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Ter um animal de estimação traz alegria, qualidade de vida e saúde


Um casamento pode acabar em pouco tempo. Já a relação entre um humano e o seu animal de estimação, quase sempre, cumpre o «até que a morte os separe». É assim há pelo menos 10 mil anos, desde que o homem domesticou os cães e os gatos. Aos poucos, tornaram-se companheiros inseparáveis e essa relação foi evoluindo ao longo do tempo.
Filmes como «Marley e Eu» e «Para sempre ao seu lado», que mostram o relacionamento entre os humanos e os seus animais de estimação, não só foram sucesso de bilheteira como levaram plateias às lágrimas.
Hoje, pesquisas e estudos em todo o mundo demonstram que a convivência com os animais traz tranquilidade e bem-estar às pessoas. Alexandre Rossi, especialista em comportamento animal e actualmente com o programa «Missão Pet» no canal a cabo Nat Geo, vivencia de perto essa interacção benéfica.
«Quando levamos cães a locais com pessoas doentes, em especial crianças, e idosos, constatamos a alegria que trazem. A relação é muito diferente se há apenas humanos nas visitas», relata Rossi.
O zootecnista lembra-se, em especial, de um golden retriever. «Era muito interessante, porque ele dava carinho e atenção à criança que mais parecia triste. Ficava do lado e, aos poucos, ela começava a brincar.»
Rossi explica que, ao contrário dos visitantes que se comovem com as histórias e muitas vezes não conseguem dar força às crianças e velhinhos, os cães trazem leveza ao ambiente. «Eles brincam, fazem algo engraçado e proporcionam momentos de muita descontracção.»
Para quem perdeu a capacidade de locomoção, por acidente ou até mesmo pela idade avançada, estar perto de um animal é realizar-se através dele. «Quando essa pessoa vê um cão a brincar e a correr, é como se fosse uma extensão dele», analisa Rossi.
Além disso, para quem quer emagrecer, ter um cão é uma excelente fórmula. Isso porque é necessário fazer passeios diários, assim, sem perceber, a pessoa está a exercitar-se. Sem contar que, no caminho, vai fazendo amizades e conhecendo gente nova.

FONTE:http:// www.diariodigital.sapo.pt



O animal de estimação certo para você


Conheça as características de cada pet e descubra qual deles se encaixa melhor na vida da sua família


Escolher um animal de estimação é uma decisão importante e envolve, além de muita “fofice” e diversão, bastante responsabilidade. Adotado, comprado ou ganhado, não importa. Você será o anjo da guarda desse “melhor amigo” por muito tempo, inclusive durante férias e feriados prolongados.


Divertidos, os bichinhos acabam se tornando um membro da família e, por isso, é interessante escolher um pet que e combine com o estilo de vida do dono e dinâmica do lar. Com o auxílio do consultor e educador de animais Gustavo Campelo, listamos as características de gatos, cães, pássaros e outras fofuras.
CÃO
Poodle, Labrador ou vira lata, eles são companheiros e alegram a casa

Arte iG - Cassio Bittencourt
É importante avaliar se o grau de atividade da raça condiz com seu estilo de vida
É o pet ideal para: Quem tem disposição e tempo para se dedicar. Os cachorros são brincalhões e muito afetivos, por isso precisam de atenção. A personalidade dos cães varia de acordo com a raça: buldogues, por exemplo, são mais lentos, enquanto os Border Collies têm energia de sobra. Avalie se o grau de atividade do animal condiz com seu estilo de vida: um cão para correr com você no parque ou para fazer cafuné no sofá? Escolher um animal adequado ao tamanho da casa ou apartamento também é essencial.

Eles precisam de: Passeios diários, alimentação de duas a três vezes por dia e banhos quinzenais. Treinamento para obediência também é essencial – ninguém quer o um cão destruindo o sofá e fazendo xixi fora do lugar.
Pense duas vezes se: Você fica fora de casa por longos períodos, não tem rotina estabelecida ou viaja muito. Quem tem uma vida muito ativa deve incluir o cachorro em parte das atividades, ou optar por outro bichinho mais independente. A questão financeira também pesa: criar um cão custa, em média, R$ 1.500 ao ano.

CÃO DE GUARDA
Cuida da casa e da família, é fiel e precisa de treinamento

Arte iG - Cassio Bittencourt
Companheiros, mas precisam ser bem treinados
É o pet ideal para: Quem quer a companhia de um cachorro e proteção. Interessante para famílias que moram em espaços grandes com jardim ou quintal. É importante adestrar o animal e passar bastante tempo com ele. Lembre-se: cães de guarda são grandalhões, mas também precisam de amor e carinho.
Eles precisam de: Alimentação correta e muito exercício. Raças como Rottweiler e Fila não podem ficar ansiosos, por isso precisam de atividades. Para que a convivência com outras pessoas não se torne um problema, é importante que o cachorro passe por um treinamento de obediência.
Pense duas vezes se: Você não tem tempo ou verba para treinar o animal. Caso tenha crianças ou idosos em casa, é preciso ter cuidado redobrado.


GATO
Divertido e independente na medida certa
Arte iG - Cassio Bittencourt
Carinhosos, mas um pouco mais autônomos
É o pet ideal para: Quem mora em lugares pequenos ou não passa muito tempo em casa. Sociável e afetuoso, o gato é mais independente que um cachorro e fica bem sozinho enquanto o dono sai para trabalhar. Em geral solicitam menos energia do dono que um cachorro.
Eles precisam de: Um cantinho com uma caixa de areia para que façam suas necessidades, além de alimentação duas vezes ao dia. Boa pedida é investir em arranhadores e brinquedos, que evitam grandes estragos nos móveis – afinal, eles precisam afiar as unhas em algum lugar. Instale telas de proteção nas janelas dos apartamentos e evite acidentes (eles se jogam mesmo!). Para os gatos que saem de casa sozinhos, a castração é importante para evitar brigas e filhotes não planejados. E, caso fique grande parte do dia fora de casa, considere ter dois gatos juntos – eles fazem companhia um ao outro.
Pense duas vezes se: Você viaja por períodos longos. Diferente no cachorro, que adora passear na coleira, não é fácil levar o gato para todos os lugares, e ele não aguenta ficar muito tempo sozinho em casa. Vale ficar esperto com a mobília. Se você for muito apegado aos móveis, esqueça! Eles sobem em tudo e até estragam um pouquinho com as unhas. Algumas pessoas com alergia sofrem com os pelos.


PEIXE DE ÁGUA DOCE
Coloridos, grandes ou pequenos eles adornam a casa e precisam de pouca manutenção
Arte iG - Cassio Bittencourt
Ideal para quem não quer ter muito trabalho
É o pet ideal para: Solteiros e pessoas que moram sozinhas. Peixes são pets para quem não tem muita rotina ou não quer bagunça pela casa, já que exigem pouca manutenção e não ocupam muito espaço. Um peixinho pode ser um primeiro pet para crianças, estimulando a responsabilidade e carinho. Além disso, é um animal com baixo custo de manutenção.
Eles precisam de: Alimentação diária, limpeza eventual do aquário e um filtro na água. Alguns tipos de peixe exigem cuidados ainda mais simples: coloridos, os Betta não precisam de filtros nem aquários grandes – é só trocar parte da água a cada 15 dias.
Pense duas vezes se: Você quer um animal para ficar no seu colo e brincar. A interação com os peixinhos é limitada


HAMSTER
Um pet bonitinho e peludo, mas que não bagunça a casa
Arte iG - Cassio Bittencourt
Para observar, mas muito bonitinhos
É o pet ideal para: Quem não tem muito tempo ou espaço para criar um cachorro ou gato, mas quer um pet fofinho e peludo. Eles ficam em gaiolas e, por isso, não bagunçam a casa. Bom para crianças pequenas, que podem observar um bichinho sem ter tanta responsabilidade. Eles precisam de: Uma gaiola de tamanho adequado com uma roda para exercício e potinho para comida. O espaço deve ser limpo duas vezes por semana e ficar em local arejado. Os bichinhos podem ficar sozinhos, mas não por mais de dois dias, já que precisam de reposição da ração. Se optar por um casal, lembre-se que eles reproduzem muito. Pense duas vezes se: Você quer um bichinho que ande pela casa. Apesar de engraçadinhos e divertidos, esses roedores não podem ficar soltos porque roem fios, se escondem e fogem. São animais de observação.


FERRET
Divertido, o furão interage bastante mas precisa de supervisão

Arte iG - Cassio Bittencourt
Brincalhões e muito engraçados
É o pet ideal para: Quem quer um animal brincalhão e engraçado, mesmo morando em um espaço pequeno. O furão atrai também pessoas que desejam um animal diferente, mas que interaja bastante. Ele não fica parado no colo por muito tempo, mas atende pelo nome, aprende truques e passeia na coleira.
Eles precisam de: Alimentação diária, carinho, atenção e brinquedos, porque são muito ativos. Gostam de pequenas redes para dormir e é recomendável que tenham uma gaiola grande ou um cômodo na casa para ficar nas ocasiões em que não forem supervisionados, isso evita pequenos acidentes, como entrar em ralos, máquina de lavar, vasos sanitários...
Pense duas vezes se: Você não tem tempo ou disposição para brincar com o bichinho ou quer um pet calmo e independente.

AVES
Canário, periquito, calopsita: de acordo com a espécie cantam ou aprendem palavras

Arte iG - Cassio Bittencourt
É importante ter uma gaiola adequada, com espaço para o bichinho
É o pet ideal para: Idosos e crianças que terão um primeiro contato com um animal de estimação. Indicado a quem tem espaço para uma gaiola grande e não vai interagir com o bichinho durante todo o dia. A escolha do pássaro também influencia no clima da casa: canários alegram o ambiente com seu canto e calopsitas aprendem truques e podem ficar um pouco soltas.
Eles precisam de: Uma gaiola de tamanho adequado, que deve ser limpa diariamente, junto com alimentação e troca da água. Caso o pet fique parte do dia sozinho, é recomendável optar por um casal. E ao viajar é preciso pedir para alguém alimentar os animais.
Pense duas vezes se: Você quer um pet para brincar e ficar no colo. Mesmo que interajam, os pássaros são delicados. Não é recomendável criar canários ou periquitos em apartamentos, já que os vizinhos podem não gostar da cantoria.


TARTARUGA
Aquáticas ou não, ela vivem por muito tempo e não precisam de muitos cuidados
Arte iG - Cassio Bittencourt
Tranquilas, não precisam de muitos cuidados
É o pet ideal para: Famílias que vivem em casas grandes ou com jardim e não querem se preocupar muito com o animal de estimação. Pode ser um segundo pet da família, desde que conviva com outro animal comportado.
Elas precisam de: As espécies crescem durante toda a vida e por isso precisam de espaço. São bem independentes, mas necessitam de alimentação diária. Os cágados precisam de aquário ou lago artificial com água.
Pense duas vezes se: Você não tem seu futuro próximo planejado. Elas vivem em média 50 anos e não podem ser compradas por impulso. Cachorros ou gatos podem agredir o animal, cuidado.

FONTE:http:// www.delas.ig.com.br






Nada de amigo do homem, felinos são a bola da vez



O cachorro tem a fama de ser o melhor amigo do homem, porém, quem tem conquistado cada vez mais espaço nos lares dos brasileiros são os gatinhos. Embora os cães ainda representem cerca de 35,7 milhões contra 19,8 milhões de felinos nos domicílios, a estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) é de que, até o final do ano, haja o dobro do crescimento da presença de gatos em residências.
Este fator é decorrente do aumento do número de moradores em apartamentos ou casas com menor área.
Isso tem dificultado a criação de cães, principalmente os de maior porte. "O gato é menor, faz menos barulho e possui hábitos de higiene que tornam o seu manejo mais simples. E, devido à sua natureza independente, os felinos podem ficar sozinhos durante alguns períodos do dia", conta Aline Quintela, professora da Clínica Médica de Pequenos Animais da UNIME.
Por conta dos compromissos diários nem sempre sobra tempo para o dono se dedicar a passeios com os cãezinhos. Assim torna-se mais fácil cuidar de gatos. "Eles são mais independentes, pois possuem uma maior adaptação em relação aos períodos de ausência do proprietário. Os cães, na grande maioria, necessitam interagir com pessoas frequentemente. Os que permanecem por longos períodos sozinhos podem apresentar alterações de comportamento", relata Daniela Santos Corrêa, veterinária do Hospital Veterinário da Unopar.
Outras facilidades na criação de felinos é que a maioria deles possui pêlo curto - sem necessitar de banhos ou escovação com frequência - e as necessidades fisiológicas são realizadas em uma bandeja com areia ou granulado higiênico, sem obrigatoriedade de adestrá-lo para isso. "Desse modo, basta criar um ambiente seguro, confortável e cheio de brinquedos para que o animal possa se entreter", diz Aline.
De acordo com Quintela, acreditar que o gato não se apega ao dono ou que ele é um animal "falso" é mito. "Quem convive ou já conviveu com um gato sabe que eles são amorosos, brincalhões e excelentes amigos, entretanto, agem diferente dos cães". Ela explica que, desde os primórdios, os felinos se desenvolveram como caçadores solitários, ao contrário dos lobos, que vivem em matilha. "Por isso, mesmo quando vivem na nossa casa eles não nos veem como um líder, mas apenas como companheiros."
A professora ainda esclarece que para o gato não se tornar rebelde é necessário que ele tenha contato com o dono desde o início de sua vida. "Espalhe brinquedos que despertem seu interesse e, sempre que possível, castre-os para evitar a marcação territorial com urina e para não ficar agressivo com outros gatos."
Vale ressaltar que também é preciso impor limites, assim como fazemos com os cães. "Em casos de felinos muito agitados existem produtos próprios para auxiliar na sensação de bem-estar do animal controlando este tipo de comportamento", relata Daniela. "Contudo, antes de adquirir um gato é importante se atentar ao fato de que ele viverá vários anos e, apesar de sua independência, irá necessitar de cuidados e atenção durante todo o decorrer de sua vida", completa.
Após a decisão, o próximo passo é a escolha da raça que mais se adapte ao seu estilo de vida. "Os cuidados de higiene devem ser sempre mantidos, tanto a do animal como a do ambiente. Evite que gato durma na mesma cama que você. Aliás, higienizar as mãos após a limpeza da caixa de areia é fundamental para evitar a transmissão de doenças através das fezes", alerta Corrêa.



"Felinos necessitam de contato com seus donos e precisam se sentir queridos, amados... Fazendo isso, ele lhe presenteará com todo o seu amor, elegância e graciosidade", finaliza Aline Quintela

FONTE:http:// www.vilamulher.terra.com.br


Cães adestrados: mais que uma companhia, uma terapia
Hotel Fazenda Clube de Cãompo oferece o serviço.

divulgação
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Os cães treinados podem, muitas vezes, se tornar cães terapeutas
Não há nada melhor do que receber um carinho especial de alguém que realmente gosta e se preocupa com a gente. Quando essa atenção vem de um animal de estimação a confiança e o retorno dessa cumplicidade aumentam. “O cão é um animal que quer agradar o dono a todo o momento, ele não se lembra das broncas, mas quer te fazer feliz”, comenta Aldo Macellaro Jr, veterinário e proprietário do Hotel Fazenda para cães Clube de Cãompo.
Mesmo que o instinto do cão tenha predominância no companheirismo e fidelidade, alguns donos procuram ajuda de profissionais para adestrar os bichos de forma que aprendam algumas regras de obediência básica, se tornando ainda mais dóceis e de fácil convívio. “Cada animal tem sua personalidade, precisamos observar quais meios de comunicação, contato ocular, contato físico e utilização da voz, brinquedos ou comida, que mais estimulam o cão, a partir daí focamos o treinamento em atividades que privilegiem o meio de comunicação mais eficaz para aquele animal. O que vale é entender porque estamos adestrando o cão, para qual finalidade, o que o proprietário espera do seu amigo”, ressalta Aldo.
Os cães treinados podem, muitas vezes, se tornar cães terapeutas, que auxiliam em tratamentos de doenças como depressão, por exemplo. Animais que são adestrados para este fim, podem se tornar amigos inseparáveis de crianças e idosos. Em Itu, por exemplo, existe um trabalho voluntário desenvolvido entre o Clube de Cãompo e o A Associação da Vila de São Vicente de Paulo, mais conhecida como Vila Vicentina, que de tempos em tempos leva alguns cães socializados para passar momentos com os senhores do asilo.
“O contato com o animal proporciona uma confiança para o ser humano de maneira indescritível. Estudos apontam que ter contato com um cachorro pode trazer grandes benefícios, entre eles, auxilio no tratamento de doenças. A simples brincadeira de jogar a bolinha e pedir que o cão vá buscar, por exemplo, é um tratamento fisioterápico para os idosos”, garante o veterinário. No caso das crianças, a proximidade com um animal de estimação estimula a confiança, a responsabilidade, a afetividade, entre outros.
A rotina é necessária

Quem não gosta de rotina é o homem. Mas o cão precisa dela. “Quanto mais condicionado o animal tiver e seguir a rotina da casa, melhor vai responder aos ensinamentos de obediência básica, que são: senta, deita e fica.
O Hotel Fazenda para Cães Clube de Cãompo oferece aulas para adestramento e socialização de filhotes. Aldo ressalta que todos os cães, independente da idade, podem aprender regras e os comandos de obediência básica e se tornarem grandes amigos, em apenas 15 dias. “Vale lembrar que é fundamental a participação do dono do animal nos resultados positivos do cão. Não adianta ensinarmos o cachorro no Clube de Cãompo se quando ele chega em casa os exercícios não forem aplicados”, alerta o profissional que acredita, “o ideal é que o dono participe do processo de adestramento, mas caso não seja possível ele precisa dar sequência na rotina adquirida pelo animal para que ele entenda a hierarquia e obedeça”, finaliza.

