TEENS

OBESIDADE EM ADOLESCENTES

Programas escolares que promovem estilos de vida saudáveis ajudam a melhorar o comportamento de jovens com relação à saúde, prevenindo a obesidade e a depressão severa e melhorando o desempenho acadêmico dos adolescentes. Essas foram as descobertas do estudo feito pela The Ohio State University, com o apoio do National Institute of Nursing Research(NINR), parte do National Institutes of Health. O trabalho aparece na edição de setembro online doAmerican Journal of Preventive Medicine.


Esse é um dos primeiros estudos que relatam várias melhorias imediatas que foram sustentadas ao longo do tempo por meio da intervenção de um professor. Os pesquisadores mediram comportamentos saudáveis de estilo de vida, índice de massa corporal (IMC), sintomas depressivos, habilidades sociais e o desempenho acadêmico de 779 com idades entre 14 e 16 anos. Eles foram escolhidos randomicamente para participar do programa ?COPE TEEN?, que é uma intervenção visando obesidade, habilidades sociais e de saúde mental. O programa COPE TEEN consistia em palestras e atividades sócio cognitivas em 15 sessões ministradas por professores uma vez por semana. Cada sessão tinha de 15 a 20 minutos de atividade física (por exemplo, caminhar, dançar e fazer movimentos de boxe) e orientações sobre nutrição e saúde no geral. Os alunos receberam pedômetros e foram convidados a aumentar sua contagem de passos a cada semana.

Seis meses após a conclusão do programa de intervenção, os participantes tinham níveis significativamente mais elevados de atividade física (uma média de 13.861 passos por dia, em comparação com uma média de 9.619 passos por dia daqueles que não participaram), e tinham um IMC médio significativamente menor do que o grupo de controle, além de serem menos propensos a passar para a faixa do sobrepeso em longo prazo. Entre os adolescentes do COPE TEEN, 143 permaneceram na categoria de peso saudável em seis meses, quatro mudaram para a categoria de sobrepeso e nenhum dos alunos evoluiu para a categoria de obesidade. No grupo controle, 187 permaneceram na categoria de peso saudável, enquanto 15 avançaram para a categoria de sobrepeso e três atingiram a obesidade.

Os adolescentes que receberam orientação também marcaram médias mais elevadas na escala de habilidades sociais e cooperação, bem como nas competências acadêmicas. Eles relataram níveis significativamente mais baixos de uso de álcool do que os adolescentes não receberam a intervenção (13% contra 20%, respectivamente), e alunos com altas pontuações de depressão antes da intervenção mostraram escores significativamente da doença, que caiu de sintomas depressivos graves para a faixa normal, em comparação com estudantes semelhantes no grupo de controle.

Os autores do estudo afirma que integrar uma rotina de palestrar sobre saúde nos currículos de educação em ambientes de ensino médio pode ser uma maneira eficaz de prevenir a obesidade e o sobrepeso em adolescentes, além de aumentar o nível de atividade física e habilidades psicossociais e acadêmicas.

Incentive seu filho adolescente a fazer exercícios
Computadores, videogames e celulares costumam ser os melhores amigos da atual geração de adolescentes, enquanto a atividade física fica facilmente em segundo plano. O incentivo dos pais pode fazer muita diferença para evitar que o sedentarismo vire um hábito para a vida toda, porém sempre respeitando os limites e preferências dos jovens. De acordo com o psicólogo comportamental e especialista em saúde da família Alexandre Monteiro, do Rio de Janeiro, gostar dos exercícios é a melhor motivação. "O ideal seria a pessoa experimentar o maior número de atividades possível ainda na infância, de forma que se identificasse com uma em especial", explica. Nunca é tarde, entretanto, para apresentar ao seu filho o mundo dos esportes. Confira as dicas dos especialistas e tire seu filho do sofá:


Muito além da educação física
É comum os adolescentes não gostarem de praticar atividades físicas por ter como única referência as aulas na escola ou a academia de musculação, que podem ser consideradas entediantes pelo jovem. Segundo Alexandre Monteiro, uma forma interessante de descobrir novas atividades é levá-lo a clubes ou academias que ofereçam aulas variadas, como lutas e dança. "Ele pode assistir um pouco de cada aula, observar as características dos alunos e associar essa dinâmica às habilidades e preferências que ele possui", diz.  
família andando de bicicleta no parque - Foto Getty Images
Passeios em família
O professor de educação física Carlos Fernandes, da Fit Park academia, em Brasília, declara que atividades em grupo e ao ar livre são altamente motivacionais. Uma ida ao parque no final de semana pode ser um empurrão para o começo da prática de atividades físicas. "Alugar patins e bicicletas ou mesmo praticar algum esporte em grupo pode servir de estímulo para o adolescente perceber que os exercícios não são desagradáveis como ele pensava", explica Alexandre Monteiro. 
mulher fazendo ioga e filha imitando - Foto Getty Images
Dê o exemplo
Não basta insistir para que seu filho saia do computador enquanto você mesmo não pratica nenhuma atividade. De acordo com a psicóloga Camila Torquato, de Brasília, o adolescente tem os pais como referência e pode usar o sedentarismo deles como desculpa para também não praticar exercícios. "Estar atento aos próprios costumes é importante para dar um bom exemplo aos seus filhos, de forma que eles encarem a atividade física como algo benéfico", conta. 
adolescente triste - Foto Getty Images
Seu filho tem vergonha?
Um dos maiores dramas da adolescência é a vergonha do próprio corpo, por ser uma fase de desenvolvimento e mudanças. Isso pode fazer com que ele rejeite qualquer atividade física que exija roupas diferentes ou o coloque em situações constrangedoras. Nesses momentos, a melhor forma de ajudar é conversando com seu filho. 

Segundo a psicóloga Camila, escutar o que o adolescente tem a dizer e tentar acolhê-lo pode ajudar a identificar e eliminar as causas do problema. "O diálogo vai possibilitar a busca de alternativas para solucionar a crise", conta. É importante também não forçar o jovem a praticar qualquer tipo de atividade com a qual ele não se sinta à vontade.  
menina sofrendo bullying - Foto Getty Images
Alvo de bullying
Se o seu filho reluta em fazer qualquer tipo de atividade física, principalmente na escola, pode ser sinal de que ele foi alvo de bullying e prefere rejeitar essa prática, a fim de que não sofra mais esse desconforto. "Manter um diálogo com ele para tentar identificar e ajudar a resolver possíveis problemas é sempre muito saudável", diz o psicólogo Alexandre. Nesses casos, não querer fazer atividades físicas é só a ponta do iceberg - pode ser necessário buscar um acompanhamento psicológico para reverter o problema. 
menina cansada depois da atividade física - Foto Getty Images
Não force a barra
Ter pais ativos é uma grande influência para o adolescente praticar atividades físicas - mas o tiro pode sair pela culatra caso exista muita cobrança e competitividade. O psicólogo Alexandre explica que algumas pessoas exigem demais que os filhos pratiquem exercícios e até incentivam a competição. "Esses pais não entendem que a atividade física, nesse momento, deve ser algo para o prazer", declara. O ideal é deixar que o filho escolha uma modalidade pelos benefícios à saúde e pela diversão, deixando as competições para outros momentos. 
bicicleta ao lado da árvore de natal - Foto Getty Images
Presentes para a saúde
Uma simples conversa com seu filho pode fazer você descobrir que ele tem interesse por algum esporte ou atividade que você nunca imaginaria. A partir desse diálogo, você pode dar presentes relacionados ao tipo de exercício que ele tem vontade de fazer, mas nunca teve a oportunidade, como bicicleta ou mesmo aulas de ioga. "Alguns adolescentes não têm muita disposição para começar uma atividade física sozinhos e o presente pode ser o pontapé inicial", diz o psicólogo Alexandre.  
amigos jogando basquete - Foto Getty Images
Na companhia dos amigos
Como os adolescentes passam por uma fase de mais independência, pode ser que não se interessem pela ideia dos passeios com a presença dos pais. Nesses casos, você pode propor que ele pratique algum esporte ou exercício com os amigos. "As chances de o jovem abandonar a atividade é reduzida quando ele está entre amigos e pessoas que tem afinidade, pois um acaba incentivando o outro a fazê-la", diz o professor de educação física Carlos Fernandes. Convidar os amigos do seu filho para o passeio no parque pode ser muito mais motivador para o jovem do que estar em companhia apenas da família. 


FONTE:http:// www.minhavida.com.br






Dormir pouco na adolescência favorece problemas cardíacos

Dificuldade para pegar no sono está relacionada a sedentarismo e má alimentação




Seus filhos dormem tempo o suficiente? Se a resposta for não, talvez seja melhor estabelecer um horário de ir para a cama. Isso porque um novo estudo publicado no CMAJ (Canadian Medical Association Journal) descobriu que poucas horas de sono na adolescência aumentam o risco de problemas cardíacos, como infarto, na idade adulta. A pesquisa foi liderada por um cardiologista do Hospital for Sick Children, no Canadá.
Os especialistas colheram dados de mais de 4.100 adolescentes e descobriram que eles dormiam, em média, 7,9 horas por noite durante a semana e 9,4 horas por noite aos fins de semana. Quase 20% deles declararam ter poucas horas de sono durante a semana e 10% disse não dormir o suficiente no fim de semana. Além disso, cerca de 6% afirmaram usar medicações para ajudar a dormir.
Os resultados da análise mostraram que a má qualidade do sono foi associada a um índice de massa corporal mais elevado, maior tamanho de cintura e níveis de colesterol e pressão arterial mais altos, todos fatores de risco para doenças do coração. A descoberta é importante principalmente porque mostra que hábitos cultivados na juventude nos acompanham por toda a vida.
Uma possível explicação seria o fato de que acordar durante a noite, apresentar dificuldade para pegar no sono e ter pesadelos estão relacionados a outros hábitos ruins, como cultivar uma dieta desequilibrada e ser sedentário.


Dormir bem melhora o humor, a memória, previne doenças e faz você viver mais. Veja como melhorar essas horas fundamentais do seu dia:

Dicas para dormir melhor

1. Posição
A melhor posição para dormir é de lado. Só assim é possível alinhar a coluna e deixar os músculos completamente relaxados. Escolha um travesseiro com altura igual à distância entre o pescoço e a parte externa do braço.

2. Colchão
Nem muito mole nem muito firme. Esse é o colchão ideal para uma boa noite de sono. Prefira os de látex, que costumam se adaptar melhor ao contorno do corpo, aliviando os pontos de pressão.

3. Relaxe
Não leve preocupações para o quarto. Controle a ansiedade e vá dormir apenas quando se sentir tranquilo. Um banho morno pode ajudar.

4. Desligue tudo
Televisão, computador e qualquer outro dispositivo eletrônico deve ser desligado na hora de dormir. A luz desses aparelhos atrasa a produção de substâncias responsáveis por avisar o corpo de que chegou a hora de dormir.

5. Hora certa
Tentar dormir todos os dias no mesmo horário educa seu organismo a sentir sono. Tome um banho morno antes e, se não sentir sono, leve uma leitura relaxante para a cama. Evite ligar a televisão e, se for ouvir música, opte por uma trilha relaxante e em volume mais baixo.




FONTE:http:// www.minhavida.com.br





A IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO PARA O ADOLESCENTE



A adolescência é conhecida como um momento de conflito e autoafirmação. Temos a mudança do corpo, os grupos sociais e a necessidade de ser aceito na sociedade. Com isso, algumas preocupações no campo da estética, atividade física e alimentação começam a ser mais frequentes. A pele sem acne, o corpo magro ou definido, são algumas das preocupações dos adolescentes. Assim, pode-se perceber um aumento desse público nas academias, e com isso aumenta também a preocupação com alimentação, pois ao tentar atingir um padrão de beleza muitos adolescentes começam dietas da moda (que são restritas em determinados nutrientes que são importantes para o crescimento e desenvolvimento do adolescente), fazem uso de suplementos sem a orientação de um profissional habilitado ou utilizam hormônios por indicação dos colegas. Tudo isso visando alcançar o objetivo de forma rápida.
Na adolescência o fato que de maior impacto no comportamento alimentar é a aparência. Entre as meninas temos o desejo pela magreza, onde há um excesso de atividade física associado a restrições alimentares severas. Já entre os meninos, a preocupação é com o ganho de massa muscular e definição muscular.
A preocupação com o peso e as dietas de emagrecimento é mais comum entre as meninas do que entre os meninos. Segundo estudos, 60% das meninas estão em dieta de emagrecimento, enquanto entre os meninos esse percentual é de 30%. Entre as amigas, sempre circulam as dietas da moda (a dieta da proteína, da sopa, da lua, do chá, etc.) e com isso as adolescentes acabam se submetendo a restrição alimentar, resultando em uma perda de peso, porém de forma inadequada. Essa conduta pode ocasionar deficiências nutricionais que nessa fase tem como consequências um crescimento inadequado (lembra-se que o adolescente está em fase de crescimento e maturação sexual?) e até a suspensão do ciclo menstrual (também conhecida como amenorréia). Outra grande preocupação é com o desenvolvimento de distúrbios alimentares como anorexia e bulimia, que podem ter sequelas psicológicas, ginecológicas e metabólicas.
O ganho de massa muscular sempre foi mais almejado entre os meninos, apesar de atualmente haver muita menina querendo também ganhar massa muscular e definir o corpo. Porém, a falta de orientação, bem como a influência dos amigos e colegas de treino, pode levar ao uso indiscriminado de suplementos alimentares e até anabolizantes. O desejo por resultado rápido e a falta de preocupação com consequências futuras, faz com que muitos vejam o uso de medicamentos e suplementos como atalho para alcançar o objetivo.
Diante do exposto, percebe-se a importância do acompanhamento nutricional de adolescentes. Não somente orientando no uso de suplementos (quando estes são necessários – geralmente em atletas de alto rendimento), como também auxiliando nas melhores escolhas alimentares. Vale ressaltar que nessa fase a interação com os colegas está associada ao consumo de fast food e alimentos não tão saudáveis, o que muitas vezes pode colocar a perder o treino. Assim, uma avaliação individualizada faz-se necessária a fim de estabelecer as necessidades nutricionais e de cada indivíduo, promovendo então o fornecimento adequado de nutrientes para que o adolescente. As características de crianças, adolescentes e adultos requerem condições nutricionais específicas relativas à idade e maturação, o que requer um maior aporte de proteínas e energias para dar suporte ao processo de crescimento, bem como uma maior necessidade de cálcio para a saúde dos osso, um cuidado maior com a hidratação para evitar o risco de desidratação e uma maior necessidade de ferro.
Ou seja, adolescente devem sim se manter ativos, mas há uma necessidade de um acompanhamento nutricional a fim de manter o bom requerimento de nutrientes para não comprometer o crescimento e a maturação. E lembre-se, cada indivíduo possui uma necessidade específica, e o que serve para o seu colega, nem sempre é o que serve para você. Sendo assim, consulte um profissional especializado, pois este sim saberá o que é melhor PARA VOCÊ!
FONTE: http:// www.anutricionista.com



MODA PRIMAVERA-VERÃO PLUS SIZE TEENS


Não basta ser GG, a moda para as garotas plus size precisa ser jovem e antenada com as tendências. Durante a 6ª edição do Fashion Weekend Plus Size, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, a grife Milanina desenvolveu uma coleção inspirada nos desejos e dia a dia do público adolescente. Tudo a cara do verão 2013, claro.
Candy colors, ton sem neon, metalizado, recortes, rendas, transparências, modelagens esportivas e muitas t-shirts estampadas apareceram na passarela.
Andressa Mestieri, a modelo de 18 anos que desfilou para a grife, ficou animada com a novidade. “É difícil para uma adolescente que veste tamanho grande achar roupas jovens e modernas. As meninas plus size também gostam de estar na moda, assim como qualquer outra pessoa”, conta Andressa.
Veja alguns looks desfilados na passarela:





Foto: DIVULGAÇÃO



FONTE:http:// www.manequim.abril.com.br






Saiba como lidar com o adolescente quando o assunto é uso de drogas

Especialista Arthur Guerra tira as maiores dúvidas sobre sintomas do vício e tratamento


No início, são alguns goles de bebida alcoólica e um ou outro cigarro. Depois, desponta uma curiosidade por maconha e até pode chegar ao uso de cocaína e crack. Esse costuma ser o trajeto de adolescentes pelo mundo das drogas, que tem começado cada vez mais cedo. Um levantamento realizado pelo Portal Educacional mostrou que aos 15 anos de idade, 75% dos jovens já beberam pelo menos uma vez na vida e 31% já beberam além da conta. Os resultados são da pesquisa chamada "Este Jovem Brasileiro - Álcool", que contou com 11.846 jovens de 13 a 17 anos de todo o país. Além disso, 30% dos jovens começaram a beber com regularidade a partir de 14 ou 15 anos.



Dr. Arthur Guerra é psiquiatra e realiza vários trabalhos sobre álcool e drogas

O papel dos pais na tentativa de evitar que o filho entre nesse caminho ou de ajudá-lo a sair pode fazer toda a diferença. Por isso, entrevistamos o psiquiatra Arthur Guerra, especialista do Minha Vida e Coordenador do GREA, Programa do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, para esclarecer dúvidas sobre a atitude da família com o adolescente quando o assunto é drogas. Confira:

Por que o uso de drogas pode ser mais comum na adolescência?

O adolescente está em uma fase muito especial da vida: está deixando de ser criança para virar adulto, uma fase de mudanças e novas experiências. A curiosidade é um dos maiores motivos que o leva a experimentar alguma droga e, depois de um tempo, passar a experimentar outras cada vez mais pesadas. De cada 10 adolescentes que experimentam drogas, um acaba virando dependente.

Como os pais podem interferir na vida do filho adolescente na tentativa de que ele fique longe das drogas?

Sem dúvida, a principal forma de prevenção é os pais darem o exemplo sadio. Acho errado pais que deixam o filho experimentar e consumir bebida alcoólica, cigarro ou outras drogas dentro de casa, junto com eles. O certo é mostrar que o consumo dessas drogas é prejudicial à saúde e não manter esse hábito.
"De cada 10 adolescentes que experimentam drogas, um acaba virando dependente."

Nem mesmo o álcool pode ser permitido entre os adolescentes?

Exatamente. O consumo de álcool é sempre um hábito negativo, por três motivos principais: primeiro porque o adolescente não consegue ter controle sobre o uso e acaba consumindo de forma exagerada, vai pela empolgação e pelos amigos. Segundo, o cérebro do jovem onde o álcool vai agir ainda não está totalmente amadurecido, o que pode prejudicar o rendimento escolar dele. O terceiro, por fim, é o risco maior de dependência: quanto mais cedo a pessoa começar a usar, maiores serão as chances de ter problemas de saúde e de acostumar o corpo ao uso frequente de álcool.

Quais sinais podem levar os pais a desconfiar que o filho seja usuário de drogas?

Quando o pai começa a desconfiar de mudanças de comportamento. Essa mudança é percebida principalmente aos observar os amigos do filho - ou ele muda as amizades, ou os amigos também começam a ficar com comportamentos diferentes. O adolescente ainda pode ter uma piora do rendimento escolar na escola, ficar irritável, trocar o dia pela noite e conversar menos dentro de casa.

O que precisa ser feito quando a família constata que existe uma situação de uso de drogas?

O primeiro passo é observar o comportamento e procurar conversar com o filho. É muito importante entender qual é o tipo de droga usado e a frequência, além de procurar ajuda profissional.
Apoio da família é fundamental para o tratamento da dependência

Como identificar que o filho está dependente?

Se ele fizer um uso eventual de maconha e álcool, por exemplo, não terá o comportamento tão afetado no dia a dia. Pode ser um consumo ligado a uma situação de festa e eventos esporádicos, mas que mesmo assim é perigoso e precisa de atenção. Já quando o adolescente está dependente, ele precisa usar a droga sempre para não ter abstinência. Se os pais observarem o comportamento e a rotina do filho e mantiverem sempre um diálogo, conseguirão perceber com facilidade essas diferenças.

O tratamento do adolescente é diferente do tratamento adulto?

Sim. O tratamento em todas as faixas etárias costuma ser multifacetado, ou seja, com várias áreas envolvidas (psiquiatra, psicólogo e outros). O adolescente, porém, precisa ainda mais do ambiente familiar e de um grande suporte dos amigos. É difícil você chegar a esse jovem e simplesmente dizer "você nunca mais vai usar álcool na sua vida". Ele precisa de apoio para entender o motivo dessa proibição, pois está em uma fase cheia de mudanças e dúvidas. Muitas vezes, o jovem está na busca até de respostas para o seu vício e encontra conforto em grupos de apoio.

Quando é necessário internação, o jovem deve ir por livre e espontânea vontade ou pode ser forçado a isso?

