração tenha envelhecido e perdem a noção de como é amar. Mas é justamente por ter passado por uma vivência inteira, cheia de experiências, que a pessoa mais vivida adquire mais sabedoria na arte de viver e também sobre o amor.
O amor rejuvenesce aqueles que estão abertos para vida e para o amor. Para quem se fecha, sobra somente a solidão e o vazio.
Amar faz bem. Quem garante é a Organização Mundial de Saúde, apoiada em estudos, pesquisas e relatórios realizados por Universidades Norte-Americanas. Os cidadãos que chegam à Terceira Idade com disposição emocional para manter uma vida sexual ativa vivem mais e melhor. O amor tem sido apontado como um santo remédio contra a solidão, o abandono e a depressão, que são os mais sérios problemas enfrentados pelos idosos.
Já se foi o tempo em que o homem ou a mulher que chegavam à Terceira Idade sentia-se incapacitado para desfrutar uma vida sexualmente feliz. Hoje a medicina criou mecanismos para combater as dificuldades sexuais, tanto no homem como na mulher. Na maioria dos casos, a falta de apetite sexual é decorrente menos da impotência ou da menopausa do que de doenças, como hérnias de disco, tumores e artrites, que podem ser tratadas com o auxílio médico. Assim doente, portanto, não é quem ama, mas quem deixa de amar. (Por Marcos Teodoro) Fonte: Jornal o Dia 11/06/2001.

2)Sexualidade em todas as idades
Viva bem a idade que você tem! Para refletir: Você acha que a sexualidade acaba na medida em que se vai envelhecendo?
Unati dicas dos idosos
Até há pouco tempo isto era tabu. Pouco ou quase nada, se falava sobre esse assunto sexualidade na velhice. Dificilmente este assunto entrava nas rodinhas nas reuniões sociais e ou nas conversas de comadres. Talvez, reservadamente, em particular, alguém tivesse a coragem em colocar suas angústias ou revelar uma grande noite de amor. Ainda hoje parece tabu idosos não transam. Diversos paradigmas caíram após a 2a Guerra Mundial, que foi a geradora de diversos conflitos familiares, e com isso mudanças acabaram ocorrendo no seio das famílias e da sociedade em geral.
Algumas pessoas ainda externam a sua aversão ao tocar neste assunto e sequer podem imaginar adultos maduros ainda fazendo amor e trocando afetos mais íntimos em público.
Alguns chegam mesmo a considerar que este é um assunto para jovens, voltado para a geração de filhos. Engano, a sexualidade é também uma forma de expressão de carinho e afeto, logo interessa a todos nós. Contudo, para que nossa sexualidade possa se manifestar de maneira saudável, é importante resolver algumas dúvidas.
Unati - dicas para idoso - temas - sexualidade).
Com o passar dos anos o corpo se transforma. As mulheres sentem claramente estas mudanças, principalmente no período da menopausa. Este assinala o fim da capacidade reprodutora, o que não implica no término da sexualidade. Nossos desejos se modificam, mas não acabam.
Assim, a sexualidade continua a proporcionar sensações agradáveis, carinho, afeto e boa comunicação, resultando em sentimento de felicidade, segurança e bem- estar.
É necessário reconhecer que cada um tem uma maneira própria de expressar sua sexualidade. Não é proibido fazê-lo. (http://unati.uerj.br/ - dicas para idoso - temas - sexualidade).

3)Geriatria
As mudanças que ocorrem no homem a partir do processo de envelhecimento diferem da mulher. Normalmente o homem não pensa que o seu tempo acabou. A produção de espermatozóides após os 40 anos é menor mas não totalmente ausente. Há redução da produção de testosterona, mas de forma lenta e pouco pronunciada. Há porém homens que desencadeiam crises com sintomas psicológicos como depressão, irritabilidade, falta de impulso sexual e queda dos níveis de testosterona.
Unati- dicas para idoso - temas - sexualidade).
Na mulher há uma mudança em nível pessoal e social que se inicia entre os 48 e 51 anos que é a menopausa, ou seja o fim da menstruação e da função reprodutiva. Após este tempo a mulher tem hoje mais ou menos 25 anos pós-menopausa onde não deve ser desprezada a sua sexualidade. Com a menopausa as mudanças fisiológicas atróficas ocorrem na pele, mama, mucosa genital e também há sintomas psicológicos como irritabilidade ou mudanças de humor, variáveis de mulher para mulher.
As mudanças sexuais são mais lentas e progressivas pela diminuição na produção de hormônios femininos. Efetivamente, a resposta sexual sofre algumas alterações, mas não desaparece. Por outro lado, a situação pós-menopausa, é vantajosa: não há o temor da gravidez, não despende tanto tempo para cuidar dos filhos e geralmente se libertou de inibições que atrapalhavam sua vida sexual anterior.
Unati - dicas para idoso - temas - sexualidade).
Segundo a UNATI existem meios para melhorar o sexo na Terceira Idade:

Manter durante toda a vida uma prática sexual contínua e equilibrada. Quanto mais atividade sexual maior a possibilidade de se manter desta forma, quanto menos sexo menos vontade e a freqüência diminui. O equilíbrio no relacionamento sexual quando jovens é mantido com o passar dos anos. O importante é ter uma vida sexual regular. Se para a mulher jovem é importante a prática sexual com regularidade, para a idosa isso é ainda mais necessário, pois seu desempenho sexual depende muito mais da regularidade que o da mulher jovem.
Na prática essa atitude equivale a um processo de auto-estimulação: quanto maior a atividade sexual mais possibilidades de melhorar as condições dos órgãos afetados pelo envelhecimento e, em conseqüência, maior disposição e interesse em prosseguir com a atividade sexual.
Cuidar do estado geral da saúde. Deve-se evitar fatores que diminuem a saúde (evitar álcool em excesso, evitar o fumo, diminuir a ingestão de colesterol, sal , o excesso do açúcar e principalmente diminuir o stress e a ansiedade).
Conhecer e se adaptar às mudanças fisiológicas vindas com a idade (como menor freqüência de relações sexuais; mais relaxadas; mais afetivas; mais prazerosas)
Efetuar adaptações sexuais que ajudam na intimidade - dar mais valor para carinhos, beijos, agrados, etc. , nem sempre tendo como resultado o coito, variedades sexuais para tirar a monotonia da repetição e o desgaste do dia a dia, imaginação para aprimorar as relações sexuais e ter a cada dia maior possibilidade de prazer, fantasias sexuais que ajudam a melhorar a sexualidade dos casais, cuidar do estado geral da saúde. Muitas doenças próprias da terceira idade abalam as respostas sexuais e muitos sintomas sexuais são sinais de outras doenças que o médico urologista deve sempre pesquisar, a mulher deve manter uma visita regular ao ginecologista para verificar a necessidade ou não de uma reposição hormonal, para que as suas mudanças genitais não sejam tão intensas que impeçam a realização do coito.
O homem deve cuidar de sua saúde controlando sua hipertensão arterial, o diabetes e cardiopatias , pois estas debilitam e afetam diretamente a sua atividade e resistência sexual.
Conhecer e adaptar-se às mudanças fisiológicas vindas com a idade.
Cuidar melhor da aparência. O banho contínuo, o barbear-se ,o perfume ,o penteado, roupas limpas e cheirosas fazem parte da expressão da nossa sexualidade. Importante amar-se e sentir-se atraente para poder dar e receber amor.

4)Novos conceitos e perspectivas
A população com mais de 60 anos no século XXI crescerá 107 %. De 1950 a 2025 o número de pessoas com mais de 60 anos aumentará 15 vezes. Isto se deve a melhor qualidade de vida, pelos programas de prevenção de doenças e pela descoberta de novos medicamentos, entre outros fatores. Desta forma cresce a cada dia a população idosa, também no Brasil , e a sexualidade destes que foi sempre abolida e colocada em segundo plano deve agora ser cada vez mais presente e praticada.


5)Nova Fonte da juventude ou juventude eterna?
Milhares de pessoas idosas acreditam ter descoberto a fonte da juventude.Algo que os torna mais magros, musculosos, lhes proporciona mais energia e melhora a vida sexual. (Elizabeth Weise)
A Administração de Alimentos e Remédios dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) aprovou em meados deste ano o uso do hormônio sintético em crianças saudáveis que têm forte probabilidade de se tornarem adultos muito baixos. Mas há uma preocupação crescente entre os especialistas em saúde quanto aos cerca de 50 mil idosos norte-americanos que estão recebendo injeções diárias do hormônio.
Outros pesquisadores esperam que a substância possa fazer com que os idosos permaneçam independentes por mais tempo. "O objetivo da medicina de combate ao envelhecimento é manter o nosso metabolismo o mais jovem possível durante o maior tempo", explica Ronald Klatz, presidente da Academia Americana de Medicina Contra o Envelhecimento.
O hormônio do crescimento é essencial para a vida. Produzido na pituitária, a "glândula mestra" do corpo, ele é chamado pelos cientistas de somatotropina. Sem ele, os embriões não crescem, as crianças não se desenvolvem e os adultos se tornam gordos, letárgicos e deprimidos.
A maior produção ocorre na adolescência. O corpo produz menos somatotropina à medida que o indivíduo envelhece.
Quando o hormônio do crescimento é prescrito para pessoas saudáveis mais velhas, o tratamento é considerado "não oficial". Isso significa que o médico está prescrevendo uma substância que acredita que vai beneficiar o paciente, mas não com a intenção de promover um tratamento específico reconhecido pela FDA.
Biologicamente os seres humanos percorrem um ciclo de vida, do nascimento à morte. E se a vida não é interrompida prematuramente, pelo acaso, fatalmente ocorre, mais cedo ou mais tarde a falência múltipla dos processos biológicos. Existe a expectativa de que esse momento possa ser retardado, mas nada garante à humanidade a eterna juventude, e nada garante, principalmente, que mais tempo de vida, seja sinônimo de mais felicidade. ( A Manipulação da Velhice - Evelyn Márcia Leão).
"Todo mundo está procurando uma bala mágica", afirma Christine Cassel, especialista em medicina geriátrica e presidente da Associação Americana de Medicina Interna. "A confirmação de que a chave para uma velhice vigorosa é a atividade - física, mental e social - simplesmente não é a verdade que a nossa sociedade deseja ouvir".
Merrian não acredita que este seja o momento para a utilização generalizada do hormônio do crescimento.
Carl Grunfeld, professor de medicina da Universidade da Califórnia em São Francisco, realizou alguns dos primeiros estudos com o hormônio do crescimento em pessoas idosas saudáveis. "Eles reclamaram bastante", conta. "Tiveram edemas, dores e problemas no túnel carpal. Eles não gostaram do tratamento".
Dos 26 homens que receberam o hormônio do crescimento e que participaram do estudo feito por Grunfeld, 22 relataram que houve pelo menos um efeito colateral e seis tiveram as doses diminuídas por causa dessas reações. Embora os homens estudados tenham perdido gordura abdominal e ganhado músculos, isso não aumentou a sua funcionalidade. Esses efeitos colaterais apareceram em pelos menos alguns pacientes na maioria das pesquisas.


6)O que pensam as crianças a respeito da velhice.

Como se imaginam quando estiverem velhos?
Eu acho que os velhos deveriam ser mais respeitados, Ter uma aposentadoria mais alta e igual para todos. As pessoas estão ficando velhas mais cedo porque estão sofrendo muito. Eu não convivo com velhos, tenho minha avó, mas vejo raramente. Eu não me imagino velho porque não quero focar velho.
Para mim, a velhice é uma coisa muito bonita, é uma fase que (se a pessoa tiver condições financeiras) podem aproveitar e sair, viajar para vários lugares, passear, enfim, se divertir, mas infelizmente há velhinhos que precisam da ajuda para caminhar, ir ao banheiro,etc. Também (infelizmente) tem velhinhos com muitos problemas de saúde. É, mas felizmente há muitos velhinhos que vivem viajando. Quando eu for velhinho pretendo viajar, viajar muito, e é claro, me divertir.
A velhice é uma fase da vida que poucas pessoas conseguem chegar. As pessoas quando chegam nela começam a se esquecer das coisas, mas apesar de tudo são muito carinhosos e adoram companhia. Eles podem nos ensinar muitas coisas, pois já viveram bem mais que nós, e passaram por coisas que nós ainda vamos passar. Muitas vezes vivem sozinhos, como a minha avó. Minha tia avó, com o marido, minha outra tia avó com filhas, minha tia, etc. Quando sozinhos, gostam de receber visitas a todo instante. Minha avó não pode ver os outros trabalhando e ficar parada. É uma coisa que ela traz desde a infância. É uma característica dos velhos: trazer coisas da infância.