O Clube de Cãompo fica na rodovia SP 300 (Dom Gabriel Paulino Bueno Couto), km 95 – Itu/SP. Mais informações pelo telefone (11) 2715-1091.


FONTE:http:// www.itu.com.br







 Vacinação antirrábica volta após dois anos





Em 2010, a campanha de vacinação foi suspensa em SP, depois de mortes e reações adversas em cães e gatos
Só no Distrito Federal, a meta é vacinar 270 mil cães e gatos / Shutterstock / Gorilla

     

Depois de dois anos suspensa no estado de São Paulo, a campanha de vacinação antirrábica foi retomada a partir desta segunda-feira. Só na capital paulista, a meta é imunizar um milhão de cães e gatos. Serão 2.064 postos volantes montados, cada dia em um ponto estratégico, para levar o serviço até a população e outros 17 pontos fixos. A campanha vai até o dia três de junho.
 A raiva é uma doença transmissível tanto para animais como para o homem. A transmissão acontece pelo contágio direto como mordidas, arranhões ou lambeduras de cães, gatos, morcegos ou outros mamíferos infectados.
 Em 2010, a campanha de vacinação foi suspensa em todo o país, depois de mortes e reações adversas em cães e gatos que haviam sido vacinados, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. De acordo com o Ministério da Saúde, foram notificadas 637 reações adversas, sendo 41,6% dos casos graves (morte ou reação alérgica que pode levar à morte). Em São Paulo, dois animais de estimação morreram, um na capital paulista e um no interior.
 O ministério informou ainda que, em 2011, a entrega da vacina foi priorizada para os estados que apresentaram circulação de vírus antirrábico canino. Os estados considerados como áreas de risco foram: Maranhão, Ceará, Pernambuco, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia, Alagoas, Sergipe e Mato Grosso do Sul. Esses estados receberam todas as doses e já realizaram a vacinação em 2011.
Prevenção de novas mortes

Para evitar que novas mortes ocorram, foram adotadas medidas como exigências ao laboratório produtor, com o aperfeiçoamento no processo de produção para garantir a segurança do produto. “Além disso, novos e mais rigorosos testes de qualidade foram introduzidos. Foram distribuídos 22,9 milhões de doses da vacina para todo o país. As secretarias estaduais, junto com os municípios, são responsáveis pelas estratégias e organização das campanhas”, disse o ministério.
 De acordo com a médica veterinária e gerente do Centro de Controle de Zoonoses da cidade de São Paulo, Ana Claudia Furlan, a falta da vacina por dois anos não foi suficiente para representar ameaça de que a doença reapareça, pois outras medidas preventivas nunca deixaram de ser tomadas. Nesse período, foram observadas as agressões e capturados os morcegos que poderiam estar doentes.
 “Os morcegos que apresentaram comportamento ou condições diferentes do normal foram capturados e levados para análise em laboratório. Normalmente, temos de três a quatro morcegos positivos para a raiva por ano e esse número não mudou sem a vacina. Na capital, apenas um gato foi infectado por morcegos, o que não representa possibilidade de outros animais também terem a doença”, disse.
 Ana Claudia explicou que é preciso observar os morcegos. Como esses animais têm hábitos noturnos, se houver algum voando durante o dia, caído no chão ou caminhando, pode haver algo errado. Nesses casos, a população deve informar o Centro de Controle de Zoonoses, que encaminha uma equipe especializada para o local, onde o animal é recolhido e levado ao laboratório. Segundo ela, o último caso de raiva humana foi registrado na cidade de São Paulo em 1991. No estado, a última ocorrência foi em 2001.

Quem deve ser vacinado

Cães e gatos com mais de três meses de vida devem ser imunizados. A veterinária garantiu que a vacina é segura, sendo a mesma que é utilizada nas clínicas particulares. “Não há contraindicações e o efeito colateral que o animal pode apresentar normalmente se restringe à dor no local da aplicação e uma certa prostração, que passa logo”.
 Os cachorros devem ser levados aos postos com coleira e guia e os mais ferozes com focinheira. Os gatos devem ser conduzidos em caixas especiais para o transporte. Quem não as tiver pode improvisar com um carrinho de feira ou dentro de fronhas, desde que o animal esteja contido para evitar acidentes ou fugas. A medida, nesse caso, é essencial porque, normalmente, os gatos não costumam sair com seus donos.

FONTE:http:// www.band.com.br




Quando é preciso dizer adeus

A morte dos animais de estimação tem o mesmo impacto que pessoas da família








Na hora de enterrar o seu bichinho de estimação, você pode optar pelo jazigo individual ou pelo comunitário. No primeiro você pode acompanhar o sepultamento e colocar uma lápide padronizada de identificação sobre ele. No caso do jazigo comunitário, o bichinho é sepultado com outros animais. A retirada do corpo do bichinho do local da morte e o transporte até o cemitério são gratuitos dentro da área urbana da cidade. Os serviços custam a partir de R$ 5,00 mensais e, passados dois anos do sepultamento, pode haver renovação de contrato para que os ossos permaneçam no mesmo jazigo, acondicionados em embalagem apropriada, o que dá espaço para outros sepultamentos. Dependendo do plano escolhido, o dono pode visitar o local frequentemente para demostrar seu eterno amor e gratidão.

A empresária Vivian Morais acabou optando pelo Caminho do Céu para enterrar o seu cachorro Guller - com quem conviveu por 19 anos - assim que descobriu um tipo de câncer no baço do animal e precisou sacrificá-lo. "Foi o mínimo que pude fazer já que ele fez parte de momentos muito especiais em minha vida, jamais vou esquecê-lo", explica. Sempre que pode, Vívian visita o jazigo individual com lápide de mármore do bichinho. O sepultamento custou a ela cerca de R$ 150,00 e, todo mês, são gastos mais de R$ 40,00 para que o cemitério mantenha o jazigo em ordem. Numa noite chuvosa, a empresária encontrou o frágil Guller chorando, pegou-o no colo e ficou ao seu lado até o dia amanhecer, quando ligou para a veterinária. "Eu já sabia o que ela ia dizer, mas tive que ser forte pois sabia que ele estava sofrendo", completou emocionada.

O cemitério oferece ainda um cemitério virtual para que os donos prestem homenagens aos animais de estimação e façam orações em nome deles. Na seção Classificados é possível publicar anúncios de animais encontrados e a serem adotados.


Renovando o ciclo da vida


Outra opção na hora de se despedir do seu melhor amigo é a cremação. A prática consiste, em si, na queima do corpo por um forno a gás com duas câmaras de queima e pós-queima. A primeira funciona a 800´ C e a segunda atinge até 1.100´ C. A empresa Kremakão, de Araçoiaba da Serra, já cremou mais de 1.140 animais em três anos de existência. Somente até março deste ano, foram cerca de 95 cremações de cães, gatos, tartarugas, aves, coelhos, pequenos macacos e roedores, entre outros. A cremação de animais iniciou-se no País na cidade de Novo Hamburgo (Rio Grande do Sul), em 1995, pela Brazcão (atual Zoobraz-Brazcão) como alternativa para os animais de pequeno porte, uma vez que o destino deles era, muitas vezes, o "lixão".

Para uma cliente do Kremakão, que não quis se identificar, a cremação foi a melhor escolha quando chegou a hora de se despedir da sua boxer de 11 anos e dois meses, presente de uma amiga. "Perder um animal querido é muito triste. E, ao perdê-lo, a primeira ideia é dar-lhe um final digno", explica. Ela pensou em todas as opções: enterrar - como muita gente faz -, sepultar num cemitério ou cremar. Mas, como não encontrou um lugar apropriado para enterrar e não gostaria de deixá-la num cemitério, pois não tinha intenção de visitar o local depois, acabou optando pela cremação. Meses depois, conseguiu superar a perda e já comprou outro cachorro, um labrador. "Um não substitui o outro, mas criar cães é uma alegria", completa.

Ao enterrar um animal, existe o risco de contaminação do lençol freático abaixo do local pelo necrochorume do corpo, além da exumação por outros animais (roedores ou carniceiros de maior porte) e da disseminação de doenças transmissíveis ao homem - as chamadas zoonoses - como, por exemplo, a toxoplasmose, leptospirose e a raiva. Com as altas temperaturas do processo de cremação, as moléculas das substâncias corpóreas são quebradas, inclusive aquelas que compõem os vírus e bactérias responsáveis pela transmissão dessas doenças. O resultado da cremação são as cinzas que podem ser aspergidas em lagos, mares ou jardins, servindo ainda como fertilizante para a terra. "É a vida renovando o ciclo da vida", explica Maurílio Callipo de Seixas Ferreira, do Kremakão. Ao optar pela cremação, segundo ele, a pessoa terá a certeza de dar um fim digno ao seu amiguinho de tantos anos, além de contribuir para o bem-estar do planeta, que é de todos, inclusive, das gerações futuras.

Infelizmente, o preconceito com a cremação - tanto de animais, quanto de seres humanos - ainda é muito grande. "É natural do ser humano temer o fogo", explicou a veterinária Graziella Abilio Lava. Isso acontece, de acordo com Maurílio, devido ao desconhecimento do processo pela maior parte da população. Algumas pessoas, segundo ele, chegam a temer que seus animais sofram durante a cremação. O Kremakão oferece dois tipos de tratamento: a cremação simples e a cremação individual. No caso da simples, as cinzas são aspergidas no pomar da Chácara Kremakão e, na individual, são entregues aos seus donos em urnas para que ele decida qual o destino apropriado para elas. No caso da boxer, a dona ficou com a primeira opção. "Penso que minha cachorra vai viver pra sempre no meu coração e não senti necessidade de manter perto de mim suas cinzas", conta. Se você optar ainda pela cremação expressa, poderá escolher a data e a hora em que será realizada, respeitando os horários de operação do forno crematório. A empresa faz a captação do corpo no local da morte com equipamentos e uma equipe treinada. Os preços variam de acordo com o peso do animal e com a modalidade do serviço. Podem custar de R$ 95,00 a R$ 400,00. O site do crematório disponibiliza também o "Memorial", uma seção para homenagens ao seu bichinho de estimação.

Para aqueles que não têm condições financeiras ou, simplesmente, não querem enterrar ou cremar seus animais de estimação - por qualquer motivo que seja -, a Prefeitura disponibiliza um serviço terceirizado de coleta de animais de pequeno porte mortos. Atualmente, o serviço é realizado pela Empresa Transpolix. (supervisão: Estela Casagrande)



FONTE:http:// www.cruzeirodosul.inf.br




Animais ajudam a tratar problemas de saúde


Cavalos, gatos, cachorros e até tartarugas são cada dia mais usados como ferramentas em tratamentos
 Com todos esses predicados, os bichos de estimação estão cada vez mais fazendo parte dos prontuários terapêuticos, ajudando o homem a cuidar de sua saúde e a lidar com suas limitações. Eles atuam para amenizar desde questões simples de comportamento, como timidez ou falta de disciplina, até patologias graves, como síndrome de down. Na terapia assistida por animais, além das estrelas de quatro patas ou de asas, atuam também profissionais como psicólogo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, pedagogo ou terapeuta ocupacional.
A espécie mais comum envolvida nesse tipo de trabalho é, sem dúvida, o cachorro. Porém, é possível montar um zoológico com todos os tipos de animais que estão entrando nessa onda, onde as especificidades de cada um é aproveitada de maneira diferente em cada tratamento. Confira alguns exemplos:
Golfinhos
> A terapia assistida por golfinhos é praticada em países como EUA, Japão, México e também no Brasil, onde pode ser chamada de bototerapia. Há pesquisadores que dizem que nadar com golfinhos traz ganhos para o sistema imunológico humano e ajuda o bem-estar psicológico. Porém, há críticos que declaram que não há benefícios a longo prazo nessa prática.
Cavalos
> A equoterapia também já é uma prática bastante conhecida. Em Bauru, o De Jonghe Treinamento é um lugar que oferece a terapia não só para patologias, mas também para adultos e crianças que não têm limitações neuromotoras ou cognitivas, mas que sofrem com estresse ou querem buscar outros estímulos para o seu desenvolvimento. A psicóloga Janaina Macena diz que os pontos que mais chamam a atenção nessa prática são: o tamanho do animal que impõe respeito; a possibilidade de se enxergar o mundo em uma outra dimensão, principalmente para crianças e cadeirantes; e a melhora na auto-estima que o indivíduo tem ao montar. Além disso, a equitação possibilita ganhos motores, como a melhora postural. Por fim, o ambiente bucólico, ao ar livre é sempre um convite ao relaxamento.
Cachorros
> A Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) em Bauru já trabalha continuamente há dois anos com o programa de pet terapia. A psicóloga Kellen Cristina Florentino conta que, por lá, o trabalho consiste em usar animais para ajudar a desenvolver em crianças e adolescentes, com deficiência intelectual múltipla e transtornos globais do desenvolvimento, desde a coordenação motora até a sociabilidade. Rebatendo críticas que dizem que a terapia assistida por animais provoca uma melhora no humor e interatividade apenas temporária, as profissionais da Apae acreditam que a terapia é um “trabalho de formiguinha” que, aos poucos, desenvolve de maneira definitiva as capacidades dos alunos. As sessões são feitas em grupo e duram aproximadamente uma hora. Os cães são voluntários, passam por uma seleção prévia e são acompanhados por uma equipe de veterinários.
Outros
> Porquinhos-da-índia e coelhos anões são usados para desenvolver a coordenação motora. Por outro lado, papagaios entram em terapias com autistas. Já tartarugas são usadas para combater casos de ansiedade e agitação.
Na Capital
> Em São Paulo, o Inataa (Instituto Nacional de Ações eTerapias Assistidas por Animais - www.inataa.org.br) é uma instituição sem fins lucrativos que leva a pet terapia para hospitais e asilos da Capital e também oferece curso de formação para profissionais
da área.
Voluntários
> A Apae está sempre em busca de cachorros voluntários. Se você tem um cão bastante dócil, que adora ser paparicado e ainda lhe sobra tempo suficiente para assumir a responsabilidade desse trabalho, então, entre em contato com a instituição para marcar os testes.
O telefone de lá é o (14) 3106-1252 begin_of_the_skype_highlighting            (14) 3106-1252      end_of_the_skype_highlighting.
De Jonghe Treinamento
Onde: rua Mário dos Reis Pereira, 3-139, Residencial Colina Verde
Informações: (14) 9137-1999 begin_of_the_skype_highlighting            (14) 9137-1999      end_of_the_skype_highlighting e 8807-1647
Nem todo os cachorros são aptos à tarefa
Existem raças que são mais propícias ao trabalho, como os labradores e golden retrievers. Além dessas raças, a Apae conta hoje com dois lhasas apsos como voluntários. Porém, o mais importante é o temperamento do animal.
2008
É o ano em que a Inataa, uma das maiores instituições de Terapia Assistida do país, foi fundada. A ONG também trabalha com treinamento e entrega de cães de serviço e assistência.
É sucesso com a terceira idade
Pets estimulam o contato e exercitar habilidades cognitivas como a memória afetiva
2 anos é a idade do aluno mais novo no De Jonghe.