Em casos em que o jovem não consegue separar as coisas, está em um grau de dependência que perdeu a liberdade de escolher, pode ser até utilizada uma interação involuntária. Mas ela é ruim porque afasta o familiar e o médico do paciente, o que pode aumentar o risco de suicídio. Por isso, o melhor é contar com ajuda médica para tomar qualquer atitude.
"Quanto mais cedo a pessoa começar a usar drogas, maiores serão as chances de ter problemas de saúde."

A internação é garantia de sucesso da reabilitação?

Não. Ela é uma forma de tratamento que o médico especializado pode indicar, mas não garante que o paciente nunca mais tenha recaídas. As chances de sucesso são bem maiores quando a internação é bem aceita pela pessoa que usa drogas. Por isso, a família e o médico têm de apoiar e incentivar o paciente, mostrando a importância do tratamento.

Qual deve ser a postura dos pais e da família durante o tratamento?

A família deve sempre buscar orientação e seguir todas as condutas que a equipe de saúde recomenda. Por exemplo: se a equipe fala "não pode usar drogas", a família não pode permitir uma única vez sequer que o filho use drogas. É difícil, porque muitos pais ficam com dó de ver o filho sofrendo com a abstinência e permitem, achando que usar apenas uma vez não terá problemas. Se a equipe também orienta que o adolescente volte aos estudos, a família precisa incentivar isso. É uma medida para que ele volte à vida normal e se distraia. Há pais que deixam o filho ficar em casa, com medo de que ele se irrite demais ao forçá-lo a ir à escola.
É fundamental, portanto, tanto dar apoio e carinho quanto ser mais rígido em alguns momentos. Quando o tratamento é mais difícil por conta do comportamento e da dependência do adolescente, os pais podem atrapalhar se forem flexíveis demais com o filho.



Maconha causa taquicardia, dilatação das veias oculares, euforia seguida por um momento de sonolência ou depressão, boca seca, ansiedade, pânico, alucinações, diminuição da atenção, dificuldade de coordenação motora, entre outros. Em longo prazo, pode causar dependência - irritabilidade, insônia e ansiedade ao não fumar -, prejuízo da memória (déficit de atenção), tristeza, câncer no trato respiratório, câncer de cabeça e pescoço, bronquite, enfisema e tosse crônica.
Cocaína e crack causam euforia, diminuição de apetite e sono, taquicardia, aumento da pressão arterial, irritabilidade, paranoia, entre outros. Em longo prazo, a droga provoca alterações de humor, psicose, ataques cardíacos, dores no peito, tontura, convulsões, AVC, perda do olfato, náuseas, dor abdominal, alergias, perda de peso e outros problemas.
Ecstasy causa agitação, náusea, sudorese, batimento dos dentes, visão borrada, câibras, desidratação, infarto, insuficiência renal. Após o uso da droga, há um prejuízo nas funções mentais, principalmente na memória, que pode durar até uma semana. A intoxicação por esse tipo pode causar aumento da pressão arterial, ataques de pânico, perda da consciência e convulsões. Já o LSD causa taquicardia, aumento da pressão arterial, tontura, perda de apetite, boca seca, náusea e tremores.

FONTE:http:// www.minhavida.com.br




As casquetes estão de volta: look elegante e glamouroso

As casquetes são exemplos claros que como tudo pode ser ressuscitado na moda mundial. Para quem não sabe, as casquetes são acessórios intermediários, entre um chapéu e um arquinho de cabelos, criado na década de 1920, em função das dificuldades financeiras oriundas da guerra, gerando uma falta de recursos que obrigou os estilistas a pensarem em soluções mais baratas. Passados mais de 90 anos, as casquetes aparecem novamente na moda mundial, agora como uma das belas tendências em penteados para formatura.
Casquetes da moda - Kate Middleton
Passar um dia inteiro no salão de beleza e correr o risco de estragar o cabelo na hora “H”, devido ao vento ou qualquer outro comtratempo, torna os ornamentos para penteados itens ainda mais estratégicos para suas festas ou eventos solenes. E se o assunto é penteados para formatura, as casquetes para cabelos surgem como uma opção interessante.
Casquetes para cabelos - looks para formatura

Delicadas, bem ao estilo ladylike e usado por Sara Jessica Parker na première da primeira versão do Sex and the City para as telonas, as casquetes para cabelos são excelentes itens para serem combinados com acessórios como pulseiras ou colares, sobre um belo vestido em tecido nobre ou mesmo, com calça jeans e ankle boots, em ocasiões informais. Essas peculiaridades evidenciam o quanto os ornamentos para penteados podem ser versáteis e complementar qualquer lookmcom muita delicadeza e romantismo, especialmente em uma formatura.
Vale a pena apostar nesse look retrô!


Os cabelos com penteados casquetes


Penteados de formatura com acessório casquete



FONTE:http:// www.mulher.net



    
VESTIDOS PARA FESTAS DE QUINZE ANOS



Vestido de debutante . Foto:Divulgação


Quando as meninas completam 15 anos se deparam com uma dúvida, já que alguns pais dão como opção viagem ou festa, algumas até pensam que presente ou viagem pode substituir um dia de festa. Mas, há aquelas mais românticas que não abrem mão de debutar e ser princesa por um dia. Após feita a escolha pela festa, surge a primeira questão, que vestido usar? Por isso, veja alguns modelos de vestidos para a festa de 15 anos.

Os vestidos de 15 anos em geral variam muito do gosto da debutante, já que hoje em dia muitas meninas adotam a tendência de troca de vestidos, ou seja, poder usar mais de um modelo na noite tão esperada. Já outras usam apenas o modelo rodado e volumoso, não importa o modelo, desde que essa se sinta bem e linda para esse momento. Se sua escolha for por um vestido volumoso, aqui vão algumas sugestões e dicas.

Decote do vestido de 15 anos







O decote do vestido de 15 anos pode variar, indo desde modelos tomara-que-caia, frente única, de manga caída, canoa, um ombro só ou alcinha. Mas, o campeão na escolha das debutantes, é mesmo o tomara-que-caia, que pode vir desde retos e em forma de coração.
Vestido vermelho com babados para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido salmão para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido lilás para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido rosa para 15 anos . Foto:Divulgação

Um modelo que é bem feminino, e que vem sendo procurado pelas debutantes, são aqueles tomara-que-caia que se assemelham a um espartilho, com amarrações na parte de trás, sendo cruzado nas costas e possibilitando uma cintura mais delineada.
Vestido com espartilho para 15 anos . Foto:Divulgação
Vestido com espartilho para 15 anos . Foto:Divulgação
Vestidos coloridos para 15 anos . Foto:Divulgação
Vestidos coloridos para 15 anos . Foto:Divulgação

Top do vestidos de 15 anos
Os tops, como é chamado a parte de cima do vestido, também são importantes na hora da escolha, já que podem fazer a diferença no modelo. Procure modelos de corpete mais estruturado, que venham a delinear a silhueta.
Vestido rosa bebê para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido rosa com laço para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido com faixa na cintura para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido amarelo para 15 anos . Foto:Divulgação


Nada tops larguinhos, os vestidos para 15 anos, devem ser bem estruturados. Uma dica é escolher um modelo que tenha algum trabalhado, como drapeados ou bordados, que realçam a beleza da peça.
Vestidos com camadas para 15 anos . Foto:Divulgação
Vestidos com camadas para 15 anos . Foto:Divulgação
Vestido com recortes nas saias para 15 anos . Foto:Divulgação
Vestido com recortes nas saias para 15 anos . Foto:Divulgação
É sempre bom que no fim da cintura tenha alguma marcação, como nos vestidos de princesa mesmo, podendo ser um bordado mais forte, um broche, flor ou laço.

Saia do vestidos de 15 anos
Vestidos com detalhe azul para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido bordado para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido brilhoso para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido com drapeado para 15 anos . Foto:Divulgação

A saia é a parte mais importante nos vestidos de 15 anos, por isso capriche em sua escolha. Como o dia pede um vestido especial, dê preferência por modelos rodados com bastante volume,
 já que não é sempre que se pode fazer uma escolha dessas.

Vestido com camadas de tule para 15 anos . Foto:Divulgação
Vestido com camadas de tule para 15 anos . Foto:Divulgação
Vestidos com flores para 15 anos . Foto:Divulgação
Vestidos com flores para 15 anos . Foto:Divulgação

Vestido princesa para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido com cintura trabalhada para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido vermelho para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido cinza para 15 anos . Foto:Divulgação

As saias poderão vir com drapeados, que formam camadas, com babados, com pregas, e recortes de tecidos. Outra opção são os vestidos com várias camadas de tule, que são volumosos, mas não ficam com tantos detalhes comparados aos demais.
Vestido verde para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido com espartilho nas costas para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestidos com detalhes de estrela para 15 anos . Foto:DivulgaçãoVestido com tecido bordado para 15 anos . Foto:Divulgação

Os vestidos para festa de 15 anos são únicos, por esse motivo capriche na escolha.

TENDÊNCIA OUTONO INVERNO 2012!

Ombré hair, com pontas mais claras ou coloridas em azul, verde, lilás e rosa
ombre hair inverno 2012



FONTE: http:// www.todapink.com.br












Beber leite na adolescência previne diabetes tipo 2 na vida adulta

Quatro porções de derivados do alimento por dia é a quantidade ideal
Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition revelou que cultivar hábitos saudáveis na adolescência, como beber leite todos os dias, pode gerar efeitos benéficos a longo prazo em mulheres com risco de desenvolver diabetes tipo 2. A análise foi liderada pela Harvard University, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores analisaram os padrões alimentares de 37 mil adolescentes e adultos do sexo feminino, incluindo a ingestão diária de
leite e derivados. De acordo com os cientistas, mulheres que tomavam mais leite quando adultas e consumiam mais derivados quando adolescentes (cerca de quatro porções por dia) tinham menor risco de desenvolver diabetes tipo 2 do que aquelas que não mantinham o hábito.









Os resultados mostraram que consumir leite e derivados diariamente está associado a um risco 43% mais baixo de desenvolver esse tipo de diabetes. Além disso, adolescentes que costumavam consumir leite e derivados tinham mais chances de manter o hábito saudável quando adultos e ganhar menos peso ao longo do tempo. A diferença média entre os que ingeriam ou não o alimento foi de quatro quilos. A descoberta também tem relação com o diabetes, uma vez que o excesso de peso aumenta as chances de ter a doença.
De acordo com dados do Ministério da Saúde,
estima-se que 246 milhões de pessoas no mundo sejam portadoras do diabetes. No Brasil, aproximadamente 5,8% da população acima dos 18 anos apresenta a doença.
Inatividade aumenta riscos de desenvolver diabetes tipo 2
Outro estudo, publicado no Medicine & Science in Sports & Exercise, revelou que cessar
ou reduzir atividades físicas regulares prejudica o controle glicêmico (controle dos níveis de açúcar no sangue), o que sugere que a inatividade pode desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento de diabetes tipo 2. A análise foi liderada pela University of Missouri, nos Estados Unidos.

A experiência monitorou os níveis dos picos de glicose após as refeições de 12 jovens, com idade média de 30 anos, fisicamente ativos e saudáveis. Os participantes reduziram, então, a prática de exercícios em 50% durante três dias e não alteraram os hábitos alimentares.
Os indicadores dos níveis de glicose no sangue apontaram um aumento significativo de 37% trinta minutos após as refeições, 97% após 60 minutos e 33% após 90 minutos. Os picos de glicose depois das refeições são um dos fatores de risco de diabetes tipo 2 e de doenças cardiovasculares.
Segundo os pesquisadores, agora há evidências de que as atividades físicas cumprem um papel importante na manutenção dos níveis de glicose. Mesmo em curto prazo, reduzir a prática de exercícios diária ou cessá-la por completo pode provocar alterações agudas associadas ao diabetes, que pode surgir antes mesmo do ganho de peso ou da obesidade.

FONTE: http:// www.minhavida.com.br






10 Erros bobos no currículo que podem lhe custar a vaga









Fazer um currículo parece algo relativamente simples, mas você vai se surpreender com algumas coisas bobas que podem fazer com que os empregadores não contratem você. E eles dizem ver esses tipos de erros o tempo todo. Aqui estão dez dicas para você evitar prejudicar a si mesmo da próxima vez em que for enviar um currículo:
1 – Muitos detalhes
Vários detalhes podem ficar de fora do seu currículo. Telefones demais, por exemplo – o seu celular e telefone da casa já são suficientes. Evite nomes de referência, salários por posição e endereço de empresas ou escolas. Esses dados, se necessários, vão ser solicitados posteriormente.
2 – Muito espaço em branco
Não precisa deixar o currículo tão cheio a ponto de parecer um jornal, mas um currículo de meia página pode mostrar que você não tem trabalhos suficientes ou experiências de vida. Mesmo que você nunca tenha tido um emprego, deve ter feito pelo menos um trabalho voluntário, atividades extracurriculares ou tido posições de liderança. Não apresente um currículo mostrando apenas seu objetivo.
3 – Segunda página
Não faça um currículo com duas páginas, a menos que simplesmente liste referências. Se você não conseguir fazer um currículo em até uma página, pode dar a impressão que falta capacidade de se comunicar de forma sucinta – o que está se tornando cada vez mais crucial no nosso mundo de redes sociais.
4 – Foto
Muitas pessoas cometem o erro de colocar uma foto de si mesmo no currículo, pensando que a boa aparência vai ajudar a conseguir uma entrevista. No entanto, uma empresa não pode considerar uma imagem na hora de determinar se você está ou não qualificado para a vaga. Várias empresas descartam imediatamente currículos com fotos.
5 – Dados imprecisos
Tome sempre cuidado para colocar períodos de trabalho, títulos e responsabilidades de maneira consistente e correta. Imprecisões no currículo podem causar grandes problemas em entrevistas.
6 – Fatos que distraem
Conheça a linha entre as boas informações e muita informação. Listar premiações ou vitórias desnecessárias podem causar má impressão. Certas informações causam mais distração do que adição positiva no currículo.
7 – Escola primária
Nada de colocar onde você completou seu ensino fundamental no currículo. O importante para o empregador são os graus universitários e formação profissional.
8 – Passatempos estranhos
Não coloque passatempos ou interesses estranhos em seu currículo. Há melhores maneiras de mostrar sua individualidade.
9 – Fontes bobas
Usar Comic Sans, letras coloridas ou qualquer fonte que grita “eu não sei o que estou fazendo!” é uma péssima maneira de fazer um currículo.
10 – E-mail fofinho
Nada de usar e-mails bonitinhos que você tinha na sua adolescência. Se você ainda usa florzinha_21@hotmail.com para se comunicar, é a hora de criar um e-mail profissional.

FONTE:http://hypescience.com



Os 10 piores erros para cometer em uma entrevista de emprego

Atender o celular ou parecer desinteressado são com certeza ações muito erradas quando se pretende causar uma boa impressão em uma entrevista de emprego. Mas uma nova pesquisa mostra que isso é apenas a ponta do iceberg, quando o assunto é deixar sua marca em uma seleção.
Além dos comportamentos altamente errados – e comuns – que incluem mandar mensagens de texto durante a entrevista, se vestir de maneira inapropriada, mascar chicletes e falar mal de antigos chefes, o novo estudo revela algumas das experiências mais estranhas que já aconteceram nesse tipo de situação. Entre elas:











  • O candidato trouxe um livro de “como comportar-se em uma entrevista” junto com ele;
  • O candidato perguntou, “qual empresa é essa mesmo?”;
  • A candidata pediu para o entrevistador esperar durante uma entrevista por telefone para atender outra ligação. Quando ela voltou para a linha, disse que tinha conseguido um encontro romântico para sexta-feira;
  • O candidato apareceu para a entrevista usando uma roupa de escoteiro, e não explicou por que;
  • O candidato falou que pontualidade era um dos seus pontos fortes, mas chegou 10 minutos atrasado;
  • No caminho para a entrevista, o candidato ultrapassou e mostrou o dedo do meio para uma pessoa em outro carro, que por acaso era a que ia entrevistá-lo;
  • O candidato tirou os sapatos durante a entrevista;
  • O candidato pediu um gole de café do entrevistador;
  • Quando um candidato não conseguiu um trabalho em uma empresa, ele voltou e pixou o muro;
  • O candidato foi preso por autoridades federais durante a entrevista porque uma checagem de antecedentes mostrou que ele era um fugitivo;
  • A candidata comentou que ela não tinha certeza se o trabalho valia “ligar o carro”.
“Parece impossível que candidatos atendam um celular durante uma entrevista, ou usem bermuda, mas escutamos essas histórias fantásticas toda hora”, afirma Rosemary Haefner, vice-presidente de recursos humanos da CareerBuilder, responsável pelo estudo.
Para sorte dos entrevistados, ela coloca que ser diferente da massa – de uma maneira certa – é tipicamente um ponto positivo para a maior parte das empresas.
Haefner afirma que uma apresentação de sucesso decorre de uma junção da personalidade do candidato, sua experiência profissional e as necessidades da empresa. Ela recomenda as seguintes dicas:

  • Faça a sua pesquisa: antes da entrevista, faça uma pesquisa online das novidades da empresa, a seção “sobre nós”, com informações da companhia, e a lista de produtos e serviços que ela oferece.
  • Mantenha a boa apresentação: durante a entrevista, mantenha-se positivo e evite falar mal de antigos empregadores.
  • Prepare exemplos e ideias: traga um resumo da sua vida, das situações em que você conseguiu se sair bem e vencer desafios. Esteja pronto para dividir ideias que você pode trazer para o posto almejado.
Essa pesquisa se baseou em conversas com mais de 3 mil profissionais de recursos humanos.
FONTE:http://hypescience.com


Jovens desenvolvem senso crítico por meio da educomunicação
 













Do lado de fora da escola, jovens são instigados a planejar uma revista, discutir os temas que devem estar em suas páginas e produzir conteúdo capaz atingir pessoas em todo o País. Essa é a rotina do projeto Viração, organização com sede em São Paulo que reúne cerca de 300 jovens em 22 estados. A revista mensal Viração, uma das produções do grupo, propõe debates sobre assuntos como arte, cultura e política com base na educomunicação, que começa a ganhar espaço dentro e fora da sala de aula e busca desenvolver o senso crítico e as habilidades comunicativas da sociedade.
O material da Viração é pensado e produzido por jovens de 15 a 29 anos. Semanalmente, cerca de 100 deles passam pela sede do projeto. Quem não mora em São Paulo também pode participar: 22 conselhos Virajovem organizam diferentes ações em seus estados. "Em quase 10 anos de existência, estimamos que 5 milhões de jovens já tiveram contato com a revista ou com alguma notícia publicada pela organização", comemora a diretora executiva da iniciativa, Lilian Romão.
O principal objetivo da Viração é permitir que os jovens falem para jovens sobre assuntos de seu interesse - e que discutam esses temas durante todo o processo que envolve a produção da revista. O projeto é mantido com dinheiro arrecadado por assinaturas. "A Viração é uma organização social privada sem fins lucrativos. Nossa equipe também é composta por educomunicadores e outros profissionais interessados em trabalhar a comunicação dentro de outro formato", diz. Segundo Lilian, não há restrições quanto à participação. "Temos jovens de comunidade, comunicadores que estão na universidade, participantes de movimento social, integrantes de projetos de outras organizações sociais. Uma das riquezas da Viração é conseguir dialogar com a juventude como um todo, sem criar padrões. Trabalhamos com gente preocupada em construir um novo formato de comunicação", destaca.
Educomunicação busca desenvolver senso crítico
Segundo o coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (USP), Ismar de Oliveria Soares, o conceito de educomunicação trata de um conjunto de referências sobre programas, projetos e produções desenvolvidos a partir de um grupo que busca ampliar seu potencial comunicativo. "A educomunicação tem uma vertente política, discute como os jovens participam da gestão, planejamento, produção, avaliação. O objetivo é criar relação de cidadania e exercício da função comunicativa como direito universal", explica. "É um diálogo permanente, interno e externo, com os grupos de pessoas que trabalham na interface da comunicação", acrescenta.
O professor aponta outros conceitos semelhantes à educomunicação, como os princípios de tecnologia educativa e mídia e educação. No entanto, diz que as três vertentes apresentam diferenças bastante pontuais. "A tecnologia educativa trata da importância de o professor utilizar adequadamente recursos analógicos, seja o quadro negro ou o computador. A preocupação é a relação da técnica de quem administra o conteúdo, enquanto que o conceito de mídia e comunicação tem como foco a mídia e a tecnologia", diz.
"A diferença é que a educomunicação parte do preceito de que existe uma comunidade educativa em ação, composta por quem ensina, quem aprende e todo o ecossistema envolvido. Nesse caso, as tecnologias não são pensadas para beneficiar apenas quem emite, mas a comunidade como um todo", destaca.
O conceito de educomunicação existe desde 1999, mas suas práticas já são conhecidas há muitos anos. Segundo Soares, sempre houve movimentos para ampliar o potencial comunicativo das pessoas, antigamente chamados de comunicação alternativa. "Quando se começou a trabalhar esse conceito em instituições de ensino e ONGs, a prática foi legitimada, e o resultado são crianças mais saudáveis em termos afetivos e intelectuais, com uma autoimagem muito sólida", avalia.