Comentários finais
O presente recorte serve de confirmação sobre velhas trilhas já percorridas e ao mesmo tempo traz novos dados para se traçar um novo perfil das pessoas idosas. Anteriormente esta fase era sinônimo de entrega ao ócio, inércia, acomodação e lamentação. Mas os tempos são outros e torna-se gratificante ter contato com vários grupos da terceira idade, que juntos viajam, brincam, dançam, cantam e descobrem novos parceiros afetivos. A idéia de uma visão mais positiva do envelhecimento, começa a ganhar força nos dias atuais, é resultado de fatores variados, dentre os quais se destaca o crescimento do número de idosos no mundo inteiro. Houve época em que os focos visados eram as crianças da pré-escola, que hoje já atingiram seu status. No momento atual, este olhar pousa sobre os pais e os avós. Em conseqüência cresce entre eles a consciência dos seus direitos, assim como sua capacidade de influência nas diversas esferas sociais.
Ao voltarmos o olhar para a história, é possível encontrar nas grandes civilizações antigas - China, Esparta, Grécia e Roma - , o grande destaque dado aos homens mais velhos os anciãos pois, quando se procurava manter a ordem estabelecida, os idosos serviam de intermediários e juízes.

Faculdade Paulista de Ciências e Letras Departamento de Psicologia
Alunos: Maria Immaculada Rosell Marques e Luiz Carlos Marques

FONTE: http:// www.amelhoridade.kit.net

 

Cérebro de idosos pode ser tão rápido quanto o de jovens em alguns aspectos

Pessoas mais velhas são mais lentas para tomar decisões porque buscam mais precisão. Se for pedido que acelerem o processo, os idosos respondem testes com a mesma velocidade dos jovens, revela estudo

O cérebro dos idosos não perde para o dos jovens em velocidade em algumas tarefas
O envelhecimento faz com que o corpo perca agilidade e velocidade. Atletas geralmente se aposentam mais cedo do que a maioria dos trabalhadores. Na cérebro, porém, a história é diferente. Ao contrário de músculos e articulações, o cérebro dos idosos pode se comportar como o de jovens e crianças em várias situações, como a velocidade para tomar decisões. A descoberta é importante para o estudo da neurociência e foi publicada na edição online da revista Child Development.  
"A visão antiga era de que todo o processo cognitivo decaia com a idade", explica Roger Ratcliff, psicólogo da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos. "Mas estamos descobrindo que não existe esse declínio uniforme. Há coisas que pessoas mais velhas podem fazer tão bem quanto os jovens", completa.

Os pesquisadores aplicaram em voluntários de várias idades um modelo de resolução de problemas que considera o tempo e a precisão das respostas. A maioria dos modelos usados nesse tipo de pesquisa considera apenas um desses aspectos. "Alguns estudos sobre a velhice mostram que idosos não perdem em precisão. Outros chegam à conclusão de que eles perdem em velocidade. Nós olhamos os dois cenários juntos para conciliar os resultados", disse Ratcliff. 
A equipe aplicou vários testes em crianças, adultos e idosos. Em um deles, os participantes precisavam pressionar teclas para dizer se o número de asteriscos que aparecia em uma tela de computador era pequeno (31 a 50) ou grande (51 a 70). Em outro, precisavam dizer se o grupo de letras que aparecia na tela formava ou não uma palavra em inglês. 
Ratcliff e seus colegas estudam processos cognitivos e envelhecimento há mais de uma década, mas foi a pesquisa recente com crianças que fez com que eles chegassem às novas conclusões. Nos testes, as crianças pequenas têm tempos de resposta mais longos e pouca precisão. Já crianças mais velhas e adolescentes respondem mais rápido e acertam mais. 
Os idosos têm nível de precisão próximo ao dos jovens, mas demoram mais para responder os problemas. Segundo os cientistas, isso não ocorre porque o cérebro processa as informações mais lentamente, mas por causa de uma análise mais detalhada, que evite erros. 
"Pessoas mais velhas não querem cometer erros e isso as deixa mais lentas. Descobrimos que é difícil tirá-las desse hábito, mas é possível com a devida prática", diz Gail McKoon, outro psicólogo da mesma universidade. Estimulados a acelerar o tempo de resposta, os idosos resolvem questões tão rápido e com a mesma precisão de jovens adultos. "Para estas tarefas simples, de tomada de decisão velocidade e precisão está intacta mesmo até aos 85, 90 anos", afirma McKoon.
Em outros aspectos, porém, a velhice cobra seu preço. Os testes mostraram que a precisão na memória associativa diminui com o passar dos anos. Pessoas mais velhas são muito menos propensas, por exemplo, a lembrar que estudaram um par de palavras do que os jovens.
A importância do estudo é mostrar que o cérebro não envelhece de maneira uniforme, como os demais tecidos.

CONHEÇA A PESQUISA:

Título original: Children Are Not Like Older Adults: A Diffusion Model Analysis of Developmental Changes in Speeded Responses

Onde foi divulgada: revista Child Development

Quem fez: Roger Ratcliff, Jessica Love, Clarissa Thompson e John Opfer

Instituição: Universidade do Estado de Ohio, EUA

Dados de amostragem: 130 crianças e 72 adultos nos EUA

Resultado: Crianças pequenas resolvem problemas simples mais lentamente e com menos precisão do que adultos. Idosos têm precisão parecida com a dos jovens, mas resolvem os problemas mais lentamente porque buscam mais certeza. Se treinados, realizam os testes com a mesma velocidade dos jovens.

FONTE:http://veja.abril.com.br

Pode ser velhice ou carência de B12


MSN
Ilsa Katz tinha 85 anos quando sua filha, Vivian Atkins, começou a notar que ela estava ficando cada vez mais confusa.
"Ela não conseguia lembrar nomes, onde ela havia estado ou o que tinha feito no mesmo dia", lembra-se Atkins, em uma entrevista. "À princípio, não fiquei muito preocupada. Pensei que fosse um processo normal de envelhecimento. Mas com o passar do tempo, a confusão e os problemas de memória se tornaram mais graves e frequentes."
Sua mãe não conseguia lembrar os nomes de parentes próximos, ou em que dia estavam. Ela achava que precisava ir trabalhar ou ir ao centro da cidade, mas não era o caso. E ela ficava muito agitada.
MSN
Um exame em uma clínica de memória resultou em um diagnóstico de estágio inicial de Alzheimer, e os médicos prescreveram Donepezil, que Atkins afirma só ter piorado a situação. Mas a clínica também testou o nível de vitamina B12 no sangue de Katz. Estava muito abaixo do normal, e seu médico achou que isso poderia estar contribuindo para os seus sintomas.
Injeções semanais de B12 começaram a ser administradas.
"Logo depois, sua agitação diminuiu, ela se tornou menos confusa e sua memória melhorou muito", disse Atkins. "Senti que minha mãe havia voltado para mim, e ela também está se sentindo bem melhor."
MSN
Hoje com 87 anos, Katz ainda vive sozinha em Manhattan e se sente bem o bastante para recusar ajuda externa.
Mesmo assim, sua filha se pergunta, “Por que será que os níveis de B12 não são conferidos rotineiramente, especialmente em pessoas mais velhas?"
Essa é uma pergunta importante. Ao envelhecermos, nossa capacidade de absorver a vitamina B12 dos alimentos diminui, e geralmente nosso consumo de alimentos ricos nessa vitamina também se reduz. Uma deficiência de B12 pode surgir de repente e causar muitos sintomas confusos, que muitas vezes levam a diagnósticos errados ou são atribuídos simplesmente ao envelhecimento.
MSN
Um nutriente vital
A B12 é uma vitamina essencial que atua em várias partes do corpo. Ela é necessária para o desenvolvimento e a manutenção de um sistema nervoso saudável, a produção de DNA e a formação de hemácias.
Uma deficiência grave de B12 pode resultar em anemia, que pode ser detectada em um exame de sangue normal. Mas os sintomas menos dramáticos de uma deficiência de B12 incluem fraqueza muscular, fadiga, tremores, desequilíbrio, incontinência, pressão baixa, depressão e outros problemas de humor, e problemas cognitivos, como memória fraca.
MSN
Os laboratórios têm padrões diferentes sobre o que consideram normal, mas a maioria das autoridades no assunto afirma que a deficiência ocorre quando os níveis de B12 em um adulto estão abaixo de 250 picogramas por mililitro de soro. Como todas as vitaminas B, a B12 é solúvel em água, mas o corpo armazena excedentes de B12 no fígado e em outros tecidos. Mas, mesmo que as fontes alimentares sejam inadequadas por um período, a deficiência no soro pode demorar anos para aparecer.
Se a quantidade de B12 armazenada já é baixa, a deficiência pode se desenvolver em um ano, ou até menos em crianças.
MSN
As quantidades recomendadas de ingestão de B12 variam: 2,4 microgramas diários para maiores de 14 anos, 2,6 microgramas para mulheres grávidas e 2,8 microgramas para mulheres que estejam amamentando. A não ser em circunstâncias que impeçam a absorção de B12, esses níveis podem ser facilmente atingidos através de uma dieta balanceada que contenha proteína animal.
Em sua forma natural, a B12 está presente em níveis significativos apenas em alimentos derivados de animais, e em maior quantidade em fígado (83 microgramas em uma porção de 99 gramas). Entre as boas fontes estão outras carnes vermelhas, perus, peixes e crustáceos. Há menos vitamina em laticínios, ovos e frangos.
MSN
Quem corre risco?
Fontes naturais vegetais são, no mínimo, pobres em B12, e a vitamina delas não é facilmente absorvida. Muitos vegetarianos estritos e todos os veganos, além dos bebês amamentados por eles, devem consumir suplementos ou cereais fortificados para obter níveis adequados.
Certos organismos, como a bactéria espirulina e certas algas, contêm uma pseudo-B12 que o corpo não consegue utilizar, mas que pode resultar em leituras falsas de um nível de B12 normal em exames de sangue. Apesar do que afirmam certas pessoas, a erva-patinha, uma alga, e a grama de cevada não são fontes confiáveis de B12.
Em alimentos de origem animal, a B12 se combina com proteínas e deve ser liberada por ácidos estomacais e uma enzima para que possa ser absorvida. Portanto, usuários crônicos de drogas supressoras de ácido, como o omeprazol, o lansoprazol e o esomeprazol, além de medicamentos contra úlcera, como a famotidina e a cimetidina, correm risco de desenvolver uma deficiência de B12 e muitas vezes precisam tomar suplementos diários da vitamina.
MSN
Os níveis de ácidos estomacais diminuem com a idade. Até 30 por cento de pessoas mais velhas podem não contar com uma quantidade suficiente de ácidos estomacais para absorver quantidades adequadas de B12 de fontes naturais. Portanto, o consumo regular de alimentos fortificados ou suplementos com 25 a 100 microgramas diários de B12 é recomendado para pessoas com mais de 50 anos.
A B12 sintética, encontrada em suplementos e alimentos fortificados, não depende dos ácidos estomacais para ser absorvida. Mas, natural ou sintética, apenas uma parcela da B12 consumida acaba sendo absorvida pelo corpo. Tratamentos para curar deficiências de B12 costumam envolver doses muito superiores ao que o corpo realmente precisa.
A B12 livre, tanto natural quanto sintética, precisa se combinar com uma substância no estômago, chamada fator intrínseco, para ser absorvida pelo corpo. Esse fator é reduzido em pessoas com uma doença autoimune chamada anemia perniciosa; a deficiência de vitaminas que resulta disso costuma ser tratada com injeções de B12.
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Embora a maioria dos médicos não hesite em recomendar injeções para corrigir deficiências de B12, existem muitas provas de que, em doses suficientemente altas, comprimidos sublinguais e adesivos transdérmicos de B12 podem funcionar tão bem quanto injeções para pessoas com problemas de absorção, até mesmo para aquelas com anemia perniciosa.
Geralmente, um suplemento diário de 2.000 microgramas é recomendado por cerca de um mês, e depois é reduzido para 1.000 microgramas ao dia por mais um mês, depois reduzido novamente para 1.000 microgramas semanais. Comprimidos sublinguais e adesivos transdérmicos de B12, ou até mesmo pirulitos de B12, podem ajudar pessoas que precisam do suplemento mas não conseguem engolir comprimidos.
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Outros que correm risco de desenvolver deficiências de B12 são pessoas que bebem muito (o álcool reduz a absorção de B12), pessoas que passaram por cirurgias estomacais, seja para perder peso ou por causa de uma úlcera, e pessoas que tomam aminossalicilatos (para doenças inflamatórias intestinais ou tuberculose) ou a droga contra diabetes, metformina (vendida como Glucophage, entre outras marcas). Pacientes que tomam anticonvulsivos como fenitoína, fenobarbital e aprimidona também correm risco.
Doses altas de ácido fólico podem mascarar uma deficiência de B12 e causar danos neurológicos permanentes, caso os níveis normais de B12 não sejam restaurados. Suplementos de potássio prejudicam a absorção de B12 em algumas pessoas.
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Embora uma deficiência de B12 possa aumentar os níveis do aminoácido homocisteína no sangue, que aumenta o risco de doenças cardíacas e derrames, os suplementos de B12 não diminuem os riscos cardiovasculares.
E embora níveis altos de homocisteína estejam ligados ao Alzheimer e à demência, reduzi-los com suplementos de B12 não parece melhorar a função cognitiva. No entanto, em um estudo, entre mulheres com uma alimentação pobre em B12, suplementos da vitamina desaceleraram significativamente o índice de declínio cognitivo.
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FONTE: http:// nytsyn.br.msn.com