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Quais os cuidados com a raça Pug 


Afetuosos e simpáticos, a raça Pug convive muito bem com crianças, adolescentes, adultos e idosos.
É fácil manter um Pug limpo. A raça não requer tosa e banhos frequentes. Basta uma simples higienização com uma toalha umedecida na água para sua limpeza e outra seca junto com um secador para secá-lo.
Por ser um cão braquicefálico, deve-se tomar alguns cuidados com a raça Pug. E o que é um cão braquicefálico?
O termo ‘braquicefálico’ vem do grego, ‘braqui’ signicifando curto, e ‘cefálico’ significando cabeça. Desse modo a expressão relatada difere-se as raças de focinho curto, como o Pug.
O Pug como qualquer outra raça de focinho curto tem a Síndrome Respiratória Braquicefálica, afetando diferentes áreas do trato respiratório. Todavia, a maior parte dos cachorros braquicefálicos não sofrem de todas as características da síndrome relatadas a seguir:
. Palato Mole Alongado, termo utilizado quando os tecidos moles da boca e garganta nos cães braquicefálicos. Como resultante do palato mole – que divide a passagem nasal da cavidade oral – o mesmo fica pendurado e solto até a garganta, criando sons de ronquidão;
. Estenose das Narinas, termo utilizado devido as narinas estreitas de muitos cães braquicefálicos;
. Hipoplasia Traqueal, é quando a traquéia do cão braquicefálico pode ser perigosamente estreitas em alguns pontos, resultando em riscos anestésicos, caso não seja feito radiografia peitoral no cão, descartando a patologia.
Ao contrário de outros cães sem focinho curto, onde a saliva evapora da língua enquanto o ar passa, fazendo com que o sangue circule através dela, sendo o mesmo esfriado eficientemente, circulando-o para o resto do corpo, o cão braquicefálico é um ofegante ineficiente.
Um proprietário de um Pug ou outro cão braquicefálico deve ter cautela nos passeios, percebendo os limites dele e evitando o mormaço de altas temperaturas. Por outro lado, não é favorável deixar o cão braquicefálico, como, o Pug, na vida sedentária, pois a obesidade no cão de focinho curto poderá levá-lo facilmente a uma parada. Então uma voltinha com seu Pug, duas vezes por dia, é recomendada e benéfica a saúde e bem estar dele.
Outro cuidado é com a visão do Pug. Os cães cheiram por curiosidade ou instintivamente, mas tratando de um cão braquicefálico, seus olhos devido ao focinho e olhos serem rentes a face, quando ele se aproxima de plantas com espinhos e objetos pontiagudos, poderá lesionar os olhos.
Por outro lado, difícil é não se apaixonar pelos Pugs. São feios, e ao mesmo tempo bonitos. Divertidos, brincalhões, bons de temperamento e inteligentes, o Pug vem conquistando cada vez mais o coração dos Brasileiros. De acordo com o Kennel Clube SP SOBRACI, nos últimos 4 anos, os registros da raça Pug aumentou consideravelmente. Ela está entre as raças mais registradas no Brasil.
Fonte:h
ttp://www.sobrepug.com.br

FONTE: http:// www.portaldacinofilia.com.br


Estudo: levar animais de estimação para o trabalho reduz o estresse
Presença dos animais no trabalho reduz estresse para todos os funcionários. Foto: Getty Images
Presença dos animais no trabalho reduz estresse para todos os funcionários
Foto: Getty Images



Não é à toa que o cão é o melhor amigo do homem. Segundo a Forbes, um estudo recente realizado na Virginia Commonwealth University sugere que a presença dos animais nos locais de trabalho reduz estresse tanto para os donos dos cães quanto para os não proprietários. O estudo foi realizado no Replacements Ltd, em Greensboro, Carolina do Norte.
Pesquisadores dividiram seus cobaias em grupos, que incluíam proprietários e não proprietários de cães, e os donos levaram seus animais de estimação para o escritório em dias específicos. Eles mediram o estresse no trabalho de duas maneiras: através da medição dos níveis de cortisol, o hormônio do estresse em amostras de saliva, e através de auto-relato em pesquisas. Embora as amostras de saliva não tenham apresentado aumento desses hormônios, os funcionários que interagiram com os cães durante o dia relataram níveis mais baixos de estresse.
A equipe de pesquisa observou trabalhadores que procuraram os cachorros, caminharam e interagiram com eles durante os intervalos, e constataram que isso pode promover a comunicação informal entre os funcionários, além de uma distração necessária.
"A presença do animal de estimação pode servir como um bem-estar prontamente disponível para muitas organizações e pode aumentar a satisfação organizacional e percepções de apoio", disse Randy Barker, o principal pesquisador do estudo. "Claro, é importante ter políticas para garantir que os animais sejam amigáveis, limpos e bem comportados para estarrem presentes no local", finalizou.


FONTE:http://mulher.terra.com.br





Como socorrer o animal de estimação durante uma reação alérgica após a ingestão







O chocolate possuiu uma substância chamada teobromina que é tóxica para cães, essa substância está presente em diferentes concentrações dependendo do tipo de chocolate. O chocolate amargo e meio amargo são os que possuem a maior concentração. “A teobromina é nociva para o sistema nervoso central causando alterações neurológicas, outra questão importante são as alterações hepáticas que ocorrem em decorrência do excesso de gordura presente nesses alimentos. Então mesmo chocolates com baixos teores de teobromina são tóxicos para o fígado”, revela a Dra Elaine Pessuto, diretora clínica e coordenadora do curso de Auxiliar Veterinário do CETAC - Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia.

Vale lembrar que embora não tenha teobromina em sua composição, o chocolate branco possui alta concentração de gordura que faz muito mal a médio e longo prazo para os animais. A ingestão do chocolate branco também pode levar a uma gastroenterite aguda.

Reações alérgicas como diarréias, vômitos e hiperatividade são comuns em cães e gatos que consumiram chocolate, conforme explica a dra. Elaine. “Os animais podem apresentar, dependendo da concentração da teobromina presente no chocolate e do volume ingerido, reações neurológicas sérias, como convulsões, ataxias, incoordenação, nistagmo (alteração do movimento dos olhos) e até coma”, explica.

Ao perceber qualquer mudança no comportamento do animalzinho que consumiu chocolate é necessário levá-lo imediatamente ao veterinário mais próximo. O médico irá conduzir o atendimento de acordo com a sintomatologia, ou seja, se o animal estiver apresentando sinais gastroentéricos ele irá tratar com soro e medicamentos protetores, caso o animal esteja com sinais neurológicos ele irá tratar e provavelmente manter o animal em observação. “Quando vemos um animal ingerindo um alimento tóxico podemos enquanto corremos até o veterinário mais próximo induzir o vômito. Para isso é importante que o animal esteja consciente e podemos fazer com que ele beba uma dose de salmora morna (misture uma quantidade de sal na água até ele começar a decantar, ou seja, descer ) , ela o fará vomitar o que acabou de ingerir, diminuindo a absorção. Essa medida não exclui JAMAIS a ida ao veterinário”, orienta a dra. Elaine.

Muitas vezes os donos oferecem um pedaço de chocolate, pois alegam que o animal está com vontade só de vê-lo comer, ou ainda usam a desculpa que é Páscoa, então apenas nesta época pode, o que é muito errado. “Simplesmente ao ceder aos ‘olhares pidões’ do animalzinho de estimação o tutor estará causando distúrbios e doenças em seus animais. Além de fazê-los sofrer, tais atitudes interferem em sua qualidade de vida, podendo inclusive abreviar a sua vida”, enfatiza a dra. Elaine.

Serviço:
Dra Elaine Pessuto, diretora clínica e coordenadora do curso de Auxiliar Veterinário
CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária
Rua Castro Alves, nº 284 – Aclimação
Tel.: 11 2305-8666 begin_of_the_skype_highlighting            11 2305-8666      end_of_the_skype_highlighting
www.cetacvet.com.br

Fonte: Assessoria de imprensa

FONTE:http:// www.caesegatos.com.br





O cão é o melhor amigo das mulheres grávidas


Mulheres que possuem bichinhos de estimação conseguem manter uma gravidez mais saudável e evitar a obesidade








(Crédito: Mat Hayward / Shutterstock.com)
(Crédito: Mat Hayward / Shutterstock.com)
A pesquisa descobriu que o cachorro pode ser um grande aliado para manter mulheres grávidas saudáveis e em forma.
Pesquisadores provaram que cães são aliados inusitados para mulheres - especialmente as grávidas. As gestantes que possuem animais de estimação são mais fisicamente ativas que as que não possuem.
  A pesquisa descobriu que o bichinho conhecido como o melhor amigo do homem pode ser um grande aliado para manter mulheres grávidas saudáveis e em forma. Através de caminhadas rápidas, as gestantes estavam 50% mais suscetíveis a alcançar a atividade recomendada de 30 minutos por dia.
 Há cada vez mais preocupação com os riscos que o excesso de peso e a gravidez causam durante a gravidez, tanto para a mãe quanto para o bebê. Alguns estudos ligam a obesidade materna à obesidade infantil.
A pesquisa estudou a saúde e estilo de vida de mais de 11.000 gestantes no Reino Unido usando dados do Avon Longitudinal Study of Parents and Children. Ao ajudar as gestantes a manterem-se saudáveis, os passeios com o animal podem colaborar efetivamente para uma estratégia de manutenção do peso durante a gravidez.
 A Dr. Sandra McCune, organizadora da pesquisa no Waltham Centre for Pet Nutrition, diz, "nós vemos cada vez mais que o exercício na companhia de cães pode proporcionar mais motivação e efetividade".
 A pesquisadora afirma ainda que, "por ser um exercício de baixo risco, caminhar com os bichinhos pode ajudar mulheres que de outra forma dificilmente iriam manter suas metas ou continuar ativas durante a gravidez". Ela completa que a combinação da caminha com uma dieta balanceada poderá contribuir para uma gravidez saudável. Essa pesquisa foi conduzida em colaboração com a Universidade de Liverpool, Universidade de Bristol, a Universidade da Carolina da Sul e o Waltham Centre.
FONTE:http://noticias.universia.com.br


Como e quando vacinar o seu animal de estimação

Hoje em dia, o mercado disponibiliza cinco tipos de vacinas para cães e três tipos para gatos. O cuidado começa com os cachorros ainda filhotes, aos 45 dias de idade



Para garantir uma vida saudável e sem surpresas desagradáveis aos cães e gatos, a vacinação é considerada item obrigatório aos donos. A medida é responsável por evitar o sofrimento e a morte de um grande número de animais. Além disto, segundo a veterinária Graziella Abilio Lava, ao adquirirmos um animal - independente da sua espécie -, nos tornamos responsáveis por ele. É nosso dever cuidar de suas necessidades básicas e, principalmente, da sua saúde física e mental. Portanto, manter a carteira de vacinação do nosso animal de estimação em dia é indispensável. Caso não sejam vacinados, cães e gatos podem contrair as chamadas zoonoses, isto é, doenças virais e bacterianas que podem ser transmitidas ao homem, como a raiva, a giardíase e a leishmaniose.







Hoje em dia, o mercado disponibiliza cinco tipos de vacinas para cães e três tipos para gatos. O cuidado começa com os cachorros ainda filhotes, aos 45 dias de idade, com a dose inicial da vacina Múltipla ou Polivalente (V8, V10 e V12), que previne contra a cinomose, parvovirose, leptospirose, hepatite, adenovirose, parainfluenza (vírus semelhante ao causador da gripe humana) e coronavirose. Enquanto a V8 evita apenas os dois tipos de leptospirose mais encontrados no Brasil, a V10 protege contra quatro tipos. Os filhotes recebem três doses da Múltipla, com intervalos de 21 a 30 dias. Aos 60 dias de idade, o cão é desamamentado e deixa de receber os anticorpos da mãe pelo leite, deixando o seu sistema imunológico desprotegido. Desta forma, já pode receber a primeira dose do Complexo Respiratório Contra Tosse de Canis (mais conhecida como Gripe Canina) e da vacina contra Giárdia. Ambas são distribuídas em duas doses, com intervalos de 21 a 30 dias. A vacina contra giardíase, porém, está com problemas de distribuição no Brasil. Segundo a veterinária Julliana Melo Ferraz, quase não se encontra mais.







A vacinação contra leishmaniose se inicia a partir do quarto mês de vida, sendo três doses com intervalos de 21 dias. Entretanto, a vacina precisa de um controle especial, já que existe uma grande discussão à respeito de sua eficácia. Além disto, é preciso ter certeza de que o cão é negativo para a doença antes de vaciná-lo. Ao recebê-la, o animal ganha um atestado com o registro de cada dose da vacina. A vacina antirrábica também é distribuída a partir dos três e quatro meses de idade (Leia mais na próxima página). Depois disto, uma dose de cada vacina deve ser repetida anualmente. Os animais que vivem próximos a terrenos baldios ou em contato com ratos podem tomar, também, a vacina semestral contra leptospirose. A vacina, segundo a veterinária Julliana, é pouco utilizada. Normalmente, utiliza-se somente os sorovares (tipos) existentes na Múltipla.

O período de vacinação em gatos inicia-se entre os dois e três meses de vida, com a primeira dose da vacina Polivalente (V3, V4 e V5), recebendo três doses no intervalos de 30 dias. A vacina Polivalente protege contra rinotraqueíte, panleucopenia e calicivirose. A V4 evita, também, a clamidiose. E a V5 contém proteção extra contra a leucemia felina. A vacina antirrábica pode ser recebida a partir do quarto mês de vida. Além disto, os gatos podem ser vacinados contra a dermatofitose, doença de pele causada por um fungo. Como nos cães, todas as vacinas disponíveis para gatos devem ser reforçadas todos os anos.

Os valores das vacinas variam de acordo com o tipo e o local de aplicação. A de leishmaniose pode chegar a custar até R$ 80,00 e a vacina Múltipla dada em clínica veterinária custa, em média, R$ 60,00. Entretanto, são importantes para prevenir doenças que podem ser fatais aos animais. A raiva, por exemplo, só registrou dois casos de humanos contaminados que sobreviveram até agora, mas com sequelas neurológicas graves. Outro caso que requer atenção é o da leishmaniose. De acordo com o Ministério da Saúde, quando o animal for diagnosticado com a doença, deve ser sacrificado e o caso comunicado às autoridades de saúde local. Portanto, é melhor agir antes e se prevenir a ter de contornar o problema mais tarde. Tanto a saúde animal, quanto a saúde humana, agradecem. (Supervisão: Helena Gozzano)


como e quando


FONTE:http://portal.cruzeirodosul.inf.br




Verão favorece a proliferação de pulgas e carrapatos em animais de estimação 


Eles estão por toda a parte, mas com a chegada do Verão, parasitas como pulgas e carrapatos se proliferam mais rapidamente. O aumento da temperatura aliada a condições ideais de umidade faz com que em um mês, dez pulgas depositem mais de 15 mil ovos no ambiente, sendo que entre oito e dez dias as pupas (casulos) eclodem e as pulgas jovens saem a procura dos animais.
Em ambientes desabitados como casas de veraneio, elas podem sobreviver até um ano, bem seguras em seus casulos, e só se manifestam quando sentem a presença dos animais ou de humanos. “Por isso, é importante que o proprietário aplique um antiparasitário preventivamente antes de embarcar com o animal para as férias”, afirma  Maurício Giordano, médico veterinário clínico de pequenos animais.
Além de trazer incômodos como alergias e coceiras, a pulga também pode transmitir doenças graves aos animais e seres humanos. Cães e gatos infectados podem contrair o dipylidium caninum, parasita que ataca o intestino e causa diarreia, com consequente perda de peso. Ambos também podem ter processos alérgenos desencadeados como a dermatite alérgica à picada de pulgas (DAPP), além de anemia e estresse. Em se tratando de carrapatos, os animais podem apresentar doenças como a erliquiose, a babesiose e a hepatozoonose, patologias que, quando não tratadas, atacam os glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas, trazendo consequências mais graves ao pet.
“Todas estas doenças podem ser evitadas a partir de uma conduta preventiva, porém, se o animal já estiver infectado, é importante que ele receba um tratamento adequado até eliminar totalmente o problema, evitando assim consequências mais graves”, comenta  Maurício.
E os cuidados com os animais não estão restritos apenas a pulgas e carrapatos. Em muitas regiões do Brasil o risco do animal contrair a leishmaniose visceral canina é real. A transmissão da doença ao cão e ao homem ocorre através da picada de um mosquito infectado, conhecido popularmente como Mosquito Palha, Cangalhinha ou Birigui, que quando infectado com o protozoário Leishmania, dissemina a doença para diversos hospedeiros.
O cachorro é considerado o principal hospedeiro em ambientes urbanos, entretanto, animais silvestres, gatos e até mesmo o homem podem ser infectados. “Nos animais sintomáticos podem ser observadas desde lesões na pele, como descamação e feridas em região do focinho, cotovelo, orelhas e rabo, até sintomas sistêmicos, como apatia, perda de peso, crescimento anormal das unhas, alterações oculares como (conjuntivites, inflamações da córnea e pálpebras), artrites, diarreias, vômitos e sangramento intestinal. Nos casos mais graves, pode ocorrer o comprometimento de rins, baço e fígado. É importante ressaltar ainda, que há animais que não apresentam nenhuma manifestação clínica aparente, porém são transmissores da leishmaniose”, finaliza Maurício.
Para proteger os pets contra pulgas, carrapatos e mosquitos transmissores da leishmaniose, a Saúde Animal da Bayer HealthCare disponibiliza no mercado o produto Advantage® Max3, que quando aplicado mensalmente, trata a infestação, previne doenças e protege a saúde do cão e de toda a família. Para realizar um tratamento integrado contra pulgas, é importante que o proprietário também realize o controle ambiental dos parasitas com o uso de produtos adequados como Fleegard®, que pode ser aplicado em todos os cômodos e nos locais de repouso do animal, como tapetes, estofados, almofadas, poltronas, fendas de assoalhos, rodapés, cobertas e cama, incluindo a do animal, além dos bancos dos carros, garagem e sótão.