FONTE:http://noticias.terra.com.br



Versatilidade na carreira, malabarismos na rotina



Versatilidade na carreira, malabarismos na rotinaDizem que os jovens da Geração Y têm habilidade para fazer várias coisas ao mesmo tempo, como ouvir música, falar no celular e intercalar a leitura de páginas na internet com o estudo. Mas há pessoas que vão além e se dedicam a mais de uma profissão, conciliando atividades totalmente diferentes.

Maykon Barros, 29 anos, é um exemplo disso. Aos 18, ele foi convidado por um primo para trabalhar na rede de salões de beleza Jacques Janine. “No começo eu não sabia nada, queimava o braço, cortava os dedos, mas achei que ali havia uma oportunidade, então resolvi vencer o preconceito”, conta. Logo no primeiro ano, Maykon fez vários cursos e, enquanto um auxiliar levava três anos para tornar-se cabeleireiro, em pouco mais de um ano ela já era profissional.

Apesar do sucesso como cabeleireiro, desde criança o sonho de Maykon era ser Presidente da República.Versatilidade na carreira, malabarismos na rotina Para tornar isso realidade, em 2005 ele se filiou ao extinto Partido Liberal, hoje Partido da República, com o objetivo de concorrer como vereador nas eleições de 2008. A entrada na política exigiu mais dedicação, Maykon começou a transitar entre os salões da rede para conhecer mais pessoas, ao mesmo tempo em que visitava comunidades carentes, dava palestras para jovens, ensinava xadrez e fazia campanha.

Com 6 mil votos, Maykon não conseguiu se eleger vereador, mas tornou-se  presidente da Juventude Municipal do Partido da República. Nesse meio tempo, também iniciou a faculdade de Gestão Ambiental e deixou os salões de cabeleireiro – passando a atender por conta própria, na casa dele e na das clientes. “Foram oito anos vivendo quase apenas dos resultados obtidos no Jacques Janine. Lá aprendi a ter disciplina, saber ouvir, ter muita responsabilidade, pois qualquer que fosse o resultado do meu trabalho ele seria visto cara a cara... e uma mulher brava é o maior perigo do mundo”, brinca.

Hoje, ele atua como analista ambiental, tem uma empresa de cosméticos, dá aulas de Educação Ambiental e ingressou na faculdade de Engenharia Ambiental na Universidade Cidade de S.Paulo (Unicid), onde cursa o 3° ano e também é o Presidente do Grêmio Estudantil. “O próximo passo é conseguir um estágio em um canteiro de obras e sair candidato novamente a vereador, no ano que vem.” Maykon acredita que a versatilidade profissional é importante para acumular muitas vivências em diversos horizontes, o único problema é a falta de tempo. “Meu foco agora é a faculdade, mas tem dia que preciso fazer tudo, então cochilo por umas duas horas e trabalho o tempo todo.”

Diversos papeis – O acúmulo de obrigações muitas vezes também complica a rotina de Heloá Andrade, 22 anos, que divide suas horas entre a faculdade de Direito na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e a Papel em Flor, uma loja online de arte em papel e origamis. Ela sempre gostou de trabalhos manuais e começou a fazer origami no primeiro ano do curso de Direito. “No início era apenas curiosidade, saber qual era o máximo que eu conseguiria com uma folha de papel”, lembra.

Versatilidade na carreira, malabarismos na rotinaQuando os amigos começaram a encomendar móbiles para presentear, ela percebeu que poderia desenvolver uma atividade que além de render um dinheiro extra, era extremamente prazerosa. “Foi uma questão de unir o útil ao agradável”, diz.

Heloá já trabalhou como assistente em uma Ouvidoria e há dois anos participa de um projeto de pesquisa. O fato de sempre receber encomendas de última hora ou com prazo curto atrapalha um pouco a organização de sua agenda. “O curso de Direito requer muita leitura e o origami muita dedicação e paciência. São atividades que demandam tempo”, explica.

Com a graduação chegando, Heloá não pensa em deixar de lado a Papel em Flor. Sua intenção é abrir um ateliê, que também sirva de referência para os clientes. Ela também pretende advogar e investir na carreira acadêmica, garantindo a flexibilidade necessária para se dedicar à loja virtual.

“Pretendo manter as duas atividades porque considero que elas me proporcionam um equilíbrio e se complementam na minha realização pessoal. A Papel em Flor é como uma válvula de escape ao formalismo do mundo jurídico”, diz.



FONTE: www.msn.clickcarreira.com.br




A DOENÇA DO BEIJO!


Saiba tudo sobre a mononucleose e descubra por que ela é chamada de doença do beijo.

A mononucleose infecciosa é uma doença contagiosa, causada por um vírus da família do herpes (leia: DST - HERPES LABIAL E GENITAL ) chamado de vírus Epstein-Barr (EBV) e transmitida através da saliva. É mais comum em adolescentes e adultos jovens e se caracteriza pela tríade clínica de febre, dor de garganta e aumento dos linfonodos.


Transmissão da mononucleose infecciosa 

O vírus Epstein-Barr é transmitido de humano para humano através da saliva. Por esse motivo ganhou a alcunha de "doença do beijo". Além do beijo, pode-se contrair mononucleose através da tosse, espirro e objetos como copos e talheres. Apesar de se transmitir de modo semelhante à gripe, o Epstein-Barr é um vírus menos contagioso, o que faz com que seja possível haver contato com pessoas infectadas e não se infectar. 

Um indivíduo infectado pelo EBV pode manter-se com o vírus na sua orofaringe por até 18 meses após a resolução dos sintomas, podendo contaminar pessoas que com quem mantenha algum contato íntimo, principalmente se prolongado. Em 2004 um trabalho demostrou que a maioria dos pacientes ainda tinha o vírus na sua orofaringe mesmo 8 meses após o fim dos sintomas


Mononucleose - doença do beijoNa verdade, a maioria das pessoas que desenvolvem mononucleose não se recorda de ter tido contato com alguém doente, e a própria pessoa que transmite o vírus sequer imagina que ainda possa transmiti-lo.

Não é de se estranhar, portanto, que apesar da baixa infectividade, em alguns países mais de 90% da população adulta apresente sorologias positivas para EBV.

Na maioria dos casos, os pacientes têm contato com o vírus da mononucleose pela primeira vez ainda durante a infância.



Sintomas da mononucleose

Quando adquirida na infância, a mononucleose costuma passar despercebida. Menos de 10% das crianças infectadas apresentam sintomas. Essa incidência começa a subir com o passar dos anos, atingindo seu ápice entre os 15 e 24 anos. Esta é a faixa etária que mais costuma apresentar infecção sintomática. A mononucleose é rara após o 40 anos, uma vez que virtualmente todos neste grupo já terão sido expostos ao vírus em algum momento da vida.

Nas pessoas que desenvolvem sintomas, o período de incubação, ou seja, desde o contato até o aparecimento da doença, é em média de 4 a 8 semanas.

O quadro clínico típico envolve febre, cansaço, dor de garganta e aumento dos linfonodos do pescoço (ínguas). É um quadro muito semelhante as faringites comuns causadas por outros vírus e bactérias (leia: DOR DE GARGANTA - FARINGITE E AMIGDALITE). Outros sintomas inespecíficos como dor de cabeça, dores musculares, tosse e náuseas também são comuns.

Na mononucleose a fadiga costuma ser intensa e persiste por semanas após a resolução do quadro. O aumento dos linfonodos também é um pouco diferente da faringite comum, acometendo preferencialmente as cadeias posteriores do pescoço e frequentemente se espalhando pelo resto do corpo. Uma dica para o diagnóstico diferencial entre as faringites bacterianas e a mononucleose é o aparecimento de uma rash(manchas vermelhas) pelo corpo após o início de antibióticos, principalmente amoxacilina.
Mononucleose - rash
Rash
Outro sinal característico da mononucleose é o aumento do baço, chamado de esplenomegalia. Quando este ocorre, é necessário manter repouso, devido ao risco de ruptura do mesmo. A ruptura esplênica (ruptura do baço) é rara, mas quando acontece leva a risco de morte devido ao intenso sangramento que se sucede. O baço aumenta tanto de tamanho que pode ser palpável abaixo do gradil costal esquerdo.

Mononucleose - esplenomegalia
Esplenomegalia
O acometimento do fígado não é incomum, podendo levar a um quadro de hepatite com icterícia e aumento do fígado em até 20% dos casos. (leia: AS DIFERENÇAS ENTRE AS HEPATITES e ICTERÍCIA NO ADULTO E ICTERÍCIA NEONATAL). Outras complicações descritas, porém, menos comuns, são a síndrome de Guillain-Barré (leia: O QUE É A SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ ?) e a paralisia facial (leia: PARALISIA FACIAL | PARALISIA DE BELL | Causas e Tratamento).




Um fato que causa confusão, inclusive entre médicos, é a diferença entre a doença mononucleose infecciosa e a síndrome de mononucleose. O primeiro é causado pelo Epstein-barr vírus e é o alvo de discussão deste texto. O segundo engloba todos os agentes etiológicos que podem cursar com dor de garganta, aumento de linfonodos, febre e aumento do baço. Entre eles destacam-se o HIV, citomegalovírus, linfomas e toxoplasmose. Portanto, ter mononucleose infecciosa é diferente de ter uma síndrome de mononucleose.

Diagnóstico da mononucleose 

O diagnóstico é feito através do quadro clínico e confirmado por análises de sangue.



No hemograma da mononucleose um achado típico é o aumento do número de leucócitos (leucocitose), causado pela maior produção de linfócitos (linfocitose). Na faringite bacteriana, são os neutrófilos que encontram-se elevados (leia: HEMOGRAMA - Entenda os seus resultados.).

Quando o fígado é acometido, pode haver elevação da TGO e TGP (leia: O QUE SIGNIFICAM AST (TGO), ALT (TGP) E GAMA GT?).

O diagnóstico definitivo, porém, é feito através da sorologia, com a pesquisa de anticorpos. O mais comum e simples é um exame chamado monoteste.

Tratamento da mononucleose

O tratamento baseia-se em sintomáticos e repouso. Não há droga específica para o vírus e o quadro costuma se resolver espontaneamente em 2 semanas.

Devido ao risco de ruptura do baço, recomenda-se evitar exercícios por pelo menos 4 semanas.

Durante muitos anos se associou a mononucleose com a síndrome da fadiga crônica (leia: SÍNDROME DA FADIGA CRÔNICA). Porém, hoje sabe-se que a fadiga da mononucleose é diferente. O cansaço prolongado que pode ocorrer normalmente não vem associado com os outros sintomas da síndrome e normalmente ocorre por reativações mais fracas do vírus.


FONTE: www.mdsaude.com



Maquiagem Para Adolescentes,Dicas de Make Para Festas e Dia a Dia
As adolescentes pedem bastante ajuda na hora de fazer uma maquiagem, com medo de errar, confira  dicas de como fazer uma maquiagem ideal para jovens em uma Festa, para o dia a dia, e para Sair de Casa.
Make para o Dia a Dia:
Maquiagem Para Adolescentes,Dicas de Make Para Festas e Dia a Dia dicas de maquiagem adolescente teen  300x200Para estudar ou um dia comum é preciso o mínimo de maquiagem possível. Antes da Maquiagem faça um ritual que é extremamente necessário, limpeza e hidratação da pele. Depois disso passe para a maquiagem, se não tiver grandes imperfeições ou se tiver imperfeições que não se reparam, passe apenas o básico, aquilo que da vida ao rosto. Uma máscara para os cílios, blush, batom ou gloss.
Make para Sair:
Maquiagem Para Adolescentes,Dicas de Make Para Festas e Dia a Dia Taylor Swift 245x300
Para ir as compras, shopping com amigos você deve se produzir mais. Veja:
*Passe Pó: para uniformizar a pele
*Passe lápis e máscara para cílios
*Aplique Blush para dar uma corada
*Passe gloss ou Batom
Make para Festa:
Maquiagem Para Adolescentes,Dicas de Make Para Festas e Dia a Dia dicas de maquiagem adolescente teen 300x200

Para as festas a maquiagem tem de ser mais elaborada, mas isso não significa exagerada. Nessas ocasiões está liberado o deliniador, usar mais brilho e uma bela sombra. Não enche muito sua pele de produtos pois ela ainda é jovem. Um belo Exemplo é a atriz Bella Thorne.





FONTE:www.not1.com.br



CLAMÍDIA, GONORRÉIA, TRICOMONÍASE E HERPES GENITAL - DST NA MULHER
TRICOMONÍASE
Causada por um protozoário móvel, o Trichomonas vaginalis. É considerada uma DST (doença sexualmente transmissível). Os sintomas mais comuns são a secreção esverdeada ou acinzentada, fluída, abundante, espumante e com mau cheiro. O exame direto da secreção vaginal demonstra o protozoário. O tratamento deve ser realizado com medicação em dose única e o parceiro sempre deve ser tratado.
CLAMÍDIA
A infecção causada pela bactéria conhecida como Clamydia trachomatis é a DST mais comum nos EUA, atingindo principalmente mulheres jovens, solteiras e com múltiplos parceiros sexuais. A transmissão é sexual mas, nas mulheres grávidas infectadas, pode provocar o parto prematuro e ser transmitida durante o mesmo, causando conjuntivite ou mesmo pneumonia no recém-nascido. Muitas vezes a infecção pela clamídia é assintomática, podendo persistir durante vários anos. Geralmente causa uma cervicite (inflamação das células do colo do útero), tendo como sintomas o corrimento vaginal mucopurulento e sangramento após a relação sexual. O diagnóstico padrão é a cultura da secreção da endocérvice ou os novos testes de captura híbrida, mas pode ser detectada no sangue através de testes de imunofluorescência de anticorpos. Pode evoluir para uma doença inflamatória pélvica, atingindo todo o trato genital superior. Sempre deve ser diagnosticada e tratada, pois suas conseqüências são muito sérias, podendo levar à infecção crônica, à gravidez ectópica ou à infertilidade. O tratamento recomendado é o uso de antimicrobianos sistêmicos e inclui obrigatoriamente o encaminhamento do parceiro sexual ao médico. A prevenção enfatiza a prática de sexo seguro, com o uso correto de preservativos, como a única maneira de proteção efetiva para evitar o contágio.
GONORRÉIA
A gonorréia é uma das doenças infecciosas mais comuns em todo o mundo. É causada por uma bactéria conhecida como gonococo, facilmente transmitida durante as relações sexuais (sexo vaginal, anal ou oral). Atinge todo o trato urogenital e muitas vezes pode ser assintomática. Entretanto, principalmente nas mulheres, pode causar alguns sintomas como: secreção vaginal, disúria (ardência para urinar) ou sangramento uterino anormal.
O número de infecções está aumentando consideravelmente nos últimos anos, principalmente entre os jovens.
O diagnóstico pode ser feito através de cultura da secreção endocervical ou pela constatação do gonococo pela coloração de Gram. O tratamento é realizado com o uso de antibiótico em dose única, para o casal, pois como a infecção simultânea pela clamídia é comum, deve ser instituído tratamento também simultâneo para a mesma.
HERPES GENITAL
Causada pelo vírus Herpes simples, é uma doença sexualmente transmissível (DST), recorrente, que se manifesta por úlceras genitais. Uma vez a pessoa infectada pelo vírus, ele permanece latente para sempre, residindo na raiz nervosa e só ocasionando sintomas quando reaparece.
A primeira infecção apresenta, como sintomas, manifestações sistêmicas de uma síndrome viral, com febre e mal-estar geral. Após, aparecem vesículas geralmente múltiplas na vulva, que se unem e formam úlceras rasas e dolorosas. O surto é autolimitado e as lesões curam espontaneamente em torno de 14 dias. Os episódios seguintes, em geral, apresentam menor duração e sintomas mais brandos, sendo precedidos por coceira ou queimação. Os surtos podem ser desencadeados por alguma alteração na resposta imune como estresse, gestação, menstruação, cansaço ou um estado imunocomprometido.
O diagnóstico geralmente é feito pela inspeção, podendo ser realizada cultura do líquido viral nas vesículas. As complicações mais freqüentes são a retenção urinária aguda e a encefalite herpética.
O tratamento tem como objetivo encurtar a duração dos sintomas, prevenir as complicações e recorrências e diminuir a transmissão, pois o vírus não pode ser completamente eliminado. Pode ser utilizada medicação via oral ou medicação tópica para aliviar os sintomas, apesar de menos eficaz.
Como prevenção devemos orientar as mulheres no sentido de não terem relações sexuais desde o início dos sintomas até a completa reepitelização das úlceras, utilizando sempre preservativos para maior proteção. 



FONTE: www.abcdasaude.com.br





SEXO NA ADOLESCÊNCIASEXO NA ADOLESCÊNCIA
TRANSFORMAÇÕES DA MENTE E DO CORPO
A Adolescência, período de vida compreendido entre 10 e 20 anos, é uma fase bastante conturbada. Ocorrem transformações físicas e emocionais importantes, preparando a criança para assumir um novo papel perante a família e a sociedade. A criança desenvolve-se, amadurece e fica apta para usufruir sua sexualidade, firmando sua identidade sexual e buscando um par, já com a possibilidade de gerar filhos.
A fase onde há modificações no corpo chama-se de Puberdade. Ocorre a primeira menstruação nas meninas (menarca), as poluções masculinas (ejaculações espontâneas sem coito), o crescimento de pêlos no corpo, a mudança de voz nos rapazes, o amadurecimento da genitália, com aumento do tamanho do pênis e dos seios, entre outros.
Mas nem sempre esta fase vem acompanhada das transformações emocionais e sociais que são o marco da adolescência. Dependendo da cultura de cada povo, a adolescência pode chegar mais tarde, independente da criança estar já bem desenvolvida fisicamente. É o caso dos países ocidentais, como os Estados Unidos e a Inglaterra ou França. O processo de educação continuada e a grande soma de informações, por exemplo, acabam por retardar a necessidade, por parte dos jovens, da busca de uma vida separada de seus pais. Muitos ainda moram com a família depois dos 20 anos. Já em sociedades mais simples, como em algumas regiões do Brasil, da África ou da Ásia, a necessidade de força braçal, desde muito cedo, antecipa a entrada da criança na adolescência e nas responsabilidades que lhe são devidas.
O ADOLESCENTE E A SUA SEXUALIDADE
A jovem adolescente amadurece em média dois anos antes do rapaz. Busca fortificar sua feminilidade, prorrogar os encontros sexuais e selecionar um parceiro adequado para poder ter sua primeira relação sexual, o que ocorre de forma gradativa. Vai experimentando seus limites progressivamente. Os rapazes buscam encontros sexuais com mais ansiedade, geralmente, persuadindo as garotas ao sexo com eles. Em nosso meio, há uma tendência do jovem em experimentar sensações sexuais com outros de sua idade, sem necessariamente buscar uma relação sexual propriamente dita. O termo que se usa atualmente é "ficar".
A perda da virgindade ainda é um marco importante para os jovens. É um rito de iniciação sexual, que pode ser vivenciado com orgulho ou com culpa excessiva, de acordo com a educação e tradição da família. Inicialmente, os jovens buscam apenas envolvimento sexual, testando suas novas capacidades e reações frente a sensações antes desconhecidas. É a redescoberta do corpo. Só depois procuram o envolvimento afetivo complementar passando a conviver não apenas em bandos, mas também aos pares.
A masturbação faz parte da vida das pessoas desde a infância e, na adolescência, se intensifica com a redescoberta de sensações, tanto individualmente quanto em dupla ou em grupo.
Os jovens podem apresentar algum tipo de atividade homossexual nessa fase, como exposição dos genitais, masturbação recíproca e comparação dos seios e dos genitais em grupo (comparação do tamanho do pênis, por exemplo), atividades estas consideradas absolutamente normais. A fortificação dessas condutas, com o abuso sexual por parte de um adulto de mesmo sexo ou com alta ansiedade perante o sexo oposto, pode desenvolver uma orientação homossexual definitiva nos jovens.
Em tempos da super informação, com a internet, a globalização, a pouca censura nos meios de comunicação de massa, há um apelo sexual freqüente e precoce, expondo os jovens a situações ainda não bem compreendidas por eles. Os adolescentes falam como adultos, querem se portar como tal e ter os privilégios da maturidade. No entanto, falta-lhes a experiência, a responsabilidade e o significado real de um envolvimento sexual. A gravidez de risco na adolescência, infelizmente, é um dos resultados desastrosos desta situação atual. A pouca informação qualificada e o precário respeito dos adultos perante as necessidades dos jovens são os verdadeiros responsáveis pelo falso e ilusório desenvolvimento do adolescente de hoje. 



FONTE: www.abcdasaude.com.br





O AMOR VAI MUITO ALÉM DA BELEZA!