Norberto Campelo propõe inserção do Estatuto do Idoso no ensino escolar

23 de Novembro de 2011
Norberto Campelo propõe inserção do Estatuto do Idoso no ensino escolar
A proposta do conselheiro federal e ex-presidente da OAB-PI, Norberto Campelo, de que o Estatuto do Idoso seja incluído na grade escolar foi aplaudida pelos conferencistas presentes na palestra “Direito Fundamental do Idoso à Vida Digna”, que ministrou nesta quarta-feira (23). O assunto foi um dos temas do painel “Direitos das Famílias, da Criança, do Adolescente e do Idoso”, dentro da programação da XXI Conferência Nacional dos Advogados.
“O fenômeno do envelhecimento da população é mundial e não é recente. Mesmo assim, a sociedade brasileira se encontra em situação de letargia, não está se preparando para atender essa parcela da população cada vez mais crescente e que exige alguma proteção”, pontuou Campelo.
O conselheiro apresentou dados da Organização Mundial de Saúde sobre o crescimento da população idosa, que deve alcançar a marca de mais de 35 milhões de brasileiros em 2.025, colocando o Brasil na 6ª posição entre os países com maior número de idosos. 
Norberto Campelo citou as principais leis relativas aos direitos dos idosos, mas lamentou que a legislação não consiga efetivamente promover essa proteção. “Existe uma justificativa plausível para que crianças, adolescentes e idosos sejam resguardados com a mesma magnitude. Essas são as faixas etárias de maior vulnerabilidade”, enfatizou. 
Outra preocupação apontada por Norberto Campelo foi com as consequências da aposentadoria, como a segregação da família, que passa a considerar o idoso como uma pessoa inútil, e os próprios danos psicológicos do afastamento do mercado de trabalho. 
Campelo falou sobre situações que devem ser levadas em consideração para o planejamento do processo de envelhecimento da população, como o fato das mulheres viverem mais do que os homens e de que a população deixou de ser rural para ser predominantemente urbana. Por fim, sugeriu a ampliação de políticas públicas destinadas à proteção do idoso e à garantia de uma vida digna a essa parcela da sociedade. 
A proposta do conselheiro federal e ex-presidente da OAB-PI, Norberto Campelo, de que o ensino do Estatuto do Idoso seja incluído na grade escolar foi aplaudida pelos conferencistas presentes na palestra “Direito Fundamental do Idoso à Vida Digna”, que ministrou nesta quarta-feira (23). O assunto foi um dos temas do painel “Direitos das Famílias, da Criança, do Adolescente e do Idoso”, dentro da programação da XXI Conferência Nacional dos Advogados.
“O fenômeno do envelhecimento da população é mundial e não é recente. Mesmo assim, a sociedade brasileira se encontra em situação de letargia, não está se preparando para atender essa parcela da população cada vez mais crescente e que exige alguma proteção”, pontuou Campelo.
O conselheiro apresentou dados da Organização Mundial de Saúde sobre o crescimento da população idosa, que deve alcançar a marca de mais de 35 milhões de brasileiros em 2.025, colocando o Brasil na 6ª posição entre os países com maior número de idosos. 
Norberto Campelo citou as principais leis relativas aos direitos dos idosos, mas lamentou que a legislação não consiga efetivamente promover essa proteção. “Existe uma justificativa plausível para que crianças, adolescentes e idosos sejam resguardados com a mesma magnitude. Essas são as faixas etárias de maior vulnerabilidade”, enfatizou. 
Outra preocupação apontada por Norberto Campelo foi com as consequências da aposentadoria, como a segregação da família, que passa a considerar o idoso como uma pessoa inútil, e os próprios danos psicológicos do afastamento do mercado de trabalho. 
Campelo falou sobre situações que devem ser levadas em consideração para o planejamento do processo de envelhecimento da população, como o fato das mulheres viverem mais do que os homens e de que a população deixou de ser rural para ser predominantemente urbana. Por fim, sugeriu a ampliação de políticas públicas destinadas à proteção do idoso e à garantia de uma vida digna a essa parcela da sociedade. 
FONTE:  www.oabpi.org.br

Cerca de 57 milhões de brasileiros têm halitose crônica 


A promoção de palestras e a distribuição de material informativo à população marcam o Dia Nacional de Combate à Halitose, comemorado nesta quinta-feira. Segundo a Associação Brasileira de Halitose, estima-se que 57 milhões de brasileiros tenham halitose crônica, popularmente chamada de mau hálito. O problema aparece com mais frequência entre os idosos, que respondem por 70% dos casos. Jovens e crianças não estão imunes.
Os mais velhos são os mais afetados porque tomam remédios nessa fase da vida, como antidepressivos, que diminuem a produção de saliva. A boca seca é uma das principais causas do mau hálito, conforme o presidente da associação, Marcos Moura.
O mau hálito não é uma doença, mas sintoma de que algo não vai bem no organismo. Pode ser um sinal de que a pessoa está doente, com diabetes ou hipertensão, por exemplo, alerta Moura. Existem mais de 50 causas para o mau hálito. Diferentemente do que a maioria pensa, cerca de 90% delas têm origem na boca,  como o sangramento da gengiva.
– Somente 1% dos casos é do estômago –, explicou Moura.
O presidente da associação também derrubou um mito: o de que tem mau hálito quem não escova os dentes corretamente. A halitose pode ser provocada por pouca salivação, alterações nas amígdalas e outros problemas bucais.
– Nem sempre uma boa escovação resolve o problema. Às vezes, a pessoa higieniza a boca mais de cinco vezes ao dia e não adianta –, explicou o dentista.
Apesar de quase 30% da população terem o problema, a maioria não sabe da existência dele. Depois de um tempo, o indivíduo se habitua ao odor constante, o que os especialistas chamam de fadiga olfatória, e não sente o próprio hálito.
– Com a proximidade da boca com o nariz, você fica acostumado ao cheiro –, disse.
Cabe aos parentes e amigos a tarefa de avisar a uma pessoa próxima que ela sofre de mau hálito. Diante da situação desagradável, a associação criou um serviço na internet em que a pessoa indica alguém que sofre de mau hálito, sem ter o nome revelado. Apelidado de SOS Mau Hálito, a pessoa informa o nome e os dados do conhecido que tem mau hálito no site da associação, pelo endereço www.abah.org.br, e como deseja que saiba do problema, por meio de carta ou e-mail.
A associação envia um texto esclarecendo sobre a halitose, suas causas e tratamento. Quem indicou fica no anonimato. São encaminhadas, em média, 30 cartas por mês. Até o momento, não houve nenhuma reclamação. De acordo com Moura, a entidade alerta que não tem como distinguir se a pessoa que recebeu a mensagem foi vítima de uma brincadeira de mau gosto.
Descoberto o mau hálito, a recomendação é procurar um dentista e, se necessário, outros profissionais de saúde. Conforme Moura, o tratamento dura de três a seis meses, dependendo da causa.
Veja alguns cuidados para evitar o mau hálito, indicados pela Associação Brasileira de Halitose:
 
Comer a cada três horas para estimular a salivação e evitar a boca seca. Alimentos cítricos são uma boa opção.
Escovar os dentes, usar o fio dental e o raspador lingual após cada refeição
Tomar, pelo menos, dois litros de água por dia
Mascar chiclete depois das refeições ajuda a limpar a cavidade bucal e na salivação. As marcas sem açúcar são ideais.
Prefira antisséptico bucal sem álcool pois resseca menos a mucosa da boca.


FONTE: http:// correiodobrasil.com.br


Novas tecnologias atraem idosos ‘conectados’





Gabriel Borges
Amigos (ambos com 70 anos) se encontram para participarem de aulas de informática e se dizem ‘vovôs conectados’
Parceria: Amigos (ambos com 70 anos) se encontram para participarem de aulas de informática e se dizem ‘vovôs conectados’

Volta Redonda
Que as crianças e adolescentes (a chamada "geração Y") já nasceram "sabendo" manusear o mouse do computador não se tem dúvida: eles sempre são os que se adaptam melhor às novas tecnologias. Mas hoje não se pode dizer que as inovações só interessam aos mais jovens. Pessoas com mais idade - e até mesmo idosas - buscam cada vez mais estarem por dentro das novas tecnologias. Prova é o investimento que se tem feito por várias prefeituras em cursos de treinamento de informática para a terceira idade.
O município de Volta Redonda - que desenvolve vários programas para a chamada "melhor idade" - trabalha com pessoas a partir de 60 anos, e uma das disciplinas que oferece para este público é o da Informática. Os cursos que são oferecidos na Academia da Vida atraem - segundo a diretora adjunta do programa no turno vespertino, Natália Arantes - um número grande de interessados que, mesmo no início sendo temerosos em enfrentar "o bicho computador", veem na ferramenta uma possibilidade de integração, inclusão e até desenvolvimento motor e memorial.
- Hoje temos cerca de 180 alunos matriculados em disciplinas e cursos de informática. São pessoas muito dedicadas e que se interessam pela tecnologia sempre. Aqui eles observam a possibilidade de aprender, o que muitas vezes não acontece em casa, quando os filhos e os netos impedem o acesso [ao computador] - explicou.
De acordo com Natália, todo o programa de informática pensado nos cursos está ligado a instrumentos pedagógicos que trazem ao idoso a capacidade de reflexão, memorização e articulação. Isso faz com que - além do acesso digital - eles se tornem pessoas mais independentes e ativas.
- Utilizamos peças, jogos, brincadeiras, digitação e internet para que eles se sintam úteis. Por isso, o curso vive com as turmas cheias e o interesse é tão grande. Muitos saem com uma perspectiva diferente e levam para casa uma nova postura frente ao computador, e acabam se interessando por outras tecnologias - afirmou.
Exemplos
Embora pareça algo novo na região, cursos de informática para pessoas da terceira idade já são ministrados pela prefeitura há pelo menos nove anos, data em que o aposentado Ephigênio Cabral, hoje com 70 anos, começou a se interessar pelas novas tecnologias.
Ele conta que começou tendo um celular e, quando soube do curso, viu que era uma oportunidade de se manter atualizado.
- Hoje sinto muita falta se fico sem mexer no computador por mais de dois dias, fico ansioso. Gosto muito e recomendo - afirmou.
Ainda segundo Ephigênio, seu prazer em usar o computador e o celular (que não sai do bolso) estimularam-no a convidar os amigos para também participarem dos cursos de informática.
- Convidei meu amigo Domingos e estamos desde então fazendo os cursos, e assim como eu ele gosta muito. Sempre conversamos sobre o que aprendemos, não fica só aqui [no curso] - contou.
Domingos também fala da importância da tecnologia na sua vida, e comentou como se sente atualizado em poder usar ferramentas que, segundo ele, surgem a toda hora em sua vida.
- Eu era uma pessoa que não mexia em nada, e hoje sei vários programas de computador, jogo videogame e mexo no celular. Claro que há muito o que eu não sei. Sou mais lento que um garotinho, mas me viro bem - disse o aposentado, que na juventude foi mecânico.
‘Vovôs' usam tecnologia como ferramenta de negócios
Ao mesmo tempo em que podem ser usadas para motivar, socializar e até mesmo incluir os idosos no mundo digital, as ferramentas de tecnologia não ficam restritas ao lazer. Pelo menos não para o aposentado Elias Duque Ribeiro, de 81 anos. Ele - que conta ter feito inglês usando fitas cassete em seu walkman - lembra que foi nesta época que começou a usar telefones para comprar ações na bolsa. Hoje ele utiliza a internet para acompanhar o andamento de seus investimentos.
- Vejo a importância de estar por dentro dar tecnologia há muito tempo, e não desperdiço isso - disse.
Embora afirme que seu interesse por computadores não seja novo, ele diz que hoje as inovações são importantes aliadas da população, e os idosos devem se aproveitar das oportunidades.
- É uma facilidade poder saber da sua casa o que acontece com o seu dinheiro somente através de uma tela. É uma maneira acessível e que todos devem se utilizar, independente da idade - lembra.
Mesmo não se qualificando como "dominador" das novas tecnologias, Elias garante que não "passa aperto" e usa a rede mundial de computadores também para acompanhar as notícias, as novidades do mundo e, lógico, se socializar com os netos através da troca de e-mails.

FONTE: www.diariodovale.uol.com.br                                  

   
 Brócolis
pode ser aliado na luta contra o Alzheimer

Pesquisa aponta o brócolis como um importante alimento na luta contra o Alzheimer. Foto: Getty Images Cientistas investigam o poder do brócolis na defesa de células vitais do cérebro humano
Foto: Getty Images

Cientistas da Dundee University investigam as propriedades benéficas do brócolis contra o mal de Alzheimer, segundo informou o jornal britânico Daily Mail nesta terça-feira (28).
O sulforafano presente no vegetal e também encontrado na rúcula, couve e repolhos, foi definido como um importante agente de defesa do corpo e de células vitais do cérebro contra os radicais livres.
Os pesquisadores concluíram que um produto químico derivado do vegetal pode ajudar o órgão a se manter ativo e em pleno funcionamento na velhice. Sendo assim, pílulas baseadas nesta química podem ser ainda mais eficazes ainda do que ingerir o próprio brócolis, uma vez que o efeito biológico causado pelo alimento varia de pessoa para pessoa.
Espera-se que o produto possa retardar ou até mesmo parar a progressão da doença de Alzheimer e que remédios similares também possam atuar no combate a outros tipos de doenças como Parkinson, derrame e câncer.