FONTE: www.24horasnews.com.br


Maus-tratos a cachorros vão parar no MP


Cão preso dentro de carro no Shopping Recife. Imagem: Gabriela Galvão/Esp. DP/D.A Press
Imagem: Gabriela Galvão/Esp. 

Quatro casos recentes de maus-tratos a animais chocaram e mobilizaram entidades protetoras de animais. Um vídeo de um cão da raça yorkshire espancado até a morte na frente de uma criança em Goiânia, o cão arrastado pelas ruas da Paraíba com um saco plástico na cabeça, a foto do vira-lata com o focinho decepado, a cadela da raça boxer que teve a mandíbula destruída ao ser agredida pelo próprio dono e o "diário" da luta pela sobrevivência do vira-lata enterrado vivo no interior de São Paulo estão entre os assuntos mais comentados na internet.

As pessoas só têm um pedido: Justiça. Em São Paulo, no início do mês, passou a funcionar um grupo especial de combate a crimes contra animais no Ministério Público Estadual. Dois promotores foram designados para integrar o grupo, que funcionará no Fórum Criminal da Barra Funda: Vania Maria Tuglio e Carlos Henrique Prestes Camargo.
A criação, justifica o MP, "nasce em razão do elevado número de ocorrências envolvendo abusos, maus-tratos, ferimento e mutilação de animais, inclusive em ambietne urbano e doméstico, caracterizando a prática de delitos, segundo a lei 9.605/98". O grupo vai atuar de forma integrada com o promotor de Justiça, oficiando em representações criminais, inquéritos e processos criminais, de acordo com o Ministério Público. Em Curitiba, vereadores aprovaram os dois projetos de lei, de autoria da Prefeitura, que estabelecem sanções contra maus-tratos a animais.
A polícia de Formosa (GO) abriu um inquérito por causa do vídeo postado no Youtube que mostra o cachorro da raça yorkshire sendo agredido pela dona, na frente de uma criança, que aparenta ter 3 anos de idade. Ela bate no animal com um balde e o prende embaixo para sufocar. Antes, chutou e o arremessou na parede. O animal morreu, segundo a polícia. A polícia recebeu o vídeo, de maneira anônima. À TV Globo, o delegado Carlos Firmino Dantas, do 1º DP de Formosa, disse que a mulher, que seria uma enfermeira de 22 anos, alegou que o animal dava muito trabalho. Ela prestou um depoimento informal. Segundo o delegado, houve crime contra o cachorro e contra a criança. - Queremos provar que há o constrangimento da criança. Isso é um crime previsto no Estatudo da Criança e do Adolescente. Ela poderá ser condenada, não só com cesta básica, mas chegar uma pena de três anos e meio - explica o delegado. O MP de Goiás informou que acompanha o caso e aguarda do fim do inquérito policial para tomar providências.
Pelo twitter, a vereadora Heloísa Helena (PSOL), ex-senadora, defendeu a aprovação de lei contra maus-tratos dos animais. E faz um apelo à pessoa que fez e divulgou as imagens: "quem postou o vídeo precisa urgente encaminhar denúncia (pode ser anônima) ao MP/Vara da Infância pois tem criança envolvida".
O diário do cachorro enterrado vivo
Outra história que causou comoção e também ganhou destaque nas redes sociais foi a do vira-latas Titã, enterrado vivo pelo próprio dono na cidade de Novo Horizonte, a 399 km da capital. Ele foi resgatado há uma semana por um integrante da Ong Mão Amiga e por pouco não morreu. Com infecções, anêmico, com sarna e com um olho ferido, a luta do animal pela sobrevivência e sua recuperação são noticiadas quase que como num diário. E a Ong já tem 34 pedidos de adoções, de pessoas que ligam do Brasil e do exterior. Quando fecha a clínica, a veterinária responsável pelo seu tratamento leva Titã para sua casa.
A repercussão do caso surpreendeu o representante da Ong, Marco Antonio Rodrigues. - Todos os dias, recebemos cerca de cinco, seis denúncias de bichos que passam fome, estão doentes. Mas a história do Titã teve uma repercussão que até nos assustou - conta Rodrigues.
Para o veterinário e professor do curso de Psicologia da PUC de São Paulo, Mauro Lantzman, especialista em comportamento e bem-estar animal, a grande mobilização da sociedade com casos de maus-tratos tem a ver com os trabalhos de conscientização de Ongs para reduzir o índice de abandono dos bichos de estimação. - É algo histórico. Esse movimento tem crescido por força desses movimentos que procuram conscientizar a população sobre abandono, adoções e os benefícios de se ter um animal de estimação - avalia Lantzman. - Houve um tempo em que o foco era noticiar casos de cachorros mordendo crianças e adultos - completa ele.
 Lino, o vira-latas arrastado por cerca de 700m pelo asfalto em uma rua na Paraíba, com um saco plástico na cabeça, ganhou uma dona e um lar. A agressão foi flagrada por um cinegrafista amador, no mês passado. O homem disse que levaria o cão para o centro de zoonoses para ser sacrificado porque estava doente. Após duas semanas em tratamento para cuidar dos ferimentos, ele teve um final feliz.
Já o cãozinho que teve o focinho decepado continua em tratamento contra uma infecção e anemia em uma clínica na Zona Leste de São Paulo. Ainda não se sabe em qual circunstância ele foi mutilado. Como consegue comer e se recupera bem, foi excluída a possibilidade dele ser sacrificado. Já ganhou até um nome: Chiquinho.
"O homem sempre teve uma relação evidente com os animais. Mas antes era uma relação de trabalho e consumo. Muito recentemente, ele passou a ser visto como parceiro, alguém da família, que está dentro de casa. Passou a criar um vínculo mais emocional. À medida que as condições econômicas melhoraram, o número de pets nos lares aumentaram. Por esta razão, as pessoas se sentem mais chocadas quando um animal sofre maus-tratos", explica Sandro Caramaschi, professor de Faculdade de Psicologia da Unesp de Bauru.
 Da Agência O Globo



FONTE: www.pernambuco.com




Homem mata gato para punir namorada

Moran estava bêbado na hora da agressão, segundo declarou sua ex-namorada, que prefere não ser identificada. Em seu depoimento, ela contou que Moran entrou em seu quarto às 4 da manhã, pegou o gato e o socou seis vezes, matando o bicho.
“Ele me bateu na cama e depois me jogou no chão. Ele ia me bater mais quando olhou para o lado, viu o gato e me disse: ‘a única coisa com a qual você se importa são eles [os gatos]‘”, disse ela. No tribunal, Moran disse que matou o gato para “punir a namorada”, conforme notícia publicada no Daily Mail.
Além da prisão, Moran está proibido de ter um animal de estimação pelos próximos cinco anos, e terá que cumprir uma ordem judicial que o impede de se aproximar da ex-namorada pelo mesmo período.
O caso chamou atenção de organizações que defendem os animais, como a Peta. O porta-voz do grupo declarou que “pessoas como Daniel Moran são covardes que despejam seus problemas em seres inofensivos. A história e pesquisas mostram que esse tipo de comportamento raramente para em animais e acaba se estendendo ao relacionamento com outros seres humanos, que também serão vítimas”.



FONTE: http:// colunas.epocasp.globo.com








ADOTE UM VIRA-LATA!!!!!!!
suzy.marcia.mn11

Nesses últimos tempos tão corridos e “difíceis” pelos quais tenho passado, não tenho como deixar de falar da importância das minhas cachorras Lucky e Jade em minha vida. A companhia que me fazem tanto em casa como na agência. É engraçado como historicamente os homens e os animais sempre tiveram uma relação tão próxima e sempre fizeram companhia uns aos outros. E, acredito que com essa vida individualista, cosmopolita de grandes metrópoles, os homens e os animais se aproximaram cada vez mais. Afirmo com absoluta certeza que essa relação vem se estreitando porque nela encontramos um pouco da verdade, um pouco da honestidade e sinceridade que não vemos nos homens.
Sei que aqueles que não tiveram ainda uma oportunidade de ter uma relação tão intensa com um bicho não entendem o que quero dizer. Mas, aqueles que já tiveram ou as tem, sabem bem do que estou falando. O amor que existe entre o homem e o bicho é real, é verdadeiro. O amor que o bicho tem por você é incondicional. Ele sim é fiel e vai te amar pelo resto da vida. Ele estará sempre ao seu lado, mesmo que ele não saiba o que está acontecendo. Aliás, mesmo que nós achemos que ele não saiba o que está acontecendo. Falando um pouco sobre pesquisas que muitos já devem saber, animais de estimação ajudam manter a pressão em dia, baixar o colesterol, gatos e cachorros fazem bem ao coração, animais combatem a depressão, cachorros ajudam as pessoas a terem uma forma física melhor (não é o meu caso, risos), promovem mais interação e menos isolamento, menos alergias e imunidade fortalecida, parcerias com terapeutas, alerta em crises epilépticas, um apoio maior para autistas, ajudinha para ter ossos mais fortes e etc.
Não sou daqueles que acreditam que existe uma língua animal. Que os homens e os bichos possam se comunicar por línguas. Mas tenho certeza que nos comunicamos através de nossas vibrações. Que através dos sentimentos que trocamos somos capazes de sentir através de determinadas vibrações o que o outro está passando principalmente os animais que são muito mais sensitivos do que nós seres humanos que, apesar de mais evoluídos espiritualmente, somos muito mais poluídos pela matéria.
Mas o que quero dizer na verdade é que quando se fala em solidariedade, em ajudar, em fazer o bem, penso que também “fazer o bem” pode englobar o significado de ajudar um animal abandonado, de adotar um animal. Tudo bem que muitos irão me criticar questionando como eu peço para ajudar um animal em detrimento de um ser humano e etc. Entendam bem. Não estou pedindo fazerem algo em detrimento de outro. Apenas sou da teoria de que a cada um foi dado um dom de fazer alguma coisa por alguém, por uma coisa, por algo, ou por uma causa. A uns foi dada a capacidade de fazer muito e a outros foi dada a capacidade de fazer pouco. Não podemos exigir daqueles que não tem, algo que não podem nos oferecer. Cada um faz dentro do que pode. E, sei que muitos gostam de animais. Então, o que pretendo chegar é, se você pode adotar um animal, porque comprar? Por pura vaidade? Apenas pelo pedigree?
Depois de um tempo você perceberá que se fosse o seu animalzinho de estimação com ou sem pedigree, com pêlo, sem pêlo, branco ou preto, mesclado, sem uma perna, sem um olho, sem rabo, ou sem uma orelha, você iria amá-lo do mesmo jeito. Portanto, apenas estou propondo a campanha do Adote um Vira-Lata!!!
Soa completamente contraditório que eu esteja dizendo para adotar um vira-lata não é mesmo? Concordo com vocês, caros leitores. De fato tenho que admitir que a Lucky e a Jade, as duas tem meu sobrenome Naganuma no Pedigree, são duas West Highland White Terrier de raça pura originárias da Escócia e vieram do melhor Canil da raça de West Terrier do Brasil o Canil Granville dos amigos Aline e Mario. É verdade. Admito. Mas tenho uma boa desculpa para isso. Primeiro porque moro em apartamento em São Paulo e não poderia correr o risco de adotar um vira-lata e não saber que tamanho o bichinho ficaria. Segundo, porque a Lucky era minha primeira cachorrinha de estimação e eu queria uma de raça. Pronto. Falei. A desculpa da Jade é a de que somente queria uma que fosse da mesma mãe e da mesma raça para fazer companhia para a Lucky e que coubesse no meu apartamento já que seria a segunda. Mas em minha casa em Rio Branco em poderia ter um Vira-Lata perfeitamente.
Enfim, dadas as devidas explicações, se você não tiver problema de espaço, e se você não tiver aquele sonho de nascença de ter um cachorro ou gatinho daquela determinada raça específica, não há razões para não adotar um vira-lata. Te garanto que um vira-lata vai te proporcionar tudo que um cachorro de raça te proporcionaria, todas as alegrias, todos os cantos de mesas mordidos, os cocos fora do lugar, os chinelos mordidos, os pelos por todos os cantos da casa, vai querer seu carinho, sua atenção, vai querer dormir com você, vai te fazer companhia, vai latir e abanar o rabo quando você chegar em casa e com absoluta certeza estará sempre ao se lado, seja ele ou ela, da raça que for, com pedigree ou sem pedigree. Sendo assim, apenas faça o seu bicho feliz. Dê uma boa qualidade de vida para ele. Faça dele como um filho ou uma filha. Se é para ter. Cuide direito e nunca abandone.
Agora deixo com vocês, uma pequena historinha da Márcia Silva Gerente Geral Web da MN11 SP e da sua cachorrinha Suzy encontrada na rua.
“Suzy, esse é o nome da nossa cadelinha de “raça indefinida”, meio poodle, meio yorshire. Ela foi recolhida da rua, muito magra, com uma severa perda de pêlos devido à desnutrição, estava também com um “buraco” nos músculos da costa, uma cicatriz onde se deduz ter levado uma pancada que a machucou seriamente.
A Suzy entrou para a família há aproximadamente 2 anos, seu jeitinho sensível e carente conquista todo mundo que aparece lá em casa. Hoje com pêlos pretos brilhantes, está gordinha e adora um bifinho, a cicatriz física sumiu entre os pêlos, mas ficaram as cicatrizes psicológicas, apesar de ser muito meiga, característica dos poodles, ela também sabe ser rigorosa quando antipatiza com alguém, tem muito medo de vassoura e de homens e não come perto de ninguém, mesmo os membros da família.
Em uma consulta com o veterinário se deduziu que tem mais ou menos 6 anos de idade, mas apesar disso não perdeu a vontade de brincar, ela a-do-ra uma tira de tecido, na confecção da minha mãe, não pode me ver que já procura um pedaço de tecido e traz para que eu puxe de sua boca. Ela nos traz muita alegria.
Ao pensar no passado dela, tentamos imaginar por quantos episódios ruins deve ter passado e, sendo tão sensível, o quanto deve ter sofrido, o pior é saber que existem seres humanos capazes de machucar seres tão carinhosos e dóceis. Como diz o provérbio português: "Quem maltrata um animal, não é de bom natural". “
Um ótimo domingo e um excelente início de semana a todos vocês!!!