O amor vai muito além da beleza




Feche os olhos e tente listar, sem pensar muito, 5 características que você gostaria que seu(sua) próximo(a) namorado(a) tivesse. Aposto que uma das características que você pensou foi “beleza”, certo? Minha dedução não tem nada de mágica e não é nem um pouco surpreendente, já que a maioria das pessoas gostaria de ter a seu lado alguém bonito. Mas você já parou para pensar o quê exatamente é beleza? 



Gisele Bundchen e tantas outras modelos cuja beleza é inquestionável hoje em dia seriam, tempos atrás, consideradas absolutamente sem graça. Isso porque houve uma época em que a beleza feminina estava associada às curvas corporais. Em outras palavras, bonito era ser gordinha. A beleza masculina também já sofreu muitas transformações. Se hoje os homens usam cremes para a pele, gel nos cabelos e fazem diversos tratamentos para acabar com indesejáveis gordurinhas, ser um belo homem antigamente significava não cuidar muito da aparência e sim ter um aspecto mais rude. 



Beleza, então, está diretamente relacionada aos padrões vigentes em uma determinada época e cultura. Estes padrões, no entanto, quase sempre são bastante injustos com a maioria da população. Quem tem um corpo de modelo, fora as próprias modelos? Que mulher está livre das tão odiadas celulites? Que homem tem o corpo escultural em um Deus grego? Se as pessoas comuns quase sempre estão fora dos padrões idealizados, por que desejamos nos relacionar com aqueles que estejam dentro destes padrões? 



Uma mulher inteligente, segura, carinhosa e bem-humorada, porém fora dos padrões estéticos vigentes, é bonita ou feia? Um homem fiel, competente, amoroso e culto, porém fora dos padrões estéticos vigentes, é bonito ou feio? O que quero dizer é que muitas vezes focamos demais em uma característica e nos esquecemos de todas as outras. Valorizamos o que está na superfície e deixamos em segundo plano o que realmente importa. 



E isso evidentemente ainda dificulta a busca por um par, afinal de contas muitas pessoas encontram alguém que lhes parece perfeito, porém sua aparência física não é o que idealizaram. Muitos chegam a optar por simplesmente não se relacionar com o(a) tal pretendente, e seguem em uma busca desesperada por alguém que talvez só exista em sonhos. 



Há situações ainda mais delicadas, como aquelas em que duas pessoas se conhecem e começam a se envolver, mas na hora de assumirem uma relação mais séria, uma hesita por causa da aparência física da outra. O fato de o par não estar dentro dos padrões de beleza gera o medo de críticas alheias e pode surgir até mesmo a vergonha de assumir o outro como namorado(a). 



Motivo de vergonha, em minha humilde opinião, seria não enxergar além das aparências e ficar preso(a) a padrões inatingíveis. Motivo de vergonha seria deixar de ser feliz e passar a vida perseguindo um ideal de perfeição que definitivamente não é humano.


FONTE: http:// msnencontros.parperfeito.com.br





Pesquisa aponta que jovens brasileiros se alimentam mal 


Os jovens brasileiros não estão se alimentando bem. O alerta foi por pesquisadores que estudaram mais de 8 mil estudantes entre 13 e 17 anos, de vários estado brasileiros.
Cerca de 13% deles só fazem duas refeições ao dia, sendo que o recomendado é que cada pessoa se alimente pelo menos cinco vezes diariamente. Segundo a nutricionista Gisele Raymundo, a falta de regulação na alimentação pode causar aumento de peso.
O estudo constatou que 28% dos jovens têm o hábito de tomar refrigerante e 41%ingerem doces todo dia. Ao mesmo tempo, 15% não comem saladas e legumes nunca e 25% só uma ou duas vezes na semana.


FONTE: www.cenag.uol.com.br



Estresse afeta decisões dos adolescentes

O cérebro adolescente é muito diferente de um cérebro adulto. Assim, pessoas de idades diferentes reagem de formas distintas aos estímulos - especialmente quanto ao estresse e decisões arriscadas.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA) desenvolveram um estudo que afirma que os adolescentes mostram uma maior ativação cerebral na área responsável pelo sistema de recompensas do que os adultos quando tomam decisões arriscadas.

De acordo com o estudo, a área do cérebro que ajuda no regulamento do comportamento e na compreensão de conseqüências ainda é imatura em adolescentes. Isso explicaria o comportamento inconsequente de muitos jovens.

“Quando você está estressado na adolescência, isso está interferindo com a sua habilidade de tomar decisões”, explica a pesquisadora Adriana Galván. Isso alteraria o funcionamento de algumas regiões ainda em desenvolvimento no cérebro.

“Os adolescentes vivenciam o estresse como sendo mais estressante. Se esse estresse está interferindo com as decisões que eles fazem, é realmente importante entender o mecanismo neural que está implícito nessa conexão entre níveis altos de estresse e más decisões”, completa Galván.

FONTE: www.portaldepaulinia.com.br


Alimentação dos brasileiros tem excesso de gorduras, diz pesquisa

Jovens consomem entre 10% e 15% mais gorduras do que adultos




Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2008-2009), divulgada pelo IBGE, mostrou um padrão alimentar inadequado pela maioria dos brasileiros, caracterizado pelo alto consumo de alimentos ricos em gorduras, açúcar e sódio e pobres em micronutrientes, combinada à baixa ingestão de alimentos protetores, como frutas, verduras, legumes e grãos integrais.
A má alimentação ocorre principalmente na adolescência, segundo a pesquisa, o público jovem consome entre 10% e 15% mais gorduras do que os adultos.


De acordo com os dados levantados, a ingestão diária de colesterol é maior em homens do que em mulheres e supera os 200 mg para todas as regiões e idades, exceto as idosas.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) e sociedades médicas recomendam ingestão diária de colesterol inferior a 300 mg para a população em geral e menor que 200 mg para pessoas com histórico de doenças cardíacas.


A pesquisa revela também que o consumo de gorduras saturadas (gordura trans) está acima de 9% para ambos os sexos em todas as faixas etárias, chegando a valores entre 9,7% e 9,9% entre os adolescentes. A participação dessas gorduras no total de calorias não deve ultrapassar 10% ao dia.


O consumo das gorduras trans está diretamente associado aos alimentos processados e traz como consequências maior risco de aumento do colesterol total e do LDL (colesterol ruim) e redução do HDL (colesterol bom).
Dez passos para uma alimentação saudável:1. Faça três refeições e um lanche por dia. Não pule as refeições e evite beliscar entre as refeições.
2. Inclua diariamente seis porções do grupo do cereais (arroz, milho, trigo, pães e massas), tubérculos como as batatas e raízes como a mandioca nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos na sua forma mais natural.
3. Coma diariamente pelo menos três porções de legumes e verduras como parte das refeições e três porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches.
4. Coma feijão com arroz todos os dias ou, pelo menos, cinco vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde.
5. Consuma diariamente três porções de leite e derivados e uma porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis!
6. Consuma, no máximo, uma porção por dia de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina.
7. Evite refrigerantes e sucos industrializados, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas e outras guloseimas como regra da alimentação.
8. Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa.
9. Beba pelo menos dois litros (6 a 8 copos) de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições.
10. Torne sua vida mais saudável. Pratique atividades físicas todos os dias e evite as bebidas alcoólicas e o fumo.
Preste atenção no que você come:
Alimentos ricos em colesterol:Bacon, chantilly, biscoitos amanteigados, doces cremosos, peles de aves, camarão, queijos amarelos, carnes vermelhas /gordas, gema de ovos, sorvetes cremosos, creme de leite, lagosta.


Alimentos que ajudam a reduzir o colesterol
Aipo, couve-de-bruxelas, bagaço da laranja, ameixa preta, couve-flor, mamão, amora, damasco, mandioca, azeite de oliva, ervilha, pão integral, aveia, farelo de aveia, pêra, cenoura, farelo de trigo, pêssego, cereais integrais, feijão, quiabo, cevada, figo, vegetais folhosos.
FONTE: http:eptv.globo.com



Os 5 problemas que mais apavoram os pais

Sexo, drogas, mentiras... Chega de perder o sono por causa do comportamento dos adolescentes. Confira as dicas que vão colocá-los nos eixos!



Mãe com filhas adolescentes
O que o adolescente mais quer é ter opinião própria. Proibir fará com que ele entre em choque com você
Foto: Getty Images
Muitas mães sofrem com os filhos adolescentes. Elas costumam fazer de tudo para endireitar - tentar entender - os filhos, mas têm enormes dificuldades. Segundo o hebiatra (médico especializado em adolescência) Marcelo Nunes Iampolsky, o segredo é o diálogo. E mais: a conversa tem de começar na infância, para que a criança já cresça acostumada a contar tudo aos pais. "Primeiro vem o papo, depois a negociação e aí, sim, a confiança. Se tudo for conversado, o filho começa a achar natural falar sempre a verdade e discutir o que é certo ou é errado", afirma. Confira as dicas do profissional para alguns dos problemas da adolescência que apavoram os pais e coloque seu filho na linha!
1. Drogas
Os pais precisam conscientizar o filho sobre os malefícios das drogas. Existem cinco pilares que afastam o jovem dos vícios. Seguindo esses passos, a curiosidade pode até surgir, mas é pouco provável que o adolescente ceda à tentação.
Ter um projeto: incentive seu filho a ter planos de estudar, fazer determinado curso na faculdade ou seguir uma carreira no futuro.
Fazer um esporte: e outros cursos como música, teatro ou dança pode protegê-lo de vícios.
Manter o diálogo: conversar é básico. Quando surgir a curiosidade, explique o mal que pode fazer e mostre o que acontece com as pessoas que seguem esse caminho.
Conhecer os amigos: convide o grupo para se reunir na sua casa, seja para fazer trabalhos de escola ou para festas. Assim você vai saber quem são as pessoas com quem seu filho anda e se há alguém que pode prejudicá-lo na turma.
Escolher uma religião: além dos conceitos de que as drogas são contra a lei de Deus, a religião explica que essas substâncias são uma agressão ao corpo. E que os jovens devem se amar, e não se destruir.
2. Sexo
As meninas menstruam em média aos 11 anos. Isso quer dizer que é bom começar a falar cedo sobre gravidez. "Elas chegam à adolescência com conceitos errados e com muita curiosidade", afirma Marcelo. E o desafio é falar sobre isso de uma maneira natural, descrever a relação sexual e passar todas as informações direitinho. Conversar sobre sexo não vai estimulá-la a fazer sexo. O que estimula é a mídia, a televisão, os impulsos, os amigos. A sexualidade vai ser despertada de qualquer maneira. O melhor é informar.
3. Mentira
Como na adolescência o jovem define sua personalidade, acaba se dedicando mais ao grupo de amigos e menos aos pais. Nessa fase, podem aparecer mentiras como dizer estar em um lugar e estar em outro, ou demorar mais do que prometeu. "Você pode diminuir a distância participando da vida dele. Saiba do que ele gosta e qual a sua opinião sobre os assuntos. É preciso confiar nele e dar condições para que ele diga a verdade", diz o médico. Quando ele for a uma festa, combinem o horário que ele vai voltar, por exemplo. Os dois cedem e todo mundo fica feliz.
4. Cigarro e bebida
Com o cigarro e a bebida a situação é diferente. "Como é legalizado, é difícil para a mãe deixá-lo longe do vício", afirma Marcelo. E é com conversa que se mostra o quanto pode ser ruim. Proibir não resolve nada. No caso das bebidas alcoólicas é preciso ter bom-senso. A maneira de tratar os filhos no começo da adolescência é diferente da de quando eles estão perto da maturidade."Claro que uma criança de 10 anos não deve beber, mas um adolescente de 18 anos pode tomar uma cerveja socialmente. Sem exageros, claro", aconselha.
5. Preguiça
Desde cedo é preciso mostrar o valor do dinheiro e a importância de estudar e trabalhar. O jovem tem de entender por que isso é necessário. Do contrário, não vai querer fazer mesmo. Uma boa forma de acostumá-lo com as obrigações é ensiná-lo a ajudar em casa em funções básicas, como arrumar a cama.

Segredos para educar bem

· O famoso "Senta aí que nós vamos conversar" não funciona. Seu filho pode ficar inibido ou de mau humor.
· O melhor é encaixar a conversa sempre numa situação cotidiana, como durante um almoço ou passeio.
· Aproveite as cenas das novelas, por exemplo, para discutir sobre o que é certo e errado fazer. Ouça a opinião dele e mostre a sua. Dê bons argumentos.
· O que o adolescente mais quer é ter opinião própria. Proibir fará com que ele entre em choque com você.
· Toda vez que disser "não", explique o porquê.
· Faça seu filho saber que a liberdade é uma conquista. Ele precisa mostrar que merece sua confiança.

FONTE:http://mdemulher.abril.com.br


CIGARRO É VÁLVULA DE ESCAPE PARA ADOLESCENTES EM CONFLITO
Psicóloga aponta fatores desencadeadores do hábito de fumar e explica como os obstáculos da vida estão relacionados ao tabagismo



Reprodução
Atualmente o tabagismo é amplamente reconhecido como uma doença, constituindo a maior causa isolada de adoecimentos e mortes precoces em todo o mundo, os quais podem ser evitados. A dependência da nicotina obriga os fumantes a se exporem a mais de 4700 substâncias tóxicas, fator responsável pela causa de, aproximadamente, 50 doenças. 

A dependência do cigarro é física, comportamental e psicológica, sendo que a dependência física é responsável pela síndrome de abstinência e a liberação de substâncias que dão sensação de bem-estar; a dependência comportamental apresenta-se na forma de condicionamentos, rituais e associações ao ato de fumar; e a dependência psicológica é responsável pela sensação de ter no cigarro um apoio para lidar com sentimentos de solidão, frustração, pressões sociais e tensões do dia a dia. 

Na adolescência, por exemplo, ocorre a fase das dúvidas, das transformações, da necessidade de aceitar a si mesmo e de ser aceito pelos outros, e o cigarro é usado para superar esta etapa conturbada. A maioria dos fumantes começa a fumar entre 13 e 16 anos. Nesta fase muitos adolescentes buscam no cigarro um apoio para momentos de dificuldade, para superar a timidez e conflitos de relacionamento, enfrentar as mudanças, pressões e exigências e, ainda, para buscar a própriaindependência ou pela simples imitação de comportamento. 

Além disso, as empresas produtoras de tabaco, para atingir seu público-alvo e garantir clientela, vendiam e vendem o cigarro a preços acessíveis, ocultando os verdadeiros males que este causa à saúde. Durante muitos anos, através de propagandas, o cigarro foi anunciado como um meio de mostrar-se adulto e independente. A publicidade associava a mulher fumante a atributos de beleza, charme, sensualidade e emancipação, e o homem à coragem, vigor físico, sucesso e rebeldia, qualidades altamente valorizadas na adolescência. 

Apesar da proibição das propagandas, esse conceito ainda é muito forte e presente nos dias de hoje, por isso, o cigarro adquire na vida do adolescente o papel de ajudante, companheiro e amigo, quando na verdade impede o enfrentamento de conflitos através dos seus próprios recursos e dificulta o seu desenvolvimento e amadurecimento.

O fumante acredita que suas habilidades estão vinculadas ao cigarro e que só realizará determinadas atividades com o auxílio dele. Na realidade, a habilidade é sua, mas por não saber distingui-la, atribui ao cigarro. Desta forma o fumante acredita que só pode criar se fumar, raciocinar se fumar e até manter relacionamentos somente se fumar e desenvolve associações e condicionamentos que são reforçados a cada cigarro que é aceso.

Por que o cigarro vicia?

A cada tragada, em aproximadamente 10 segundos, a nicotina chega ao cérebro e ativa os receptores da nicotina e imediatamente o cérebro libera as substâncias dopamina e serotonina, que dão sensação de prazer e relaxamento imediatos, promovendo a sensação de bem-estar. Com o passar do tempo, o organismo aprende que, ao fumar, haverá sensação de bem-estar e prazer que reforçam comportamentos. Sempre que descobrimos prazer em determinado comportamento, passamos a repeti-lo espontaneamente.

O vício relacionado ao cigarro se instala de forma lenta e sorrateira, ao mesmo tempo em que ocorre perda do autocontrole, negação da dependência e a necessidade compulsiva, onde a pessoa que fumava um cigarro passa a fumar cinco, depois dez e quando percebe está fumando um maço por dia. Após aproximadamente seis meses fumando, o ciclo de dependência da nicotina já se instalou no cérebro e a dependência é física, comportamental e psicológica.

A dependência psicológica precisa ser tratada tanto quanto a dependência comportamental e física, por meio de técnicas que envolvem o estímulo ao autocontrole, para que o indivíduo possa aprender como escapar do ciclo vicioso da dependência e a tornar-se independente (e agente) de mudança de seu próprio comportamento.

*Por Cláudia Nogueira, psicóloga especialista em Terapia Cognitivo Comportamental

FONTE: www.bonde.com.br




Gravidez na adolescência tem maior risco de depressão


Pesquisa mostra que jovens não estão preparados para o desafio


A adolescência é caracterizada por um período de intensas mudanças físicas, sexuais, psicológicas e sociais. É um momento em que o jovem está em plena mudança e ainda buscando a sua própria identidade e testando os seus ideais e suas crenças.


Em uma grande maioria ainda são imaturos e não sabem muito bem definir o querem para suas vidas. Muitos jovens procuram aconselhamento na tentativa de se entenderem melhor. Seja no amor, na opção sexual, na religiosidade ou em sua vocação profissional.


A verdade é que muitos jovens são ambíguos, eles próprios se deparam com suas contradições e oposição de sentimentos, valores e crenças internas. "Quem sou eu?", "O que eu quero para o meu futuro?", são perguntas frequentes que muitos adolescentes e adultos jovens se fazem.


Muitos iniciam uma faculdade e logo em seguida a troca, várias vezes. Em geral, a crise de identidade se instaura no momento da busca do que eles realmente querem fazer e ser.

Depressão e ideias suicidas 

Quando esse caminho se torna muito difícil e quando muitos jovens não vêem uma luz no final do túnel, pode se desencadear neles um processo depressivo e até ideação suicida.


Diversos autores apontam para o alto número de adolescentes com ideias suicidas. O Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde, ligado à Fundação Oswaldo Cruz, revelou um aumento de 26% na taxa de suicídio de jovens entre 15 e 24 anos em nove capitais brasileiras. 

Gestação na adolescência 
Como seria de se esperar, geralmente a gestaçãonessa fase da vida também é considerada um momento de crise, pelas mudanças físicas, sociais, econômicas e emocionais associadas à adolescência, intensificando os não poucos conflitos já existentes nesse período.


Muitos estudos demonstram um elevado risco de depressão e suicídio entre adolescentes gestantes. Entretanto, outros apontam para resultados mais otimistas, como é o caso da Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da FMUSP.


Possivelmente por conta da maioria das gestantes adolescentes deste serviço terem desejado a gravidez. Nestas situações, os principais motivos observados foram que por conta da gravidez elas não mais estarão sozinhas, que se sentem agora importantes, que a vida passou a ter um significado e um sentido.


Acredita-se que nestes casos a gestação passa a ser uma alternativa à crise da adolescência, à busca de identidade e ao vazio das transformações.


Agora, a adolescente, grávida, adquire um importante status social no papel de mãe e encontra sentido em viver, pois terá importância na vida de alguém. No entanto, sabe-se que a gestação nesta fase da vida é muito idealizada, dificultando o contato real com as obrigações e as dificuldades de ser mãe.


A grande maioria das adolescentes que engravidam em idades tão precoces, continua sendo sustentada pelos pais e morando com eles, dificultando ainda mais o estudo e o trabalho. 
Pais na adolescência 
O pai, também adolescente, geralmente quer "estudar e aproveitar a vida" e muitos acabam "deixando pra trás" a responsabilidade de assumirem o papel de pai. Não raro são as avós que abarcam esse papel. São as conhecidas avós-mães.


E para uma boa parte das adolescentes, após o parto, surge, implacavelmente, a depressão. Com o intuito de minimizar os riscos de depressão pós-parto e auxiliar as adolescentes no processo da maternidade, algumas maternidades desenvolvem durante todo o pré-natal, um trabalho em equipe, ensinando, discutindo, orientando.


Consegue-se, assim, um baixo índice de depressão pós-parto (2%), e, por consequência, de ideações suicidas. A situação não é tão diferente em outros países. Pesquisadores britânicos descobriram que muitos pais jovens vivenciam depressão durante os primeiros 12 anos de vida de seus filhos, mas o risco é maior durante o primeiro ano após o nascimento de uma criança.


Pesquisadores no Reino Unido analisaram 86.957 famílias atendidas em clínicas de cuidados primários, entre 1993 e 2007, a fim de identificar pais jovens com depressão. Viu-se que mais de um terço das mães e cerca de um quinto dos pais tiveram um episódio de depressão entre o nascimento de seu filho e os próximos 12 anos.