     

Pesquisa aponta que conforme o avanço da idade, a necessidade de sono diminui

 

 Um estudo recente realizado pelo Clinical Research Center, da Universidade de Surrey (Reino Unido) e publicado pela Sleep, a revista da Associated Professional Sleep Societies concluiu que idosos em boas condições de saúde têm menor necessidade de dormir do que os jovens e adultos de meia idade.
Os cientistas avaliaram 110 pessoas de diferentes idades, todas saudáveis, que foram mantidas por um período de oito horas na cama. Os idosos com mais de 65 anos chegam a ter 20 minutos a menos de sono que os adultos entre 40 a 50 anos. Enquanto, os jovens de 20 anos chegam a dormir 44 minutos a mais que os idosos. A pesquisa também reafirma a ideia de que os mais velhos sentem menos sono ao longo do dia do que os jovens e adultos.
 De acordo com os pesquisadores, um envelhecimento saudável está naturalmente relacionado a esta condição e a menor necessidade de sono. Um dos importantes objetivos do estudo foi encontrar uma solução para o tratamento da insônia entre os idosos. Ao considerar sua menor necessidade de dormir, uma boa opção seria restringir as horas de sono, fazendo com que o descanso seja mais profundo.

 Dormir faz bem Independentemente da idade, a insônia e a apatia diurna podem indicar disfunções e ter consequências sérias, que vão desde os lapsos durante as atividades rotineiras (conhecidas como "pescadas"), até a depressão, além da diminuição do rendimento no trabalho e nos estudos, o maior risco de sofrer acidentes de trânsito e a irritabilidade.
Se você tem tido dificuldades em dormir, é fundamental procurar um especialista, pois a insônia tem cura e demanda, principalmente, algumas modificações de hábitos. Também vale seguir a recomendação do neurologista Shigueo Yonekura, do Instituto de Medicina e Sono (SP): "Se a insônia é mais simples, ou seja, dura menos de 20 dias, pode ser tratada com pequenas mudanças de hábitos. Caso seja crônica, com mais de 20 dias de duração, é melhor procurar tratamento médico adequado."

FONTE: http://www.minhavida.com.br/

 COMO ACONTECE O ENVELHECIMENTO

Entenda esse estágio da vida e aproveite mais

A velhice tem data certa para chegar: segundo a Organização Mundial da Saúde, essa etapa da vida começa oficialmente aos 65 anos ainda que alguns se sintam bem jovens nessa idade e outros comecem a sentir certos desgastes bem antes. De fato, a terceira idade não é, ou não deveria ser, sinônimo de decrepitude. Trata-se apenas de um estágio de vida. E há cada vez mais gente vivendo nessa etapa. Daí a necessidade de olhar para ela de forma especial. Para se ter uma idéia, no começo do século XX, a expectativa de vida era de apenas 40 anos. Ao final deste século, será comum viver até 100 ou 120 anos. No ano 2000, os maiores de 65 anos eram 5% da população. Segundo estimativas do IBGE, esse número vai saltar para 18% em 2050. Esses dados, com certeza, são motivo de comemoração. Isso significa uma verdadeira revolução. Mas trazem outros problemas: afinal, ninguém quer só viver muito, mas viver bem. E isso significa preservar as capacidades físicas e mentais para aproveitar plenamente o tempo que ainda tiver pela frente.
Não à toa os especialistas insistem que as doenças não são um encargo da velhice. Claro, existem os desgastes típicos da idade, os males crônicos que estão crescendo justamente em função do
envelhecimento da população e as limitações que chegam com o passar dos anos. O maior desafio, então, é conservar a autonomia e a saúde, apesar da passagem do tempo.
Nutrição Conforme vamos ficando mais velhos, uma boa alimentação passa ter um papel cada vez mais importante para se ter uma vida saudável. Comer pouco sal, pouca gordura e muitas frutas, vegetais e fibras pode realmente reduzir as chances de se ter problemas relacionados à idade como doenças do coração, diabetes, derrame, osteoporose e outras moléstias crônicas. Alimentar-se de uma grande variedade de comidas faz com que você obtenha facilmente os nutrientes de que se corpo
precisa.
Proteína: necessária para manter e reconstruir os músculos. É possível obter proteína com baixa quantidade de gordura em aves, peixes, ovos, soja.
Carboidratos: grande fonte de energia para o corpo. Existem dois tipos principais de carboidratos: açúcares simples, como sacarose (açúcar refinado), frutose (açúcar contido nas frutas) e lactose (açúcar presente no leite); e os carboidratos complexos, que são oriundos de vegetais e grãos. Ao contrário do açúcar refinado, frutas contêm vitaminas e fibras, produtos láticos também possuem vitaminas e cálcio, enquanto os carboidratos complexos têm vitaminas, minerais e fibras. Tente obter a maior parte dos carboidratos de sua dieta por meio da ingestão de vegetais, frutas e grãos e busque substituir alimentos ricos em gordura por carboidratos complexos.
Gordura: é também fonte de energia para o organismo. Para manter os níveis de colesterol no sangue baixos, você precisa ter como fontes principais de gordura, as poli-insaturadas (existentes no óleo de soja e de milho) e as monosaturadas (encontradas
no óleo de oliva, abacate e nozes). O ideal é limitar a ingestão de gorduras saturadas (carne bovina, de porco, manteiga e queijos gordurosos). Você não precisa parar de comer esses alimentos, mas pode comê-los poucas vezes na semana e em pequenas porções. Evite as gorduras trans (hidrogenadas), encontrada nas margarinas e em alimentos industrializados, como bolachas.
Água: necessária para repor a que é utilizada para realizar as atividades básicas do corpo. Com o passar dos anos, os rins vão
ficando menos eficientes em fazer com que o corpo fique hidratado. Por isso, é preciso fazer um esforço e beber pelo menos dois litros de água diariamente.
Quando se pensa em alimentação para a terceira idade, é preciso ter em mente as mudanças que ocorrem no corpo com o passar do tempo:
A necessidade diária de energia do corpo se reduz. Isso significa que você precisa de menos calorias por dia do que quando era mais novo. Seu médico ou um nutricionista poderá calcular sua
necessidade diária de calorias e elaborar uma dieta específica
Mudanças hormonais são naturais e fazem com que o corpo produza e acumule mais gordura (especialmente na região da cintura) e menos músculos. Por isso, você passa a precisar menos de gordura e mais de proteína em sua dieta diária. Combine isso com atividades de desenvolvimento muscular e alongamento
Seus ossos perdem minerais mais rapidamente do que antes, especialmente se você é mulher e já está na menopausa, porque os baixos níveis de estrógeno aumentam a perda de massa óssea. Você precisará, então, de uma grande quantidade de cálcio para prevenir o aparecimento da osteoporose
Em outras palavras, o melhor modo de alcançar e manter um peso saudável conforme se envelhece, é ingerir
menos calorias do que ingeria quando mais novo. Evite gorduras trans e saturadas. Elas são prejudiciais para os vasos sanguíneos, por aumentam as chances de entupimento dos mesmos e, por conseqüência, de arteriosclerose. 
Ajuda para quem está abaixo do peso ou com uma nutrição pobre.Pessoas que estão abaixo do peso têm baixas reservas e menos condições de se recuperar prontamente após adquirirem algum tipo de doença ou lesão. Se você tem problemas em manter seu peso, precisará tomar medidas para engordar com saúde e, assim, ter mais energia para suas tarefas diárias. Siga as instruções de seu médico sem esquecer de:
Fazer três refeições diárias intercaladas com três pequenos lanches. Nunca pule refeições
Escolha alimentos calóricos de cada grupo. Prefira leite integral ao desnatado, por exemplo.
Como os alimentos mais calóricos na primeira refeição do dia, geralmente o café-da-manhã.
Alimentos para uma vida longa e saudávelOs nutrientes corretos podem trazer mais vivacidade e saúde para as pessoas mais velhas. Não perca tempo, comece já a ter uma alimentação balanceada e saudável. Para começar, inclua alimentos dos quatro grupos de cores listados abaixo:
Verde-escuro: vegetais como brócolis, espinafre e repolho são ótimas fontes de cálcio para seus ossos e dentes.
Vermelho: tomate, pimenta, amora, melancia e romã são fontes de licopeno e antocianina, fundamentais para o sistema urinário e para o bom funcionamento da memória.
Laranja/Amarelo: cenoura, batata-doce, inhame e abóbora fornecem antioxidantes e fundamentais para a visão.
Roxo: Berinjela, ameixa, amora silvestre são alimentos que também ajudam no bom funcionamento do sistema urinário, além
de contribuírem para o aprimoramento da memória.Fibras para todo o corpoAs fibras ajudam a manter baixos os níveis de colesterol e de açúcar no sangue, além de contribuírem para o bom funcionamento do intestino. Há algum tempo, quando o estilo de vida era menos frenético, a maior parte dos alimentos consumidos tinha muita fibra. Agora estamos mais acostumados a beliscar pequenos lanches pouco saudáveis, comer em fast-food ou então, quando em casa, apenas esquentar comidas congeladas compradas no supermercado.
A verdade é que a maioria de nós deveria comer o dobro de fibras do que comemos atualmente se quiser nos beneficiar desses nutrientes. Estudos mostram que uma dieta rica em fibras incluindo alimentos como maçã, feijão, frutas, vegetais, aveia, arroz integral claramente reduz os níveis de colesterol no sangue. Alimentos com alta quantidade de fibras levam mais
tempo para ser digeridos, então eles não causam picos de alta de açúcar no sangue, como quando ingerimos pão branco, batatas e doces. Como são alimentos de digestão mais lenta, trazem maior sensação de saciedade, o que faz com que a pessoa coma menos quantidades e consiga manter-se em seu peso ideal. Cálcio para os ossos
Se você quer manter seus ossos fortes e reduzir as chances de fraturas quando ficar mais velho, comece agora a ingerir mais alimentos ricos em cálcio, como queijos de baixa caloria (o branco é o mais indicado) e leite. O cálcio também
é responsável por manter os dentes fortes
e ainda ajudar no funcionamento dos músculos de todo o corpo, inclusive o cardíaco, que faz com que o coração bombeie sangue para o organismo.
Conforme ficamos velhos, a quantidade de minerais nos nossos ossos se reduz. Pouco cálcio leva à perda de massa óssea e, conseqüentemente, a osteoporose e a maiores chances de fraturas. Para se abastecer de cálcio, escolha alimentos de baixa quantidade calórica e com pouca gordura como leite e iogurte
desnatado e queijos magros. Uma porção desses alimentos pode conter pelo menos 30% das 1.000 miligramas diárias de cálcio recomendadas pela Organização Mundial de
Saúde.
Água como fonte de energia
A água é necessária para ajudar o corpo a eliminar toxinas e a manter a pele e os tecidos hidratados. Ela também é essencial para quem tem uma dieta rica em fibras, pois ajuda esses nutrientes a realizarem de forma mais efetiva suas funções dentro do organismo. Jamais deixe de beber água por preguiça
ou porque não quer se levantar da cadeira de trabalho ou da cama para ir ao banheiro. Mantenha sempre uma pequena garrafinha cheia ao seu lado, assim você não se esquecerá de tomá-la. Se você não gosta de tomar água, tente deixá-la um
pouco mais saborosa. Coloque algumas rodelas de limão ou de laranja para dar algum sabor sem que seja preciso adicionar calorias ao líquido.

FONTE:www.minhavida.com.br


MULHERES COM RUGAS SÃO MAIS PROPENSAS A TEREM PROBLEMAS ÓSSEOS


Quantidade e profundidade das rugas pode ser indicativo de problemas ósseos. Foto: Getty Images

Rugas podem indicar estado de saúde dos ossos
Foto: Getty Images
As rugas são sinais de que o tempo está passando e, para mulheres na menopausa também são um alerta de que os ossos podem estar enfraquecendo.
 Pesquisadores da Universidade de Yale apresentaram um estudo no encontro anual da Sociedade de Endocrinologia, na qual constataram que mulheres com rugas profundas apresentam menor densidade óssea e maior risco de fraturas, como divulgou o Daily Mail nesta segunda-feira (6).
A descoberta colaboraria para reduzir a quantidade de exames caros que são requeridos para checar qual o tamanho do risco de problemas ósseos nas mulheres. Lubna Pal, chefe da pesquisa destacou: "em mulheres na menopausa a aparência da pele pode oferecer uma ideia da saúde do esqueleto, uma relação que nunca foi descrita anteriormente e que pode detectar os riscos apenas ao olhar para a paciente, reduzindo custos com exames".
Durante os estudos, foram analisadas mulheres que não haviam passado por procedimentos estéticos. As profundidade e a quantidade de rugas na face e no pescoço foram estudadas e comparadas com ultrassons para checar a densidade óssea, assim como a firmeza da pele na testa e nas bochechas. Lubna Pal disse que o resultado da pesquisa explica que pele e ossos são constituídos pelos mesmos blocos de proteínas, o colágeno, e a produção destas proteínas decai com a idade.
Muitas mulheres em todo o mundo sofrem com osteoporose e fraturas no quadril e na cabeça do fêmur, que acabam tornando-as incapacitadas, sendo que alguns idosos acabam tendo fraturas consideradas fatais.