RECESSÃO: Faz aumentar sequestros de cachorros nos 
 ESTADOS UNIDOS


Yorkshire terrier. | Foto: Reuters

Sequestradores procuram cachorros de raça pequenos, como o Yorkshire terrier
O número de sequestros de cachorros mais do que triplicou nos Estados Unidos nos últimos anos, de acordo com uma pesquisa recente.
Um levantamento do American Kennel Club, associação para estudo e criação de cachorros de raça pura, diz que os roubos dos animais de estimação aumentaram 50% em 2011 e subiram cerca de quatro vezes desde o início da crise econômica no país, no final de 2007.

"Os criminosos vendem (os cachorros) na internet, em mercados de pulgas ou em vendas à beira de estradas para compradores que não suspeitam de nada. Eu já vi cachorros roubados reaparecerem milagrosamente para que a pessoa ganhasse a recompensa do dono."
"Há razões econômicas por trás disso", disse a porta-voz da instituição, Lisa  Peterson.
Segundo Peterson, os criminosos atacam de diversas maneiras - invadindo casas, carros estacionados e até agarrando os cachorros na rua.
Crime comum
A porta-voz do American Kennel Club citou como exemplo casos recentes de sequestros de cachorros nos Estados Unidos.
Em Oklahoma, uma família que brincava com seu pitbull terrier foi abordada por um homem que fez algumas perguntas. Na manhã seguinte, ele invadiu a casa armado, rendeu toda a família e levou o animal.
Em Nova York, um cachorro maltês foi roubado dos braços da dona na rua e em Idaho, no noroeste do país, um ataque semelhante aconteceu com uma garota que segurava seu cachorro no banco de um parque.
De acordo com o direitor da Associação Canina da Polícia americana, Russel Hess, o comércio de cães roubados um modo de ganhar dinheiro rápido, mas não é novo. Os sequestros já eram comuns nos anos 60 e 70, quando ele trabalhava no estado de Ohio.
"Tínhamos queixas de sequestros de cachorros de vez em quando, então já acontecia antes da recessão. Mas tenho certeza que aumentou por causa do número de pessoas que precisam de dinheiro agora", disse.
Segundo Hess, todos os tipos de cachorros são vulneráveis, mas especialmente as
 raças menores como Yorkshire terriers e Lulus-da-Pomerânia, que são populares e
 fáceis de carregar.

Os roubos ganharam notoriedade nos anos 40 e 50, por causa de uma série de casos de sequestros com valores altos de resgate e do lançamento da animação "101 dálmatas", da Disney, em 1961.
No entanto, a prática só foi proibida por lei nos Estados Unidos em 1966.
Pagamento
O aumento dos sequestro nos últimos anos também aconteceu na Grã-Bretanha. A organização britânica Dog Lost, que ajuda donos de cachorros desaparecidos a encontrá-los, diz que está recebendo cerca de 150 relatos de sequestros por semana, o dobro do que recebeu em 2010.
"Está aumentando e aumentando, provavelmente por causa da recessão", diz a fundadora da organização, Jane Hayes.
"É jeito fácil de ganhar dinheiro porque os donos pagam qualquer coisa para conseguir seus cachorros de volta. Um dono pagou 25 mil libras (R$ 66 mil) e teve que hipotecar novamente sua casa."

FONTE: www.bbc.co.uk


Para salvar aves em extinção

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A araras-azul e ararajuba estão entre as mais belas aves brasileiras
ANTÔNIO CARLOS ALVES
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Se depender do zoológico de Canindé, aves ameaçadas pelo mercado ilegal estão protegidas do crime
Canindé Duas espécies que se encontram em extinção (arara azul e ararajuba) estão sendo preservadas no zoológico de Canindé, graças ao trabalho da biológa Alecsandra Tarssoni e o veterinário Henrique Weber. As aves estão sendo preparadas para reproduzirem em espaços criados de acordo com as normas do Ibama.

O trabalho da dupla tem possibilitado a adaptação dos pássaros que são tratados carinhosamente e, o que é mais importante, dentro das exigências das autoridades ligadas à preservação das espécies em extinção em território brasileiro.

A ararajuba, pela densidade da cor e o esplendor da plumagem, é uma das mais belas aves brasileiras. Porém, sua beleza é um dos motivos que a coloca sob ameaça. Ao lado dos desmatamentos, a caça pelo homem que considera a ave um dos mais cobiçados trófeus no mercado ilegal, tem sido responsável pelo desaparecimento de grande quantidade de exemplares na fauna nacional.

A ararajuba tem o tamanho médio entre 34 e 36 centímetros e pesa de 200 a 300 gramas.

Na luta contra o tráfico dessas espécies, o Zoológico de Canindé, administrado pela Paróquia de São Francisco, tem sido a porta de entrada para a preservação da espécie. "Estamos trabalhando no sentido de garantirmos a presença dessas aves em seu habitat natural. Nossa luta faz parte de um trabalho que vem sendo realizado em todo o território nacional, onde o objetivo é fazer com que a ararajuba não desapareça", explica o veterinário Henrique Weber.

Já a arara-azul é uma ave da família psittacidae, que vive nos biomas da Floresta Amazônica e, principalmente, no Cerrado. Possui uma plumagem azul com uma pele nua amarela em torno dos olhos e fita da mesma cor na base da mandíbula. Seu bico é desmesurado parecendo ser maior que o próprio crânio. Sua alimentação, enquanto vivendo livremente, consiste de sementes de palmeiras (cocos), especialmente o licuri. Essa arara torna-se madura para a reprodução aos 3 anos. A época do acasalamento ocorre entre janeiro e novembro. Nascem 2 filhotes por vez e a incubação dura cerca de 30 dias. Depois que nascem, as araras-azuis ficam cerca de três meses e meio no ninho, sob o cuidado dos pais, até se aventurarem no primeiro voo. A convivência familiar dura até um ano e meio de idade, quando os filhotes começam a se separar gradativamente dos pais.

Essa espécie ainda é avistada em três áreas brasileiras e em pequenas partes do território boliviano. A convenção sobre o comércio internacional das espécies da fauna e, também, da flora silvestres ameaçadas de extinção proíbe sua venda, no entanto, a arara-azul grande é popular no comércio ilegal de animais de estimação.

O Ibama acaba de criar um comitê de especialistas para cuidar especificamente dos assuntos relacionados à conservação e ao manejo da arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacintinus). Até hoje, esta arara dividia com outra do mesmo gênero - a arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari) - um único comitê. A espécie, também conhecida como arara-una, está ameaçada de extinção e deverá constar da nova lista vermelha do Ibama na categoria de vulnerável. Com um comitê exclusivo, a arara-azul-grande deverá receber mais atenção das instituições envolvidas no manejo e conservação da espécie.

Além do Ibama, que coordenará as ações do comitê, fazem parte do novo grupo a Sociedade de Zoológicos do Brasil (SZB) e a Sociedade Brasileira de Ornitologia (SBO). Entre os especialistas que discutirão as diretrizes para a arara-azul-grande, estão os biólogos Neiva Guedes, coordenadora do Programa Arara-Azul, Yara de Melo Barros, do Ibama, Ricardo Bonfim Machado, da Conservation International, e o ornitólogo Pedro Scherer Neto, do Museu Capão da Imbuia.

O comitê, de caráter consultivo, terá como uma das principais atribuições o estabelecimento de estratégias para estudo, manejo e conservação da arara-azul-grande com o objetivo de alcançar o estabelecimento de populações geneticamente viáveis da espécie. A meta é evitar que a arara atinja o mesmo grau de ameaça que já levou ao desaparecimento da natureza a ararinha-azul (Cyanopsitta spiixi) e reduziu a população de araras-azuis-de-lear (Anodorhynchus leari). Há cerca de apenas 400 indivíduos em estado selvagem.

A arara-azul grande se destaca pela sua beleza e por ser o maior dos psitacídeos (papagaios, periquitos, araras, maritacas etc) existentes, chegando a medir um metro da ponta do bico à ponta da cauda, com peso de 1,3 kg.

A arara-azul-grande se tornou símbolo do Pantanal matogrossense, graças, sobretudo, ao trabalho desenvolvido nos últimos anos pela equipe da bióloga Neiva Guedes, do Projeto Arara-Azul, que conseguiu reverter a trajetória de ameaça de extinção em que a ave se encontrava. Além dessa região, a arara-azul-grande também pode ser localizada nos Estados de Tocantins, Pará, Maranhão e região norte da Bahia.

Prioridade
Todavia, a única população sobre a qual se tem maior conhecimento e controle é a que habita o Pantanal. Nas demais regiões de ocorrência da ave, o levantamento sobre as populações, bem como as pesquisas sobre seus hábitos e sua ecologia, estão apenas no começo. Os projetos de conservação para as araras dessa espécie nas respectivas regiões deverão ser uma das discussões mais imediatas do comitê. Além disso, é preciso saber exatamente quantas aves dessa espécie estão em poder dos criadouros científicos e conservacionistas, para que se estabeleça uma política de manejo dessas aves em cativeiro. Assim, como ocorre para outras espécies ameaçadas, a população cativa representa um patrimônio importante para pesquisas genéticas, de comportamento e mesmo para programas de reintroduções na natureza.


FONTE: www.diariodonordeste.globo.com




Primeiro gato clonado completa 10 anos

O felino completou 10 anos nesta segunda sem reproduzir réplicas; empresa líder em clonagem parou de operar em 2009
A gata CC tornou-se o primeiro felino a ser clonado / Bill Murphy /AFP A gata CC tornou-se o primeiro felino a ser clonadoBill Murphy /AFP

Há quase dez anos da clonagem do primeiro gato, as previsões da abertura de um grande mercado comercial para a "ressurreição" de animais de estimação usando esta tecnologia demonstraram ser um fiasco.


A empresa líder em clonagem de mascotes nos Estados Unidos parou de operar em 2009 e o negócio da clonagem de gado continua sendo relativamente pequeno, com apenas algumas centenas de porcos e vacas clonados por ano em todo o mundo.


Mas os donos de CC, a primeira gata clonada, ainda a consideram um grande êxito. Mais velha e gordinha, e mais lenta por causa da idade, a gata branca e cinza é como qualquer outro animal de sua espécie.


"As pessoas esperam que haja algo diferente nela", disse Duane Kraemer, pesquisador da Universidade do Texas A&M e integrante da equipe que clonou CC.


"Nós a levamos a uma exposição de gatos uma vez. Um homem que veio vê-la disse que se parecia com qualquer outro gado de armazém", afirmou.


CC, cujo nome são as iniciais de Cópia Carbônica, nasceu em um laboratório da A&M em 22 de dezembro de 2001, a partir de uma célula tirada de um gato tricolor chamado Rainbow, e inserida em outro embrião de gato. O embrião foi, então, implantado em uma mãe de aluguel, chamada Allie.


CC tem exatamente a mesma constituição genética de Rainbow, mas não tem sua coloração laranja, pois geralmente apenas duas cores - e não três - são passadas na clonagem de gatos tricolores.


"A clonagem é reprodução, não ressurreição", disse à AFP Kraemer, agora parcialmente aposentado, em uma entrevista concedida em sua casa em College Station, Texas (sul).


Isso, somado a um preço que poderia chegar a seis dígitos, é uma das principais razões pelas quais clonar animais de estimação não tenha sido um grande sucesso comercial.


"O mercado é, na realidade, extremamente pequeno."

FONTE: www.band.com.br


Vacinação em cães e gatos: tire suas dívidas

Conheça as vacinas que os cães e gatos devem tomar, mesmo depois de adultos



Cão tomando vacina
Fique de olho no calendário de vacina do seu bichinho
Foto: Getty Images

Não descuide do seu bicho de estimação. E, atenção, depois de adulto é preciso repetir a dose de todas as vacinas abaixo anualmente. Confira!

Para cães

Vacina V10: ela é um avanço em relação à V8. A primeira dose deve ser dada a partir dos 45 dias, a segunda aos 90 e a terceira aos 120. Protege contra a cinomose (traz danos neurológicos e respiratórios), a parvovirose e a coronavirose (provocam diarréia), a hepatite (ataca o fígado), a leptospirose (causa dores musculares) e a parainfluenza (compromete os pulmões).
Bordetella: previne a tosse infecciosa e é aplicada aos 90 dias.
Giárdia: protege contra o protozóario causador da diarréia. Indicada aos 90 dias.
Anti-rábica: combate a raiva. A primeira dose deve ser tomada aos 120 dias.

Para gatos

Tríplice felina: deve ser aplicada a partir dos 45 dias de idade. Protege contra a rinotraqueíte (doença que ataca o sistema respiratório), o calicivírus (provoca danos aos pulmões) e a panleucopenia (causa diarréia).
Clamídia: a primeira dose deve ser dada aos 45 dias de idade. O bichano imunizado fica livre das infecções respiratórias.
Anti-rábica: gatos também podem ser vítimas da raiva. Por isso, devem ser vacinados a partir dos 120 dias de vida.
FONTE:http://mdemulher.abril.com.br



  • Cão também fica estressado; como perceber e curar


    Pois é, tudo tem seu lado bom e não tão bom. O século 20, chamado por Noel Rosa de “Século do Progresso”, ficou famoso também como “Era da Ansiedade”, e o século 21 ainda não se revelou muito mais tranquilo, com tanta inquietude e aflição: assaltos, tsunamis, conta que venceu, namorado que sempre se atrasa, enfim, a “Superstafa” cantada por Rita Lee.
    E a tensão nervosa do ser humano atinge seus companheiros não humanos, como cães, gatos e até o “assum preto que canta de dor”. Citei tanta música para tentar acalmar o ambiente, já que vamos falar da tensão nervosa do cão, justamente o bicho mais próximo ao ser humano e seu melhor amigo até no estresse.
    Sintomas de estresse
    Tal como as pessoas, alguns cães são mais tranquilos e fleumáticos, outros são mais inquietos e “elétricos”. Agora, o canino pode estar passando por tensão nervosa que o deixe mais nervoso que o normal. E, obviamente, ele vai te dizer “hoje eu não tô bom!” à moda dele, ou seja, por gestos e latidos diferentes do habitual, embora alguns sintomas sejam bem semelhantes à tensão nervosa humana.
    Tais sintomas podem incluir corpo muito largado ou tenso, alongamentos e bocejos mais frequentes que o normal, abano de cauda e movimentação diferentes do usual. O cão pode estar com os olhos muito arregalados ou injetados de sangue ou evitar olhar outros cães ou pessoas no rosto; salivar ou arfar mais que o normal; coçar, lamber ou morder a si mesmo demais; perder o apetite ou comer demais; procurar e rodear o dono com mais frequência; ou simplesmente mostrar atividade muito acima ou abaixo da normal. Não esquecendo latidos, ganidos e uivos sem motivo aparente.
    Tal como ocorre com as pessoas, há cães introvertidos, que se retraem e preferem amargar as mágoas num canto, e extrovertidos, que se expõem e exorcizam o que sofrem para quem quiser ver. Também obviamente, como bem lembrou Hipócrates, “os sintomas não são a doença”, e nem sempre estes sintomas podem caracterizar tensão nervosa canina, e sim doenças físicas do peludo. Na dúvida, se os sintomas persistirem, corra com ele ao veterinário.
    O que deixa um cão estressado
    Além de doenças, outros fatores podem tornar o cão inquieto, como mudanças de hábitos ou residência, e nestes casos o estresse deverá ser temporário, passando uma vez que o peludo esteja habituado à nova casa, vizinhança, novos companheiros de casa (crianças, outros bichos, novo marido da mãe e quetais).
    E não se esqueça de que o peludo só costuma ser submisso até a página “au”; quando lhe damos ordens para ficar quieto ou não invadir determinado local, antes de aprender a obedecer ele irá reagir e medir forças, latindo e enfrentando o dono; os sintomas de estresse acima poderão advir da frustração por estar “levando a pior” no “duelo”.
    ...e como desestressar
    Para resolver o estresse do canino, em certos casos poderá necessário resolver o estresse do dono. Do mesmo modo que muita gente acha que só por não fumar está imune a todas as doenças e perigos (não que eu seja exatamente adepto do tabagismo), muitas outras pessoas se esquecem de que problema é como traseiro, todo mundo tem e a gente só vê nos outros. O que não falta é gente tensa que não percebe nem admite isso, vocês sabem, o tipo da pessoa que vai dizendo “O quê? Eu estressado? Pô, qual é?” e nem percebe que se torna uma verdadeira antena transmissora de tensão nervosa, inclusive sobre o cão, cuja sensibilidade capta muito bem esse tipo de coisa.
    O cão pode ser menos inteligente que nós, mas bobo ele não é. E, ao sentir que o ambiente está carregado, o peludo poderá se estressar ele mesmo ou tentar acalmar o dono. Portanto, acalme-se e o canino se acalmará. Mude de hábitos, e acalme o ambiente, variando com música mais tranquila que AC/DC, e logo o peludo virá agradecer.
    Outras soluções para a tensão emocional do canino incluem não só acalmá-lo e dar-lhe carinho, mas também proporcionar-lhe atividade física e mental, bem como disciplina pela socialização. Afinal, exercícios físicos ativam a serotonina, que serve de calmante natural para o peludo.
    Também não se esqueça de ar comandos objetivos e categóricos; nada mais estressante que ser dirigido por alguém que “não sabe o que quer”. Afinal, Pitbulls e Rottweillers ganharam a fama injusta de perigosos devido a donos realmente perigosos, que não souberam ou quiseram socializá-los. Enfim, com a socialização e atenção devidas, um peludo estressado poderá até se tornar praticamente um peludo “zen”.