Cerca de 20 mil mães tiveram um total de 25.176 episódios de depressão e 8.012 pais tinham um total de 9.683 episódios de depressão. Globalmente, as taxas de depressão nas mães foram 7,53 % contra 2,69% nos pais, ao ano.


As taxas durante o primeiro ano após o nascimento de uma criança foram de 13,93% nas mães contra 3,56% nos pais, corroborando os nossos achados de que as mães jovens sofrem mais de depressão do que os pais jovens.


Os altos índices de depressão no pós-parto não são surpreendentes, devido ao estresse potencial associado ao nascimento de um bebê, escreveu Dave Shreya, do Medical Research Council, em Londres.


As pesquisas mostraram que a depressão ocorreu mais nos jovens entre 15 e 24 anos, quando o filho nasceu, e naqueles que eram socialmente mais desfavorecidas, de acordo com o estudo, publicado na revista Archives of Pediatrics & Medicina do Adolescente. 
Relação entre depressão e pais mais jovens
Existe uma relação bem estabelecida entre depressão e pais mais jovens, por estarem menos preparados para a maternidade/paternidade.


Nas classes menos favorecidas, vemos mais gravidezes não planejadas e esses jovens pais podem ficar ainda menos capazes de lidar com as tensões da paternidade em comparação com pais de mais idade.


Um ponto importante que não podemos deixar passar é o de fazermos uma triagem psiquiátrica nas jovens grávidas, colhendo uma história detalhada da gestante. Problemas como o transtorno de humor bipolar e o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade sabidamente cursam com um número maior de gestações precoces, uma vez que levam a comportamentos impulsivos.


Trabalhos educativos na população sobre o significado da maternidade na adolescência e todo o ônus a ser arcado pelas famílias, devem ser amplamente divulgados em nosso país.
FONTE:http:// msn.minhavida.com.br

Adolescência exige dieta de calorias abundantes

Reforce o cardápio na fase que antecede o completo amadurecimento sexual

Adolescência é sinônimo de crescimento a caminho da maturidade sexual, o que resulta em diversas transformações físicas. Fase também em que as necessidades nutricionais aumentam para atender a demanda de crescimento dos órgãos e tecidos do corpo.
Para que o cardápio dê conta de tanto desenvolvimento, precisa ser reforçado. A quantidade calórica do menu dos a dolescentes depende de diversos fatores, como sexo, idade, estatura, peso e prática de atividade física. Tendo uma garota de 14 anos com 1,61 metros, 52 quilos e que não faz exercícios com muita freqüência como exemplo, ela precisa de 2.100 calorias por dia. Já um menino de 14 anos, 1,66 metros, 54 quilos, com nível de atividade física baixo, necessita de 2.600 calorias diárias. 
O aumento de calorias, no entanto, deve ser baseado em uma alimentação balanceada, contando com a participação dos três macronutrientes fundamentais para o crescimento: proteínas, carboidratos e gorduras. Os carboidratos devem fazer parte de 50 a 60% do valor calórico total da dieta, seguido pelas gorduras, presentes de 25 a 30% das calorias totais do menu e das proteínas, que representam de 15 a 20% das calorias diárias. 
Adolescência a todo vapor: alimente-se

Partindo para o grupo dos minerais, o cálcio tem papel importante na alimentação dos jovens. Isso porque ele participa da formação dos ossos e previne a osteoporose mais para frente. A recomendação de consumo diário do mineral é de 1.300 miligramas, o equivalente a três copos de iogurte. Conte ainda com os peixes, cereais e verduras escuras para ingerir o cálcio. 
A vitamina D é outro micronutriente que atua no crescimento ósseo, já que ela é essencial para a manutenção do metabolismo do cálcio. Salmão e sardinha são boas fontes alimentares dessa vitamina, metabolizada a partir da exposição solar. A quantidade recomendada é de 5 microgramas por dia. 85 gramas de sardinha enlatada, por exemplo, fornecem 5.8 mcg. 
Sem brecha para hábitos errados
O apetite também aumenta, nessa fase da vida, devido à demanda adicional de energia. Ao mesmo tempo, podem surgir hábitos alimentares errados, como pular algumas refeições importantes ou fazer lanches em frente à televisão. Tais costumes podem fazer com que os adolescentes não atinjam a grande variedade de nutrientes que necessitam para sustentar o ritmo frenético de crescimento pelo qual estão passando.  
Além disso, dietas baseadas somente nas preferências adolescentes normalmente são pobres em vitaminas A e C, cálcio e fibras, indispensáveis para o sistema imunológico, desenvolvimento ósseo e bom funcionamento do intestino. 
Comidas do tipo fast food, salgadinhos de milho, cachorro-quente, pizza e chocolate são alguns exemplos das delícias preferidas dos adolescentes. Exemplos também de alimentos ricos em sódio, além de muito calóricos. O sódio em excesso pode acarretar problemas como o desenvolvimento de pressão alta.  
Já as calorias além da conta levam ao sobrepeso e, em conseqüência, diabetes, problemas na articulação e até mesmo dificuldade de relacionamento. A anemia é mais um exemplo de doença comum na adolescência, fase em que meninas começam a menstruar e, não raro, passam a fazer dietas muito restritivas e deficientes em ferro. 
Mudanças hormonais e físicas resultam em mudança comportamental

O hábito de freqüentar lanchonetes não precisa ser abolido. Apenas feito com moderação e aliado à ingestão de alimentos fundamentais no dia-a-dia e que garantem boa parte dos nutrientes necessários ao crescimento, como os legumes e as frutas frescas. Mais uma alternativa interessante é substituir os lanches oferecidos nas redes de fast food por versões mais saudáveis, feitas em casa.
Um exemplo apetitoso e de ótimo valor nutricional é um sanduíche natural feito de pão integral com alface, tomate, pasta de atum ou peito de peru e requeijão. Esse tipo de lanche fornece nutrientes importantes como fibras, vitaminas, minerais, proteínas e carboidratos e está livre de quantidades expressivas de colesterol e gordura saturada, que os lanches de fast food normalmente contêm.
Quilinhos além da conta

A manutenção do peso ideal e a eventual perda de quilos extras devem ser estimuladas pelos pais dos adolescentes. Estudos revelam que o sobrepeso e a obesidade nessa fase da vida estão relacionados com essas mesmas condições na fase adulta.  
O cardápio dos adolescentes que sofrem com excesso de peso deve priorizar a ingestão de alimentos com baixo valor calórico, como frutas, verduras, legumes e carnes magras e restringir sanduíches, doces, salgadinhos e refrigerantes. A prática de atividade física também é colaboradora fundamental não só para a redução de peso, como também para a socialização dos adolescentes que têm dificuldade de se relacionar por causa do sobrepeso.  




Entenda por que o cigarro vicia

Tabagismo é doença e precisa de tratamento

Dependência
Infelizmente, nem sempre o tabagismo foi considerado doença. Foi somente no final dos anos 1980, com a descoberta dos receptores da nicotina no cérebro e seu poder de viciar (maior do que drogas como cocaína e heroína), que a coisa mudou de figura.
Hoje sabe-se que os receptores específicos para a nicotina no cérebro, quando ativados, liberam substâncias que garantem sensação de prazer. É por isso que um cigarrinho já basta para amenizar sintomas de ansiedade e depressão. Diga-se, não à toa tem ganhado muitos adeptos nestes tempos de estresse crônico.
Na busca por essa sensação de bem-estar, a pessoa passa a acender um cigarro atrás do outro, condicionando-se. Nos viciados, deixar de fumar por algumas horas dá uma sensação terrível e um desejo incontrolável de tragar - é a síndrome da abstinência. Quem fuma mais de 15 por dia é considerado grande dependente.
Abstinência de nicotina
Quando as pessoas usam o tabaco de forma regular, o corpo delas desenvolve uma necessidade por nicotina. Se elas não ingerirem a nicotina, elas começam a ter sintomas de abstinência. Esses
sintomas variam de pessoa para pessoa e dependem do quanto de nicotina a pessoa está acostumada a ingerir. Quanto maior a quantidade, mais fortes são os sintomas:
Cansaço
Irritação
Nervosismo
Ansiedade
Tristeza ou depressão
Fome maior do que usual
Pessoas que estejam com abstinência da nicotina podem achar difícil:
Dormir
Lidar com o estresse
Concentrar-se
A abstinência da nicotina começa normalmente 24 depois de a pessoa parar de fumar ou de usar substâncias com tabaco. Os sintomas podem piorar entre 24 e 48 horas depois de a pessoa parar de fumar e podem durar poucos dias ou até quatro semanas. A duração média dos sintomas é de três a quatro semanas. A vontade de fumar e o aumento do apetite podem durar meses. O tratamento para a abstinência inclui remédios, terapia ou grupos de apoio, uma dieta e exercícios regulares.
Fumar para melhorar o humor ou aliviar a tensãoPergunte a você mesmo algumas questões para descobrir se você fuma para aliviar a tensão, a irritação, o stress ou para melhorar o humor.
Fumar vem à sua cabeça automaticamente quando você está frustrado, tenso, nervoso ou triste?
Fumar lhe acalma quando você está nervoso?
Você fuma mais cigarros quando está nervoso?
Se você já tentou parar de fumar no passado, você sentiu mais a falta do cigarro quando estava em período de maior stress?
O alívio que você sente ao fumar vem do ato de tirar um tempo para fumar e também dos efeitos químicos da nicotina no cérebro. Se você retornar ao ambiente estressante logo depois de acabar o cigarro, a tensão logo voltará e você precisará de outro cigarro. O cigarro, na verdade, não faz a tensão, o stress ou depressão sumirem. A única forma de realmente controlar o stress na sua vida é identificar o que causa o stress e aprender a mudar o jeito que você reage a situações estressantes.
Fumar para controlar o pesoÉ verdade que a nicotina presente nos produtos de tabaco reduz seu apetite e lhe anima quando você sente que o nível de energia está caindo por causa da fome. Mas esses efeitos não duram e, antes que você espere, já está com fome de novo. Usar o cigarro para manter o peso baixo tem outras desvantagens. Fumar não faz nada por seus músculos. Você pode até perder peso, mas seus não estarão tonificados e você também não terá a energia que vem da combinação de exercícios e alimentação correta. Se você está fumando porque tem medo de ganhar peso quando parar, lembre-se que nem todo mundo engorda quando deixa de fumar.
Sensações que o fumo proporciona
Pense em que momentos do dia o cigarroé necessário:
Depois que os efeitos do café da manhã começam a passar?
Perto das refeições?
Depois de ficar parado por um longo tempo?
Às vezes as pessoas fumam para ganhar concentração ou se manter alertas. A nicotina presente nos produtos de tabaco geralmente é suficiente para despertar seu cérebro, mas não há substituto a uma boa noite de sono, alimentação saudável, exercícios e curtir a vida.
Para se enturmar
Fumar pode ser uma coisa muito importante na sua vida social. Você fuma automaticamente quando está ao lado de alguém que fuma? Algumas pessoas, lugares ou coisas parecem fazer você querer fumar? Seus amigos fumam? Os amigos se importam um com os outros, dão apoio e fazem atividades juntos para confirmar as afinidades que possuem. Mas por que compartilhar uma atividade que coloca sua vida em risco? Se seus amigos fumam, pergunte se eles não querem parar também. Talvez muitos se convençam que seja hora de parar. Um poderá ajudar o outro. Caso eles não queiram, peça que não fumem perto de você, não lhe oferecem cigarros ou não deixem cigarros por perto.
Adolescentes e tabaco
Você pode ter começado a fumar para se adequar a seus amigos. Ou talvez seus pais fumem. Qualquer que seja o motivo que o levou a fumar, há muito mais razões para parar:
Você estará controlando mais sua vida depois que você parar de fumar
Você ficará mais bonito. Seu cabelo, suas roupas e sua respiração ficarão melhores e seu dente ficará mais branco. Adolescentes sempre dizem que preferem namorar ou beijar quem não fuma
Some o quanto você gasta por semana, mês ou ano com cigarros. O que mais você poderá fazer com o dinheiro?
Fumar causa mau-hálito, problemas nos dentes, dores ou manchas na boca
Fumar não é um jeito inteligente de perder peso ou evitar de ganhar peso. Atividade física é uma forma muito melhor de controlar o peso e isso vai dar mais massa muscular. Embora algumas pessoas ganhem peso depois que param de fumar, isso é temporário. Em alguns casos, ocorre até perda de peso porque as pessoas se tornam mais ativas depois que param de fumar
Depois que você pára de fumar, você irá se cansar menos depois das atividades físicas.

    Cyberbullying: a violência virtual

    Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe de quem se defender

    Todo mundo que convive com crianças e jovens sabe como eles são capazes de praticar pequenas e grandes perversões. Debocham uns dos outros, criam os apelidos mais estranhos, reparam nas mínimas "imperfeições" - e não perdoam nada. Na escola, isso é bastante comum. Implicância, discriminação e agressões verbais e físicas são muito mais frequentes do que o desejado. Esse comportamento não é novo, mas a maneira como pesquisadores, médicos e professores o encaram vem mudando. Há cerca de 15 anos, essas provocações passaram a ser vistas como uma forma de violência e ganharam nome: bullying (palavra do inglês que pode ser traduzida como "intimidar" ou "amedrontar"). Sua principal característica é que a agressão (física, moral ou material) é sempre intencional e repetida várias vezes sem uma motivação específica. Mais recentemente, a tecnologia deu nova cara ao problema. E-mails ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima foram batizados de cyberbullying. Aqui, no Brasil, vem aumentando rapidamente o número de casos de violência desse tipo.
    Nesta reportagem, você vai entender os três motivos que tornam o cyberbullying ainda mais cruel que o bullying tradicional.
    - No espaço virtual, os xingamentos e as provocações estão permanentemente atormentando as vítimas. Antes, o constrangimento ficava restrito aos momentos de convívio dentro da escola. Agora é o tempo todo.
    - Os jovens utilizam cada vez mais ferramentas de internet e de troca de mensagens via celular - e muitas vezes se expõem mais do que devem.
    - A tecnologia permite que, em alguns casos, seja muito difícil identificar o(s) agressor(es), o que aumenta a sensação de impotência.
    Raissa*, 13 anos, conta que colegas de classe criaram uma comunidade no Orkut (rede social criada para compartilhar gostos e experiências com outras pessoas) em que comparam fotos suas com as de mulheres feias. Tudo por causa de seu corte de cabelo. "Eu me senti horrorosa e rezei para que meu cabelo crescesse depressa." Esse exemplo mostra como a tecnologia permite que a agressão se repita indefinidamente.
    A mensagem maldosa pode ser encaminhada por e-mail para várias pessoas ao mesmo tempo e uma foto publicada na internet acaba sendo vista por dezenas ou centenas de pessoas, algumas das quais nem conhecem a vítima. "O grupo de agressores passa a ter muito mais poder com essa ampliação do público", destaca Aramis Lopes, especialista em bullying e cyberbullying e presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ele chama a atenção para o fato de que há sempre três personagens fundamentais nesse tipo de violência: o agressor, a vítima e a plateia. Além disso, de acordo com Cléo Fante, especialista em violência escolar, muitos efeitos são semelhantes para quem ataca e é atacado: déficit de atenção, falta de concentração e desmotivação para os estudos. Esse tormento permanente que a internet provoca faz com que a criança ou o adolescente humilhados não se sintam mais seguros em lugar algum, em momento algum. Na comparação com o bullying tradicional, bastava sair da escola e estar com os amigos de verdade para se sentir seguro. Agora, com sua intimidade invadida, todos podem ver os xingamentos e não existe fim de semana ou férias. "O espaço do medo é ilimitado", diz Maria Tereza Maldonado, psicoterapeuta e autora de A Face Oculta, que discute as implicações desse tipo de violência. Pesquisa feita este ano pela organização não governamental Plan com 5 mil estudantes brasileiros de 10 a 14 anos aponta que 17% já foram vítimas de cyberbullying no mínimo uma vez. Desses, 13% foram insultados pelo celular e os 87% restantes por textos e imagens enviados por e-mail ou via sites de relacionamento.

    FONTE:http://revistaescola.abril.com.br




    Dicas para lidar melhor  com filhos  adolescentes

    Nessa fase da vida, apoio e paciência dos pais são fundamentais

     Estamos vivendo uma época em que há uma transitoriedade em vários aspectos da nossa sociedade, o que proporciona um clima de impermanência e incerteza, que afeta a nossa vida em todos os sentidos, especialmente no convívio familiar. Educar adolescentes é uma tarefa desafiadora, questionadora, emocionante e de grande aprendizado tanto para os pais como para os filhos.
    Os adolescentes querem emoção, vibração, privacidade, independência, ou seja, os privilégios do adulto, sem que deem provas de já terem competência e maturidade para merecê-las. Mas, no fundo do coração, os jovens querem amor, respeito e aceitação por parte dos familiares. 
    Os adolescentes querem os privilégios do adulto, sem  que deem provas de já terem competência e maturidade para merecê-los
    A maioria dos pais acredita que educar um adolescente é um processo cansativo, assustador. Quantas vezes não escutamos comentários do tipo "Por que os adolescentes não vêm com um manual de operação?" ou "Desisto! Nada funciona com ele!"
    Ser pai e mãe é apresentar o jovem a si mesmo e ao mundo, com amor atenção e respeito. Quem vai querer
    conselhos de alguém que não entende seus conflitos? Dizer que o jovem está exagerando, fazendo tempestade em copo d?água pode ser visto por ele como um uso de superioridade e condescendência para esconder que, na verdade, você não sabe do que ele está falando e não entende o que ele está sentindo. 
    Em Programação Neurolinguística utilizamos muito o rapport, que significa uma mudança de atitude diante do outro, do mundo e de si mesmo. Trata-se de um processo de transformação e mudança através da comunicação e da utilização da linguagem que amplia a capacidade de enxergar e compreender as pessoas pela sua forma de pensar, sem críticas ou julgamentos. 
    Todos já fomos adolescentes, e temos experiências que nos ajudam a compreender esse momento pelo qual nossos filhos estão passando. Ampliar nossa capacidade de percepção e compreensão, somado a boas doses de respeito e tolerância, já é um grande passo para melhorar o relacionamento e permitir uma comunicação mais eficaz e, como consequência, fortalecer e trazer mais qualidade ao relacionamento pai e filho.
    E um bom relacionamento entre pais e filhos consiste sobretudo na possibilidade dos pais crescerem junto com cada filho, respeitando e acompanhando a passagem dessa fase tão complexa e difícil que vai da dependência quase total do bebê para a crescente autonomia e independência do filho já quase adulto.