 

COMO MANTER A SAÚDE BUCAL NA TERCEIRA IDADE

Se você cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira. Independentemente da idade, você pode ter dentes e gengivas saudáveis se escovar pelo menos três vezes ao dia com creme dental com flúor, se usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e se for regularmente ao dentista para exames completos e limpeza.

Que informações sobre a saúde bucal um indivíduo da terceira idade deve ter?

Até mesmo quem escova e usa fio dental regularmente, pode ter alguns problemas específicos. Muitas pessoas na terceira idade usam dentaduras, tomam remédios e têm problemas de saúde geral. Felizmente, seu dentista pode ajudar você a encarar estes desafios com êxito quase que garantido.

  • As cáries e os problemas com a raiz dos dentes são mais comuns em pessoas da terceira idade. Por isso, é importante escovar com um creme dental que contenha flúor, usar fio dental todos os dias e não deixar de ir ao dentista.

A sensibilidade pode se agravar com a idade. Com o passar do tempo é normal haver retração gengival que expõe áreas do dente que não estão protegidas pelo esmalte dental. Estas áreas podem ser particularmente doloridas quando atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias. Nos casos mais severos, pode ocorrer sensibilidade com relação ao ar frio e a alimentos e líquidos doces ou amargos. Se seus dentes estiverem muito sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, consulte o dentista já que esta sensibilidade pode indicar a existência de um problema mais sério, como , por exemplo, cárie ou dente fraturado.

  • As pessoas mais velhas se queixam de boca seca com freqüência. Este problema pode ser causado por medicamentos ou por distúrbios da saúde. Se não tratado, pode prejudicar seus dentes. Seu dentista pode recomendar vários métodos para manter sua boca mais úmida, como tratamentos ou remédios adequados para evitar a boca seca.
  • Enfermidades preexistentes ( diabete, problemas cardíacos, câncer ) podem afetar a saúde da sua boca. Converse com seu dentista sobre quaisquer problemas de saúde existente para que ele possa ter uma visão completa da situação e para que possa ajudar você de forma mais específica.
  • As dentaduras tornam mais fácil a vida de muitas pessoas da terceira idade, mas exigem cuidados especiais. Siga rigorosamente as instruções do seu dentista e, caso ocorra qualquer problema, marque uma consulta. Os portadores de dentaduras definitivas devem fazer um exame bucal geral pelo menos uma vez por ano.
  • A gengivite é um problema que afeta pessoas de todas as idades e que pode se tornar muito sério, especialmente em pessoas de mais de 40 anos. Vários fatores podem agravar a gengivite, inclusive:

  • Má alimentação.
  • Higiene bucal inadequada.
  • Doenças sistêmicas, como a diabete, enfermidades cardíacas e câncer.
  • Fatores ambientais, tais como o estresse e o fumo.
  • Certos medicamentos que podem influenciar os problemas gengivais.
  • Como as doenças gengivais são reversíveis em seus primeiros estágios, é importante diagnosticá-las o mais cedo possível. As consultas periódicas garantem o seu diagnóstico e o seu tratamento precoce. É importante saber que a boa higiene bucalevita o aparecimento de enfermidades gengivais.
  • As coroas e pontes são usadas para reforçar dentes danificados ou substituir dentes extraídos. Uma coroa é usada para recobrir um dente que sofreu perda de substância. Ela fortalece a estrutura do dente e melhora a sua aparência, sua forma ou seu alinhamento. As pontes ou próteses fixas são usadas para substituir um ou mais dentes faltantes e são fixadas nos dentes naturais ou nos implantes situados ao lado do espaço deixado pelo dente extraído.
FONTE: http://saudebucal.terra.com.br/

 

ANIMAIS AJUDAM A TRATAR PACIENTES COM ALZHEIMER



Terapia afetiva

A revelação é que os idosos, sobretudo quando institucionalizados, sentem uma enorme necessidade de receber demonstrações de afeto, como o toque, atenção e carinho, o que muitas vezes acaba não ocorrendo, pois estão afastados do convívio social. De acordo com Teixeira, a terapia com animais enfatiza bastante o tato e o contato, além de exercitar habilidades cognitivas como a memória afetiva, ou seja, aquela despertada por algum fato que traz lembranças com certa ligação afetiva.
FONTE: http://longevidadesilvia.blogspot.com/

 

The Alzheimer’s Project da HBO, Uma Grande Iniciativa

alzheimers The Alzheimers Project da HBO, Uma Grande Iniciativa
Mal de Alzheimer, você sabe o que é? Uma doença degenerativa, que até o momento é considerada incurável. Ficou conhecida em 1906 quando foi descrita pelo psiquiatra Alois Alzheimer de quem herdou o nome. Um dos primeiros sintomas é a perda de memória recente, mas como o evoluir da doença é discreto, é muito difícil a associação a mesma. Falando de maneira coloquial, sem termos e descrições complicadas, imagine toda a memória da sua cabeça sendo apagada, primeiro a memória recente, ou seja, você já não consegue lembrar coisas que acabou de fazer, depois ela começa a evoluir para sua noção de tempo e espaço, você fica desorientado, incapaz de elaborar raciocínios lógicos, horrível, não é?
O Mal de Alzheimer é a segunda doença mais temida pelos norte-americanos, em primeiro lugar vem o câncer. A razão desse medo logicamente vem do diagnostico “sem cura” que joga fora toda e qualquer esperança, mas graças a muitas pesquisas, hoje se sabe que nessa luta a prevenção é uma grande aliada e tem vencido varias barreiras. Uma grande iniciativa está sendo a da HBO que em parceria com o National Institutes of Health, a The Alzheimer’s Association, o Fidelity Charitable Gift Fund e a Geoffrey Beene Gives Back Alzheimer’s Initiative elaborou documentários abordando o tema; então não deixe de assistir, pois infelizmente esse mal é algo crescente e enquanto a cura não é encontrada a prevenção é a única arma capaz de travar essa luta, mas sem conhecimento prevenir é impossível, não acha?
Parabenizo a HBO em nome de todos os profissionais de saúde, que como eu, sabem como é difícil levar conscientização desse tipo de doenças a nível popular sem ajuda de um meio de comunicação e infelizmente como essa é uma iniciativa sem precedentes espero que seja um exemplo a ser seguido.
Quer saber mais? Visite o Site Oficial do Projeto, a Comunidade no Orkut e o Aplicativo Facebook.



FONTE: http://divadiz.com/

 

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA TERCEIRA IDADE

Para se manter saudável nesta fase da vida é fundamental que faça uma alimentação completa, equilibrada e variada, com todos os grupos da roda dos alimentos, ingerindo as doses diárias recomendadas de cada um dos nutrientes.

Grande parte dos seniores tem dificuldades de mastigação e de digestão, por isso, é essencial que faça refeições saudáveis e saborosas, fáceis de mastigar, engolir e digerir, para que se sinta bem diariamente.

Como as necessidades calóricas diminuem com a idade, a sua alimentação deve incluir alimentos de pouco volume e calorias concentradas, que sejam ricos em proteínas, vitaminas e minerais.

Lembre-se que, durante o processo de envelhecimento, é importante que mantenha um peso estável e saudável, para que não haja um aumento excessivo da gordura corporal e todos os problemas de saúde que lhe estão associados ou, pelo contrário, carência de determinados nutrientes vitais, que o podem deixar mal nutrido.

Para além de todas as mudanças acima referidas, os seniores sofrem uma diminuição de algumas capacidades sensoriais. A capacidade das pupilas gustativas tende a diminuir com a idade, o que o pode levar a preferir comidas muito doces, ingerindo uma quantidade excessiva de açúcar, ou muito salgadas, o que pode contribuir para a hipertensão. O seu olfacto e visão também tendem a diminuir, podendo levá-lo a preferir comidas com odores fortes ou até a perder o apetite.

Tenha em atenção estas alterações que vão ocorrendo no seu corpo com o avançar da idade e procure sempre fazer uma alimentação saborosa, mas ao mesmo tempo saudável. O seu paladar agradece e o seu corpo também.

FONTE: http://www.vivabem.pt/

 

Semana de Moda Masculina de Paris tem idosos e gordinhos desfilando na passarela

Desfile é do japonês Yohji Yamamoto

Aqueles que reclamam que a moda não abre espaço para a beleza que se vê nas ruas têm um motivo para celebrar. O estilista Yohji Yamamoto, a fim de mostrar que qualquer um pode usar suas roupas, colocou homens comuns na passarela da Semana de Moda Masculina de Paris – e isso inclui gordinhos e idosos.

Em meio aos modelos altos, magros e bonitões que estamos acostumados a ver nos desfiles, destacaram-se velhinhos simpáticos com looks que misturam o clássico e o moderno.
Isso é que é moda democrática! Confira abaixo:

Yohji Yamamoto - Alta Costura de Paris
'Vovô fashion' brilha na Alta Costura de Paris. Foto: Reprodução thefashionisto.com


Yohji Yamamoto - Alta Costura de Paris
Yohji Yamamoto coloca homens comuns na passarela. Foto: Reprodução: thefashionisto.com


FONTE: http:// gnt.globo.com
  
  

Moda dos 40 e 50 anos.

Estilo safáriO corte das peças e a qualidade dos tecidos são fundamentais. Invista também em estampas elegantes e acessórios sofisticados.
O decote do vestido da atriz DÉBORA BLOCH, 47 anos, é sensual na medida certa.

TRABALHO.
Opte por modelagens soltas e que não marquem demais a silhueta. As cores neutras são ótimas para dar um ar de seriedade à aparência. Enriqueça a produção com acessórios sofisticados.
Estilo safári

Estilo safári
DIA A DIA.
A barra de vestidos e saias deve estar na altura ou um pouco acima dos joelhos. Camisas são curingas no seu guarda-roupa e boas opções para deixar a produção mais arrumada.

PASSEIO.
Peças de tecidos macios e com bom caimento, como o jérsei, vão bem a eventos informais. As cavas discretas e as alças largas permitem que você use sutiã para dar sustentação aos seios.
Estilo safári

Estilo safári
NOITE.
“Seus melhores investimentos são trajes confeccionados com materiais nobres e aspecto brilhante, como a seda e o cetim, e uma carteira de mão poderosa”, afirma a consultora.
 

FONTE: http://www.achadosdamoda.com/

 

Lições de vida do homem mais velho do mundo

No final do mês (28 de abril), morreu na cidade de Great Falls, estado de Montana, Estados Unidos, Walter Breuning. Ele tinha 114 anos e era o homem mais velho do mundo.

Poucos meses antes ele havia dado uma entrevista a Matt Voltz, da Associated Press, que está publicada   no site www.dailygood.org
Na entrevista Walter Breuning deu várias lições de vida e vários conselhos para quem quiser viver mais e melhor.
- Aceite as mudanças, mesmo quando uma novidade surja como um tapa em sua cara. Toda mudança é boa.
- Faça duas refeições por dia. Você não precisa mais do que isso.
- Trabalhe tanto quanto você puder. O dinheiro virá.
- Ajude aos outros. Quanto mais você fizer pelos outros, melhor você estará.
- Aceite a morte. Algumas pessoas têm medo de morrer. Nunca tenha medo da morte. Você nasceu para morrer.
- Não se aposente enquanto você tiver forças para trabalhar.
- Não ganhe peso extra. Mantenha seu peso. Acerte uma dieta e fique com ela para a vida toda.
- Não se arrependa.
- Mantenha seu corpo e sua mente ocupados. E você vai estar por aqui por muito tempo.
Breuning morreu de causas naturais no Hospital de Great Falls. Ele era o homem mais velho do mundo e era a segunda pessoa mais idosa também, perdendo apenas para a senhora Besse Cooper, também americana e que nasceu 26 dias antes.
As 16 anos, e depois de muita dificuldade, Walter finalmente conseguiu um emprego fixo no estado de Minnesota em uma ferrovia para a qual trabalhou por 50 anos, sempre 7 dias por semana. Passou por duas guerras mundiais e pela grande depressão que derrubou toda a economia norte-americana. Ele e sua esposa conseguiram economizar o suficiente para comprar um terreno onde pretendiam construir sua casa, mas as coisas ficaram difíceis, eles tiveram que vender o terreno e nunca conseguiram ter uma casa própria.
Os últimos anos de vida ele passou vivendo em um complexo para idosos, ocupando um apartamento pequeno e simples. Ele visitava o médico apenas duas vezes por ano para um check-up e não tomava nenhuma medicação, exceto Aspirina.

FONTE:http://vivermelhor.terra.com.br

 

Um a cada sete derrames acontecem durante o sono

 
14% dos AVCs começam durante o sono. Foto: Getty Images 14% dos AVCs acontecem durante o sono
Foto: Getty Images


Após analisar 1.854 casos de pessoas que visitaram as emergências de hospitais por causa de derrames cerebrais, pesquisadores da Universidade de Cincinnati (EUA) descobriram que 14% dos AVCs isquêmicos acontecem durante o sono, reduzindo a chance de danos no cérebro pela rapidez no socorro, como divulgou a American Academy of Neurology em artigo publicado no periódico médico Neurology desta terça-feira (10).
O derrame isquêmico é causado por um bloqueio no fluxo de sangue cerebral, geralmente causado por um coágulo e o tratamento deve ser administrado em até poucas horas após o aparecimento dos primeiros sintomas. "Quando a pessoa acorda por causa dos sinais do derrame, geralmente não recebe o tratamento adequado porque não sabemos precisar exatamente quando ele começou", disse Jason Mackey, coautor da pesquisa.
Quando o paciente procura o hospital em poucas horas após o início dos sintomas, os médicos administram uma droga chamada TPA que elimina o coágulo
A principal recomendação médica é para que o paciente procure ajuda médica sempre que acordar com algum mal-estar, em especial se houver algum dos sintomas do AVC presente:
- Paralisia ou fraqueza na face ou membros, em especial em um único lado do corpo;
- Dificuldade súbita para andar ou manter o equilíbrio;
- Dificuldade súbita de enxergar;
- Fala enrolada;
- Confusão ou dificuldades para falar ou entender frases simples;
- Dor de cabeça severa e sem causa aparente.