  • FONTE:http:// br.especiais.yahoo.com






 
Com a chegada do inverno, os animais de estimação precisam de alguns cuidados especiais. Não é porque possuem pelos, que eles não sentem frio e estão imunes a doenças! Para amenizar os efeitos do friozinho é preciso rever alguns hábitos. Vacinação, alteração do horário dos passeios, cautela com os banhos e adoção de roupas, mas só para pets que não se incomodam com elas, são algumas medidas de prevenção para proteger a bicharada das ameaças típicas dessa época do ano.
Assim como os humanos, os animais também ficam mais suscetíveis às doenças respiratórias no inverno. A principal delas é a traqueobronquite infecciosa canina (popularmente conhecida como gripe canina ou tosse dos canis), doença que causa tosse seca como se o animal estivesse engasgado e pode ser associada a infecções virais e bacterianas. Já os gatos apresentam uma incidência maior de obstrução uretral, já que dormem mais e acabam ingerindo menos água no inverno.
De acordo com o médico veterinário Marcelo Quinzani, diretor clinico do Hospital Veterinário Pet Care, abrigar os animais em locais protegidos da variação do tempo como ventos, chuva e sereno, é o primeiro item da lista de cuidados que devem ser tomados durante os meses mais frios. A recomendação vale para pets de todas as faixas etárias. “Se o animal dorme em uma área externa da casa é preciso que ele tenha sua casa ou canil”, pontua o médico veterinário. Alguns cães e gatos mesmo tendo onde se abrigar preferem dormir ao relento. “Se este for o caso é preciso prender o animal, principalmente em dias chuvosos”, aconselha Quinzani.
Os recém-nascidos devem ter atenção redobrada durante o frio. Todos os filhotes, até os dois meses de idade, ainda não têm uma capacidade eficiente de manter a temperatura corpórea  e perdem calor facilmente. “Por isso, dependem de abrigo e da energia fornecida pela alimentação, que deve ser oferecida até quatro vezes ao dia”, explica. No frio, a necessidade de energia aumenta e os animais que não recebem condições adequadas de alimentação e aquecimento podem acabar morrendo. “Atitudes como manter a ninhada em local protegido, confinar em ambientes pequenos e aquecidos, forrar com panos embaixo e dentro da casinha ou caminha onde os pequeninos dormem, é uma atitude simples que mantém o aquecimento”.

Os cães de idade avançada ou que sofrem com problemas osteoarticulares – artrose, calcificações na coluna e hérnia de disco – tendem a sentir mais dor nos dias frios. Estes, assim como os animais de pelagem curta devem ser agasalhados. “É importante mantê-los aquecidos e as roupas podem ser grandes aliadas”, pontua. “Se o animal apresentar sintomas aparentes de dor, dificuldade de locomoção ou de se levantar pela manhã, agressividade e sensibilidade ao toque, o ideal é procurar um especialista para checar as possibilidades de medicação analgésica”. Nunca dê remédios – nem humanos, nem específicos para animais – ao seu bicho sem consultar previamente um veterinário.
Aumentar a oferta de alimentos também está entre as dicas para ajudar o animal a passar pelo período sem tanto sofrimento. Se o animal não tiver tendência à obesidade ou ainda problemas decorrentes dela, aumente em 15 a 20% a oferta de alimento durante o frio. Troque também os horários de passeio nesta época do ano. “Procure levar o animal para rua nos horários ainda quentes do dia e quando o sol ainda está presente, como no início da manhã ou final do dia e evite tirá-lo de casa quando estiver muito frio ou durante a noite.”

Menos banhos e mais pelosA rotina de banhos e tosas também merece algumas modificações. Aumentar o intervalo entre um banho e outro, escolher os locais protegidos e dias mais quentes para a limpeza, secar os animais com secadores e deixá-los com a pelagem mais comprida são atitudes que garantem o bem-estar dos bichos. Também é importante ter cuidados com o choque de temperaturas. “Seja no banho, em casa ou no pet shop, mantenha o animal em um lugar protegido durante pelo menos 20 minutos depois da seção de secador”, ensina. “Isso evita que o organismo do animal fique vulnerável a doenças respiratórias”.

Atchim: pode ser gripe
Assim como os humanos, os cães também podem sofrer com problemas respiratórios nos meses de frio e ar seco. Causados por vírus ou bactérias, esses quadros apresentam sintomas semelhantes ao de qualquer resfriado – tosse, espirros, febre, falta de apetite e coriza – e são chamados de tosse dos canis ou traqueobronquite. “Essas doenças podem ser causadas pelos vírus parainfluenza e adenovirus tipo 2, que não são transmissíveis ao homem e pela bactéria Bordetella bronchiseptica”, diz Quinzani. “Podem acontecer em qualquer época do ano, mas têm incidência aumentada durante o inverno, principalmente pelo ar mais seco e frio e aglomerações em hotéis e canis devido às viagens de férias”.

Para prevenir, o ideal é manter a vacinação em dia. Além da vacina anti-rábica e da múltipla, que previne contra cinomose, hepatite, leptospirose, parvovirose, coronavirus e parainfluenza, os animais podem receber proteção contra a tosse dos canis anualmente. “A prevenção pode ser feita a partir dos dois meses de vida”, pontua Quinzani. “Existem duas opções de aplicação, a dose única intranasal, na qual o liquido é colocado dentro das narinas do animal, ou pelo método injetável, que deve ser feito em duas doses.”
Sempre em alerta
Quando as temperaturas caem, as chuvas diminuem e os gramados e pastagens ficam mais secas, as populações de carrapatos aumentam consideravelmente e o risco de viver uma infestação torna-se maior. Além do incômodo e da coceira, os carrapatos trazem algumas doenças que podem ser letais para o animal de estimação e mesmo para o homem. “Erlichiose, Babesiose e Doença de Lyme são as mais comuns entre os cães. Já entre o homem temos a Febre Maculosa que podem chegar até a sua casa com os carrapatos trazidos pelo seu cão depois de um passeio no campo, parque ou mesmo na pracinha mais perto de sua casa”, alerta. “Por isso é preciso manter a prevenção, aplicando produtos adequados tanto no animal quanto no ambiente”, explica Quinzani.

Sabonete, shampoo, loção, spray, coleiras e pour-on, aquela pipeta que é colocada na nuca do animal, são algumas das opções que recheiam as prateleiras dos petshops prometendo prevenir o aparecimento de pulgas e carrapatos e eliminar os parasitas que possam existir. “Entre todas essas opções consideram-se as coleiras, sprays e os pour-ons como os mais eficientes. A eficácia do produto depende muito do princípio ativo utilizado e da resistência a determinados produtos. É preciso estar atento porque muitos podem ser tóxicos”, alerta.
Serviço:
Hospital Veterinário Pet Care – 24h
http://www.petcare.com.br/

FONTE: http://colunas.epocasp.globo.com/


Banco de sangue animal cadastra cães doadores
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Christiane myrta e Samara Cavalcante estão otimistas com o novo serviço e esperam contar com a sensibilidade e solidariedade dos proprietários de cães na campanha
FOTO: DIVULGAÇÃO
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Seu cão pode salvar a vida de outros cães, participando da campanha para doação de sangue no Laforvet
Fortaleza. Já está funcionando no Estado o primeiro banco de sangue animal. Instalado no Laforvet, desde maio realiza a campanha "Seu cão pode salvar uma vida, faça dele um doador". As médicas veterinárias, Christiane Myrta e Samara Cavalcante, respondem pelo novo serviço e mostram-se otimistas. Esperam contar com a sensibilidade e a solidariedade dos proprietários de cães para aderirem à iniciativa. As vantagens do banco de sangue são inúmeras. Assim como no atendimento para humanos, nos animais as doações podem salvar vidas nos casos de traumas, cirurgias e doenças em que há grande perda de sangue. Os donos de cães que querem aderir à campanha vão poder ter a saúde do animal permanentemente monitorada. Para participar, basta entrar em contato com o banco e agendar uma visita.

A campanha já circula nos busdoors da cidade, folders, no site do Laforvet, clínicas veterinárias e cadastro de proprietários. Para ser um doador, o animal deve ter entre 1 e 8 anos, ser de raça de grande porte e pesar, no mínimo, 25Kg. A triagem para avaliar a saúde do cão inclui três etapas.

Na pré-triagem, os proprietários de animais que atendam às condições básicas (ver arte) serão entrevistados para se obter o histórico de saúde do candidato. Durante a entrevista, é obrigatória a apresentação da carteira de vacinação.

Inspeção geral
"Na triagem clínica, será realizada uma avaliação física com inspeção geral, verificação dos sinais vitais, tais como temperatura, frequência cardíaca e respiratória, e do peso", explica a veterinária Christiane Myrta. Ela diz que existem cerca de 11 tipos de sangue nos cães, mas a tipagem ainda não é utilizada como rotina. Havendo regularidade nas doações, o Laforvet fará exame para identificar o tipo Antígeno Eritrocitário Canino (sigla em inglês DEA 1.1), que causa mais reação em transfusões.

Na terceira etapa, é feita a triagem laboratorial. "O sangue do doador é colhido para realização dos exames laboratoriais de triagem, tais como hemograma completo, pesquisa de hemoparasitas, como Ehrlichia e Babesia, e provas bioquímicas", explica Samara Cavalcante, complementando que outros testes de seleção são realizados para evidência de infecção com o protozoário Leishmania (calazar), Dirofilaria immitis (verme do coração) e Bucella canis (brucelose).

Se o doador apresentar alteração em algum dos exames realizados, o proprietário será orientado a procurar o veterinário clínico do animal para a devida atenção de saúde.

Segurança
A doação é totalmente segura. Obedece as mesmas exigências no serviço para humanos. A coleta do sangue é feita com material estéril, descartável e padronizado. Assim, fica assegurada a segurança tanto do doador como do receptor da bolsa de sangue. "O volume máximo colhido é de 450ml", afirma Samara Cavalcante.

Conforme destaca, nesta quantidade, o doador pode participar quatro vezes por ano, em intervalos médios a cada dois meses. "Em dois a três dias, o volume de sangue será reposto no doador. E de duas a três semanas, o cão já terá a quantidade de células sanguíneas recuperadas", explica.

O procedimento da doação não é doloroso e leva entre 10 e 30 minutos. As veterinárias apontam que, eventualmente, o cão doador poderá ser solicitado antes do prazo de dois meses, por motivo de urgência. Porém, asseguram que isto não comprometerá a saúde do animal. Após a doação, elas orientam que o animal deve ficar em repouso e evitar exercícios extenuantes por dois dias. Precisa ter água à disposição para repor o líquido perdido e receber boa alimentação.

"Se o animal não possui as condições básicas para ser um doador, o proprietário pode ajudar informando a outras pessoas a importância deste grande gesto. Trata-se de um ato de solidariedade. O cão não pode decidir ser um doador, mas o proprietário, sim, pode escolher ser solidário e salvar vidas", afirma Samara.

Segundo ela, receber sangue não é um tratamento, mas auxilia o cão a ter uma sobrevida para que o veterinário clínico possa realizar os procedimentos de médio a longo prazo.

Nos casos de emergência por atropelamento, a bolsa de sangue torna-se essencial. Em neoplasias (câncer), o cão que recebe células sanguíneas novas tem melhoria no estado geral do organismo. Nos quadros de doenças imunológicas, como a Anemia Hemolítica Autoimune, onde há destruição das hemácias no organismo, a transfusão permite uma recuperação sistêmica, com a reposição das hemácias saudáveis. Segundo Christiane, as vantagens do banco de sangue estão na garantia de qualidade do sangue doado. Ela adianta que o doador regular, se precisar de bolsa de sangue, poderá ter um atendimento diferenciado no banco, com até 100% de gratuidade.

O banco de sangue do Laforvet é o primeiro do Ceará e um dos pioneiros no Nordeste. Antes só havia unidades do tipo no Sul e Sudeste. No Estado, conta com o apoio da Avipec, Com Leal Produtos Veterinários e também da Gireze. Sem o banco de sangue, geralmente, os veterinários utilizam animais de sua propriedade como doadores. A partir de agora, o setor conta com uma alternativa de serviço.

As veterinárias afirmam que estão abertas a esclarecimentos para os profissionais da área, bem como pretendem participar de eventos da categoria para divulgação do novo serviço. O Laforvet está no mercado há 18 anos e também realiza exames laboratoriais tais como hemograma, parasitológico (fezes) e urina.

Para a diretora administrativa da Avipec, Meibe Freitas, a iniciativa do Laforvet é inovadora e acompanha tendência verificada em todo o mundo. Cada vez mais os animais de estimação são tratados como membros da família. Portanto, requerem serviços e produtos com a mesma qualidade que os ofertados no mercado para humanos.

"A doação de sangue é um ato de amor. O banco do sangue vem para acrescentar na mudança de postura em relação ao animal de estimação. O cão, cada vez mais, ganha espaço no lar e precisa ser tratado com respeito, tem sentimentos", afirma ela, complementando que a ideia das duas veterinárias é "fabulosa" para o setor. Ela também destaca que já faz parte da política da Avipec apoiar iniciativas que promovam o desenvolvimento do mercado veterinário.

PecNordesteUma novidade é a participação da empresa, como distribuidora de produtos veterinários, na Feira Pet, que integra a programação do PecNordeste, que acontece de 14 a 16 em Fortaleza. Junto com parceiros como a Centagro, Ecovet, Schering e Novartis, a Avipec estará com dois stands no Seminário Agropecuário do Nordeste.

Palestras, cursos e feira de adoção de animais serão realizados nos stands, numa parceria com a ONG Grupo de Proteção Animal (GPA). O ponto alto será o desfile de cerca de 40 cães. Será feito o antes e o depois do embelezamento dos animais, nas demonstrações de produtos para banho, tosa, penteados e hidratação de pelagem.

Em seguida, os pets participam do desfile de beleza e da feira de adoção. Meibe Freitas afirma que todos os cães, sejam de raça ou não, merecem ser tratados com carinho e produtos de qualidade, que garantem a saúde e o bem-estar. O público presente está convidado.