    Autora: Walkyria Coelho é psicóloga e instrutora da SBPNL ? Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística

    FONTE: http://www.minhavida.com.br/


    A ALIMENTAÇÃO NA ADOLESCÊNCIA

     

    A adolescência, que vai dos 10 aos 19 anos de idade, é um período muito especial da vida e de extrema importância pois, muitos dos hábitos adquiridos nesta fase serão decisivos para a idade adulta. Adolescentes bem alimentados provavelmente serão adultos saudáveis. Trata- se de uma fase “conturbada”, já que nesta fase entram em jogo as preocupações excessivas com o peso e a estética. Cabe aos pais muita conversa e conhecimento dos hábitos e escolhas dos filhos.
    A alimentação nesta fase tem como principais objetivos: Desenvolvimento máximo das características genéticas; Aumento da capacidade imunológica para reduzir a susceptibilidade a doenças infecciosas; Impedir o aparecimento de doenças metabólicas degenerativas; Beneficiar a competência mental, favorecer a atenção e assim melhorar aptidões escolares. Atualmente, encontramo-nos inseridos em uma sociedade em que ainda prevalecem o sedentarismo e a alimentação hipercalórica. Por isto, o cuidado deve ser redobrado. Todo adolescente necessita de uma alimentação sadia e equilibrada, tanto em quantidade, quanto em qualidade. Esta deve ser capaz de fornecer combustível para atividade muscular, promover o seu crescimento, dar satisfação e prazer.
    A prática de atividade física torna-se uma aliada a boa qualidade de vida.  Exercícios físicos, sob orientação são muito importantes associados a hábitos alimentares saudáveis. O padrão alimentar dos jovens está muito aquém do esperado.  Eles tendem a omitir refeições, estabelecem associações distorcidas entre valores calóricos e nutritivos, além da frequência em fast-foods. Cerca de metade dos adolescentes não comem quantidades suficientes de frutas, legumes, ovos, etc comprometendo assim a sua alimentação saudável.
    A deficiência em ferro é uma das deficiências mais comuns, e os adolescentes são um dos grupos de maior risco – cerca de 13% dos adolescentes têm reservas de ferro baixas. O rápido crescimento, em complemento com um estilo de vida acelerado e escolhas alimentares pouco saudáveis, podem resultar em deficiências de ferro ou anemias. Cerca de 25% dos adolescentes ingerem cálcio em quantidades inferiores às recomendadas, com implicações sérias no futuro, em particular na saúde óssea. Os ossos continuam a crescer a ganhar massa até aos 30 anos de idade – com o período da adolescência a ser o período mais importante em todo o processo. A vitamina D, cálcio e fósforo são vitais para que este desenvolvimento decorra dentro da normalidadeAlimentos ricos em cálcio devem ser consumidos diariamente. As melhores fontes de cálcio são o leite e seus derivados.
    Dicas importantes para uma alimentação saudável durante a adolescência:
    - Beba muita água, no mínimo 2 litros por dia;
    - Não coma assistindo televisão;
    - Coma sem pressa, mastigando bem os alimentos;
    - Não fique muito tempo sem alimentar-se, coma de 3 em 3 horas;
    - Evite frituras, carnes gordas;
    - Evite o consumo de lanches calóricos como hambúrguer, batata frita, cachorro quente, etc;
    - Opte pelos sanduíches naturais;
    - Evite o consumo de doces (balas, chocolates, bolachas recheadas, bolos);
    - Aumente a ingestão de frutas, verduras e legumes;
    - Prefira os alimentos integrais (pães, bolachas, torradas, etc);
    - Pratique atividade física;
    - Cuidado com as bebidas alcoólicas, já que esta é uma fase de mudanças, busca por experiências novas e busca pelo prazer.
    Numerosos estudos mostram que grande parte dos adolescentes estão insatisfeitos com o peso e possuem uma imagem distorcida do próprio corpo e imagem. O método mais popular para perder peso é reduzir as refeições de forma incorreta, retirando grupos de alimentos importantes, contudo, isto nem sempre é uma opção saudável, pois os seus níveis de cálcio, vitamina C, beta-caroteno, selênio, zinco e folatos caem a níveis insuficientes para o perfeito funcionamento do organismo. Uma alimentação equilibrada, saudável e regular, associada a exercícios físicos é a melhor forma para o emagrecimento saudável. No caso de dúvidas procure um nutricionista, ele saberá orientá-lo da melhor forma.
      A Nutricionista.Com - Tatiane Trevilato de Brito - CRN3 26450 –

    FONTE:sites.google.com/site/willianucpel/nutrição



    Justin Bieber lança perfume feminino


    Michelle Achkar

    Getty Images

    Justin Bieber lança fragância feminina e diz que "o perfume de uma garota é muito importante para um cara".
    O cantor pop Justin Bieber, 17, pode lançar moda de corte de cabelo entre os meninos, mas no quesito fragrância ele quer mesmo fazer sucesso entre as mulheres. Depois de lançar uma linha de perfumes em acessórios - itens aromatizados com pulseiras -, ele apresenta Someday (Algum dia), criado para suas fãs entre 14 e 18 anos.
    O frasco traz uma flor cujas pétalas formam corações e uma corrente que pode ser removida e usada em outros acessórios. "O perfume de uma garota é muito importante para um cara. Eu tenho uma conexão profunda com minhas fãs, por isso criar uma fragrância que eu pessoalmente amo é outra maneira de trazê-las mais próximas ao meu mundo", disse ao site WWD. E parte da renda obtida com o perfume será revertida em prol de entidades de caridade apoiadas por Bieber, entre elas a Pencils of Promise, que ajuda a contruir com escolas.
    Someday começa a ser vendido em junho nos Estados Unidos e Canadá e a campanha traz a atriz Dree Hemingway, fotografada por Terry Richardson.

    FONTE: http://vidaeestilo.terra.com.br/



    CABELOS DE DEBUTANTES - 2011





    Festas de 15 anos ou Debutantes merecem um penteado especial. Pensando nisso separamos diversas fotos de penteados para Debutantes.
    Cabelos presos ou soltos, basta deixá-los na mão de um bom cabelereiro que com certeza você vai adorar.
    É comum na festa de 15 anos o uso de acessórios no penteado, além de apliques de cabelo, para dar um toque especial.














    FONTE:www.pentiados.com.br



    A CONQUISTA E OS CORAÇÕES ADOLESCENTES
    coracao areia A Conquista e os Corações Adolescentes
    Cara, eu preciso de uma ajuda urgente! Por favor, estou desesperado!
    É o seguinte: eu tenho 17 anos, e a garota tem 16. Eu a amo muito. Há bastante tempo já que somos ótimos amigos, porém, ja namorei uma amiga dela, e mesmo nesse tempo eu já gostava dessa garota que amo agora.
    Me declarei a ela, mas ela disse que somos amigos e tal. Mas ela me olha com um olhar diferente, me trata diferente; é como se ela correspondesse ao amor que tenho por ela, mas sem falar nada, entende? Ela continua insistindo que isso é amizade.
    O que eu faço para acender esse amor dentro dela também? Me ajude, por favor!
    Amando em Desespero

    ———-
    Definitivamente, os teens mandam no pedaço. Fico realmente surpreso em ver como jovens adolescentes nos lêem aqui no Diva Diz e mandam suas dúvidas e inquietações. Eu acho isso ótimo, pois é sinal que a molecada de hoje em dia procura se pautar em como agir, para fazer as coisas pelo menos de uma forma não tão precipitada. É por isso, querido Amando em Desespero, que o ‘cara’ aqui ficou muito feliz com seu email e se sente lisongeado de tentar ajudar.
    Eu já falei aqui várias vezes que os arroubos da adolescência são enlouquecedores. Nessa idade, maximizamos tudo que sentimos e damos uma importância absurda à todas as coisas. E, claro, isso faz parte do processo de crescer. Mais tarde, quando estivermos ocupados com mil afazeres, como trabalho, família, casa, sentiremos saudade dessa época em que os amores eternos eram nossas maiores preocupações. Posso tirar por mim: quantos amores eternos eu não tive? E vivi intensamente cada um deles, saboreando cada sofrimento e cada alegria imensa que me proporcionaram.
    Mas esse papo de ‘tio’ deve estar irritando ao nosso querido Amando em Desespero que tá pouco se lixando pra essas conclusões idiotas de gente de mais de vinte anos (aloka!). Você está amando, né, meu querido! E sei que dor de amor é uma coisa maluca. Então, vamos ao que interessa e vou tentar te ajudar com meus pitacos aleatórios.
    Você se declarou e ela disse que são apenas amigos. Entretanto, as atitudes dela não condizem com suas ações e você enxerga um sentimento dela para com você também. Acho que isso possa existir sim. Mas mulheres, meu caro, não dão o braço à torcer. Ainda mais se você já foi namorado de uma amiga dela. Se ela já gostava de você nessa época, a idéia de ficar com ‘os restos’ da amiga não podem ser muito agradáveis à ela.
    Eu te pergunto: como fazer acender o sentimento dela? Como ela poderá dar vazão ao que sente por você e aceitar que não são apenas amigos? Eu, no seu lugar, agiria de forma bem simples: mostrando-me presente, mas mantendo uma certa distância!
    Sim, isso mesmo! Não sei se é o caso, mas posso quase apostar que você é aquele cara com quem ela SEMPRE pode contar. Aquele pra quem ela liga quando precisa. O amigo com quem ela dá boas risadas e com quem também fala sério. Acertei? Pois é. Esse deve ser o seu erro.
    Deixe-a sentir falta de você, Amando em Desespero. Estar sempre à disposição dela faz apenas com que ela tenha a certeza de que você estará sempre ali. Mulheres precisam se sentir inseguras (isso é fato!). Quando você dá segurança demais a elas, muito da graça vai embora.
    Então, aprenda a dizer não. Ou simplesmente se afaste aos poucos, de forma que ela passe a notar a sua ausência. Quando ela ligar, não esteja sempre tão disponível. Sei que é difícil para você agir assim, já que está apaixonado por ela, mas é o caminho. E não estou dizendo pra cortar contato TOTAL com ela, não é isso, por favor. Mas sim para limitar esse contato, para que os momentos juntos passem a ser valorizados.
    Quando estiver com ela, faço que a mágica aconteça. Vai ser assim que os sinos vão tocar para ela. Um toque sutil no braço. Um olhar fixo no dela. Um abraço mais demorado. Dê pequenas demonstrações de afeto e, depois, se afaste novamente. Assim, quando ela se lembrar de você, serão essas pequenas sutilezas que lhe virão à lembrança.
    E, quando ela se der conta, meu querido amigo, já vai estar na sua e você poderá viver esse primeiro amor por resto da vida. Até que venha outro. E outro!
    Ou que seja esse o amor definitivo, afinal existem casos diversos e eu dou o mesmo conselho para as meninas, deixem eles sentirem sua falta se você quer ser notada! (essa é minha opinião).

    FONTE: http://divadiz.com/



    Selena Gomez e a maquiagem pra teens

    Naquele post com os estilos de maquiagem de Michelle Trachtenberg, uma moça chamada Raíssa comentou que as maquiagens estavam lindas mesmo, mas que Michelle é beeem branquinha, o que facilita um pouco na hora de maquiar. Toda cor se destaca, qualquer pigmento aparece, quase todo batom fica bom.

    A gente, que é de outras cores (imaginei todo mundo verde, azul e roxo agora) sabe que já não é todo blush que aparece, que batom de cor fria fica estranho e que blush bem rosa é coisa pra usar com cuidado.

    Por isso a moça do post de hoje é mais cor de jambo, pra gente - que tá mais pra esse tom - ter referência melhor. Além disso, ela é adolê e usa maquiagens bem adequadas àquela idade em que você já é quase adulta, mas tem feições mó delicadas, que pedem um tiquinho mais de moderação.

    Selena gosta de gloss, quase sempre usa as cores mais suaves e transparentes. Eu acho que fica ótimo (reparem que ela não enxarca a boca de gloss, não dá a impressão que vai pingar a qualquer momento). Pra completar: blush bem suave, rímel e o contorno dos olhos marrom. Maquiagem pra ficar bonita sem gastar tempo.

    Se acordar num dia querendo variar mas não muito, é só trocar o lápis marrom pelo preto e o gloss rosa por um incolor. Mesmo com os olhos mais marcados, a maquiagem continua leve.

    Se aparecer uma festa no caminho, uma boa é prender o cabelo, "sujar" a pálpebra de sombra (a dela é meio champanhe e tem pouquinho, pra continuar transparente e não ficar esbranquiçado demais, coisa que não favorece ninguém) e caprichar em mais camadas de rímel.

    Mas se a festa for à noite e der mais tempo de fazer uma produção, rola de trocar o blush suave por um bronzer mais marcado e apostar numa sombra mais escura. Gostei demais dessa cor, um marrom avermelhado, um telha rosado (hahaha), sei lá o quê, só sei que é bonito e fez um baita efeito no olhar dela.

    FONTE: http://www.ricotanaoderrete.com/


    DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA ADOLESCÊNCIA


    COLUNA Lilian Cunha - Psicopedagoga Clínica e Institucional

    As dificuldades de aprendizagem se apresentam associadas a problemas de natureza, principalmente afetivas, comportamentais e emocionais.
    Contudo, torna-se importante salientar que é na adolescência, o período da vida em que ocorrem as transformações mais aparentes no corpo, em razão das alterações hormonais que são reveladas de forma mais ostensivas.
    O foco atencional de qualquer sujeito aprendente é passível de variação, uma vez que o mesmo é mobilizado pelos fatores ambientais e o interesse de quem aprende. E, se nos determos em refletir quais seriam os interesses de um adolescente em processo de aprendizagem e que variantes sustentariam e/ou despertariam sua atenção, acertadamente, poderíamos afirmar que assuntos inerentes ao seu cotidiano e suas “ilhas de interesse” possivelmente desencadeariam menor distratibilidade na execução de suas tarefas. Como exemplo, podemos citar o interesse contínuo dos adolescentes pelas redes sociais e acesso a informática.
    Por volta dos dez ou onze anos de idade o período da adolescência
    se inicia, nas meninas com o acontecimento da primeira menstruação
    ou menarca, o aumento dos pelos vaginais e o crescimento dos seios.
    Enquanto nos meninos se evidencia a alteração da tonalidade da voz, o aumento no crescimento dos pelos pubianos, o crescimento do pênis, que passa a ter ereção e ejaculação.
    Desconsiderar essas mudanças tão pontuais e desassociá-las do processo de aprendizagem é um ato passível de visualizarmos o sujeito aprendente com uma visão reducionista. Sendo assim, é natural que tudo nessa fase se potencialize, desde às dificuldades de aprendizagem até os problemas comportamentais.
    Muitos responsáveis de pacientes têm dúvidas em relação a atuação quanto orientação de alguns comportamentos de adolescentes neste período escolar. Seguem então, algumas dicas facilitadoras como coadjuvantes nesse período que devem e podem ser adotadas como sugestões e não receitas prontas:
     É importante através de uma conversa clara e precisa esclarecer a relevância da escola na vida do adolescente;
     A autoridade tanto dos pais, da família da escola devem ser construídas ao longo de um processo e não imposta como atitude de autoritarismo;
     Comportamentos inadequados, atos de agressividade, falta de respeito e vandalismo são de fato passíveis de sanções, contudo o significado real das sanções
     ( castigo e punições) devem ter um valor moral, um significado real para o adolescente, pois do contrário as punições tão somente reforçaram os erros cometidos;
     Uma conversa franca, tranqüila, mas de caráter firme e incisivo é na maioria das vezes mais produtiva do que castigos imediatos e gritos.
     A autoridade familiar e escolar é uma conquista e não uma imposição! Na medida em que o adolescente sente confiança, o respeito existirá; ....
     A atenção especial nas companhias, bem como o cuidado com o acesso ao álcool e as drogas deve ter um “olhar atencioso e zeloso” dos pais;
     Atitudes de adolescentes desafiadoras e agressivas devem ser tratadas com precisão, atentando para a distinção entre falta de limites e comportamento desafiante.
    Na verdade, entender um adolescente não é um ato impossível, mas que requer compreender quais fatores emocionais interferem no comportamento e em conseqüência na aprendizagem do adolescente.
    Sabedores que o lado emocional do adolescente é por característica própria confuso, com oscilações de sentimentos como ódio e amor, na busca de identificação social a proposta de uma aula diferenciada, interessante e com softwares educacionais é sem dúvida uma estratégia inteligente que favorece aprendizagem.

    Lilian Cunha - Psicopedagoga Clínica e Institucional,Pedagoga Educacional - lilicunhapeda@hotmail.com

    FONTE:http://jornaldasvargens.com.br

     

     

    Moda adolescente invade as escolas

    Moda adolescente invade as escolas
    A moda Teen esta cada vez mais criativa e diversificada entre os jovens,
    seja em parques, cursinhos, baladas, clubes, entre outros lugares de passeio.
    com estilos que apresentam muita personalidade, os adolescentes expressam
    suas ideias, posições e mostram que estão antenados e atualizados
    em assuntos globais, entre eles, a moda.

    Moda adolescente invade as escolas
    Muito desses estilos surgem de tendência lançadas por bandas, novelas,
    ou até mesmo acontecimentos da atualidade. Baseado em alguns desses
    pontos, como cores e acessórios, conseguimos identificar algumas
    escolhas deste adolescente. Essa preocupação com a moda também chega
    nos pátios das escolas pois o look não pode ser tão largado e avulso.

    Moda adolescente invade as escolas
    Embora muitas instituições de ensino ainda exijam uniforme,
    a saída encontrada por essa turma cheia de estilo foi personalizar
    e até mesmo substituir algumas peças por outras bem parecidas,
    como por exemplo uma camiseta estampando sua ideologia ao invés
    da tradicional tshirt branca, ou apenas um estilo em detalhes,
    como uma gola pólo ou em V.  Essa variação também pode acontecer
    nas calças, shorts e até mesmos casacos de frio.

    FONTE: http://www.modaeventos.com.br/



    CORTES DE CABELO MASCULINO TEENS
    Algumas dicas de cortes de cabelo para os garotos, inspirados em cortes dos adolescentes mais famosos do mundo.
     Playsson
    PlayssonPlaysson 01
    Jason Dolley
    jason_dolley_11jason_dolley_1176510722
    Luca Fainello
    Luca Fainello 01 Luca Fainello
    Matt Lanter
    Matt Lanter 02Matt Lanter 01
    Mitchel Musso
    mitchelmussocdart02mitchelmusso335003



    FONTE: http://www.ligacaoteen.com.br/







    CORTES DE CABELO DAS CELEBRIDADES TEENS
    As meninas vivem mudando o visual dos cabelos a todo momento e adoram copiar o corte daquela atriz que apareceu na novela ou na malhação.

    Para você que tem uma filha adolescente totalmente estilosa e antenada no mundo da moda e que adora mudar o visual das madeixas esse post vai ser uma mão na roda com sugestões fantásticas com modelos de cortes de cabelo para teens que estão fazendo enorme sucesso .
    --> -->Confira abaixo os cortes Teens para as meninas super poderosas





    FONTE: http://adrianeboneck.com.br/


    Como o Adolescente Pode Manter um Sorriso Brilhante?


    Como os adolescentes podem manter dentes saudáveis e brilhantes?


    A melhor maneira de se ter dentes saudáveis e um sorriso bonito é continuar com os bons hábitos de higiene bucal adquiridos na infância. Independentemente do uso de aparelhos ortodônticos, o importante é:


    Escovar os dentes no mínimo três vezes ao dia usando um creme dental com flúor, para remover a placa bacteriana, que é a principal causa da gengivite e das cáries.
    Usar fio dental diariamente para remover a placa bacteriana instalada entre os dentes e sob a linha da gengiva. Se a placa não for retirada diariamente, pode endurecer e formar o tártaro, uma substância amarelada e de aparência desagradável.
    Limitar a ingestão de açúcar e alimentos que contém amido, principalmente os pegajosos (que grudam na superfície dos dentes).
    Consultar o dentista periodicamente para um exame profissional detalhado e uma limpeza ou profilaxia.
    Uma boca asseada e bem cuidada não somente prolonga a vida dos dentes como também faz o indivíduo se sentir bem, com hálito fresco e um sorriso mais bonito.


    Sobre que assuntos especiais, relacionados com os dentes, os jovens deveriam estar informados?
    Problemas dentários podem acontecer na adolescência e, infelizmente, eles realmente acontecem. Com mais informações sobre temas que afetam a saúde bucal, as escolhas se tornam mais fáceis.
    Ortodontia — Muitos adolescentes e pré-adolescentes precisam usar aparelhos para corrigir os dentes mal posicionados ou muito juntos, e o mau alinhamento das arcadas. É mais difícil cuidar de dentes que não se ajustam bem. Esses dentes correm o risco de precisarem ser extraídos e causam um esforço extra nos músculos da mastigação. A avaliação de um Ortodontista poderá determinar se você precisa usar aparelho e qual o tratamento correto. O uso de aparelho exige uma escovação ainda mais rigorosa.
    Protetores bucais — Se você pratica esportes, estes protetores são indispensáveis para proteger seu sorriso. Os protetores bucais geralmente cobrem os dentes superiores e são feitos para evitar que eles sejam traumatizados, que os lábios sofram cortes ou que outros possíveis danos ocorram na sua boca. Se você usar aparelho ortodôntico ou prótese na arcada inferior, seu dentista poderá sugerir que você também use um protetor para os dentes inferiores.
    Nutrição — A alimentação tem um papel fundamental na sua saúde bucal. Os açúcares e amidos em muitos alimentos e bebidas contribuem para a formação da placa bacteriana, que destrói o esmalte do dente. Reduza a ingestão de lanches e refrigerantes. Cada vez que você consome alimentos e bebidas que contém açúcar ou amidos, os ácidos atacam seus dentes durante 20 minutos ou mais. A adoção de uma dieta equilibrada, baseada nos cinco grupos de alimentos, pode fazer uma grande diferença para a saúde de sua boca. Como lanche, escolha alimentos nutritivos, como, por exemplo, queijo, verduras cruas, iogurte natural ou frutas.
    Fumo — Se você não fuma ou nem mastiga tabaco, resista e não comece com esses hábitos. Eles podem manchar seus dentes e gengivas, tornar mais forte a mancha do tártaro que se acumula nos dentes e produzir mau hálito, além de outros problemas de saúde. Com o passar do tempo, o fumo e o hábito de mastigar tabaco aumentam o risco de gengivite e câncer na boca. Se você faz uso do tabaco, informe seu dentista e seu médico e avise-o se houver qualquer problema bucal.
    "Piercing" na boca — Apesar da sua popularidade, este tipo de "piercing" pode causar complicações tais como infecções, sangramento incontrolável ou danos a um nervo. Você também corre o risco de engasgar com os pinos e argolas. As jóias de metal podem danificar seus dentes e sua gengiva. Se estiver pensando em fazer "piercing" oral, fale com seu dentista. Ele poderá ajudá-lo a fazer uma escolha mais segura.
    Distúrbios alimentares — A bulimia (comer demais e vomitar) e a anorexia (medo excessivo de ganhar peso que, muitas vezes, resulta em vômitos) são problemas graves de saúde que afetam diretamente a aparência dos dentes, corroendo o esmalte. O dentista pode corrigir o esmalte deteriorado, mas não pode tratar o distúrbio alimentar, que pode levar ate à morte e deve ser tratado com um psicólogo. Se você tem - ou acha que tem - um distúrbio deste gênero, fale com seu médico.