Dormir muito ou pouco pode envelhecer o cérebro em até sete anos

Tempo ideal de sono estaria entre seis e oito horas diárias



Exagerar nas horas do sono é prejudicial tanto quanto dormir pouco. Um estudo feito pela University of London, Inglaterra, e publicado pelo periódico Sleep, indica que dormir menos de seis horas ou mais de oito horas diárias pode envelhecer o cérebro em até sete anos, já que aumenta a velocidade do declínio cognitivo e afeta habilidades, como o raciocínio. A pesquisa alerta que a piora das funções cerebrais pode até mesmo adiar o declínio físico, causando morte precoce.

Os testes feitos pelos pesquisadores mediram memória, raciocínio, vocabulário, fluência fonêmica, estado cognitivo global e fluência semântica em 5.431 voluntários (1.459 mulheres
e 3.972 homens) de 45 a 69 anos de idade, durante cinco anos.
Entre as pessoas que dormiram mais do que o recomendado, 7 a 8% tiveram resultados inferiores em todos os testes cognitivos, menos nos relacionados à memória verbal de curto prazo. Já entre os que dormiram menos que o indicado, um quarto das mulheres e 18% dos homens sofreram diminuição em sua capacidade de raciocínio e vocabulário.

Os pesquisadores observaram que as
mulheres que dormiram por, aproximadamente, sete horas por noite renderam os melhores resultados de todas as medições cognitivas, seguido por seis horas de sono.

Os homens obtiveram resultados satisfatórios quando dormiram entre seis e oito horas, sendo que apenas sonos muito curtos (de menos de seis horas) ou muito longos (mais de oito horas) foram associados a resultados baixos.


Assim, pessoas que dormem o tempo ideal, segundo a pesquisa, vivem mais. Enquanto pessoas que dormem tempo insuficiente possuem suas capacidades cerebrais reduzidas, quem dorme o suficiente fica mais longe de doenças mentais e físicas, garantindo melhor qualidade de vida no período que precede a terceira idade
Garantindo uma boa noite com alimentação Para garantir uma boa noite de sono, até mesmo a alimentação tem um papel importante. Segundo a nutricionista Salete Campos , do Hospital de Clínicas da Unicamp, existe nos alimentos uma substância que favorece o trabalho do nosso corpo em restabelecer o equilíbrio durante a noite: o triptofano. "Uma vez no cérebro, ele aumenta a produção da serotonina, substância conhecida como o hormônio do bom humor, que tem poder sedativo e ajuda a induzir e melhorar o sono".

Essa substância pode ser encontrada em carnes magras, peixes, leites e iogurtes desnatados, queijos brancos e magros, nozes, banana e leguminosas. A serotonina ainda regula o nosso relógio biológico.

A insulina também tem papel importante no padrão do sono. Hipoglicemia, ou baixa quantidade de açúcar no sangue, costuma ocorrer à noite porque é quando não nos alimentamos. Quando o nível de glicose cai, a adrenalina é liberada como uma
fonte secundária. Como o hormônio é estimulante, pode causar distúrbios do sono.

Por isso, é necessária a ingestão de carboidratos. "Eles favorecem o aumento nos níveis de insulina, que auxiliam na 'limpeza' dos aminoácidos circulantes no sangue", explica Salete. Algumas fontes de carboidratos são pães, cereais, biscoitos, massas, arroz, frutas, legumes, granola e polenta.

Vitamina B6 e magnésio são outros nutrientes essenciais para que o organismo esteja em paz na hora de ir para a cama. Segundo Salete, os dois também estão envolvidos na produção da serotonina. A vitamina B6 está presente
em frango, atum, banana, cereais integrais, levedo de cerveja, arroz integral, cará e semente de gergelim. O magnésio em alimentos como tofu, soja, caju, tomate, salmão, espinafre, aveia e arroz integral. 

Além de saber o que fazer, é bom ter consciência do que é preciso evitar. Se o objetivo é deitar e relaxar, não exagere na quantidade de alimentos e na ingestão de comidas gordurosas. Entretanto, de nada adianta refeições equilibradas e ricas nos itens acima se antes de dormir não houver cautela com as bebidas consumidas.

Para não correr o risco de ter uma noite de sono agitado ou com pesadelos, a orientação da especialista é não beber líquidos que são fontes de xantina e cafeína, que estimulam o sistema nervoso central. Entre eles: chocolate, café, chá preto ou mate, guaraná, refrigerantes à base de coca e, claro, bebidas alcoólicas. No caso de serem consumidos, é aconselhável que seja quatro horas antes
do sono.

Se, mesmo observando as orientações acima, você acaba passando mais tempo tentando dormir do que dormindo de fato, a nutricionista diz que o chá de camomila
é uma boa alternativa. "Uma florzinha de longa data, conhecida de nossas tataravós que sempre foi usada para acalmar crises de nervosismo. Ela tem efeitos relaxantes, ameniza a ansiedade e reduz a depressão". 

FONTE: http://www.minhavida.com.br/

 

Adotar um animal faz bem ao corpo e à alma

O convívio com bichos pode fazer a diferença na infância

 Se você não tem animais de estimação, está na hora de adotar um. Já está provado que a companhia de um bicho pode trazer inúmeros benefícios. Um estudo realizado pelo Departamento de Psicologia Experimental da USP mostrou que o convívio com um pet fortalece o sistema imunológico de crianças e adultos, diminui os níveis de estresse e incidência de doenças comuns, como resfriados, por exemplo. "Os animais nos ensinam a cuidar do próximo, ter responsabilidade, dar sem esperar nada em troca, e mostram o que é o amor incondicional. Muitas vezes não conseguimos esse tipo de relação com outros seres humanos, pois os laços podem ser recheados de interesse. Com os bichos podemos aprender a nos relacionar melhor e colocar isso em pratica com outras pessoas", afirma a psicóloga Cecília Zylberstajn. 
Quem tem um pet não sabe o que é estar sozinho - Foto: Getty Images
E as vantagens não param por aí. "Pesquisas mostram que pessoas que têm cães, por exemplo, apresentam menos problemas de saúde. A causa disso é um estilo de vida menos sedentário. Ao levar o animal para caminhar, a pessoa se exercita diariamente e tem maior bem-estar", complementa Cecília.

A veterinária Vanessa Requejo, da CãoMinhando, diz que ao acariciar e se divertir com o bicho, um adulto libera endorfina, que ajuda a aliviar o
estresse. Já os passeios e caminhadas dão condicionamento físico.
O convívio com animais pode fazer toda a diferença na infância. A veterinária explica que se há o contato desde cedo, a criança dificilmente será alérgica aos pelos e à saliva dos bichos, será mais ativa, aprenderá sobre responsabilidade e ficará mais madura ao saber sobre doenças e morte de seus pets.

Já os idosos sentem-se mais úteis com a responsabilidade de cuidar de um animal de estimação. "Um idoso se sente mais vivo na companhia dos bichos. O fato de terem animais faz com que a solidão não seja um fardo", conclui Vanessa Requejo.


Só quem tem um amigo de estimação sabe o que é chegar em casa e ser bem recebido mesmo tendo passado o dia inteiro fora. Os olhos pidões são irresistíveis e um sorriso é arrancado a cada abanada de rabo. Quem tem um pet não sabe o que é estar sozinho.

Tratar bicho como gente pode fazer mal
Quem quer manter uma relação saudável com seu pet precisa saber que ele é exatamente isso. Um bicho. Vivemos em um mundo individualista e a psicóloga Cecília Zylberstajn afirma que ter animais virou um grito de socorro contra a solidão. Tratar um bicho como gente pode fazer muito mal aos pets e aos donos. "Animais precisam ser tratados como animais, com respeito, carinho e amor. Eles precisam de
exercício, disciplina e cuidados, não de roupas caras, manicure, joias e acessórios. Estas são necessidades do dono, não do animal".

Muitos donos transferem suas necessidades aos animais. "Eles criam em seus bichos uma espécie de alter-ego, ou seja, uma segunda personalidade. Falam dos bichos de estimação como se fossem delas mesmas", explica a psicóloga. Ou seja, fica estabelecida uma relação nada saudável. Por isso, é preciso aprender a resistir à tentação de tratá-los como filhos. 

FONTE: http:// msn.minhavida.com.br

 

Como a dança pode ajudar a melhorar a memória na terceira idade?


 by Telma Manolio
Segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, a atividade física pode ajudar pessoas com mais de 50 anos até a melhorar a memória. A dança entra no rol de atividades que podem  proporcionar o bem-estar, a socialização e a interação às pessoas da terceira idade principalmente, para aquelas com AVC, depressão e Alzheimer, doenças que atingem cerca
de 10,5% do total da população do Brasil, de acordo com o IBGE.
Pesquisadores brasileiros também chegaram a essa conclusão. Segundo um estudo realizado na PUC do Rio Grande do Sul, na faculdade de Educação Física, pela aluna Indara J. Leal e pela professora doutora Aline N. Haasl, a dança é importante porque proporciona bem-estar físico, social e psicológico; é benéfica para a saúde e é uma ativida­de que traz satisfação pessoal.
Esses estudos científicos envolvendo dança e idosos, comprovam as contribuições para a saúde física e mental, principalmente em relação aos ganhos ligados à força, ritmo, agilidade, equilíbrio e flexibilidade. Para os pesquisadores, as atividades físicas, quando praticadas regularmente, retardam as doenças que podem acometer os idosos e, no caso da dança, por ser uma atividade aeróbica, muitas vezes ela é recomendação médica para amenizar sintomas de doenças como hipertensão, obesidade, osteoporose, depressão e problemas de memória. A dança pode ainda trabalhar a mobilidade, estimular a circulação, a coordenação motora, e a percepção espacial e corporal, além de proporcionar um agradável convívio social.
No Brasil, já existem muitas escolas de dança, com aulas voltadas exclusivamente à terceira idade, cujo propósito é ajudar os idosos a envelhecer de forma saudável. Essa prática, que surgiu em 1974 na Alemanha, veio para o Brasil em 1978 e consiste em desenvolver a geronto-ativação, que são exercícios que buscam preservar a força muscular, prevenir a rigidez articular e a perda do domínio dos movimentos coordenados. Dança de salão e outras têm sido cada vez mais procuradas por esse público da terceira idade.
Resumo: como evitar doenças, diversão para idosos, prevenção de doenças na terceira idade, benefícios da dança para idosos, como melhorar a saúde física e mental na terceira idade
FONTE: http://www.tearderetalhos.com/ 

 

TRANSTORNOS MENTAIS EM IDOSOS

A velhice é um período normal do ciclo vital caracterizado por algumas mudanças físicas, mentais e psicológicas. É importante fazer essa consideração pois algumas alterações nesses aspectos não caracterizam necessariamente uma doença. Em contrapartida, há alguns transtornos que são mais comuns em idosos como transtornos depressivos, transtornos cognitivos, fobias e transtornos por uso de álcool. Além disso, os idosos apresentam risco de suicídio e risco de desenvolver sintomas psiquiátricos induzidos por medicamentos.
Muitos transtornos mentais em idosos podem ser evitados, aliviados ou mesmo revertidos. Conseqüentemente, uma avaliação médica se faz necessária para o esclarecimento do quadro apresentado pelo idoso.
Diversos fatores psicossociais de risco também predispõem os idosos a transtornos mentais.
Esses fatores de risco incluem:
 

Perda de papéis sociais

Perda da autonomia

Morte de amigos e parentes

Saúde em declínio

Isolamento social

Restrições financeiras

Redução do funcionamento cognitivo (capacidade de compreender e pensar de uma forma lógica, com prejuízo na memória).
Transtornos psiquiátricos mais comuns em idosos
 

Demência

Demência tipo Alzheimer

Demência vascular

Esquizofrenia

Transtornos depressivos

Transtorno bipolar (do humor)