MAIS INFORMAÇÕES

Banco de Sangue Animal do Laforvet
Rua Joaquim Torres, 941, Joaquim Távora, Fortaleza (CE)
http://www.laforvet.com.br/
laforvet@laforvet.com.br

(85) 3264.1075/3264.4703





Poodle rosa faz sucesso em novela; modismo pode ser um risco
Na novela, a cadela poodle Madonna é o xodó de Alice e do prefeito Isaías . Foto: TV Globo/Divulgação Na novela, a cadela poodle Madonna é o xodó de Alice e do prefeito Isaías
Foto: TV Globo/Divulgação

Na novela Morde & Assopra (Globo), a poodle Madonna vem chamando a atenção do público não só pelas peripécias que apronta em cena, mas também por sua aparência um tanto peculiar: seus pelos são cor de rosa. Este, é claro, não é o tom natural de sua pelagem, que é branca. A cadelinha teve os pelos tingidos com uma tinta especial, específica para animais, que sai facilmente durante o banho. Acontece que, muitos cães, fora da ficção, têm desfilado por aí com seus donos exibindo um visual colorido. E os especialistas alertam que é preciso muito cuidado antes de pensar em submeter o mascote a esse tipo de procedimento estético, principalmente de forma inadequada.
"Problemas de pele como alergias (que causam vermelhidão e coceira) e queda dos pelos, irritação nos olhos, enjoos e intoxicação são os problemas mais comuns que podem acometer os animais mais sensíveis", destaca o veterinário Ernani De Castilho. E há, inclusive, o risco de morte, se o produto não for indicado para aplicação em cães e gatos. É o caso do tingimento feito com papel crepom, já que a tinta liberada pelo papel é muito tóxica.
"No mercado pet, há produto específico para pintar animais, que apresentam na embalagem a palavra 'atóxico'. Porém, uma substância pode ser atóxica para um animal e completamente tóxica para outro. Eu não recomendo este procedimento. Mas se o dono desejar muito fazê-lo, ele deve ser realizado numa pet shop, onde a aplicação certamente será mais segura com profissional treinado", comenta a veterinária Karine Kleine, da clínica Renalvet, em Copacabana. "Também é importante salientar que o produto atóxico é químico. E, como toda química, o teste alergênico deve ser feito antes da aplicação, para verificar se o animal é alérgico", completa.
A especialista também ressalta as possíveis alterações psicológicas nos bichos que têm os pelos tingidos. "É bem verdade que os animais não enxergam como nós, mas as diferenças de tons são bem perceptíveis. Um cão branco que fica azul, muda completamente. Ele não tem noção se o procedimento nos pelos foi feito por necessidade ou por vaidade dos donos. De repente, olhar para seu corpo e ver formas e tons diferentes pode deixá-lo desconfortável", comenta a veterinária.
"Sabendo do risco das alergias e do fator psicológico, o dono deve pensar bastante antes de aderir à nova moda. Afinal, como você se sente ao sair do salão com um corte de cabelo que você não pediu para o cabeleireiro?", indaga Karine Kleine.
Por mais atóxica que seja a tinta, o animal não nasceu assim, e seus pelos Colorido sai com banhos
Pintar animais com uma só cor ou com estampas variadas é um procedimento que faz o maior sucesso nos Estados Unidos e na China. Aqui no Brasil, o mais comum é ver cães nas cores azul ou rosa. Como a pintura é feita? Primeiro, o animal toma um banho para retirar todo o resíduo e a gordura natural. Isso faz com que o xampu tonalizante dure mais tempo. E a cor sai com com os banhos.
 
FONTE: http://mulher.terra.com.br/



1º Pet Show apresenta novidades e curiosidades
do mundo dos animais

O Bulldog Tobias estava na fila para ser atendido no estande de relaxamento para animais. Foto: Léo Pinheiro/Terra
O Bulldog Tobias foi ao evento para curtir um relaxamento em clínica especializada
Foto: Léo Pinheiro/Terra

Acontece em São Paulo, até o próximo domingo (20), a 1ª edição da Pet Show, uma feira internacional de animais e produtos pet. Se você gostaria de ter ou já possui um animal de estimação, a Pet Show oferece algumas das novidades do mercado e a possibilidade de conhecer diversas raças e espécies de animais.
Para José Roberto Sevieri, presidente do Grupo CIPA Feira e Congressos, organizadora do evento, a Pet Show é uma oportunidade para o público conhecer as variedades do mercado de animais. "O objetivo da feira é dar um panorama para o visitante da importância dos animais de companhia na economia atual e na vida das pessoas", disse.
Produtos e novidades
O visitante da Pet Show poderá encontrar algumas lojas com produtos para seus bichinhos, que vão de roupinhas até spas relaxantes. Cláudia Pontes, veterinária e proprietária da clínica Holisticavet, conversou com o Terra em seu estande e falou da importância dos serviços de relaxamento para os animais.
"Nós visamos dar uma condição melhor de vida aos animais, não apenas controlando o estresse do cotidiano, mas também cuidando para que eles não sintam mais dores. Trabalhamos com alunos de veterinária e ensinamos a fazer fisioterapias e acupuntura, é muito importante para melhorar a qualidade de vida dos bichinhos", disse a veterinária.
Adoções
Boa parte da feira está reservada para instituições sem fins lucrativos que divulgam a importância da adoção, sejam de animais novos, idosos, deficientes ou exóticos.
Renato Bacci, da ONG Matilha cultural, falou sobre o trabalho da organização na luta pela adoção. "Nós promovemos debates sobre temas urbanos, inclusive sobre a adoção de animais. Hoje estamos apresentando um trabalho da ONG Natureza Em Forma e alguns animais para a adoção. A maioria deles foi vítima de maus tratos e abandono e precisa de um lar", alertou Renato.
Os animais de estimação no Brasil representam a segunda maior população mundial de cães e gatos, mas ainda existem muitos animais abandonados pelas ruas de todo o País. Um dos principais objetivos dos ativistas é melhorar as condições de vida destes animais e lutar por uma política eficiente de controle de natalidade para animais de rua.
Competições
Além dos estandes, a Pet Show recebe, durante os três dias, concursos que elegem os melhores cães de acordo com a raça. O 5º Grand Prix KCSP contou com 500 cães inscritos de 100 diferentes raças.
O comerciante Fabiano Martiago falou da participação do seu Bull Terrier Idefix em uma das etapas. "Acabo de participar das finais de cães por raça e o meu cão foi eleito o melhor do grupo dos terriers, que é a linha de raça a qual ele pertence", disse orgulhoso.
A competição é internacional e conta com a presença de árbitros do Canadá, África do Sul, Inglaterra e Brasil.
A 1º Pet Show acontece no Centro de Exposições Imigrantes em São Paulo e vai até o dia 20 de março. Se você mora perto e gosta de animais, vale a pena dar uma passadinha por lá e conferir as novidades deste mercado que já movimenta bilhões de reais no mundo inteiro.





Fique de olho no humor de seu animal doméstico

Quando o ativo Dinho, um pinscher de 12 anos, parou de brincar com os demais cães da casa, sua dona, Aline de Paula, de 22, estranhou. "Ele ficou amuado e se poupava até para fazer as necessidades fisiológicas: fazia rápido e voltava a ficar deitado", conta. As alterações de comportamento eram sinal de algo grave, que Aline só descobriu ao levar o animal de estimação a uma consulta veterinária: um câncer na boca.O caso é emblemático. Mudanças comportamentais são comuns em animais com dor - confira no quadro abaixo. As dores crônicas são as maiores responsáveis, caso dos males ligados à idade, como câncer, hérnia de disco, artrose e nefropatia (a alteração da função dos rins).
"A expectativa de vida de gatos e cachorros cresceu e eles estão pagando o preço, com o aumento da incidência de doenças relacionadas à idade avançada", diz Karina Yazbek, veterinária certificada pela Sociedade Brasileira de Estudo da Dor (SBED). São considerados idosos os gatos com mais de 7 anos. Cães de pequeno porte se tornam senis aos 8 anos, e os de tamanho médio, aos 7. Já cachorros grandes envelhecem cedo, entre 5 e 6 anos. E vivem menos: aproximadamente 10 anos. Os outros têm expectativa de vida entre 13 e 20 anos. Gatos podem alcançar 15.

As dores dos nossos bichosCaso seu animal doméstico apresente os sintomas a seguir, leve-o ao veterinário
* Tristeza, apatia e prostração
* Menor interação com o proprietário (não o recebe no portão, não quer brincar)
* Redução de mobilidade
* Diminuição do apetite
* Automutilação (fustigando alguma parte do corpo, como a pata)
* Ganidos e grunhidos (em caso de dor aguda, como a pós-operatória)
* Agressividade ou timidez (sinais opostos para expressar a dor)
* Respiração ofegante e batimentos cardíacos acelerados
* Insônia e cansaço
* Redução dos hábitos de auto-higiene
* Aumento do isolamento

Fonte: Karina Yazbek, veterinária certificada pela Sociedade Brasileira de Estudo da Dor (SBED); Denise Fantoni e Patrícia Flôr, também veterinárias.Leitura de sinais - A sinalização de dores é algo relativamente novo na vida dos animais, segundo explica Yazbek: trata-se de uma consequência da domesticação desses bichos pelo homem. Na natureza, para não se mostrar presa fácil, era preciso agir de forma contrária, camuflando fragilidades.
"Os gatos ainda preservam um pouco desse instinto de sobrevivência: você não vê um deles demonstrando dor quando está perto de cães", explica a veterinária Patrícia Flôr. "Por isso, é mais difícil perceber sintomas: os gatos se escondem no armário, debaixo da cama ou dentro do box do banheiro, porque é gelado e pode amortecer a região dolorida", complementa.
A auto-mutilação, um dos comportamentos adotados por cachorros com dor física, também pode estar atrelada a perturbações psicológicas. Animais que perdem seusdonos, por exemplo, podem se lamber até gerar uma lesão no local alvejado.
"A carência é causa de distúrbio psíquico: animais que se sentem abandonados chegam a se machucar na tentativa de atrair a atenção do dono", diz Yazbek. Por meio de exame físico, um veterinário pode averiguar se há algo no corpo do animal que o incomode a ponto de atrair lambidas ou se ele sofre de alguma neurose. Um raio-x na área também é recomendado.
Qualidade de vida para animais domésticos idosos
São considerados idosos os gatos com mais de 7 anos. Cães de pequeno porte entram na terceira idade aos 8 anos, e os de tamanho médio, aos 7. Já cachorros grandes envelhecem cedo, entre 5 e 6 anos - e vivem menos: aproximadamente 10 anos. Os demais têm expectativa de vida entre 13 e 20 anos. Gatos podem alcançar 15 anos.

FONTE:www.petpetropolis.blogspot.com




 Animais de estimação para as crianças
Ele alegra, ensina e até cura. Com os cuidados e a escolha certa, crianças e bichos podem ser uma dupla de sucesso. Pesquisa mostra, também, os benefícios durante um tratamento médico
Amizade antiga
Esse companheirismo entre homem e animal é muito mais antigo do que imaginamos. Há registros do século 12 mostrando que as famílias viviam sob o mesmo teto com seus animais, como bois, cavalos, porcos, ovelhas, macacos, aves domésticas. A moradia era uma verdadeira Arca de Noé. Hoje, a quantidade de bichos dentro das casas é, com certeza, bem menor. A relação estabelecida com os mascotes também mudou. Antes eles eram criados para trabalhar, puxar carroça, tomar conta da casa. E foi dessa necessidade humana que nasceu uma amizade perfeita, a de homens e cães. O historiador Keith Thomas, em seu livro O Homem e o Mundo Natural (Ed. Cia. das Letras), destaca que o cão foi, de longe, eleito o animal preferido pelo homem. Primeiro, para proteger a propriedade e, por volta do século 17, tornando-se objeto de satisfação emocional. Domesticados, os cachorros obedecem aos donos e gostam da companhia humana.
Pesquisadores ainda hoje discutem a data e a origem dessa domesticação. Segundo o pesquisador húngaro Adam Miklósi, ela teria se iniciado há cerca de 25 mil anos, provocando uma mudança gradual em algumas espécies de lobos, que foram deixando a vida selvagem e se transformando em cães domesticados. "O cachorro que conhecemos hoje tem cerca de 15 mil anos", afirmou Miklósi. Esse longo período de transformação modificou completamente o cachorro. Enquanto o lobo deixa a sua matilha logo que se torna adulto, o cachorro fica na família até morrer. "E, hoje, ele é o mais sociável de todos os bichos", afirma a pesquisadora de comportamento animal, a americana Temple Grandin, também autora do livro Animals in Translation (algo como "Animais Traduzidos", ainda não editado no Brasil). Ela explica que nenhum outro animal tem a capacidade de desenvolver laços de amizade com o ser humano com tamanho grau de fidelidade. Nem o gato, apesar de ter sido domesticado muito antes. "A diferença entre os bichos é que os cães têm emoções muito parecidas com as dos humanos. Ficam tristes, felizes, enciumados", diz Temple. O cão já nasceria pré-programado para viver comigo, com você e com seus filhos.

Um companheiro em casa
Se o principal benefício é a companhia, então os cachorros seriam os presentes ideais, por exemplo, para filhos únicos, podem pensar algumas pessoas. Calma
. Não é bem assim. Apesar de o animal ocupar uma posição prazerosa na vida da criança, ele não supre a relação que ela necessita ter com humanos, que é muito complexa. "Aprende-se a lidar com pessoas lidando com pessoas", diz a pediatra Sandra. Algo que naturalmente ocorre na escola. A veterinária Maria Inês Ferreira acrescenta que não adianta levar um animal de estimação para casa pensando que "um bicho pode distrair a criança para que ela não ‘atrapalhe’ os afazeres dos adultos". Ou, ainda, que os pais devam dar um bicho ao filho para que ele treine ter responsabilidade. Calma mais uma vez. Crianças menores de 10 anos não têm capacidade para cuidar plenamente do animal. "A partir dos 7 anos, os pais podem atribuir uma tarefa para ela", diz a pediatra Sandra. E qual, dentre os cuidados necessários: alimentar, dar água, passear, dar banho, limpar o local onde ele fica, entre outros? Assim como a criança não consegue arrumar o quarto inteiro, limpar janelas, trocar roupa de cama, ela também não pode cuidar totalmente do animal. É colocar nas costas da criança uma responsabilidade que é dos adultos. Se estabelecer que o filho é responsável pela água do bicho, essa atividade deve fazer parte da rotina infantil, o que não significa que, durante um certo tempo, você não terá de lembrar isso à criança. Cuidados essenciais Há quem defenda, inclusive, que menores de 6 anos ainda não estão preparados para ter um bicho de estimação. A razão seria o fato de a criança pequena não saber os limites que deve ter quando está com certos tipos de mascotes, principalmente os cachorros. Se a brincadeira acontece de um jeito que o animal não tolera, ele vai demonstrar da única (e pior) forma que sabe: mordendo. Por isso, olho vivo nos momentos de folia.
Os limites precisam ser estabelecidos com a criança e com o animal. E o adulto deve acompanhar de perto essas brincadeiras. "Nunca deixe uma criança pequena sozinha com um cachorro, mesmo que ele já esteja há anos na família", alerta Adam Miklósi. Bicho nenhum faz mal à criança (a menos que seja alérgica a pêlos), desde que seja respeitado, cuidado e amado. Não passe fome, sede, que tenha um lugar limpo e confortável para dormir. Algo que acontece na maioria dos lares brasileiros, com donos conscientes e amorosos. Na verdade, o mascote do século 21 é uma criatura com o mesmo modo de vida que seu dono. A oferta de serviços disponíveis para ele surpreende: de hotéis a spas, passando por planos de saúde, acessórios, roupas, fisioterapia, odontologia, produtos de beleza. Muitas vezes, o bicho não precisa de tudo isso. Apenas de respeito e atenção, para ser uma grande companhia para seus filhos.
Antes de comprar, pense... ... na idade da criança - Não existe uma idade certa. Mas se o seu filho nasceu faz pouco tempo, espere até ele fazer uns 3 anos. Ter um filhote e um bebê em casa requer muita organização e disponibilidade de tempo.
... no espaço disponível - Peixes, roedores, aves e gatos se adaptam bem em casas pequenas e apartamentos. Para cachorros, não vale pensar só no tamanho. Algumas raças pequenas não suportam lugares com pouco espaço, enquanto outras, médias, ficam bem neles, desde
que os donos façam passeios diários. Por isso, informe-se sobre as características da raça antes de finalizar a compra.
... nos gastos - Sim, eles existem e podem fazer diferença no fim do mês. Gatos e cachorros precisam de vacinas e vermífugos. Aves, como a calopsita, necessitam ter as asas aparadas para não voar e fugir. Roedores exigem gaiolas específicas. Gatos requerem areia determinada para fazer xixi e cocô. E todos devem comer rações de boa qualidade.