    O que fazer para deixar meus dentes mais brancos?
    Uma boa limpeza ou profilaxia, feita por seu dentista, remove a maior parte das manchas externas causadas pelos alimentos e pelo tabaco. O uso de um creme dental branqueador especial também pode ajudar a remover estas manchas até o momento da sua próxima consulta. Se seus dentes estiverem manchados há muito tempo, é possível que você tenha que fazer um tratamento profissional para branqueá-los.
    As manchas internas podem ser branqueadas ou recobertas (coroa). Todos estes métodos são seguros e trazem bons resultados. Seu dentista poderá recomendar o tratamento apropriado que depende do estado dos seus dentes e dos resultados desejados.
    Piercings na boca


    O que é um piercing na boca?
    É qualquer tipo de piercing que pode ser na língua, nos lábios ou nas bochechas. Nos anos mais recentes, os piercings na região da boca têm se tornado uma forma de expressão individual. Como o piercing na orelha, os brincos e anéis de metal colocados na boca são de diferentes estilos e compreendem peças como pinos, tarraxas e argolas. Mas o piercing colocado na língua, lábios ou bochechas envolvem riscos maiores do que os colocados na orelha. Antes de perfurar qualquer parte, dentro ou fora da boca, converse com seu dentista.


    Quais os riscos deste tipo de piercing?


    É possível que você desconheça os efeitos colaterais que um piercing oral oferece. Estes efeitos são:


    Infecção — A boca contém milhões de bactérias que podem causar infeções depois de um piercing oral. Tocar as partes de metal depois de colocados na boca também torna maior o risco de se contrair uma infecção.
    Sangramento prolongado — Caso um vaso sangüíneo seja perfurado pela agulha durante o procedimento de colocação, pode haver um sangramento difícil de ser controlado com perda excessiva de sangue.
    Dor e inchaço — São sintomas comuns de piercing na boca. Em casos mais sérios, se a língua inchar demais, poderá fechar a passagem de ar e dificultar a respiração.
    Dentes danificados — O contato com a jóia pode danificar o dente. Dentes com restaurações - por exemplo, coroas ou jaquetas - também podem ser danificados pelas peças de metal.
    Ferimento na gengiva — As peças de metal não só podem ferir o tecido da gengiva que é sensível, mas também podem causar retração gengival. A retração gengival tem aparência desagradável e torna seus dentes mais vulneráveis a cáries e a periodontite.
    Interferência com a função normal da boca — As jóias aumentam a produção de saliva, impedindo que você pronuncie corretamente as palavras e também dificultam a mastigação.
    Doenças transmissíveis pelo sangue — O piercing da boca foi identificado pelo Instituto Nacional de Saúde como uma possível forma de transmissão da hepatite B, C, D e G.
    Endocardite — O piercing oral pode causar endocardite, que é a inflamação das válvulas e dos tecidos cardíacos. A ferida causada pela perfuração dá às bactérias da boca a oportunidade de entrar na corrente sangüínea, podendo chegar ao coração.


    Quanto tempo dura um piercing?
    Se você não contrair nenhuma infeção e seus piercings orais não interferirem com as funções normais da boca, podem ser usados de forma permanente. Mas, não deixe de ir ao dentista se sentir qualquer tipo de dor ou algum outro problema. Por causa dos riscos envolvidos mesmo depois que a ferida da perfuração desaparece (como é o caso de engolir peças soltas ou danificar os dentes), a melhor coisa é não fazer piercing oral.


    FONTE:http://sites.google.com/site/magiadosorriso





    ADOLESCÊNCIA MASCULINA


    A descoberta do sexo acontece com a descoberta do corpo. Moças e rapazes costumam acompanhar atentamente as mudanças que ocorrem nos seus órgãos sexuais externos. Essas mudanças são provocadas pela ação de hormônios.


    As características sexuais primárias, visíveis nos órgãos genitais, são determinadas geneticamente e estão presentes desde o nascimento, tanto no homem como na mulher.

     O corpo masculino
    As principais modificações visíveis no corpo masculino ao longo da adolescência estão descritas abaixo.
    Os testículos (dentro do saco escrotal) crescem primeiro e, pouco tempo depois, o pênis. Na puberdade, os pêlos surgem em diversos locais: no rosto, nas axilas, no peito e nas áreas próximas aos testículos. A voz também sofre mudanças.
    Esse conjunto de características que se definem na puberdade, em conseqüência da ação hormonal, recebe o nome de características sexuais secundárias. Estas, porém, não obedecem a padrões rígidos. Adolescentes de mesma idade podem apresentar diferenças significativas em relação à estatura do corpo, quantidade de pêlos, tamanho do pênis, timbre de voz etc. O grupo étnico a que pertence o indivíduo, a herança genética, hábitos alimentares, problemas de saúde, dentre outros fatores, são responsáveis por essas diferenças.
    Assim, colegas de mesma idade que a sua podem ser mais altos ou mais baixos que você ou terem a voz mais ou menos grave que a sua, por exemplo. Isto não deve preocupá-lo. As pessoas são diferentes e apresentam ritmos desiguais de desenvolvimento do corpo. É importante gostar de você, aprendendo a cuidar e valorizar o seu próprio corpo.

    Os rapazes possuem uma pequena quantidade de hormônios sexuais femininos, as garotas, uma pequena quantidade de hormônios sexuais masculinos. Na puberdade, às vezes, um pequeno desequilíbrio na quantidade desses hormônios pode provocar um ligeiro crescimento das mamas nos rapazes ou pêlos em excesso nas garotas. Em geral, isso desaparece com o tempo, mas, se persistir, o mais aconselhável é procurar orientação médica.
    Na região genital, encontramos o pênis e o saco escrotal.
    Pênis e a Ejaculação – O pênis é um órgão de forma cilíndrica e constituído principalmente por tecido erétil, ou seja, que tem capacidade de se erguer. Com a excitação sexual, esse tecido e banhado e preenchido por maior quantidade de sangue, o que torna o pênis ereto e rígido. Na ponta do pênis, há a glande (a “cabeça”), que pode estar coberta pelo prepúcio.
    Na glande, há o orifício da uretra, canal que no corpo masculino se comunica tanto com o sistema urinário quanto com o sistema reprodutor. O tamanho do pênis varia entre os homens e não tem relação biológica com fertilidade e nem com potência sexual.
     Quando o homem é estimulado, como ocorre numa relação sexual, culmina com o esperma sendo lançado para fora do corpo masculino sob a forma de jatos. Esse fenômeno chama-se ejaculação.
    O esperma é ejaculado através da uretra, por onde a urina também é eliminada. Durante uma ejaculação normal são expelidos de 2 a 4 mililitros de esperma; cada mililitro contém aproximadamente 100 milhões de espermatozóides.


    FONTE: http://www.sobiologia.com.br/





    Adolescência e Família - A difícil arte de adolescer
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    A adolescência é uma fase evolutiva na vida do ser humano onde se busca uma nova forma de visão de si e do mundo; uma reedição de todo desenvolvimento infantil visando definir o caráter social, sexual, ideológico e vocacional.

    Esse processo evolutivo ocorre dentro de um tempo individual e de forma pessoal em que o adolescente se vê envolvido com as manifestações de seus impulsos intuitivos exteriorizados através de suas condutas nem sempre aceitas como normais pela sociedade.

    Podemos dizer que adolescência é sinônimo de crise, pois o adolescente, em busca de identidade adulta, passa para o período “turbulento” (variável segundo o seu ecossistema (sócio-familiar).

    Segundo a teoria kleiniana, essa fase poderia ser definida como correspondente à positiva elaboração da posição depressiva.

    A esta crise, provocada pela ampla e profunda desestruturação em todos os níveis da personalidade, segue-se um processo de reestruturação, passando por ocasiões nas formas de exprimir-se ao longo dos anos.

    o eixo central dessa reestruturação é o processo de elaboração dos lutos gerados pelas três perdas fundamentais desse período evolutivo:

    1. Perda do corpo infantil:

    Nessa fase, o adolescente vive com muita ansiedade as transformações corporais ocorridas a partir da puberdade, as quais exigem dele uma reformulação de seus mundos interno e externo. Muitas vezes, as restrições familiares e sociais para controlar esses impulsos, ameaçam tanto o seu desenvolvimento que chega a causar retardo em seu crescimento e no aparecimento natural das funções sexuais próprias dessa
    fase.

    2. Perda dos pais da infância:

    Os pais, antes idealizados e supervalorizados, passam a ser alvo de críticas e questionamentos. Dessa forma, o adolescente busca figuras de identificação fora do âmbito familiar.

    Nesta fase, se caracteriza a dependência/independência dos filhos em relação aos pais e vice-versa; é o momento em que o adolescente busca substituir muitos aspectos da sua identidade familiar por outra mais individual.


    3. Perda da identidade e do papel sócio-familiar infantil:

    Da relação de dependência natural do convívio da criança com os pais, segue-se uma confusão de papéis, pois o adolescente, não sendo mais criança e não sendo ainda um adulto, tem dificuldades em se definir nas diversas situações de sua cultura.

    No caminho para a sua independência, sentindo-se ora inseguro, ora temeroso, busca o apoio do grupo, que tem importante função, pois facilita o distanciamento dos pais permitindo novas identificações.

    Para atingir a fase adulta, o adolescente deverá fazer uma síntese de todas essas identificações desde a infância.

    Essa perdas se elaboram realizando-se verdadeiros processos de luto, psicanaliticamente falando.

    O adolescente exterioriza os seus conflitos e formas de elaboração de acordo com as suas possibilidades e as do seu meio, com as suas experiências psico-físicas, ocorrendo o que chamamos de “patologia normal da adolescência”.

    Para se compreender e lidar com adolescentes é fundamental que se conheça essa aparente “patologia”, chamada “Síndrome da Adolescência Normal”, com as seguintes características:

    1. busca de si mesmo e da identidade adulta
    2. tendência grupal
    3. necessidade de intelectualizar e fantasiar
    4. crises religiosas
    5. deslocação temporal
    6. evolução sexual
    7. atitudes sociais reivindicatórias
    8. contradições sucessivas em todas as manifestações de conduta
    9. separação progressiva dos pais
    10. constantes flutuações do humor e do estado de ânimo

    O desconhecimento das mudanças que ocorrem no processo adolescer
    (1. atingir a adolescência; tornar-se adolescente. 2. Crescer; desenvolver-se. 3. Rejuvenescer, remoçar, juvenecer. (Novo Dicionário Básico da Língua Portuguesa – Folha/Aurélio), implicará em dificuldades na relação do adolescente com a família, professores e profissionais, gerando situações de conflito.

    Observamos que os adolescentes assim como os seus familiares estão, na maioria das vezes, desinformados sobre as mudanças que ocorrem nesta fase, gerando, na maioria das vezes, conflitos na relação e
    dificuldades na convivência.

    Cabe aos profissionais da área da Saúde preencher essas lacunas com informação, orientação e, sobretudo, acolhimento.

    “Amadurecer é um ato complicado... Perceber a hora de mudar é ainda mais difícil, mas não tanto se encontramos uma certa figura capaz de abrir nossos olhos e mostrar que as possibilidades de vida são ilimitadas...”
    (encontrado no diário de uma menina de 12 anos)

    Autora: Alaide Degani de Cantone
    Psicóloga Clínica/Hospitalar/Psicossomática
    Pós-graduada em Psicologia e Saúde/Psicologia Hospitalar
    Mestranda em Psicologia

    FONTE: http://www.redepsi.com.br/






    TWEENS COMO AGIR NESSA NOVA FASE



    Tweens  como agir nessa nova fase

    De uma hora para a outra sua filha começa a trocar bonecas e ursinho de pelúcia por passeios no shopping com as amigas. Se antes ela mal conseguia andar sozinha, agora quer o salto alto emprestado.

    Será que ela mostra sinais de ser uma "tween" (pré-adolescente)?
    Geralmente quando meninos e meninas têm entre sete ou oito anos começam a receber estímulos dos adultos. São bombardeados pela tecnologia - não só celulares, mas também descobrem um novo universo ao navegar na rede.
    Segundo Agatha Hencsey, psicoterapeuta cognitiva comportamental, não existe uma idade exata que determina quando a criança entra na fase da pré-adolescência, principalmente nos tempos de hoje, em que a tecnologia e o acesso às informações influência o comportamento dos jovens. "Mesmo irmãos gêmeos podem sofrer essa adaptação de fases em períodos diferentes. Cabe aos pais estarem atentos para saber o que e o quanto podem exigir dos seus filhos", diz.
    Com uma oferta maior de interações e mesmo o acesso a vários meios de comunicação, seja através de celulares, redes sociais ou da própria televisão, é comum que essas crianças tenham um comportamento precoce, o que nem sempre significa que tenham amadurecido. "Os jovens de hoje pulam certas etapas do seu crescimento e acabam se tornando ‘adultos’ mais rápido. No entanto, esse crescimento é superficial, no momento em que suas atitudes e seus pensamentos ainda refletem uma infantilidade", comenta a psicóloga.
    Na opinião da psicóloga Regina Elia, outra desvantagem do livre acesso às novas tecnologias e a entrada dessas crianças ou pré-adolescentes ao mundo adulto é a banalização dos valores, em um momento que eles ainda não tem a personalidade formada. E em grande parte das vezes, segundo Hencsey, programas de televisão, por exemplo, abordam temas como sexualidade, droga e violência, muito aquém do ideal para os jovens no período da pré-adolescência.
    "Assim eles são instigados a procurar mais sobre os temas, seja com amigos, ou em diferentes meios de comunicação, e nem sempre são respondidos corretamente", destaca a psicoterapeuta. Criam uma sensação de intimidade com o mundo virtual, se esquecendo da família e do vínculo afetivo com pais e mães, ou até professores.
    Ainda sobre essa questão, Regina destaca algo importante para muitos pais. Logo cedo, antes de se tornarem adolescentes, filhos estão aprendendo sobre sexualidade na internet, e não dentro de casa, através de uma conversa aberta com os pais. "O primeiro beijo, as mudanças do corpo e a descoberta da sexualidade devem vir acompanhados de valores de amor e respeito com o próprio corpo, vemos hoje a primeira relação sexual banalizada tal como o beijo". E nesse momento é que fica a dúvida de como tratar do assunto em casa, principalmente, qual postura assumir: mãe ou amiga?
    "Os pais devem aproveitar cenas da TV, do cotidiano, das experiências negativas e colocar seus valores sobre o assunto. Mas para isso é preciso ser parceiro do filho e conseguir estabelecer uma intimidade", aponta a psicóloga. E não tomar atitudes radicais. No caso da internet permitir sim p acesso ao mundinho virtual, pois é através dele que os jovens conseguem firmar laços de amizade, mais ainda, buscam um grupo que mais combine com seus padrões de comportamento.
    A diferença na hora de impor limites é que agora, como pré-adolescente, ele começará a questionar as ordens que serão dadas. Para os pais que convivem com esse conflito, Hencsey acrescenta que agora, com a chegada da pré-adolescência, é um bom momento para firmar ‘acordos’. "Através da conversa, pais e filhos devem chegar a um determinado ponto em comum, onde o jovem deverá entender e aceitar as conseqüências de suas atitudes. E quando não há o cumprimento das regras é necessário não apenas a punição, mas principalmente uma conversa". Desse jeito, conforme a psicoterapeuta, o jovem saberá compreender melhor o porquê do erro e encontrará um caminho para que ele não ocorra novamente.



    "Uma dica importante é fazer o seu filho reproduzir o que entendeu, assim você terá certeza de que ele compreendeu, impossibilitando depois a famosa frase: ‘eu não entendi que era isso o que eu tinha que fazer’", finaliza a psicoterapeuta.
    FONTE:http://vilamulher.terra.com.br



    ADOLESCÊNCIA
     A adolescência é o período da vida em que ocorrem as transformações mais aparentes no corpo, em razão das alterações hormonais.
    Inicia-se por volta dos dez ou onze anos de idade, tendo as meninas o acontecimento da primeira menstruação ou menarca, o aumento dos pelos vaginais e o crescimento dos seios.
    Nos meninos acontece a alteração da tonalidade da voz, o aumento dos pelos pubianos e o crescimento do pênis, que passa a ter ereção e ejaculação.
    Segundo D’Andrea, a adolescência é dividida em três fases:
    - a pré-puberdade, quando o desenvolvimento físico se acelera e busca maior proximidade com os adultos. O lado emocional é muito confuso, com oscilações de sentimentos como ódio e amor, na busca de identificar-se;
    - a puberdade, que se inicia por volta dos treze anos, é marcada pela maturidade dos órgãos reprodutores;
    - e a pós-puberdade, entre os quinze e vinte anos, fase em que deve demonstrar responsabilidade diante das cobranças do meio social, como a escolha profissional, estruturar as relações com o sexo oposto e a formação da identidade, necessitando cada vez menos da ajuda intelectual dos adultos.

    Busca da liberdade de expressão e de sentimentos
    Normalmente os adolescentes buscam grupos de amigos que tenham os mesmos interesses, os mesmos gostos e desejos, a fim de uma identificação menos conflitante e mais amigável.
    Nessa etapa da vida é comum tentar se afastar da família, pois essa já não lhes satisfaz em relação aos interesses sociais.
    Os pais, não aceitando a busca da liberdade, muitas vezes tomam atitudes autoritárias, que os afastam ainda mais do grupo familiar. Outra atitude errada, normalmente tomada pelas mães, é o fato de não aceitar o crescimento do filho, achando que ainda é criança e tratando-o como tal. Essa atitude também o leva a afastar-se, pois nessa idade já não quer mais ser considerado criança.
    Numa fase de tantas transformações, é importante que haja amizade e muito diálogo no convívio familiar e que os pais tentem amenizar os conflitos vividos, sendo mais flexíveis e compreensivos.
    Por Jussara de Barros
    Graduada em Pedagogia

    FONTE: http://www.brasilescola.com/



    OS DESCOMPASSOS DA ADOLESCÊNCIA FEMININA

     As transformações físicas da adolescência recebem o nome de puberdade, e a maior parte delas ocorre no final da infância e início da adolescência.
    Nas mulheres, esse processo tem início, atualmente, por volta dos nove anos, com a preparação do corpo para a reprodução. Uma glândula situada na base do cérebro, chamada hipófise, produz dois hormônios que se relacionam com o desenvolvimento pubertário: o hormônio do crescimento, que influencia a determinação do tamanho da jovem, e o hormônio gonadotrófico, que estimula a atividade das gônadas, isto é, as glândulas sexuais, no caso da mulher os ovários.  Os ovários então amadurecem e passam a
    produzir óvulos, bem como os hormônios que ocasionam as mudanças sexuais no crescimento e desenvolvimento dos órgãos sexuais (útero, trompas de Falópio e vagina) e as caracterís
    ticas sexuais secundárias: aumento e arredondamento dos quadris, desenvolvimento dos seios, aparecimento dos pelos pubianos e
    axilares, mudança na voz, arredondamento dos ombros e a definição das formas de braços e pernas.