Transtorno delirante

Transtornos de ansiedade

Transtornos somatoformes

Transtornos por uso de álcool e outras substâncias
Demência
Demência é um comprometimento cognitivo geralmente progressivo e irreversível. As funções mentais anteriormente adquiridas são gradualmente perdidas. Com o aumento da idade a demência torna-se mais freqüente. Acomete 5 a 15% das pessoas com mais de 65 anos e aumenta para 20% nas pessoas com mais de 80 anos.
Os fatores de risco conhecidos para a demência são: Idade avançada História de demência na família Sexo feminino
Os sintomas incluem alterações na memória, na linguagem, na capacidade de orientar-se. Há perturbações comportamentais como agitação, inquietação, andar a esmo, raiva, violência, gritos, desinibição sexual e social, impulsividade, alterações do sono, pensamento ilógico e alucinações.
As causas de demência incluem lesões e tumores cerebrais, síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS), álcool, medicamentos, infecções, doenças pulmonares crônicas e doenças inflamatórias. Na maioria das vezes as demências são causadas por doenças degenerativas primárias do sistema nervoso central (SNC) e por doença vascular. Cerca de 10 a 15% dos pacientes com sintomas de demência apresentam condições tratáveis como doenças sistêmicas (doenças cardíacas, renais, endócrinas), deficiências vitamínicas, uso de medicamentos e outras doenças psiquiátricas (depressão).
As demências são classificadas em vários tipos de acordo com o quadro clínico, entretanto as mais comuns são demência tipo Alzheimer e demência vascular.
Demência tipo Alzheimer
De todos os pacientes com demência, 50 a 60% têm demência tipo Alzheimer, o tipo mais comum de demência. É mais freqüente em mulheres que em homens. É caracterizada por um início gradual e pelo declínio progressivo das funções cognitivas. A memória é a função cognitiva mais afetada, mas a linguagem e noção de orientação do indivíduo também são afetadas. Inicialmente, a pessoa pode apresentar uma incapacidade para aprender e evocar novas informações.
As alterações do comportamento envolvem depressão, obsessão (pensamento, sentimento, idéia ou sensação intrusiva e persistente) e desconfianças, surtos de raiva com risco de atos violentos. A desorientação leva a pessoa a andar sem rumo podendo ser encontrada longe de casa em uma condição de total confusão. Aparecem também alterações neurológicas como problemas na marcha, na fala, no desempenhar uma função motora e na compreensão do que lhe é falado.
O diagnóstico é de exclusão, isto é, só pode ser feito quando não se encontra nenhuma outra causa. A rigor, tal diagnóstico só é realizado pós-morten, através de biópsia cerebral, na qual aparecem alguns sinais característicos e exclusivos da doença. A história do paciente e exame clínico, além das técnicas de imagem cerebral como tomografia computadorizada e ressonância magnética podem ser úteis no diagnóstico clínico.
O diagnóstico é feito com base na história do paciente e do exame clínico. As técnicas de imagem cerebral como tomografia computadorizada e ressonância magnética podem ser úteis.
O tratamento é paliativo e as medicações podem ser úteis para o manejo da agitação e das perturbações comportamentais. Não há prevenção ou cura conhecidas.
Demência vascular
É o segundo tipo mais comum de demência. Apresenta as mesmas características da demência tipo Alzheimer mas com um início abrupto e um curso gradualmente deteriorante. Pode ser prevenida através da redução de fatores de risco como hipertensão, diabete, tabagismo e arritmias. O diagnóstico pode ser confirmado por técnicas de imagem cerebral e fluxo sangüíneo cerebral.
Esquizofrenia (esquizofrenia e outras psicoses)
Essa doença começa no final da adolescência ou idade adulta jovem e persiste por toda a vida. Cerca de 20% das pessoas com esquizofrenia não apresentam sintomas ativos aos 65 anos; 80% mostram graus variados de comprometimento. A doença torna-se menos acentuada à medida que o paciente envelhece.
Os sintomas incluem retraimento social, comportamento excêntrico, pensamento ilógico, alucinações e afeto rígido. Os idosos com esquizofrenia respondem bem ao tratamento com drogas antipsicóticas que devem ser administradas pelo médico com cautela.
Transtornos depressivos
A idade avançada não é um fator de risco para o desenvolvimento de depressão, mas ser viúvo ou viúva e ter uma doença crônica estão associados com vulnerabilidade aos transtornos depressivos. A depressão que inicia nessa faixa etária é caracterizada por vários episódios repetidos.
Os sintomas incluem redução da energia e concentração, problemas com o sono especialmente despertar precoce pela manhã e múltiplos despertares, diminuição do apetite, perda de peso e queixas somáticas (como dores pelo corpo). Um aspecto importante no quadro de pessoas idosas é a ênfase aumentada sobre as queixas somáticas.
Pode haver dificuldades de memória em idosos deprimidos que é chamado de síndrome demencial da depressão que pode ser confundida com a verdadeira demência. Além disso, a depressão pode estar associada com uma doença física e com uso de medicamentos.
Transtorno bipolar (transtornos do humor)
Os sintomas da mania em idosos são semelhantes àqueles de adultos mais jovens e incluem euforia, humor expansivo e irritável, necessidade de sono diminuída, fácil distração, impulsividade e, freqüentemente, consumo excessivo de álcool. Pode haver um comportamento hostil e desconfiado. Quando um primeiro episódio de comportamento maníaco ocorre após os 65 anos, deve-se alertar para uma causa orgânica associada. O tratamento deve ser feito com medicação cuidadosamente controlada pelo médico.
Transtorno delirante
A idade de início ocorre por volta da meia-idade mas pode ocorrer em idosos. Os sintomas são alterações do pensamento mais comumente de natureza persecutória (os pacientes crêem que estão sendo espionados, seguidos, envenenados ou de algum modo assediados). Podem tornar-se violentos contra seus supostos perseguidores, trancarem-se em seus aposentos e viverem em reclusão. A natureza dos pensamentos pode ser em relação ao corpo, como acreditar ter uma doença fatal (hipocondria).
Ocorre sob estresse físico ou psicológico em indivíduos vulneráveis e pode ser precipitado pela morte do cônjuge, perda do emprego, aposentadoria, isolamento social, circunstâncias financeiras adversas, doenças médicas que debilitam ou por cirurgia, comprometimento visual e surdez.
As alterações do pensamento podem acompanhar outras doenças psiquiátricas que devem ser descartadas como demência tipo Alzheimer, transtornos por uso de álcool, esquizofrenia, transtornos depressivos e transtorno bipolar. Além disso, podem ser secundárias ao uso de medicamentos ou sinais precoces de um tumor cerebral.
Transtornos de ansiedade
Incluem transtornos de pânico, fobias, TOC, ansiedade generalizada, de estresse agudo e de estresse pós-traumático. Desses, os mais comuns são as fobias.
Os transtornos de ansiedade começam no início ou no período intermediário da idade adulta, mas alguns aparecem pela primeira vez após os 60 anos.
As características são as mesmas das descritas em transtornos de ansiedade em outras faixas etárias.
Em idosos a fragilidade do sistema nervoso autônomo pode explicar o desenvolvimento de ansiedade após um estressor importante. O transtorno de estresse pós-traumático freqüentemente é mais severo nos idosos que em indivíduos mais jovens em vista da debilidade física concomitante nos idosos.
As obsessões (pensamento, sentimento, idéia ou sensação intrusiva e persistente) e compulsões (comportamento consciente e repetitivo como contar, verificar ou evitar ou um pensamento que serve para anular uma obsessão) podem aparecer pela primeira vez em idosos, embora geralmente seja possível encontrar esses sintomas em pessoas que eram mais organizadas, perfeccionistas, pontuais e parcimoniosas. Tornam-se excessivos em seu desejo por organização, rituais e necessidade excessiva de manter rotinas. Podem ter compulsões para verificar as coisas repetidamente, tornando-se geralmente inflexíveis e rígidos.
Transtornos somatoformes
São um grupo de transtornos que incluem sintomas físicos (por exemplo dores, náuseas e tonturas) para os quais não pode ser encontrada uma explicação médica adequada e que são suficientemente sérios para causarem um sofrimento emocional ou prejuízo significativo à capacidade do paciente para funcionar em papéis sociais e ocupacionais. Nesses transtornos, os fatores psicológicos são grandes contribuidores para o início, a severidade e a duração dos sintomas. Não são resultado de simulação consciente.
A hipocondria é comum em pacientes com mais de 60 anos, embora o seja mais freqüente entre 40 e 50 anos. Exames físicos repetidos são úteis para garantirem aos pacientes que eles não têm uma doença fatal. A queixa é real, a dor é verdadeira e percebida como tal pelo paciente. Ao tratamento, deve-se dar um enfoque psicológico ou farmacológico.
Transtornos por uso de álcool e outras substâncias
Os pacientes idosos podem iniciar um quadro de dependência à uma droga ou um remédio, devido à automedicação. Por exemplo, um senhor que torna um hábito beber uma dose de álcool todos os dias para relaxar, ou então uma senhora que ao passar por uma situação de maior ansiedade, como a perda ou morte de algum conhecido ou familiar, inicia o uso de medicamentos sedativos a fim de não se sentir tão mal.
A dependência de álcool, geralmente, apresenta uma história de consumo excessivo que começou na idade adulta e frequentemente está associada a uma doença médica, principalmente doença hepática. Além disso, a dependência ao álcool está claramente associada a uma maior incidência de quadros demenciais.
A dependência de substâncias como hipnóticos, ansiolíticos e narcóticos é comum. Os pacientes idosos podem abusar de ansiolíticos para o alívio da ansiedade crônica ou para garantirem uma noite de sono. A apresentação clínica é variada e inclui quedas, confusão mental, fraca higiene pessoal, depressão e desnutrição.
Uma particularidade de tais dependências nesses pacientes é que tanto os medicamentos sedativos quanto o álcool estão relacionados com maior número de quedas e fraturas, o que reduz significativamente a expectativa de vida do idoso após o incidente.

 Modernas, jovens e independentes, elas mudaram o jeito de ser avó

Quando você escuta a palavra avó, qual a primeira imagem que vem à sua cabeça? A figurinha dócil, meiga, de cabelos brancos, sentada no sofá fazendo tricô? Bem, isso faz parte do passado! A nova geração de avós venceu preconceitos, o machismo, ultrapassou barreiras, queimou sutiãs e participou da revolução sexual. Essas mulheres deixaram as tarefas domésticas para trabalharem fora e isso não as impediu de criarem seus filhos. Agora, anos depois de tantas conquistas que mudaram a sociedade, elas se vêem às voltas com uma nova realidade: os netos. Como será que essas jovens senhoras estão vivendo essa nova etapa da vida? Será que elas aceitam as liberdades e o comportamento dos netos com o mesmo desembaraço e naturalidade do passado? O Bolsa de Mulher foi conversar com algumas mulheres para saber como vivem e o que querem essas vovós modernas.

As mulheres que eram jovens nas décadas de 60 e 70 hoje em dia têm pouco mais de 50 ou 60 anos de idade. Mas nem parece. Com o avanço da medicina, elas retardaram o envelhecimento e melhoraram a qualidade de vida. Participam ainda economicamente e socialmente de forma ativa e juntam a experiência de vida com um frescor pouco comum na juventude de hoje. É, o conceito de velhice mudou. "As mulheres de hoje são avós muito diferentes de suas avós. O modelo cultural mudou. Atualmente ela ainda trabalha, não é velha. A noção de velhice também se transformou. Uma senhora de 60 anos não tem a aparência de uma da mesma idade de algumas décadas atrás, ao contrário, é jovial e isso reconfigura tudo. Muitas se dizem encantadas por serem avós, sem medo", comenta a psicóloga de família, Maria Helena Rego Junqueira.

“As avós de hoje são da geração do feminismo. Teriam uma tendência à permissividade, mas pelo amadurecimento, perceberam que liberdade tem limite”


A coordenadora do curso de pedagogia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Regina Cunha faz coro. "Houve uma ampliação das funções da avó. Hoje ela exerce papel político, econômico e afetivo. Às vezes, a avó ainda contribui financeiramente ou até sustenta a família. É um papel fabuloso. Elas têm uma representatividade muito maior que no passado", vibra Regina.
Entretanto, segundo a educadora, o papel
dessas senhoras vai mais além. Para ela, as vovós têm consciência da importância no equilíbrio e no auxílio aos filhos na educação dos netos. "As avós de hoje são da geração do feminismo. Teriam uma tendência à permissividade, mas pelo amadurecimento, perceberam que liberdade tem limite", afirma. Regina explica que essa geração tem a tarefa de tentar trazer moderação na educação dos jovens, auxiliando os pais. "Atualmente as crianças entram na escola muito cedo. As avós devem ficar atentas. Como são experientes, podem avaliar a qualidade da educação que seus netos estão recebendo no colégio", aconselha ela, que também pode curtir os netinhos Camila, de seis anos, Pedro, de três, e Alice, de dois.

Vovós moderninhas

Nada de óculos na ponta do nariz, receita de chazinho e estórias de antigamente. Algumas vovós são pra lá de ativas: Sueli, Márcia, Vera, Consuelo e Flávia não dispensam momentos de lazer, mesmo trabalhando arduamente. Alguns programas que parecem demasiadamente teen para maiores de 40 anos por vezes são normais no cotidiano delas: namoram, freqüentam academia, vão para baladas, bebem e batem papo no barzinho, fazem plástica, lipoaspiração, entre outras cositas más. Mesmo com tantas atividades, não deixam de aproveitar a companhia dos netos.

Para muitas, não existe o tão falado conflito de gerações. "Sou mãe e avó, e estou tentando conviver com meus netos assim como participei da infância dos meus filhos. Hoje me sinto plena, completa. Não me anulo enquanto mulher. Você pode ter a plenitude profissional
e familiar", afirma Márcia Pessanha, diretora da faculdade de educação da Universidade Federal Fluminense (UFF) e avó dos bebês Bento e Luísa.