CÃES AJUDAM NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS AUTISTAS DIZ ESTUDO

Estudo revela que o animal treinado pode ajudar crianças que possuem transtornos de desenvolvimento. Foto: Marcelo Pereira/Getty Images Estudo revela que o animal treinado pode ajudar crianças que possuem transtornos de desenvolvimento
O cão não é apenas o melhor amigo do homem. Estudo revela que o animal treinado pode ajudar crianças que possuem transtornos de desenvolvimento.
Pesquisadores da Univesidade de Montreal, no Canadá, descobriram que eles podem reduzir significativamente os níveis de ansiedade em crianças autistas.
"Nossos resultados mostraram que os cães tinham um claro impacto sobre os níveis do hormônio do estresse das crianças", disse Sonia Lupien, a autora do estudo Sonia Lupien.
Para detectar os níveis de estresse, Sonia e sua equipe mediram a quantidade de cortisol presente na saliva de 42 crianças autistas. O cortisol é um hormônio produzido pelo corpo em resposta ao estresse e é detectado na saliva.
"Nós observamos o nível de estresse das crianças em três condições: antes e durante o convivívio com o cão e depois quando ele foi embora", afirmou. Durante todo o experimento, os pais preencheram um questionário indicando o comportamentos dos filhos durante as três etapas. Em média, os pais apontaram 33 comportamentos problemáticos antes de receber o cão e 25 com a presença do animal.
De acordo com a publicação Daily Mail, o estudo publicado na revista Psychoneuroendocrinology também descobriu que os cães podem ajudar nas suas habilidades sociais. A crianças autistas encontram dificulades para entender emoções e sentimentos das outras pessoas.
Os pesquisadores entendem que seria uma solução relativamente simples para ajudar as crianças e suas famílias a lidarem com essas dificuldades.

FONTE:http://saude.terra.com.br

Cães enfrentam rotina árdua no combate o tráfico de drogas
O cão é considerado o melhor amigo do homem. Porém, aquele cãozinho dócil, considerado animal de estimação também está ligado a atividades produtivas, juntamente com a Segurança Pública, entre elas o combate intensivo ao tráfico de drogas.
Para combater o tráfico de drogas, o Estado de Mato Grosso conta com um canil policial, instalado na Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Polícia Judiciária Civil. O canil foi construído para receber seis cães e conta hoje com quatro cachorros da raça Labrador, sendo três já treinados e um em fase de adestramento. Mesmo sendo quatro cães, os animais têm se desdobrado para atender as demandas da Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Grupo Especial de Fronteira (Gefron)
Os cachorros adestrados dão apoio nas ações de buscas de entorpecentes. “Tem sido uma excelente ferramenta de investigação a ajuda dos cães durante as buscas ao tráfico de droga, porém não substitui a presença dos investigadores, mas agrega na repressão ao tráfico de entorpecentes”, ressaltou o delegado adjunto Gustavo Garcia Francisco.
Os cães adestrados da DRE têm sido empregados em operações de busca e apreensão em residências, nas rodovias, na abordagem de veículos e na proteção e segurança dos policiais.
Segundo o adestrador, investigador Francisnei Dias Ferreira, cada dia que passa os departamentos de polícia dos estados, comprovam a importância do uso de cães no trabalho policial. “O trabalho do cão é bem mais ágil, ele leva entorno de três a quatro minutos para localizar a droga”, explica Ferreira.
Um dos mais recentes trabalhos realizados pelos cães labradores, ocorreu no dia 03 de junho, durante a apreensão de uma carreta com 180 quilos de drogas, avaliada em mais de R$ 12 milhões. A confirmação de droga em compartimento da carreta foi feita pelos cães da Delegacia de Repressão a Entorpecente (DRE).
Para estimular os cães durante as buscas da droga, o adestrador Ferreira utiliza brinquedos que os levam a associar ao entorpecente. Após a localização, os labradores são recompensados com mais brinquedos e festa. “Apesar de todas essas habilidades, os cães policiais quase nunca aparecem na mídia”, reclama o investigador.

FONTE: http://www.odocumento.com.br/

OS CUIDADOS COM ANIMAIS DOMÉSTICOS

Os animais sempre foram utilizados na vida do homem, seja como forma de alimentação, para trabalhos pesados, para carregar cargas ou como meio de transporte ou companhia. Com esse convívio, algumas espécies que antes viviam soltas, livres pela natureza, passaram a ser domesticadas. O cachorro é considerado o maior amigo do homem, pois é fiel, defende seu dono e fica alegre com sua presença.Para mantermos contato com animais domésticos, como ter um cachorrinho dentro de casa, são necessários alguns cuidados, para garantir a saúde dos animais e das pessoas da nossa casa.


- Levar ao veterinário para fazer as vacinações necessárias é uma importante atitude, pois existem doenças sérias que podem ser transmitidas pelos cães. Assim como as pessoas precisam se prevenir das doenças, os animais também precisam de cuidados para não contraí-las.
- Fazer a tosa dos pelos em excesso também é um importante cuidado para que o animal fique livre do calor excessivo e de parasitas; e com uma boa aparência. Além disso, suas unhas devem ser cortadas, pelo veterinário, se estiverem muito grandes, pois podem machucar o próprio animal, quando ele se coça.
- Dar banho uma vez por semana e escovar os dentes do bichinho, com pasta de dentes especial, é uma forma de cuidar de sua higiene, assim como cuidamos da limpeza do nosso corpo. O animal também gosta de ser bem tratado, de ficar limpo e cheiroso.
É comum o aparecimento de pulgas e carrapatos nos animais e, por isso, são necessários cuidados especiais para que se livrem desses parasitas. Normalmente os sabonetes e xampus próprios
para animais domésticos contêm substâncias tóxicas que matam esses bichinhos, mas muitas vezes eles precisam ser catados do corpo do animal, pelo próprio dono. Por chuparem o sangue dos animais de estimação, esses seres vivos podem causar muitas doenças.

Os animais que vivem em nossas casas se acostumam com a nossa presença e sempre que chegamos ficam alegres. Eles demonstram isso quando balançam o rabinho, olhando para nós. Por isso, é importante que os bichinhos recebam atenção e carinho, e sempre tenham alguém disponível para brincar um pouquinho com eles. Alguns brinquedos também ajudarão a deixá-los felizes quando sozinhos.A alimentação dos animais deve ser adequada para sua espécie. Hoje em dia podemos encontrar rações que eliminam o mau cheiro das fezes, rações mais nutritivas, etc. Além disso, animais devem beber água fresca, se possível filtrada.
É importante que os vasilhames de água e comida estejam sempre limpos e que as sobras sejam descartadas, evitando o aparecimento de outros bichos ou de bactérias e fungos. É errado dar comida de gente para os animais, pois essa pode prejudicar a saúde deles, além de deixar o pelo e os dentes feios.
Ao encontrarmos animais abandonados e sofrendo maus tratos, pelas ruas das cidades, devemos ligar para os órgãos de proteção aos animais, que poderão recolhê-los e realizar os cuidados necessários, dando abrigo e alimentação. É muito triste saber que há pessoas têm coragem de abandonar seu animal de estimação!
Quanto aos animais selvagens, a melhor forma de cuidar deles é respeitando-os. Por isso, nada de pegar, tocar, cutucar, ou jogar objetos nesses seres vivos.

Por Jussara de Barros
Pedagoga
Equipe Escola Kids

FONTE: http://www.escolakids.com/


Animais de estimação em apartamentos

Animais de estimação em apartamentos

Os animais de estimação são companhias frequentes em muitos lares. Para algumas pessoas, estar em contato com os animais tem a mesma proporção e valia de uma amizade humana. Alguns desses animais são verdadeiramente entes queridos e tratados como tal. Contudo, ao obtê-los, alguns requisitos devem ser observados.
Aos escolher conviver com algum animal dentro de casa, é necessário refletir e buscar informações sobre as fundamentais necessidades desse animais. Há animais que se adaptam facilmente em ambientes menores. E há outros que precisam de mais espaço. Em apartamentos é necessário verificar as normas dos edifícios e condomínios. Alguns permitem a habtação de animais nos apartamentos, porém outros não aceitam bichos nos condomínios. Nesse último caso, as regras dos condomínios devem ser seguidas, a menos que em consenso, todos ou a maioria mude a posição em relação ao animal em apartamento e passe a aceitá-lo.
Portanto, antes de adquirir um imóvel, se este for um apartamento e se deseja-se levar um animal junto, é relevante verificar a permissão do animal no prédio, afim de evitar contratempos e problemas posteriores. Ao levar um animal de estimação para viver em apartamento, dar atenção às prioridades e adaptação de um ambiente para o animal é importante. Cada animal tem as suas necessidades, suas características e pormenores.
Até mesmo um aparente simples peixe exige inúmeros cuidados. Além de alimentação, temperatura e limpeza da água adequados, combinação de espécies, pois algumas brigam quando juntas, também devem ser observados. Já os coelhos têm o hábito de fugirem. Não se apegam muito aos lugares e às pessoas. Cães e gatos precisam de brinquedos adequados para se distraírem e não destruírem a casa. Precisam de atenção e outros muitos cuidados. Há animais que quando sentem-se sozinhos, destroem o ambiente, fazem necessidades em todos os cômodos, tornam-se agressivos.
Quem opta por ter um animal de estimação, precisa dedicar tempo e cuidados a ele, seja ele de que espécie, classe ou raça for. O adestratamento também é um grande aliado para o bem-estar do animal e do dono no apartamento. O bicho consegue controlar sua ansiedade e o dono consegue comandá-lo, numa harmonia perfeita. Cães, especialmente, precisam ser levados para passear na rua. Cães de porte médio e grande precisam de mais espaço e possibilidade de gastar energia.
Enfim, é possível manter uma vida tranquila com um animal de estimação em apartamento, desde que os cuidados e necessidades que esse animal requerer sejam respeitados e supridos.

FONTE: http://www.ruadireita.com/



Antes de adotar um animal de estimação é preciso conhecer os conceitos da ‘posse responsável’

A falta de políticas públicas voltadas para a questão, atitudes como o abandono e facilidades na hora de adquirir um filhote colaboram para o sofrimento de muitos animais.Conheça os 10 mandamentos da posse responsável

Leandro Tapajós



  • A beleza dos cães, quando ainda filhotes, chama a atenção
    FOTO: Raphael Alves/Acrítica
  • A forma com são criados permite que gatos e pitbull convivam juntos
    FOTO: Divulgação
  • Os gatos, embora mais independentes, precisam de cuidados
    FOTO: Marcio James/A Crítica

A imagem de um cão ou gato ainda filhote em uma vitrine de pet shop causa comoção e encanta algumas pessoas, que muitas vezes sem se preocupar com as responsabilidades posteriores adquirem um animal de estimação e algum tempo depois o abandonam, ou repassam para outras pessoas.  Para que esse comportamento deixe de se repetir é preciso divulgar os conceitos da posse responsável.   
A Sociedade Mundial de Proteção Animal (World Society for the Protetion of Animal - WSPA) foi criada em 1981 e possui filiação em mais de 100 países. De acordo com a sociedade, a posse responsável deve abrange a relação entre o dono, seu animal de estimação e o meio em que ambos vivem.
Para a WSPA o proprietário de um animal de estimação deve “prevenir os riscos de agressão, transmissão de doenças ou danos a terceiros, que seu animal possa causar à comunidade ou ao ambiente, como interpretado pela legislação vigente”.
Ter uma atitude responsável pode ajudar a diminuir o número de animais abandonados nas ruas e abrigos.
A definição
De acordo com o médico-veterinário e vice-presidente do Grupo de Proteção Animal (GPA)  Jorge Carneiro, “a posse responsável compreende todas as responsabilidades que o cuidador tem pelo animal”. Entre elas oferecer alimento, água, condições de abrigo, atenção veterinária, respeitar
a liberdade, não alterar o comportamento do animal.

Em resumo, a posse responsável é o conjunto de “regras para garantir um convívio entre homem e animal de estimação”, explica.
Falta de legislação específica
O GPA trabalha em projetos para divulgação dessas responsabilidades. Para o vice-presidente da ONG, é preciso haver uma legislação específica para o assunto, além de um trabalho educacional com a população.   

“O que a gente precisa urgentemente é uma legislação, políticas públicas voltadas para a posse responsável. Por exemplo, identificação e registro de animais e proprietário. Conscientizar para controle de natalidade animal (castração). Leis que garantam condições de saúde, vacinas, tratamentos diversos. O fato é que enquanto não tivermos essa cultura da posse responsável vamos continuar vendo animais sofrendo. É inconcebível continuar vendo isso”, lamenta.

CãoX violência
Para o professor de muay thai Dídimo Neto, até mesmo raças de cães tidas como violentas, como os pitbulls, poderiam ser criadas sem problemas se os donos tivessem atitudes mais responsáveis.

“Crio dois pit bulls, um de sete outra de três anos, são animais extremamente sociáveis. Eu crio gatos com os pit bulls, eles comem juntos. Ando normalmente na rua, qualquer pessoa brinca com eles, passam a mão, eles lambem igual quer outra raça de cães. Cachorro é cachorro. Morder um ser humano todo cachorro pode. Se você pega um pincher e um fila, e os confina, todos os dois se tornam agressivos, o que muda é a força da mordida. No caso do pitbull, ele precisa gastar muita energia. Cão deve ser socializado com animais e outros bichos e pessoas. O estresse afeta o animal.”, disse.
Escolher o animal e a raça certa  
O professor acrescenta que é preciso analisar se o futuro dono possui as características necessárias para criar o cão adequadamente.

“A criação do cachorro reflete no comportamento do animal. Por exemplo, um idoso não pode criar um pit bull, pois não vai acompanhar o ritmo do animal Não só os pet , mas os criadores (donos de canis) deveriam alertar os compradores. Muita gente pega o cachorro por impulso. É bonitinho e quando cresce cria problemas. É extremamente importante conhecer a raça.”, enfatiza.  
Dez mandamentos
A Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal ARCA Brasil foi a entidade que consolidou no país o conceito de posse responsável de cães e gatos. A associação criou os Dez
Mandamentos
da posse responsável. São eles:
1-Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.
2-Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
3-Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.
4-Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.
5- Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.
6- Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.
7- Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
8- Recolha e jogue os dejetos em local apropriado.
9- Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).
10 -Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.
A ARCA Brasil disponibilizou em seu portal o Teste do Proprietário Responsável.
Divulgação da posse responsável
O GPA desenvolve atividades voltadas para divulgação do conceito de posse responsável e controle de natalidade animal. No final deste mês a ONG vai realizar um curso voltado para educadores da rede municipal de Manaus em conjunto com a WSTA. Mais informações podem ser adquiridas pela
site do GPA.  



HOMEM CHORA A MORTE DE SUA ÉGUA ATROPELADA A BEIRA DA ESTRADA


A morte de Estrela foi o fim de uma amizade iniciada quando Cristiano tinha apenas 15 anos
 

Égua morre e dono fica desolado 
Égua morre e dono fica desolado

Um homem demonstrou grande tristeza no interior de São Paulo nesta terça-feira (21) ao se despedir de uma égua de 13 anos de idade que precisou ser sacrificada após um acidente ocorrido entre Serrana e Altinópolis, na região de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo).
A égua, chamada Estrela, puxava uma carroça conduzida por Sebastião Verola, 58, e seu filho, Cristiano Verola, 28, quando foi atingida por trás por uma Eco Sport na manhã de ontem (21). O animal tombou no chão, com várias fraturas nas patas traseiras, e ali ficou até morrer.
A morte de Estrela foi o fim de uma amizade iniciada quando Cristiano tinha apenas 15 anos. "Estou muito triste, mas não tem outro jeito. É o animal de estimação lá de casa", afirmou ele, que, minutos antes de Estrela ser sacrificada, colocou a cabeça do animal sobre as pernas e a beijou.
A técnica de zoonoses Márcia Romancini Cavalheiro, 35, afirmou que não havia como manter a égua Estrela viva. “Ela ficou muito ferida. Devia estar sofrendo muito. Uma das patas estava praticamente pendurada à perna.”
A égua foi anestesiada e depois sacrificada com uma injeção de cloreto de potássio na veia. “Ela morreu sem sentir nenhuma dor.”
Márcia disse que agora o Centro de Controle de Zoonoses de Serrana vai tentar encontrar um outro animal para a família Verola. “Eles são muito humildes e precisam de outro cavalo para trabalhar e tocar a vida.”
Verola mora em Serrana e, há 20 dias, perdeu a mãe. O pai dele, Sebastião Verola, 58, está internado no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto em decorrência dos ferimentos no acidente. Segundo a assessoria do hospital, não corre risco de morte.
FONTE: http://180graus.com/