    O surto de crescimento da puberdade começa um ano ou dois antes que os órgãos sexuais amadureçam, e depois disso  dura de seis meses a um ano. Nas meninas começa entre 8,5 e 11,5 anos, com um pico de rapidez que ocorre em média aos 12,5 anos declinando depois disso  até parar por volta de 15 a 16 anos.O crescimento em altura segue um padrão regular e geralmente precede o aumento de peso. Em cerca de três anos, até um ano depois da puberdade, a menina ganha em média 17 quilos. Nessa fase, a cabeça cresce lentamente em relação ao resto do corpo, a testa se torna mais alta e larga, o nariz cresce rapidamente, a boca se alarga, os lábios tornam-se mais cheios e o queixo mais pronunciado; desenvolve-se a linha da cintura, ombros e quadris se alargam, os braços e as pernas se alongam e tornam-se mais moldados, em conseqüência dos depósitos de gordura; além disso, há o desenvolvimento dos seios, o aparecimento dos pêlos púbicos, axilares, faciais e nos membros; também ocorrem mudanças na voz, e na cor e textura da pele. Ocorrem mudanças também nos órgãos internos, nos sistemas digestivo, circulatório, endócrino e respiratório; os ovários e o útero crescem e amadurecem rapidamente. Acompanhando essas mudanças, vem o sangramento menstrual cíclico ou menstruação. Em nosso meio, a menarca, primeira menstruação, ocorre por volta dos 12 anos.Toda essa descrição visa salientar o fato de que em nenhum outro momento do desenvolvimento, a não ser no primeiro ano de vida, acontecem tantas mudanças físicas em tão pouco tempo quanto nesse estágio inicial da adolescência, (dos 10 aos 14 anos), e, por isso, este é um período extremamente importante e conturbado do desenvolvimento, vivido com um pouco mais de tranqüilidade se as mudanças corporais e psicológicas caminharem juntas.
    Do ponto de vista do desenvolvimento feminino, não é assim que tem acontecido.
    Pesquisas recentes mostram que a puberdade está começando cada vez mais cedo nas meninas. Alguns estudos mostram que há uma tendência geral nos países ocidentais à antecipação da menarca com o correr dos anos; em média, a cada 10 anos, a menarca se antecipa de quatro meses. Acredita-se que os cuidados   com a nutrição e a saúde tem modificado a estrutura biológica das pessoas, aproximando-as de seus potenciais genéticos ótimos, causando um início mais precoce da puberdade. Alguns autores levantam a hipótese também de que alguns fatores culturais podem estar intervindo de maneira importante na precocidade da maturidade sexual, como, por exemplo, o erotismo na publicidade, na literatura e nos filmes.
    O fato é que, até o século XIX, as mulheres menstruavam pela primeira vez aos 17 anos. Neste século elas menstruam, em média, aos 12 anos.
    A menarca, mais do que resultado de um conjunto de mudanças físicas, é um acontecimento que, em muitas culturas, demarcava uma passagem, fazendo com que a jovem, a partir de então, tivesse um outro status social dentro de sua comunidade. Nessas culturas, eram comuns os ritos de passagem, onde a jovem, se por um lado adquiria novas responsabilidades, muitas vezes já sendo considerada apta a casar e formar uma família, tinha, por outro, um modelo claro de comportamento pelo qual se pautar. Essa designação de um papel e status novo oferecia à adolescente uma auto-imagem definida e vinculada ao grupo.
    Em contraste com essas culturas, a moderna sociedade ocidental eliminou progressivamente esses rituais. Até poucos anos atrás, por exemplo, ainda era comum usar-se o termo “ficar mocinha” quando a menarca acontecia, significando que a jovem era reconhecida em sua identidade sexual e capacidade procriativa.
    Nos dias de hoje, será que a menina vira “mocinha” quando tem a menarca?
    Essa foi uma das questões que fui investigar ao entrevistar 20 meninas de 12 anos para minha pesquisa de mestrado sobre a entrada das garotas na adolescência.
    A primeira surpresa foi observar que essas
    garotas, que são de classe média-alta da cidade de São Paulo, tinham menstruado pela primeira vez, em sua maioria, aos 11 anos, e não aos 12, como seria esperado pelos dados de literatura, levando-nos a pensar que em condições ótimas de alimentação e acesso à informação, a menarca esteja começando ainda mais cedo.
     
    A segunda constatação, não tão surpreendente, é que a menstruação não era esperada pelas garotas quando aconteceu e nem desejada, por vários motivos: algumas queriam crescer mais fisicamente (ser alta faz parte do padrão de beleza ideal moderno, e elas sabiam que, ao menstruar, não cresceriam muito mais), outras tinham ouvido falar do incômodo de trocar absorventes e das cólicas, e outras ainda se achavam  muito crianças, e ficar menstruadas significava entrar em outra fase da vida que não sentiam-se preparadas para entrar.
    Como disse Paula, uma delas:
    Eu rezava “tomara que eu não menstrue”. Porque todo mundo fala que você começa a menstruar e pára de crescer, e eu queria crescer bastante. Quero ficar mais alta ainda. Aí eu pensava “ espero que venha lá pelos 13, pra eu crescer bastante”.
    Apenas uma disse ter ficado feliz com a chegada da menarca, "apesar de ser um saco", por ser um "sinal de amadurecimento".
    Apesar de terem informações sobre a menstruação, não sabiam muito bem o que fazer quando esta veio, não tinham certeza do que
    se tratava, pois as informações se superpunham à angústia e ao estranhamento que o assunto provocava nela.

    Vejam o depoimento de Silvia:
    Eu tinha 11 anos quando veio. Não sabia de nada. Das minhas amigas, ninguém tinha ficado. E eu não contei pra ninguém, eu tava no acampamento. Eu fiquei, não sabia o que era. Só depois eu contei pra duas amigas. Não consegui falar com a minha mãe, aí liguei pra minha avó. Chamei a monitora. Depois fui descobrir que outras ficaram na mesma época que eu e não tinham falado nada, que nem eu.
    Essas descrições da solidão vivida no momento da menarca nos revelam que esta parece ter realmente perdido o significado de
    ritual de passagem, vivido como um acontecimento social, pois significa para as meninas uma saída da infância mas não uma entrada na adolescência. Como disse Dani.: Eu era muito criança, brincava, queria ficar mais velha antes de vir.....Foi mais um peso pra mim pra carregar, pra tomar providências.Essa sensação de não estar pronta é confirmada pelo fato de que, das que não haviam menstruado, nenhuma delas desejar que acontecesse logo. Sabiam que iria acontecer, mas quanto mais tarde, para elas, melhor. Uma delas sentia-se preocupada e assustada com a primeira vez. Temia que a mãe não estivesse por perto, embora já houvese explicado o que fazer.Essas informações nos revelam que, na atualidade, parece haver uma falta de sincronicidade entre aspectos biológicos, psicológicos e sociais no início da adolescência feminina. A menarca, quando chega, toma as garotas de surpresa, mesmo quando elas estão informadas a respeito de seu significado. É um acontecimento  não compartilhado nem com a família nem com amigos. Vemos então como as jovens vivem hoje, solitariamente, o que antes era vivido socialmente, com os ritos pubertários, e, sem esse tipo de reforço do grupo social, a auto-imagem da adolescente perde clareza e coesão.
    Além da solidão, a menarca chega antes de ser aguardada como sinal de feminilidade,e, talvez principalmente por isso, desperta
    constrangimento e incômodo. Conseqüentemente, nem perante o grupo nem perante a si mesmas ela tem, para a maioria, o significado de ritual de passagem.
    As garotas sentem, no entanto, que estão deixando para trás um corpo e identidade infantis, e oscilam entre querer crescer e querer permanecer criança. Esse desejo de permanecer criança aparece muito claramente no depoimento de Ligia: As vezes eu queria até ter 8 anos. Sei lá, acho que me sentia mais livre pra brincar. O pessoal da minha idade não gosta dessas coisas. Eu gosto. Se tiver alguém pra brincar, jogar queimada, por exemplo, eu vou. Às vezes eu sinto falta disso. Os meninos da minha classe se acham muito grandes, uns adultos, as meninas também. Acho
    que cresceram rápido demais! Às vezes eu falo pra minha mãe que eu queria ter nascido naquela época, anos 60. As crianças se preocupavam menos. Hoje a gente sabe muito, demais, depressa demais. A gente sabe as coisas, a infância passa rápido! As crianças de antigamente não eram assim, elas brincavam muito mais.Temos visto com freqüência reportagens na mídia que tratam desse tema, as possíveis mudanças que estariam ocorrendo no comportamento das garotas. Elas estariam adotando, cada vez mais cedo, modelos adultos de comportamento e preocupações que antes apareciam mais tarde, como, por exemplo, a relativa ao aspecto físico, ao mesmo  tempo que estão deixando de brincar mais precocemente.É interessante que, ao mesmo tempo que sentem-se despreparadas para assumir um status de adolescente com a chegada da menstruação, também não se permitem mais brincar livremente e buscam , no modelo de aparência e no comportamento dos adultos, um lugar de pertinência social. Temos então uma contradição entre uma garota que já menstrua, tem uma aparência e um comportamento mais próximos do adulto do que da criança, mas internamente sente-se uma criança, muitas vezes frágil e desamparada..Vemos aí o descompasso. A aparência corporal, devido à antecipação da puberdade, mostra um corpo com contornos femininos cada vez mais cedo, confundindo os outros quanto à existência de uma correspondente maturidade psicológica, que não existe ainda. Além disso, vivemos num contexto social onde há extrema valorização do corpo feminino adulto, símbolo de status e poder, desde que dentro dos padrões de beleza atuais, isto é, o corpo perfeito, magro e alto, irreal para a maioria das pessoas, principalmente as adolescentes, em fase de intensas mudanças corporais. O corpo, em nossa sociedade, é também muito erotizado. Cenas de estímulo à excitação sexual são cada vez mais comuns nos meios de comunicação, trazendo como modelo a sexualidade adulta. Vivendo uma crise de identidade, a adolescente possui um terreno fértil para sofrer induções e sugestões de toda ordem.
    Tudo isso é fonte de muita angústia para as jovens, que sofrem com sua aparência física. Elas estão muito atentas ao que consideram desarmonias e assimetrias do próprio corpo, e isso as preocupa bastante São freqüentes os relatos de jovens que não se acham
    bonitas por se considerarem um pouco acima do peso, ou que acham que, para estar bela, é preciso consumir os produtos oferecidos pelos meios de comunicação. São reveladores de uma fragmentação do corpo, e da dificuldade de enxergar-se de uma maneira mais inteira e real.Ao se defrontarem com modelos geralmente fora dos padrões de normalidade e sem um apoio social consistente, as jovens, que já lidam com as dificuldades intrínsecas de possuir um corpo em transformação, tendem a ter um auto-conceito  rebaixado.
    Pode-se afirmar que esse grupo pesquisado é pequeno, mas os resultados vão de encontro à  pesquisa realizada com 580 adolescentes do sexo feminino, coordenada pela Divisão de Psicologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas (2001),  que revelou  que 80% das adolescentes  não gostam da própria
    aparência e 50% procuram dietas porque acham que são gordas. Uma das conclusões desse trabalho é que a motivação para a dieta não estava relacionada com a atual forma física delas, mas pela busca de um corpo ideal.
    Vários autores apontam que, do ponto de vista psicológico, as adolescentes tem que realizar dois movimentos essenciais, nesse momento do desenvolvimento, para a organização de suas identidades: elaborar as mudanças que ocorrem em seu corpo e responder às exigências sociais que se colocam a elas nesse percurso.
    Frente às pressões internas, biológicas, que ocorrem cada vez mais cedo, e às pressões externas, sociais, que traduzem-se, entre outros fatores, por uma valorização exacerbada da sexualidade e da aparência, as adolescentes parecem estar vivendo um momento de muita fragilidade e solidão.
    A puberdade começa cada vez mais cedo, as meninas querem ter um corpo adulto rapidamente, muitas começam a ter experiências amorosas, mas o que observamos é que, psicologicamente, mostram-se ainda bastante imaturas no início da adolescência, sem conseguir dar conta de todas essas pressões.
    Isso nos remete ao nosso papel como pais, professores, profissionais ou simplesmente membros dessa sociedade ocidental contemporânea.
    É certo que a adolescência é sempre uma fase de conflitos e incertezas e que cada época tem seus padrões de beleza, mas o que temos visto, na contemporaneidade, é uma intensa valorização do corpo físico, da aparência, do consumismo, do “ter” sobre o “ser”. Isso empobrece os sujeitos psiquicamente e dificulta a organização da identidade, tarefa primordial da adolescência.
    Não é possível alterar os padrões de antecipação da menarca, mas é possível cuidar melhor de nossas adolescentes, em primeiro lugar compreendendo os conflitos que vivem na atualidade. Quanto mais  compreendemos os problemas que as jovens enfrentam a cada etapa, melhor equipados estaremos para oferecer ajuda. É importante que as jovens sintam-se valorizadas e reconhecidas como são, em transformação, com alguns comportamentos mais
    infantis e outros mais amadurecidos. É preciso que reconheçamos seus medos e sua solidão, para mostrar-nos próximos. Ao  mesmo tempo  que é necessário apoiá-las no seu crescimento, aumentando suas responsabilidades e sua inserção na comunidade, é preciso perceber que não são adultas, e, portanto, não se deve incentivá-las a vestir-se e portar-se como tais.
    Em segundo lugar, é preciso lutar por uma sociedade menos
    centrada na aparência e no consumismo, e mais inclusiva,  onde haja um lugar e importância social para todos, inclusive para a menina que deixa a infância e caminha para a adolescência.

    FONTE: http://www.redepepsi.com.br/

    Perguntas que toda mãe não deve deixar de fazer aos seus filhos

    Diálogo familiar é importante e os pais devem incentivar a conversa

     Ser uma mãe presente não é apenas estar do lado dos seus filhos nos momentos bons e ruins, e sim, saber dialogar e fazer as perguntas certas para se envolver na vida da criança ou do adolescente, tornando-se mais participativa na criação e na convivência com eles. De acordo com a psicanalista Blenda Marcelletti, um dos importantes diálogos entre pais e filhos é sobre a liberdade dentro da família para a discussão, o debate e a disponibilidade dos pais ouvirem e contribuírem na expansão dos conhecimentos sobre a vida, sobre as relações e o sobre o ambiente. Quando os filhos são muito pequenos cabe aos pais a observação do dia a dia das crianças. As situações mais lúdicas são excelentes oportunidades para o diálogo livre e sem pressão sobre a escola, amiguinhos e rotina em casa. "É importante que os pais indaguem seus filhos sem a intenção de vigiá-los, mas com um genuíno interesse por eles. As crianças aprendem como responder pela forma como são indagadas. Se ao perguntar os pais ficam bravos ou criticam, a criança pode recuar e criar um padrão de resposta nem sempre condizente com o que realmente ocorre", ressalta a especialista membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise, Blenda Marcelletti. A seguir, confira dicas para criar abertura para o diálogo e quais perguntas são essenciais para criar e manter uma boa relação com seus filhos. 
    Mãe e filho- foto Getty Images
    Cinco perguntas que devem ser feitas aos pequenos:
    1.O que você sonhou hoje?
    Com essa pergunta se abre um espaço para falar da importância da vida de fantasia para criança. Se você mostra que entende o "mundo da imaginação" de seu filho, ele sente-se mais próximo de você e tem mais vontade de compartilhar tanto o que sonha quanto o que imagina com sua própria criatividade.

    2. Você está bem?
    De acordo com a psicóloga Blenda Marcelletti, o diálogo sobre as emoções pode começar com esta simples pergunta. Sabendo como seu filho está você consegue saber se ele anda feliz com a escolinha, com os amigos e até mesmo com a relação com os irmãozinhos.
    3. O que mais você quer/deseja?
    "Perguntar sobre os desejos de seu filho faz com que se inicie um contato com aquilo que é buscado. Dessa forma, ensina-se, desde cedo, a liberdade de
    desejar e a propriedade sobre cada desejo", enfatiza a especialista Marcelleti. 
    "É importante que os pais indaguem seus filhos sem a intenção de vigiá-los, mas com um genuíno interesse por eles"
    4. O que deixa você com tanta raiva ou tão agitado?
    Repreender a criança quando ela está agitada ou com raiva não ajuda a entender a real causa desse comportamento. "Essa pergunta faz com que
    a criança aprenda a conhecer, nomear e lidar com os sentimentos negativos sem culpa", afirma a psicanalista Blenda.
    5. Como foi seu dia? Brincou?
    Os pais devem estar atentos para que seus filhos brinquem muito, sozinhos ou em grupo. "É por meio da
    brincadeira que ele adquire vários conceitos importantes: cooperação, divisão, cuidado e aprendizado", explica a psicóloga Blenda Marcelletti. De acordo com a psicóloga Milena Lhano, além de perguntar a respeito, para descobrir mais sobre a vida das crianças pequenas é importante estar sempre próximo a elas, supervisionar brincadeiras, assistirem juntos programas de televisão e filmes, além de conhecer amigos e professoras. "Durante esse acompanhamento a criança deve ter suas preferências observadas, além de ser instruída, orientada e amparada, e não 'monitorada', criticada, ameaçada e rebaixada", ressalta a especialista. 
    E aos filhos adolescentes? O que perguntar?
    A adolescência ainda é um marco carregado de crenças e estereótipos criados pelos adultos. Grande parte dos pais sente um certo receio de iniciar um diálogo e deixar que as questões surjam espontaneamente. "Qualquer pergunta sobre esses temas pode ser feita. O mais importante é como serão feitas, em que tom e situação serão colocadas. Nem sempre os pais sabem o limite entre o cuidado e a invasão em áreas da intimidade do adolescente, por isso, alguns adolescentes recusam-se a falar, mentem ou recorrem ao isolamento", explica a psicoterapeuta Blenda Marcelletti.  
    Mãe e filha- foto Getty Images
    Qualquer uma dessas situações traz o afastamento como uma consequência indesejada. É fundamental os pais criarem situações de proximidade e liberdade para que seus filhos adolescentes sintam-se aceitos. "Os discursos moralistas, longos e ininterruptos só geram distância e o adolescente, como excelente observador, aprende rápido como responder para logo se livrar da 'tortura do interrogatório", adverte a especialista.
    É na fase da aceitação que as regras poderão ser criadas e cumpridas, além de mostrar aos filhos o valor do binômio ?responsabilidade e liberdade?, frequente motivo de confusão.  
    "Os discursos moralistas, longos e ininterruptos só geram distância entre os pais e os adolescentes"
    Quatro perguntas que devem ser feitas aos adolescentes
    1.Como passou seu dia?
    De acordo com a psicanalista Blenda Marcelletti, os cuidados devem ser redobrados quando os pais conversam com os adolescentes. Os adolescentes são excelentes observadores do comportamento do adulto. "Quando percebem que o interesse pelos
    assuntos é para aumentar o controle ou as proibições, eles costumam mentir, distorcer ou manter uma certa distância, evitando qualquer situação de proximidade", avisa Blenda. Os pais devem garantir que estão abertos para ouvir e essa pergunta, aparentemente "banal", é uma forma de iniciar um diálogo sem se dirigir para um assunto específico.
    2.Quais os amigos que mais gosta? O que eles têm que você admira?
    A vida social e a forma como o adolescente constrói suas amizades têm um enorme valor para ele. "Perguntando isso, os pais podem conhecer
    melhor os valores e as crenças que estão presentes no dia a dia do adolescente", explica Marcelletti.  
    3.Qual sua opinião sobre este assunto?
    Segundo a psicóloga Milena Lhano, é importante conversar sobre limites, amizades, sexo, drogas, gravidez, estudos e profissão. Os adolescentes devem ser orientados sobre tudo o que passará a
    fazer parte do seu universo de agora em diante e é preferível que ele seja orientado por quem já passou por essas experiências. Inicialmente, os filhos podem ficar constrangidos ao serem abordados por esses temas, mas os pais demonstrando calma, paciência e naturalidade com o assunto conseguirão "quebrar o gelo".
    Ao perguntar a opinião deles sobre qualquer assunto, mostrando que vocês só estão "batendo um papo", é possível criar um diálogo aberto e, até mesmo, orientar, sem que seu filho sinta-se pressionado. 
     4.O que você faria se estivesse no lugar dos pais, da professora ou do amigo?
    Com essa indagação você conhece melhor os valores que seu filho está nutrindo. "Colocar-se no lugar do outro é um importante exercício para
    a cidadania", enfatiza a psicanalista Blenda Marselletti. 

    FONTE:http://www.minhavida.com.br



    DICAS PARA ENTREVISTA DE TRABALHO

      Foto: Terra 
    Uma entrevista de emprego não se resume a responder uma dúzia de perguntas ou rezar para que seu currículo seja aceito. Aqueles 40 minutos, às vezes, dizem muito mais sobre você do que uma folha de papel cheia de dados (seu currículo). Se muitos profissionais, já empregados, têm dúvidas quanto à forma correta de agir em uma reunião ou até para manter contatos corriqueiros com seus superiores e colegas de trabalho, imagine quando você é o alvo de uma entrevista.
    A etiqueta empresarial surgiu para te dar uma força nesses momentos de dúvida. Dominar determinada área técnica não é mais o único fator relevante para o sucesso profissional. "No mercado competitivo de trabalho, é exigido do profissional também a competência pessoal", afirma Lívio Callado, consultor de marketing pessoal e etiqueta empresarial, autor do livro "Relacionamentos Interpessoais". Podemos dividir nossas qualidades em dois patamares:
    Competência pessoal
    - Sentir-se feliz e satisfeito(a) consigo mesmo(a);
    - Estar motivado todos os dias;
    - Amar o que faz;
    - Fazer sempre o melhor.

    Competência profissional
    - Escolher a profissão certa;
    - Fazer cursos de aperfeiçoamento e aprimoramento;
    - Atualizar-se;
    - Aceitar desafios.

    Mas não pára por aí. A imagem é e sempre será seu cartão de visita. Portanto, quando for batalhar um emprego, deixe em casa as roupas coloridas, transparentes e decotadas, as saias justas, as bijuterias grandes e pesadas, aquele terninho pink, o sapato velho e desgastado.
    Outro fator que está diretamente relacionado com sua imagem na hora da entrevista é a comunicação. De nada adianta estar muito bem vestido, andar corretamente, cumprimentar as pessoas adequadamente, se, na hora de expor suas idéias na entrevista, só ouve-se erros de concordância verbal, gírias, piadinhas de mau gosto, interrupções constantes para contar vantagem (achando que isso enriquecerá seu currículo...), etc.

    FONTE: http://mulher.terra.com.br/