Na opinião dela, as mudanças no mercado de trabalho e o fato de as mulheres atualmente terem uma melhor qualidade de vida fizeram com que as relações delas com a família também mudassem. "O machismo diminuiu e a rejeição no trabalho é menor. Elas dividem os afazeres profissionais e os programas. Quando isso é feito de forma equilibrada é benéfico. Também sou avó e sei que nós temos uma visão diferente do mundo. O pensamento não envelhece. No passado a avó tinha uma posição distante do neto por não terem assuntos em comum", contextualiza Márcia.

Investindo desde cedo

É preciso investir desde cedo na formação das crianças. A professora universitária e pedagoga Sueli Camargo Ferreira tem 54 anos e é avó da pequena Ana Clara, de dois. Ela namora um professor universitário há oito anos. Entre os programas preferidos do casal está curtir um filme no cinema nos finais de semana. "Gosto de cinema e de beber chope e vinho tinto. Sempre que inaugura um novo barzinho, meu namorado e eu vamos conhecer", diz empolgada. Sobre a educação da neta, Sueli conta que incentiva o desenvolvimento intelectual de Ana Clara, mas sabe da importância dos momentos de lazer com a criança. "Primo muito pela educação dela. Sempre a presenteio com brinquedos educativos para desenvolver a criatividade e também livros", derrete-se Sueli.

Mimos

Uma das características da relação entre avós e netos é o fato de ser mais liberal. Ainda que evitem dar bronca, castigar e negar seus pedidos, é fundamental respeitar as gerações mais novas para um convívio harmônico. "Ouço muitos avós dizerem que neto é uma delícia porque logo depois entregam a criança aos pais. Isso é um discurso. Mas acho que não deseducam, pois continuam sendo responsáveis. Eles têm que ter posturas antipáticas quando necessário. Devem exercer um princípio de autoridade porque não é filho, mas é neto", pondera a psicóloga de família, Dra. Maria Helena Rego Junqueira.

Para a pedagoga Márcia Pessanha, aquela velha história de que os avós estragam os netos é pura balela. Ela afirma que eles podem ter influência na vida intelectual das crianças. "Quando os netos chegam, os avós costumam mimá-los demais, mas isso não é regra geral. Eles devem tratá-los bem, porém, sem prejudicar a educação dada pelos pais. Os avós podem exercer influência nos hábitos culturais, religiosos, esportivos e até na escolha da profissão dos netos", sugere Márcia.

Para aproveitar

Responsabilidades à parte, o que elas querem mesmo é aproveitar os netinhos e tudo o que a maturidade (emocional, inclusive) tem a oferecer. Avó de Clara, de 11 anos, a diretora escolar Vera Zimbaro, de 62, se dedica ao trabalho praticamente de forma integral. Por conta disso, os momentos de lazer ficam em segundo plano. Com exceção da neta, que tem sempre a atenção dela nos momentos que precisa. "Infelizmente, não tenho muito tempo para me divertir com a minha neta, mas ela sabe que pode contar comigo sempre. Gostaria de ter mais programas com ela. Cobro boas notas e responsabilidade, porém, sei conversar com a Clara sobre outras coisas. Somos amigas. É uma delícia ser avó!", vibra Vera.

A decoradora Consuelo Ferrer, 51 anos, é avó desde os 42, quando foi surpreendida pela notícia dada pelo filho mais velho: "Quando ele disse que eu iria ser avó meu mundo caiu!", relembra. "No primeiro momento que fiquei sabendo que ia ser avó, fiquei abobalhada, sem acreditar no que havia escutado. Pensei que fosse um pesadelo, mas depois percebi que estava mais acordada do que nunca. Não estava preparada para ser avó. Fui aprendendo aos poucos", reconhece. Ela, que sempre foi à frente do seu tempo, demorou a aceitar que os anos tinham passado. Vaidosa, não gosta de revelar a idade, tampouco que tem dois netos, mas assume a alegria de ter contato com as crianças. Hoje, amo meus netos, mas quando o mais velho deles nasceu, demorei a ter um contato afetivo. Felizmente, isso já está superado", conta Consuelo, que já não se importa de ser chamada de ‘vovó'.

É, mas a avó não deixa a vaidade de lado. Gosta de curtir a vida, está sempre bem arrumada e perfumada. Na sua bolsa nunca falta batom e maquiagem. De manhã costuma fazer caminhadas na orla de Copacabana, no Rio. As
aulas de hidroginástica ajudam a aliviar as dores na coluna, único incômodo físico que diz sentir. Segundas e quartas são os dias das aulas de dança de salão. Nas tardes das quintas-feiras, ela marca presença nas sessões de massagem em uma clínica de massoterapia. "É pra manter o físico em forma e equilibrar as energias", explica. É a chamada vovó com tudo em cima!Garotona

Os netos chegaram e a artista plástica Flávia Amorim, de 49 anos, dá a impressão de ter uma década a menos. No guarda-roupa, apenas calças e blusas modernas, parecidas com os modelos manequim tamanho 40 usados pela única filha, Geórgia, de 23, mãe de Juliano, de 5, e Rodrigo, 2. "Quando me perguntam se me sinto mais velha por ser avó, costumo responder que tudo depende da cabeça da pessoa. A velhice está na mente dos outros. Faço as mesmas coisas de sempre. Tenho 49 anos e uma vida inteira para aproveitar com a minha filha, meus netos e o meu namorado, não posso perder tempo com essas pessoas que insistem em ter preconceito", desabafa. Ela diz isso porque gosta de, algumas vezes, experimentar e usar as roupas da filha. "Temos o corpo parecido, não vejo nada demais nisso. É que muita gente tem inveja, por isso, às vezes, ouço alguns comentários maldosos, mas não ligo", garante Flávia.

As noites em festas e boates também são curtidas em família na maioria das vezes. Boa parte das amigas da Geórgia conhece Flávia. "Minha mãe é uma das mais animadas quando saio com as minhas amigas. Ela tem espontaneidade, alegria, simpatia, inteligência e educação. Nós nos divertimos juntas. Não vejo nenhum problema nisso. As colegas dela às vezes se juntam com as minhas e a festa fica melhor ainda. É uma grande diversão", conta Geórgia.

O namorado de Flávia, Roberto Tavares, economista, 15 anos a menos que ela, é ciumento e costuma acompanhá-la nas saídas durante a noite. Faz bem, pois os olhares masculinos para Flávia são muitos. "É verdade, ela faz sucesso. Mais do que eu que sou mais nova", brinca Geórgia. Nos finais de semana, Flávia pratica natação e malha em casa. É também no sábado e no domingo que aproveita a companhia dos netos. "Sou do tipo de avó que faz as vontades deles. Compro brinquedos, doces e tudo que pedem. Mas na hora de
castigar, sou bem mais severa que a minha filha. Sou tolerante, porém, é sempre bom manter um limite", encerra Flávia.

É... modernas ou não, saradas ou fora de forma, o que elas querem mesmo é bom papo, conselho, carinho e amizade entre avós e netos.

FONTE: http://msn.bolsademulher.com/

   

Veja dicas e truques de maquiagem para mulheres maduras

Não carregar no make é a chave para disfarçar rugas e linhas de expressão

 Com a idade, a pele vai ficando mais flácida e as linhas de expressão e rugas dão o ar da graça. Alguns truques de maquiagem aliados a cremes de qualidade podem ajudar no visual. "Não esconde tudo, mas deixa a aparência bem mais leve", afirma a maquiadora Priscila Konst, especialista em técnicas para a terceira idade e palestrante do Age Seniors Center, em São Paulo. O grande detalhe é: nada de exagero. "A pessoa mais velha já tem a expressão mais forte, então dá para criar um efeito bacana, sem carregar muito", sugere a maquiadora Lourdes Paiva Neto, do Grazi Hair, também na capital paulista.

Preparar a pele para receber o make é um passo importante. Usar hidratantes (de preferência em gel) à base de DMAE (abreviação de dimetilaminoetanol, que é um agente firmador que ajuda a esticar as regiões próximas aos lábios, do contorno dos olhos, das laterais do rosto e do pescoço) é uma medida que mostra efeitos imediatos. Priscila explica que, além de suavizar as
rugas no instante em que é aplicado, esse tipo de cosmético aumenta a produção de colágeno e diminui o surgimento de novas rugas. 
Aprenda a esconder as rugas - Foto: Getty Images
Make sem rugas
Uma boa base também é fundamental. "Escolha uma com a mesma tonalidade da sua pele e nunca faça camadas grossas. Se quiser, aplique antes um
corretivo bem suave nas manchas e imperfeições", recomenda Lourdes. Muito cuidado com o pó, principalmente o compacto. Se possível, evite. Usá-lo para uniformizar a pele pode acabar com a sua maquiagem. Ele se acumula entre uma ruguinha e outra, o que só deixa esses sinais mais evidentes, além de destacar as pálpebras caídas.

Priscila ensina que chamar a atenção para as
sobrancelhas é uma boa maneira de tirar o foco das rugas. É só dar impressão que elas estão mais arqueadas, aplicando um blush no ponto mais alto da maçã do rosto. Outra dica é escurecer um pouquinho o cantinho interno dos olhos, com lápis preto ou marrom forte.  
O contorno dos olhos, por sinal, deve ser feito com muita suavidade, assim como dos lábios. Essas áreas costumam concentrar mais rugas. Esqueça dos tons brilhantes e cintilantes. Prefira os opacos que disfarçam melhor. "Use sombras mais neutras, como beges e marrons", complementa Lourdes. Para colorir os lábios, destaca Priscila, o ideal é ficar com os bastões menos cremosos. Eles pintam sem escorrer ou se acumular nos sulcos da boca ou ao redor dela. Um tom escuro na boca é uma boa pedida para compor o visual.

Uma última dica legal é evitar combinar as mesmas cores das roupas com a maquiagem. A maquiadora garante que esse detalhe pode acabar deixando a produção muito pesada. O make deve casar com os acessórios, mas sem exagerar nos brilhos. 

FONTE: http:// yahoo.minhavida.com.br

 

Maquiagem ajuda as mulheres da terceira idade

Uma maquiagem bem feita e um bom corte de cabelo podem dar aparência mais jovem para as mulheres que já passaram dos 55 anos. Na terceira idade, todas as mudanças hormonais que aconteceram no corpo desde os 25 anos -quando se inicia o processo de envelhecimento das células- estão refletidas na pele. O brilho, a vitalidade e a elasticidade do rosto já não são mais os mesmos, e, portanto, a maquiagem deve ser especial. Corretivos, bases, pós, sombras, blushs e batons têm que ser escolhidos com bastante critério e, como regra geral, devem ser utilizados de forma moderada, para evitar um aspecto excessivamente carregado.
"Se a mulher não exagerar na dose, o resultado da maquiagem pode ser excelente", garante Jason Pizzani, especialista em beleza para terceira idade. Pizzani sugere que se utilizem, nas sombras e batons, cores opacas (como marrom e cinza claro) e se evite cores cintilantes (como dourado e prata).
Quanto ao pó facial e aos delineadores, devem ser usados em pequenas quantidades, pois, em excesso, podem ressaltar os vincos da pele.
A Miss Brasil Terceira Idade, Olga Bolzan, 62, por exemplo, optou por um corte estilo chanel e, na maquiagem, usou sombras em tom pastel, para realçar os olhos. Ela também "aumentou a boca", usando lápis para contorno e batom de cores opacas.
CABELO - Além da maquiagem adequada, o cabelo correto ajuda a perder alguns anos. É fundamental que as mulheres que já passaram dos 55 evitem as cores frias, como o acinzentado, o castanho escuro ou o preto, que induzem à palidez. A melhor opção são os acobreados, avermelhados ou mates (tipos de loiro). Os reflexos e mechas são sempre bem vindos nos cabelos de mulheres de terceira idade. Os de nuances douradas ou avermelhadas são os mais indicados, mas é bom ficar atenta para ver se o tom do fundo do cabelo comporta essas cores. Uma boa dica é optar por nuances mais claras do que a cor base do cabelo. Além da preocupação com o tom, o cuidado com as raízes é imprescindível. Tanto a tintura quanto as mechas devem ser retocadas a cada mês. Quanto aos cortes, os médios e curtos são ideais e válidos para 99% das mulheres com mais 55. Eles alongam a face e iluminam a expressão. Para quem não abre mão do cabelo longo, é melhor deixá-lo sempre preso. Antes de definir a cor e o corte, é melhor analisar o formato do rosto e o tom da pele. Jason Pizzani dá uma receita válida para a maioria dos casos. "Rostos largos ficam melhores com cortes curtos, que deixam fios jogados sobre a face. Já as mulheres de rosto estreito devem usar o cabelo curto jogado para trás", diz.
Seja qual for a idade da mulher, alguns cuidados simples são importantes para manter a pele saudável. A alimentação deve evitar comidas gordurosas ou industrializadas em excesso. Hidratação também é importante. Para isso, use um creme pouco gorduroso e específico para o seu tipo de pele.
Também durma no mínimo oito horas por noite -em ambiente calmo e bem arejado-, evite consumir bebidas alcoólicas e fuja do cigarro.
FONTE: www2.uol.com.br

 

 
















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